Glossário

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  • AÇO ACABADO

Produto final de uma siderúrgica na forma de chapas grossas, tubos e bobinas, entre outros formatos. É utilizado por diversos segmentos, como a indústria de transformação, para fabricar automóveis, eletrodomésticos, máquinas e diversos bens de capital.

  • AÇO BRUTO

Tipo de denominação utilizada para medir a produção de uma usina siderúrgica e que significa o aço fundido antes de ser trabalhado em produtos finais ou especiais. O aço bruto também pode ser em estado líquido.

  • AÇO ESPECIAL

Esse tipo de aço possui uma liga que lhe dá características físicas e metalúrgicas especiais, tornando-o adequado para usos específicos, como indústria automotiva, de gás e energia, ferramentas de alta performance e máquinas.

  • ADR

Sigla em inglês para American Depositary Receipts, títulos de empresas estrangeiras negociados no mercado financeiro dos Estados Unidos.

  • ALTO-FORNO

Estrutura de grande porte, em forma de coluna, que é um dos principais equipamentos de um complexo siderúrgico. Através de um processo térmico constante, o alto-forno separa o ferro do minério bruto para produzir ferro-gusa, principal matéria-prima do aço.

Os altos-fornos geralmente recebem matéria-prima pela parte de cima da coluna e são revestidos de material refratário. A capacidade típica de produção de um alto-forno varia de um a cinco milhões de toneladas anuais. Apesar de serem equipamentos de longa vida útil, precisam ser paralisados em intervalos regulares de tempo para manutenção.

  • ABAULAMENTO

Desvio de planura.

  • ABERTURA DA MATRIZ

Na soldagem à resistência com recalque ou na soldagem flash, é a distância entre os eletrodos, normalmente medida com as partes em contato antes que a soldagem se inicie ou imediatamente após a conclusão do ciclo, porém antes do recalque.

  • ABERTURA DE RANHURA

Cortar uma ranhura ou abertura estreita com uma ferramenta de movimento alternado em uma fresadeira vertical ou com uma máquina de corte, mandril escareador ou roda de esmeril.

  • ABRASÃO

Tornar uma superfície áspera ou arranhada devido ao desgaste abrasivo. Em peças de alumínio, conhecida também como marca de atrito ou marca de tráfego.

  • ABRASIVO

(1) Substância dura usada para retificar, afiar, esmerilhar, polir, dar acabamento fino, acabamento em tambor ou para jateamento. Inclui materiais naturais, tais como granada, esmeril, coríndon e diamante, bem como produtos obtidos em forno elétrico, tais como óxido de alumínio, carboneto de silício e carboneto de boro. (2) Partículas duras, tais como rochas, areia ou fragmentos de determinados metais duros, que desgastam uma superfície quando aplicadas sob pressão.

  • ABRILHANTAMENTO ELETROLÍTICO

O mesmo que polimento eletrolítico.

  • ACABAMENTO

(1) Condição, qualidade ou aparência superficial de um metal. (2) Material em uma peça fundida ou forjada a ser removido quando da usinagem de acabamento.

  • ACABAMENTO

É a aparência superficial do aço após o tratamento final

  • ACABAMENTO ACETINADO

Um acabamento superficial de metais com reflexão difusa, lustrosa porém não espelhada. Um tipo é o acabamento "butler".

  • ACABAMENTO BRILHANTE

Um acabamento brilhante tal como laminado, produzido em cilindros ground; é apropriado para pintura decorativa ou chapeamento, mas geralmente deve ser submetido a uma preparação superficial adicional após a conformação.

  • ACABAMENTO BRONZEADO

Um acabamento brilhante e liso característico de arame trefilado por via úmida. Anteriormente produzido mediante o uso de um liquor de grãos fermentados como um lubrificante de trefilação.

  • ACABAMENTO DE LAMINAÇÃO

Um acabamento superficial não padronizado (e geralmente não uniforme) em produtos laminados que são entregues sem que sejam submetidos a um tratamento superficial especial (exceto um tratamento anti-corrosão) após o trabalho final ou o estágio de tratamento térmico.

  • ACABAMENTO EM TAMBOR

Melhoria do acabamento superficial de peças ou objetos metálicos mediante processamento em equipamento giratório contendo partículas abrasivas, as quais podem estar em suspensão em um líquido.

  • ACABAMENTO FINAL

Um processo de acabamento de baixa velocidade usado principalmente para produzir um acabamento fino, uniforme e de alta precisão dimensional, freqüentemente no interior de superfícies cilíndricas. Neste processo, camadas muito finas do material são removidas com um bastão ou pedra abrasiva em movimentos giratórios e alternados simultâneos, pressionando-se o bastão ou pedra com uma força menor do que a utilizada normalmente no esmerilhamento.

  • ACABAMENTO FINÍSSIMO

Uma forma de acabamento final em que os elementos abrasivos são suportados por molas.

  • ACABAMENTO FOSCO

(1) Uma textura opaca produzida pela laminação de chapa fina ou tira entre cilindros cuja superfície foi tornada áspera por meio de jateamento. (2) Um acabamento opaco característico de alguns materiais eletrodepositados, como o cádmio ou o estanho. Também chamado acabamento opaco.

  • ACABAMENTO LUSTROSO

Um acabamento de alta qualidade produzido em cilindros retificados e polidos. Apropriado para eletrogalvanização.

  • ACABAMENTO RUGE

Um acabamento altamente refletivo produzido com um pó vermelho (ruge) ou outro abrasivo muito fino, de aparência similar ao polimento brilhante ou ao acabamento espelhado em utensílios de prata de lei.

  • ACABAMENTO SUPERFICIAL

(1) Condição de uma superfície como resultado de um tratamento final. (2) Características medidas do perfil superficial, sendo que o termo preferencial é rugosidade.

  • ACABAMENTO VIBRATÓRIO

Um processo de rebarbação e acabamento superficial em que o produto e uma mistura abrasiva são colocados em um recipiente e submetidos a vibração.

  • AÇÃO LEGAL POR PRÁTICAS COMERCIAIS DESLEAIS

É um tipo de ação judicial iniciada por empresas americanas contra seus concorrentes estrangeiros em reação a importações a preços inferiores àqueles praticados no mercado americano. A Comissão de Comércio Internacional e o Departamento de Comércio podem impor sanções sobre os produtos estrangeiros envolvidos em dumping e em subsídios governamentais, se os fabricantes americanos puderem provar danos materiais

  • ACESSÓRIO DE FIXAÇÃO

Um dispositivo de posicionamento para prender somente a peça a ser trabalhada.

  • ÁCIDO

Uma substância química que produz íons de hidrogênio (H+) quando dissolvido em água. Comparar com base (3).

  • AÇO

Uma liga à base de ferro, maleável em algumas faixas de temperatura na forma inicialmente fundida, contendo manganês, usualmente carbono e freqüentemente outros elementos de liga. Em aço carbono e aço baixa liga, o teor máximo de carbono é de cerca de 2,0%; em aço alta liga, cerca de 2,5%. A linha divisória entre aços baixa liga e aços alta liga é geralmente considerada como cerca de 5% de elementos ligantes metálicos. O aço deve ser diferenciado de duas classes gerais de "ferros": os ferros fundidos, no campo dos altos teores de carbono, e os ferros relativamente puros, tais como ferro em lingote, ferro de carbonilo e ferro eletrolítico, no campo dos baixos teores de carbono. Em alguns aços com teores de carbono extremamente baixos, o teor de manganês é o principal fator diferenciador, sendo que o aço geralmente contém pelo menos 0,25%; no caso de ferro em lingote, o teor de Mn é consideravelmente menor.

  • AÇO ACABADO

Aço que está pronto para o mercado, tendo sido processado além dos estágios de tarugos, blocos, barras para laminação de chapas finas, placas e fio-máquina.

  • AÇO ACALMADO

Aço tratado com um forte agente desoxidante, como por exemplo silício ou alumínio, a fim de reduzir o teor de oxigênio para um nível tal que não ocorre nenhuma reação entre o carbono e o oxigênio durante a solidificação.

  • AÇO ÁCIDO

Aço fundido em um forno com um revestimento de parede e de soleira ácido e sob uma escória contendo um excesso de uma substância ácida, como a sílica.

  • AÇO ALTO CARBONO

É um aço com mais de 0,3% de carbono. Quanto mais carbono é dissolvido no ferro, menos conformável e mais duro o aço se torna. A dureza do aço alto carbono torna-o apropriado para lâminas de arado, pás, molas de colchão, bordas cortantes e outras aplicações sujeitas a alto desgaste

  • AÇO AO SILÍCIO PARA FINS ELÉTRICOS

É um tipo de aço especial obtido mediante a introdução de silício durante o processo de produção. Os aços para fins elétricos apresentam certas propriedades magnéticas que os tornam ideais para uso em transformadores, geradores de energia e motores elétricos

  • AÇO AUSTENÍTICO

Aço-liga cuja estrutura é normalmente austenítica à temperatura ambiente.

  • AÇO AUTO-TEMPERANTE

Veja o termo preferencial "Aço temperável ao ar".

  • AÇO BAIXO CARBONO

Um aço com teor de carbono inferior a 0,005% é mais dúctil (maleável). Ele é capaz de ser reduzido ou laminado a uma pequena espessura para uso em aplicações de carrocerias na indústria automobilística. O carbono é removido do banho de aço por meio de desgaseificação a vácuo

  • AÇO BÁSICO

Aço produzido em um forno com soleira e revestimento básico com uma escória contendo um excesso de uma substância básica, como óxido de magnésio ou cal.

  • AÇO CAPEADO

Um tipo de aço similar ao aço efervescente, normalmente fundido em uma lingoteira com gargalo, em que a aplicação de uma cobertura mecânica ou química torna a ação de efervescência incompleta ao fazer com que a parte superior do metal se solidifique. A condição superficial do aço capeado é bastante parecida com a do aço efervescente, mas algumas outras características são intermediárias entre as características do aço efervescente e as do aço semi-acalmado.

  • AÇO CARBONO

Aço que não tem nenhuma quantidade mínima especificada para qualquer elemento de liga (a não ser as quantidades usualmente aceitas de manganês, silício e cobre) e que contém somente uma quantidade incidental de qualquer elemento que não o carbono, silício, manganês, cobre, enxofre e fósforo.

  • AÇO CARBONO

É o aço que possui propriedades resultantes principalmente do elemento carbono e cuja estrutura se baseia no teor de carbono. A maior parte do aço produzido no mundo é aço carbono

  • AÇO DE BITOLA FINA

Chapa de aço muito fina que foi submetida a laminação de encruamento ou que passou por um laminador a frio. O aço de bitola fina normalmente é revestido com estanho ou cromo para uso em recipientes de alimentos

  • AÇO DOCE

Aço carbono com um teor de carbono máximo de cerca de 0,25%.

  • AÇO EFERVESCENTE

Um aço baixo carbono contendo óxido de ferro suficiente para proporcionar uma evolução contínua do monóxido de carbono enquanto o lingote está se solidificando, resultando em uma capa ou camada superficial de metal virtualmente livre de vazios. As chapas finas e tiras produzidas a partir do lingote apresentam qualidade superficial muito boa.

  • AÇO ENDURECÍVEL POR CURA

É uma chapa de aço baixo carbono laminada a frio usada para aplicações de carrocerias na indústria automobilística. Devido ao processamento especial do aço, ele possui boas características de estampabilidade e resistência, e após a pintura ser curada ele apresenta maior resistência ao impacto de pedras e outros detritos

  • AÇO FERRÍTICO ACICULAR

São aços que têm uma microestrutura consistindo de ferrita acicular ou de uma mistura de ferrita acicular e ferrita equiaxial.

  • AÇO FUNDIDO

Aço na forma de peças fundidas.

  • AÇO GALVANIZADO

Aço revestido com uma fina camada de zinco para proporcionar resistência à corrosão em peças automotivas sob a carroceria, latas de lixo, tanques de armazenagem ou arame para cercas. A chapa de aço normalmente é laminada a frio antes do estágio de galvanização

  • AÇO GRAFÍTICO

Aço liga feito de modo que parte do carbono está presente na forma de grafita.

  • AÇO H-BAND

Aço liga produzido com limites especificados de temperabilidade; a faixa de composição química pode ser ligeiramente diferente daquela da qualidade correspondente de aço liga comum.

  • AÇO INOXIDÁVEL

Qualquer um de vários aços contendo de 12% a 30% de cromo como principal elemento de liga; geralmente eles apresentam passividade em ambientes aquosos.

  • AÇO INOXIDÁVEL

É o termo para tipos de aço que contêm mais de 10percent de cromo, com ou sem outros elementos ligantes. O aço inoxidável resiste à corrosão, mantém sua resistência a altas temperaturas e é de fácil manutenção. Por estas razões, ele é amplamente usado em itens tais como produtos para a indústria automobilística e de processamento de alimentos, bem como equipamentos médicos e da área de saúde. Os tipos mais comuns de aço inoxidável são

  • AÇO ISENTO DE ESTANHO

Aço revestido com cromo. Devido ao fato de que ele é usado em latas de alimentos, exatamente como a folha de flandres, ele ironicamente é classificado como um produto estanhado. O aço isento de estanho é mais fácil de ser reciclado, uma vez que o estanho contaminará a sucata, mesmo em pequenas concentrações

  • AÇO LIGADO

Aço contendo quantidades especificadas de elementos de liga (que não o carbono e os teores normalmente aceitos de manganês, cobre, silício, enxofre e fósforo) dentro dos limites reconhecidos para aços-liga estruturais, adicionados para modificar as propriedades mecânicas ou físicas.

  • AÇO LIVRE DE INTERSTÍCIOS

É uma chapa fina desenvolvida recentemente com níveis de carbono muito baixos e que é usada principalmente em aplicações de estampagem profunda na indústria automobilística. A melhor ductilidade do Aço Livre de Interstícios (capacidade de estampagem) é possibilitada pela desgaseificação a vácuo

  • AÇO PARA FINS ELÉTRICOS

(Veja Aço ao Silício para Fins Elétricos)

  • AÇO SECUNDÁRIO

É o aço que não atende as especificações do cliente original devido a um defeito em sua composição química, bitola ou qualidade superficial. As usinas têm que procurar um outro cliente (que possa aceitar a qualidade inferior) que leve o aço fora de especificação a um preço mais baixo. Embora o aço secundário não afete o rendimento da usina, as margens de lucro sentirão o impacto

  • AÇO SEMI-ACABADO

Formas de aço - por exemplo, blocos, tarugos ou placas - que são subseqüentemente laminadas em produtos acabados, tais como vigas, vergalhões ou chapas finas

  • AÇO SEMI-ACALMADO

Aço que é desoxidado de forma incompleta e que contém oxigênio dissolvido em quantidade suficiente para reagir com o carbono e formar monóxido de carbono para compensar a contração durante a solidificação.

  • AÇO TEMPERÁVEL AO AR

Aço contendo suficiente carbono e outros elementos de liga para endurecer inteiramente durante resfriamento ao ar ou em outros meios gasosos a partir de uma temperatura acima de sua faixa de transformação. O termo deve se restringir a aços que possam ser temperados por meio de resfriamento ao ar em seções relativamente grandes, com diâmetro de cerca de 2 polegadas ou mais. O mesmo que aço auto-temperável.

  • AÇO TRIP

Um aço comercial que apresenta plasticidade induzida por transformação.

  • AÇO-FERRAMENTA

Qualquer aço liga ou aço carbono geralmente utilizado para fazer ferramentas. Os aços-ferramenta são caracterizados por elevada dureza e resistência à abrasão, freqüentemente acompanhadas por alta tenacidade e resistência ao amolecimento a altas temperaturas. De um modo geral, estes atributos são alcançados com altos teores de carbono e de ligas.

  • AÇO-LIGA

Um composto à base de ferro é considerando como um aço-liga quando o teor de manganês é maior do que 1,65%, o de silício é superior a 0,5%, o de cobre é superior a 0,6%, ou quando estão presentes quantidades mínimas de outros elementos ligantes, tais como cromo, níquel, molibdênio ou tungstênio. Uma grande variedade de diferentes propriedades pode ser criada no aço mediante a substituição destes elementos na composição

  • ACOPLAMENTO

O grau de interação mútua entre dois ou mais elementos, resultante de conexão mecânica, acústica ou elétrica.

  • ACORDO DE SUSPENSÃO

É a resolução de uma disputa de comércio desleal que pode suspender processos adicionais em um caso de comércio desleal. O governo americano, após consultar a indústria local, pode fazer um acordo com a indústria estrangeira

  • ACORDOS DE RESTRIÇÃO VOLUNTÁRIA

Os parceiros comerciais são autorizados a exportar aço "ilegalmente" - isto é, praticando dumping ou recebendo subsídios - sem quaisquer conseqüências, desde que tais exportações sejam mantidas dentro de um certo nível; esta alternativa não pode ser usada com países que fazem parte da Organização Mundial de Comércio

  • AÇOS ESPECIAIS

Categoria de aço que inclui aços para fins elétricos (veja Aço ao Silício para Fins Elétricos), aços-liga (veja Aço-Liga), aços inoxidáveis (veja Aço Inoxidável) e aços-ferramenta (veja Aços-Ferramenta)

  • AÇOS ESTRUTURAIS

Grupo de produtos siderúrgicos que incluem vigas I, vigas de abas largas e estaca-pranchas. Estes produtos são usados na construção de prédios de múltiplos andares, vigas de ponte, suportes verticais de rodovias e reforço de margem de rios

  • AÇOS PLANOS

É uma categoria de aço que inclui chapas finas, tiras e folha de flandres, entre outros

  • AÇOS-FERRAMENTA

São aços que são endurecidos para uso na fabricação de ferramentas e matrizes

  • ACUIDADE DE ENTALHE

Refere-se à severidade da concentração de tensão produzida por um dado entalhe em uma estrutura em particular. Se a profundidade do entalhe for muito pequena comparada com a largura (ou diâmetro) da seção transversal mais estreita, a acuidade pode ser expressa como a relação entre a profundidade do entalhe e o raio da raiz do entalhe. Do contrário, a acuidade é definida como a relação entre a metade da largura (ou diâmetro) da seção transversal mais estreita e o raio da raiz do entalhe.

  • ACUMULAÇÃO

Uma operação de forja que aumenta a seção transversal de parte do material a ser forjado; normalmente é uma operação preliminar.

  • ACÚMULO DE DEPOSIÇÃO

Eletrodeposição excessiva que ocorre em áreas de alta densidade de corrente, tais como cantos ou bordas.

  • ADERÊNCIA (FALTA O TEXTO ORIGINAL EM INGLÊS)

Processo de união de materiais em que um adesivo é colocado entre duas superfícies, solidificando-se para uni-las.

  • ADERÊNCIAS

Transferência de metal das ferramentas para a peça ou da peça para as ferramentas durante uma operação de conformação. Veja "escoriação".

  • ADMINISTRAÇÃO DE IMPORTAÇÕES

A Administração de Importações, no âmbito da Administração de Comércio Internacional do Departamento de Comércio Americano, aplica leis e acordos para proteger a indústria americana da competição desleal nos Estados Unidos, resultante da prática de preços desleais por empresas estrangeiras e subsídios desleais a empresas estrangeiras concedidos por seus governos

  • ADOÇAMENTO, FILETE

(1) Um raio (curvatura) feito em superfícies de junção interna. (2) Uma cantoneira côncava usada em modelos de fundição.

  • AGENTE ABRILHANTADOR

Um agente ou combinação de agentes adicionados a um banho eletrolítico para produzir uma camada lustrosa.

  • AGENTE ANTICAVITAÇÃO

Agente de adição para soluções de eletrodeposição para evitar a formação de cavidades ou grandes poros na camada eletrodepositada.

  • AGENTE AUXILIAR DE DIFUSÃO

Um metal de enchimento sólido às vezes utilizado na soldagem por difusão.

  • AGENTE DE ADIÇÃO

Uma substância adicionada a uma solução com a finalidade de alterar ou controlar um processo. Exemplos: agentes umectantes em banhos ácidos; agentes abrilhantadores ou agentes anticavitação (antipitting) em soluções para eletrodeposição; inibidores.

  • AGENTE DE LIMPEZA EMULSIFICANTE

Um agente de limpeza consistindo de solventes orgânicos dispersos em um meio aquoso com a ajuda de um agente emulsificante.

  • AGENTE DE SEQUESTERING

Um material que se combina com íons metálicos para formar compostos complexos solúveis em água.

  • AGENTE DISPERSOR

Um material que aumenta a estabilidade de uma suspensão de partículas em um meio líquido por meio de defloculação das partículas primárias.

  • AGENTE OXIDANTE

Um composto que causa oxidação e, por conseguinte, tornando-se ele mesmo reduzido.

  • AGENTE QUELANTE

Substância usada em acabamento de metais para controlar ou eliminar certos íons metálicos presentes em quantidades indesejáveis.

  • AGENTE REDUTOR

Uma substância que causa redução. Veja "Redução (3)".

  • AGENTE REDUTOR

Pode-se utilizar gás natural ou carvão para remover o oxigênio do minério de ferro a fim de produzir um substituto para a sucata. Em processos à base de gás, o minério de ferro é aquecido em um recipiente à medida que gás natural reformado atravessa a carga. Em processos à base de carvão, o minério de ferro é combinado com carvão gaseificado ou carvão triturado e em seguida é aquecido. O oxigênio contido no minério combina-se com o carbono e o hidrogênio contidos no gás ou carvão, produzindo ferro metálico reduzido

  • AGENTE REFINADOR DE GRÃOS

Um material adicionado ao metal fundido para induzir um tamanho de grão mais fino do que o normal na estrutura final.

  • AGENTE UMECTANTE

Um agente de ação superficial que produz molhamento ao reduzir a coesão dentro do líquido.

  • AGITADOR DE BANHO

Uma ferramenta em forma de enxada ou dispositivo similar usado para agitar metal líquido.

  • AGUÇAMENTO, ARREDONDAMENTO

(1) Redução do diâmetro de um arame, barra ou tubo por um pequeno comprimento na extremidade mediante forjamento, torneamento ou compressão para facilitar sua entrada em uma matriz de trefilação e a fixação no cabeçote de tração. (2) A operação em máquinas automáticas de chanfrar ou arredondar a extremidade roscada ou a cabeça de um parafuso.

  • AGUDEZA DE ENTALHE

Veja "Acuidade de entalhe".

  • AIR BEND DIE

Prensas de conformação de cantoneiras em que o metal é conformado sem atingir o fundo da matriz. O contato do metal é feito em somente três pontos na seção transversal: a ponta do macho e as duas bordas de uma abertura da matriz em forma de V.

  • AIR BENDING

Bending in an air bend die.

  • AJUSTAGEM APERTADA

Uma ajustagem de definição imprecisa com folga ligeiramente negativa e que requer uma ligeira pressão ou força para a montagem.

  • AJUSTAGEM COM CHAVE APERTADA

Uma ajustagem com tolerância nominalmente zero.

  • AJUSTAGEM COM MONTAGEM FORÇADA

Uma ajustagem por interferência ou forçada feita mediante o uso de uma prensa.

  • AJUSTAGEM MÓVEL (OU FOLGADA)

Qualquer das várias classes de ajustagem entre peças que se unem em que há uma folga (vão) positiva entre as peças, mesmo quando elas são feitas com as respectivas tolerâncias individuais extremas de modo a assegurar o mais apertado ajuste entre elas. Compare com "Ajustagem fixa".

  • AJUSTAGEM PRECISA

Uma ajustagem de definição imprecisa, implicando as mais estreitas folgas que podem ser montadas manualmente para uma conexão firme entre peças.

  • AJUSTAGEM SEM FOLGA

Uma ajustagem de definição imprecisa, similar a uma ajustagem precisa.

  • AJUSTAGEM SOB PRESSÃO

Um tipo de ajustagem forçada.

  • AJUSTAGEM VARIÁVEL

Ajustagem que pode ter ou uma folga ou uma interferência, resultante de tolerâncias especificadas para o orifício e para o eixo.

  • AJUSTAMENTO A QUENTE

Uma ajuste por interferência mediante aquecimento do elemento externo até uma temperatura viável para possibilitar uma montagem fácil. Geralmente o elemento interno é mantido à temperatura ambiente ou próximo da temperatura ambiente. Às vezes o elemento interno é resfriado para aumentar a facilidade de montagem.

  • AJUSTAMENTO CORREDIÇO

Um ajustamento de definição imprecisa, similar a um ajustamento deslizante.

  • AJUSTE DE LOCALIZAÇÃO

Um ajuste folgado ou por interferência projetado para a localização de peças conjugadas.

  • AJUSTE DESLIZANTE

Qualquer ajuste folgado na faixa usada para peças que giram uma em relação à outra. Os valores efetivos de folga resultantes das tolerâncias de eixo e orifício indicadas são dados nas normas ANSI.

  • ALARGADOR

Uma ferramenta de corte rotativa com um ou mais elementos de corte chamados dentes, usada para alargar um orifício até o tamanho e contorno desejados. Ela é sustentada principalmente pelo metal ao redor do orifício que está sendo cortado.

  • ALARGADOR, MANDRIL

(1) Uma peça chata de aço com largura decrescente usada para remover brocas de haste cônica e outras ferramentas de seu receptáculo. (2) Uma haste cônica usada para forçar o alinhamento de orifícios desalinhados para rebitagem ou aparafusamento. Às vezes chamado de pino alargador.

  • ALCLAD

Produto composto consistindo de um núcleo de liga de alumínio tendo em uma ou em ambas as superfícies um revestimento de alumínio ou de liga de alumínio aderido metalurgicamente e que é anódico em relação ao núcleo, protegendo assim o núcleo contra a corrosão.

  • ALIMENTAÇÃO

(1) Transporte de metal ou peças para um local para uso ou processamento, tal como fio para um eletrodo consumível, tira para uma prensa, ou peças para um dispositivo de montagem. (2) Em fundição, fornecimento de metal líquido a uma região que está sofrendo solidificação, usualmente a uma taxa suficiente para encher a cavidade do molde adiante da frente de solidificação e para compensar qualquer contração resultante da solidifcação.

  • ALIMENTADOR

Um reservatório de metal líquido conectado ao molde para fornecer metal adicional para a fundição de uma peça para compensar a contração antes e durante a solidificação.

  • ALIMENTADOR (MONTANTE, CANAL ALIMENTADOR)

Um tubo ascendente.

  • ALIMENTADOR ATMOSFÉRICO

Alimentador que usa a pressão atmosférica para auxiliar a alimentação. É basicamente um alimentador cego em que se insere um pequeno macho ou haste cuja função consiste em prover uma passagem aberta de modo que o interior líquido do alimentador não fique sujeito a um vácuo parcial quando o metal é retirado para alimentar a peça fundida, mas sim permaneça sempre sob pressão atmosférica. Freqüentemente chamado de alimentador de Williams.

  • ALIMENTADOR CEGO

Alimentador que não se projeta além do topo do molde.

  • ALINHAMENTO

Uma condição em que um ponto em uma metade da matriz de forjar está adequadamente alinhado com o ponto correspondente na metade oposta da matriz, com uma tolerância especificada.

  • ALINHAMENTO DA MATRIZ

A condição em que as matrizes, após terem sido montadas em uma prensa ou outro equipamento, estão em alinhamento adequado uma em relação à outra.

  • ALÍVIO DE TENSÃO

Aquecimento a uma temperatura apropriada, manutenção de temperatura por um período suficiente para reduzir as tensões residuais, seguido de resfriamento suficientemente lento para minimizar o desenvolvimento de novas tensões residuais.

  • ALMA

(1) No caso de brocas helicoidais e alargadores, a parte central do corpo da ferramenta que une as raias. (2) Em forjamento, a seção fina de metal remanescente no fundo de uma cavidade ou depressão ou na posição das punções superior e inferior. O primeiro tipo pode ser removido por perfuração ou usinagem; o segundo, por meio de punção de rebarbação. (3) Uma chapa ou parte fina entre flanges ou aletas de reforço, como em uma viga I, viga H ou outros perfis similares.

  • ALMOFADA

O mesmo que matriz almofadada.

  • ALMOFADA DE DESGASTE

Em conformação, uma borracha descartável ou outro material semelhante à borracha com espessura nominal que é colocado contra o diafragma para reduzir o desgaste. Veja diagrama (2).

  • ALMOFADA DE MATRIZ

Um acessório de prensa localizado sob ou dentro de um porta-matriz ou bloco de matriz para proporcionar pressão ou movimento adicional para as operações de estampagem; é acionado por meio de ar, óleo, borracha ou molas, ou por uma combinação dos mesmos.

  • ALOTROPIA

É quase um sinônimo de polimorfismo. Geralmente o termo alotropia restringe-se à descrição do comportamento polimórfico em elementos, fases terminais e ligas cujo comportamento apresenta uma grande similaridade com o comportamento do elemento constituinte predominante.

  • ALSIFER

Um desoxidante (20 Al, 40Si, 40Fe) usado para aço.

  • ALTO FORNO

Um forno de cuba em que combustível sólido é queimado com um sopro de ar para fundir o minério, em uma operação contínua. Nos casos em que a temperatura tem que ser alta, como na produção de ferro gusa, o ar é pré-aquecido. Caso a temperatura possa ser mais baixa, como na produção de cobre, chumbo e minérios de estanho, um forno menor é mais econômico e o ar não precisa ser pré-aquecido.

  • ALTO FORNO

Consiste de um cilindro em forma de torre, revestido com tijolos resistentes ao calor (refratários), usado por usinas siderúrgicas integradas para fundir o ferro a partir do minério de ferro. Seu nome provém do "sopro" (NT: Tal explicação só faz sentido para o termo em inglês (Blast Furnace)). de ar quente e gases forçados para cima através da carga de minério de ferro, coque e calcário

  • ALTURA DE FECHAMENTO

No caso de uma prensa, a distância do topo do leito até o fundo do cursor com o curso para baixo e o ajuste para cima. Em geral é a altura máxima da matriz que pode ser acomodada para operação normal levando em consideração a placa porta-matriz.

  • ALUMEL

É uma liga à base de níquel contendo cerca de 2,5 Mn, 2 Al e 1 Si, usada principalmente como componente de termopares pirométricos.

  • ALUMINAÇÃO

Conferir resistência à oxidação a uma superfície de aço ou ferro mediante aquecimento em pó de alumínio a uma temperatura entre 800 e 1000�C (1472 a 1832�F).

  • ALUMINIZAÇÃO

Formação de um revestimento de alumínio ou de liga de alumínio em um metal por meio de imersão, aspersão a quente ou difusão.

  • AMÁLGAMA

Liga de mercúrio com um ou mais metais.

  • AMORFO

Que não possui uma estrutura cristalina; não cristalino.

  • AMOSTRA

Uma ou mais unidades de produto (ou uma quantidade relativamente pequena de material a granel) que é retirada de um lote ou fluxo de processo para ser testada ou inspecionada, fornecendo informações sobre as propriedades, dimensões ou outras características de qualidade do lote ou do fluxo do processo. Não deve ser confundido com corpo de prova.

  • AMPLITUDE DE TENSÃO

Metade da diferença algébrica entre a tensão máxima e a tensão mínima em um ciclo de uma tensão de variação repetitiva.

  • ANALISADOR COM MICRO-SONDA ELETRÔNICA

Um instrumento para a análise seletiva de um componente ou características microscópicas em que um feixe de elétrons bombardeia o ponto de interesse em um vácuo a um determinado nível de energia. A varredura de uma área maior permite determinar a distribuição dos elementos selecionados. A análise é feita medindo-se os comprimentos de onda e as intensidades da radiação eletromagnética secundária resultante do bombardeio.

  • ANÁLISE DE PARTÍCULAS ABAIXO DE MESH 325

Distribuição granulométrica de partículas que passam pela malhas de uma peneira padrão de 4-(m (No. 325) , conforme determinado por métodos especificados.

  • ANÁLISE GRANULOMÉTRICA POR MEIO DE PENEIRA

Distribuição granulométrica. Geralmente é expressa como o peso percentual retido em cada uma de uma série de peneiras padrão com tamanho de malha decrescente e o percentual que passa pela peneira com a malha mais fina. Sinônimo de "Classificação por peneira".

  • ANÁLISE TÉRMICA

Um método para determinar transformações em um metal mediante registro das temperaturas em que ocorrem paradas térmicas. Estas paradas se manifestam por meio de mudanças na inclinação das curvas de resfriamento e aquecimento plotadas ou traçadas mecanicamente. Quando tais dados são obtidos sob condições de aquecimento e resfriamento próximas do equilíbrio, o método é geralmente usado para a determinação de certas temperaturas críticas requeridas para a construção de diagramas de equilíbrio.

  • ANCHORRITE

Um revestimento de zinco-ferro para ferro e aço.

  • ANEL DE ESTAMPAGEM

Uma peça da matriz em forma de anel, sobre cuja boda interna o metal é pressionado peça punção.

  • ANELASTICIDADE

Propriedade dos sólidos em virtude da qual a deformação não é uma função single-valued da tensão na faixa de baixo nível de tensão em que não ocorre uma deformação permanente.

  • ANFÓTERO

Que possui tanto propriedades ácidas como propriedades básicas.

  • ANGSTROM (UNIDADE)

Unidade de medida linear igual a 10 -10m, ou 0,1 nm, às vezes usada para exprimir pequenas distâncias, tais como distâncias interatômicas e alguns comprimentos de onda. (Observação: Esta indicação de medida não faz muito sentido. Talvez o correto seja 10-10m. Sugiro checar este item.)

  • ÂNGULO DA BORDA DE CORTE

Ângulo da concavidade entre a borda de corte frontal e o plano frontal da ferramenta de corte. Ele serve como alívio para evitar que as bordas de corte sofram atrito durante o corte. Veja os croquis em "fresa lateral" e em "ferramenta de corte simples".

  • ÂNGULO DE AFASTAMENTO

Ângulo entre um plano contendo o flanco da ferramenta e um plano que passo através da borda de corte na direção do movimento relativo entre a borda de corte e a peça. Veja os croquis em fresagem lateral e ferramenta de corte simples.

  • ÂNGULO DE AFASTAMENTO DE EXTREMIDADE

Veja "ângulo de afastamento", bem como os croquis referentes a "fresa lateral" e "ferramenta de corte simples".

  • ÂNGULO DE AFASTAMENTO PERIFÉRICO

Veja "Ângulo de afastamento", bem como os croquis referentes a "fresa lateral".

  • ÂNGULO DE AJUSTAGEM DE LÂMINA

Veja o termo preferencial ângulo cônico.

  • ÂNGULO DE ALÍVIO LATERAL

Definido pelo croqui correspondente a "Ferramenta de corte simples".

  • ÂNGULO DE ARRASTO

Em soldagem, o ângulo entre o eixo do eletrodo ou maçarico e uma linha perpendicular ao plano da solda quando a soldagem está sendo feita com o maçarico posicionado à frente do ponto de solda. Veja o croqui no verbete "Soldagem em direção contrária à da chama".

  • ÂNGULO DE ATAQUE

Na laminação de metais em que toda a força é transmitida através dos cilindros, é o ângulo máximo atingível entre o raio do cilindro no primeiro contato e o eixo do cilindro. line of roll centers. Ângulos operacionais menores do que o ângulo de ataque são chamados de ângulos de contatos ou ângulos de laminação.

  • ÂNGULO DE AVANÇO

Em ferramentas de corte, o ângulo de avanço dos sulcos.

  • ÂNGULO DE BISEL

O ângulo total do chanfro entre peças a serem unidas. Assim, é a soma de dois ângulos de bisel, um ou ambos podendo ser zero grau.

  • ÂNGULO DE CHANFRO

Ângulo formado entre a borda preparada de um elemento estrutural e um plano perpendicular à superfície do elemento estrutural.

  • ÂNGULO DE CHANFRO

(1) Ângulo entre uma superfície de referência e o chanfro. (2) Em uma fresa, é o ângulo entre uma superfície chanfrada e o eixo da fresa.

  • ÂNGULO DE CISALHAMENTO

O ângulo que o plano de cisalhamento, em corte de metais, faz com a superfície de trabalho.

  • ÂNGULO DE DOBRA

O ângulo através do qual uma operação de dobramento é executada.

  • ÂNGULO DE ENTRADA

Na laminação, é o mesmo que ângulo de ataque. Na trituração giratória, por cilindros ou por mandíbulas, é o ângulo de entrada formado pelas tangentes nos dois pontos de contato entre as superfícies de trabalho e a partícula esférica (por suposição) a ser triturada.

  • ÂNGULO DE INCIDÊNCIA

O ângulo formado entre uma superfície detalonada e um determinado plano tangente a uma borda de corte ou a um ponto em uma borda de corte. Veja o croqui correspondente a ferramenta de corte simples.

  • ÂNGULO DE INCIDÊNCIA AXIAL

Relevo ou folga atrás da borda de corte de uma fresa.

  • ÂNGULO DE INCIDÊNCIA RESULTANTE

O ângulo entre a face do dente e um plano axial através do ponto do dente medido em um plano perpendicular à borda de corte. O ângulo de incidência resultante de uma ferramenta de corte é uma função de três outros ângulos: inclinação radial, inclinação axial e ângulo de quina. Veja o croqui correspondente à fresa lateral.

  • ÂNGULO DE INCLINAÇÃO

O relacionamento angular entre a face do dente ou uma tangente à face do dente em um dado ponto e um dado plano ou linha de referência. Veja os croquis correspondentes a "Fresa lateral" e "Ferramenta de corte simples".

  • ÂNGULO DE INCLINAÇÃO EFETIVO

O ângulo entre um plano contendo uma face do dente e o plano axial através da ponta do dente, medido na direção do fluxo de aparas através da ponta do dente. Assim, é o ângulo de inclinação resultante tanto da configuração do acessório de corte como da direção do fluxo de aparas.

  • ÂNGULO DE INCLINAÇÃO LATERAL

Em uma ferramenta de corte simples, o ângulo entre a face da ferramenta e um plano de referência, correspondendo à inclinação radial na fresagem. Ele situa-se em um plano perpendicular à base da ferramenta e paralelo ao eixo de rotação da peça. Veja o croqui referente a "Ferramenta de corte simples".

  • ÂNGULO DE INCLINAÇÃO PARA TRÁS

Em uma ferramenta de corte simples, é o ângulo correspondente ao ângulo de inclinação positiva na fresagem. É o ângulo medido entre o plano da face da ferramenta e o plano de referência e que se situa em um plano perpendicular ao eixo do material a ser trabalhado e à base da ferramenta. Veja o croqui em ferramenta de corte simples.

  • ÂNGULO DE INCLINAÇÃO POSITIVA

Para sulcos angulares (não helicoidais), é o ângulo entre um plano contendo a face do dente e o plano axial através do ponto do dente tooth point. Veja o croqui em "Fresa axial". For angular (not helical) flutes, the angle between a plane containing the tooth face and the axial plane through the tooth point. See sketch accompanying face mill.

  • ÂNGULO DE PONTA

Em geral, o ângulo na ponta de uma ferramenta de corte. Mais comumente, o ângulo incluído na ponta de uma broca helicoidal, sendo que o ângulo para aplicações gerais é de 118�.

  • ÂNGULO DE PUSH

O ângulo entre um eletrodo de soldagem e uma linha perpendicular à face da solda quando o eletrodo está apontando para frente ao longo da junta da solda. Veja o croqui correspondente a "Soldagem forehand".

  • ÂNGULO DE QUINA

Em fresas axiais, é o ângulo entre uma borda de corte angular de um dente da fresa e o eixo da fresa, medido mediante rotação em um plano axial. Veja o croqui que acompanha o verbete fresagem lateral.

  • ÂNGULO DE SAÍDA, DESBASTE

(1) Um ângulo ou conicidade na superfície de um molde, caixa de machos, punção ou matriz (ou nas peças feitas com os mesmos) que torna mais fácil remover as peças do molde ou da cavidade da matriz, ou remover o macho de uma peça fundida. (2) A mudança na seção transversal que ocorre durante a laminação ou estiramento a frio.

  • ÂNGULO DE TRABALHO

Em soldagem a arco, o ângulo entre o eletrodo e um elemento da junta, tomado em um plano perpendicular ao eixo da solda.

  • ÂNGULO DO GUME

(1) No caso de uma fresa, o ângulo incluído entre uma face de dente e um relieved land. (2) Definido pelo croqui correspondente a "Ferramenta de corte simples'.

  • ÂNGULO LATERAL DA BORDA DE CORTE

Definido pelo croqui correspondente a "Ferramenta de corte simples".

  • ANION

Um íon com carga negativa; na eletrólise, ele flui para o anodo.

  • ANISOTROPIA

É a característica de um material exibir diferentes valores de uma propriedade em diferentes direções em relação a um sistema de referência fixo.

  • ANNEAL TO TEMPER

Recozimento parcial final que amacia uma liga não ferrosa trabalhada a frio para um nível especificado de dureza ou limite de resistência à tração.

  • ANODIZAÇÃO

Formação de um revestimento de conversão em uma superfície metálica por meio de oxidação anódica; mais freqüentemente aplicada ao alumínio.

  • ANODIZAÇÃO COM ESCOVA

Um processo de anodização similar ao chapeamento com escova.

  • ANODO

Eletrodo em que os elétrons saem de um sistema operacional como uma bateria, uma célula eletrolítica, um tubo de raios-X ou um tubo de vácuo. No primeiro caso, ele é negativo; nos outros três casos, é positivo. Em uma bateria ou célula eletrolítica, é o eletrodo onde ocorre a oxidação. Compare com catodo.

  • ANODO AUXILIAR

Em eletrogalvanização, é um anodo complementar colocado em uma posição de modo a aumentar a densidade de corrente em uma certa área do catodo a fim de obter uma melhor distribuição do revestimento.

  • ANODO INERTE

Um anodo que é insolúvel no eletrólito sob as condições prevalecentes na eletrólise.

  • ANÓLITO

Eletrólito adjacente ao anodo em uma célula eletrolítica.

  • APARAÇÃO

Cortar, desbastar ou amassar a superfície de um rebolo de esmerilhamento para melhorar sua capacidade de corte e sua precisão.

  • APARAÇÃO

(1) Remoção de um material ou lascas ou camadas finas com um alto grau de deslizamento ou cisalhamento, ou ambos, da ferramenta de corte. (2) Uma operação de usinagem em que o corte é feito com uma ferramenta com sua face angulada de tal modo que a borda de corte avança de uma extremidade da peça para a outra na medida em que a ferramenta avança tangencialmente sobre a peça trabalhada em rotação.

  • APARADOR

Uma ferramenta usada para corrigir ou preparar um rebolo de esmerilhamento.

  • APARADORES

A combinação de punção aparadora, lâminadas aparadoras e talvez sapata aparadora usada para remover as rebarbas de uma peça forjada.

  • APARAS

Pedaços de material removidos de uma peça por meio de ferramentas de corte ou um meio abrasivo.

  • APARELHAMENTO

O projeto de engenharia, layout e fabricação de equipamentos de modelagem para a produção de peças fundidas, incluindo um estudo do programa de solidificação da peça, sistema de alimentação, locação e dimensionamento dos alimentadores, dispositivos escumadores e ajustagem das caixas de moldagem.

  • APLAINAMENTO

Produção de superfícies planas mediante movimento linear recíproco da peça e da mesa em que a peça está fixada, em relação a uma ferramenta de corte simples estacionária.

  • APLAINAMENTO

Produção de superfícies planas usando ferramentas de corte simples. A peça é presa em um torno de bancada ou acessório fixo, ou fixada diretamente à mesa. O êmbolo que suporta a ferramenta é alternado em um movimento linear que passa pela peça.

  • APLAINAMENTO POR ESTIRAMENTO

O mesmo que "Desempeno por tração".

  • AQUECIMENTO CONCORRENTE

Utilização de uma Segunda fonte de calor para complementar o calor primário em processos de corte ou soldagem.

  • AQUECIMENTO DIFERENCIAL

Aquecimento que produz intencionalmente um gradiente de temperatura em um objeto, de modo que, após resfriamento, haja no objeto uma variação nas propriedades ou uma distribuição de tensões desejada.

  • AQUECIMENTO POR INDUÇÃO

Aquecimento mediante resistência elétrica combinada e perdas por histerese induzidas através da submissão de um metal ao campo magnético variável que circunda uma bobina que conduz corrente alternada.

  • AQUECIMENTO POSTERIOR

Aquecimento de materiais soldados imediatamente após a soldagem, para fins de revenimento, alívio de tensão ou para proporcionar uma taxa de resfriamento controlado de modo a evitar a formação de uma estrutura dura ou frágil.

  • AQUECIMENTO SELETIVO

Aquecimento intencional de apenas determinadas partes de uma peça a ser trabalhada.

  • ARAME ACHATADO

Um produto de laminação quadrado ou grosseiramente retangular, mais estreito que uma tira, em que todas as superfícies são laminadas ou estiradas sem qualquer corte longitudinal ou corte transversal. Um termo não específico freqüentemente utilizado para indicar uma descontinuidade similar a uma trinca. Veja os termos preferenciais "descontinuidade", "imperfeição", "defeito".

  • ARAME, FIO

(1) Um comprimento fino, contínuo e flexível de metal, geralmente de seção transversal circular e geralmente produzido por meio de trefilação através de uma matriz. Veja também "Arame achatado". (2) Um comprimento de condutor elétrico metálico, podendo ser de construção sólida, de cordões múltiplos ou "tinse", podendo ainda ser isolado ou nu.

  • ARC BLOW

The swerving de um arco elétrico de seu curso normal devido a forças magnéticas.

  • ARCO DE CONTATO

Porção da circunferência de um disco de esmerilhamento ou de corte que toca a peça sendo processada.

  • ÁREA DE PRENSAGEM

A distância livre (da esquerda para a direita) entre as estruturas, batentes, calços, guias de chaveta ou os rebordos de barras de reforço da prensa, multiplicada pela distância total entre a parte frontal e a parte traseira no leito de uma prensa. Às vezes chamada de área de trabalho.

  • AREIA

Um material granulado, produzido naturalmente ou artificialmente pela desintegração ou moagem de rochas ou depósitos minerais. Em fundição, o termo denota um agregado cujo tamanho de partícula (grão) individual varia de 0,06 a 2 mm (1/400" a 1/12") de diâmetro, sendo em grande medida isento de constituintes mais finos, tais como silte e argila, que freqüentemente estão presentes em depósitos de areia natural. A areia de fundição mais comumente utilizada é a sílica. Entretanto, zircão, olivina, cromita, alumina e outros materiais cerâmicos moídos são usados para aplicações especiais.

  • AREIA DE SEPARAÇÃO

Areia fina a ser aplicada nas superfícies do molde de areia a serem separadas.

  • AREIA DE ZIRCÃO

Um mineral de alta refratariedade, composto principalmente de silicato de zircônio. Ele apresenta baixa dilatação térmica e alta condutividade térmica.

  • AREIA VERDE

Uma areia com ligante natural ou uma mistura composta de areia de moldagem que foi "preparada" com água e usada enquanto ainda estava úmida.

  • ARGILA

Um agregado mineral terroso ou rochoso consistindo basicamente de silicatos de alumina hidratados, apresentando um comportamento plástico quando suficientemente pulverizado e umedecido, rígido quando seco, e vítreo quando queimado a uma temperatura suficientemente alta. Os minerais argilosos mais comumente utilizados em função são as montmorilonitas e as caulinitas.

  • ARGOLA

Anel ou conexão em forma de arco entre o gancho de uma ponte rolante e a panela ou entre o gancho de uma ponte rolante e os munhões de um molde.

  • ARQUEAMENTO

Um aumento ou redução na espessura da seção de uma peça fundida causada por resistência insuficiente da areia na tampa do molde ou no macho.

  • ARRANHÃO CICATRIZADO

Um arranhão que ocorreu em um estágio anterior da operação de laminação e que foi parcialmente mascarado em uma laminação subseqüente. Ele pode se abrir durante uma operação de conformação.

  • ARTEFATO (INDICAÇÃO FALSA)

Uma característica de natureza artificial (como um aranhão ou uma partícula de poeira em uma amostra para exame metalográfico) que pode ser erroneamente interpretada como uma característica natural. Em uma inspeção, um artefato freqüentemente gera uma indicação falsa.

  • ÁRVORE

(1) Em retificação mecânica, é o fuso em que o disco é montado. (2) Em corte mecânico, é um eixo ou barra para fixar e acionar o acessório de corte. (3) Em fundição, é uma barra de metal embutida no macho de areia virgem ou de areia seca para sustentar a areia ou para suportar a carga aplicada durante a fundição. Observação: Nem sempre a tradução do título do verbete corresponde à terminologia utilizada em português.

  • ÁRVORES

Projeções visíveis de metal eletrodepositado formadas em locais de alta densidade de corrente.

  • ASPECTO CARACTERÍSTICO DE UMA SUPERFÍCIE

Direção do padrão superficial predominante que permanece após corte, esmerilhamento, polimento ou outro processamento.

  • ATAQUE MACROGRÁFICO

Ataque de uma superfície metálica para acentuar grandes detalhes estruturais (tais como a orientação de grãos, segregação, porosidade ou trincas) para observação a olho nu ou com uma magnificação de dez diâmetros ou menos.

  • ATAQUE POR REAGENTE QUÍMICO; CAUSTICAÇÃO

(1) Submeter a superfície de um metal ao ataque eletrolítico ou preferencialmente químico a fim de revelar detalhes estruturais para fins de exame metalográfico. (2) Remoção química ou eletrolítcia de filmes coesos de uma superfície metálica a fim de condicionar a superfície para tratamento subseqüente, como por exemplo pintura ou eletrogalvanização.

  • ATAQUE PROFUNDO

Ataque macrográfico severo.

  • ATENUAÇÃO

Redução fracional da intensidade de fluxo de energia, incluindo a redução de intensidade resultante de espalhamento geométrico, absorção e dispersão.

  • ATIVAÇÃO

Mudança de uma superfície passiva de um metal para um estado quimicamente ativo. Contrário de passivação.

  • ATIVIDADE

Medida do potencial químico de uma substância em que o potencial químico não é igual à concentração, o que permite o emprego de relações matemáticas equivalentes àquelas para sistemas ideais para correlacionar mudanças em uma quantidade medida experimentalmente às mudanças no potencial químico.

  • ATOMIZAÇÃO

Dispersão de um líquido em pequenas partículas por um fluxo de gás ou de líquido em alta velocidade.

  • ATRAÇÃO CAPILAR

Força combinada de adesão e coesão que faz com que líquidos, incluindo metais líquidos, fluam entre superfícies sólidas com espaçamento muito pequeno, mesmo contra a força de gravidade.

  • ATRITO INTERNO

A conversão de energia em calor por um material submetido a tensões flutuantes. Em vibração livre, o atrito interno é medido pelo decremento logarítmico.

  • AUSTÊMPERA

Tratamento térmico para ligas ferrosas em que uma parte é temperada a partir da temperatura de austenitização a uma velocidade suficientemente rápida para evitar a formação de ferrita ou perlita, sendo então mantida a uma temperatura imediatamente acima de Ms até que a transformação em bainita esteja completa.

  • AUSTENITA

Solução sólida de um ou mais elementos em ferro cúbico de faces centradas. A não ser que de outro modo designado (como por exemplo, austenita de níquel), supõe-se normalmente que o soluto seja o carbono.

  • AUSTENÍTICO

É a maior categoria de aço inoxidável, representando cerca de 70percent de toda a produção. A classe de aços austeníticos oferece a maior resistência à corrosão no grupo dos aços inoxidáveis devido ao seu elevado teor de níquel e aos altos níveis de cromo. Os aços inoxidáveis austeníticos têm sua dureza e resistência aumentadas através de trabalho a frio (mudança das propriedades de aços inoxidáveis austeníticos). A excelente soldabilidade e o alto desempenho em aplicações a temperaturas muito baixas são características adicionais desta classe. As aplicações incluem utensílios de cozinha, equipamento de processamento de alimentos, arquitetura exterior, equipamentos para a indústria química, carrocerias de caminhões e pias de cozinha. As duas qualidades mais comuns são o tipo 304 (aço inoxidável mais amplamente especificado, proporcionando resistência à corrosão em inúmeras aplicações padrões) e o tipo 316 (similar ao 304, porém com a adição de molibdênio visando aumentar a resistência a várias formas de deterioração)

  • AUSTENITIZAÇÃO

Formação de austenita mediante o aquecimento de uma liga ferrosa até a faixa de transformação (austenitização parcial) ou acima da faixa de transformação (austenitização completa). Quando empregado sem qualificação, o termo implica austenitização completa.

  • AUTODIFUSÃO

Movimento termicamente ativado de um átomo para uma nova posição em um cristal de sua própria espécie, como, por exemplo, um átomo de cobre em um cristal de cobre.

  • AUTO-RADIOGRAFIA

Técnica de inspeção em que a radiação espontaneamente emitida por um material é registrada fotograficamente. A radiação é emitida por radioisótopos que são (a) produzidos em um metal mediante o seu bombardeio com nêutrons, (b) adicionados a um metal, por exemplo, por meio de elementos de liga, ou (c) contidos em uma cavidade em uma peça metálica. A técnica serve para localizar a posição do elemento ou composto radioativo.

  • AVANÇO

A velocidade à qual uma ferramenta de corte ou um rebolo avança ao longo da superfície de uma peça, sendo que a direção do avanço depende do tipo de operação envolvida.

  • AVANÇO, ÂNGULO DE CORTE

(1) O avanço axial de uma hélice ao fazer um giro completo. (2) O ligeiro chanfro na extremidade externa da borda de corte de uma fresa lateral.

  • AXIAL RUNOUT

Para qualquer elemento giratório, a variação total de um plano de rotação real tomada em uma direção paralela ao eixo de rotação. Compare com radial runout.

  • AZULAGEM

Processo em que a superfície isenta de carepa de uma liga ferrosa é submetida à ação de ar, vapor ou outros agentes a uma temperatura apropriada, formando assim uma fina camada azul de óxido e melhorando a aparência e a resistência à corrosão. NOTA: Este termo é normalmente aplicado a chapas finas, tiras ou peças acabadas. Ele é usado também para denotar o aquecimento de molas após a fabricação a fim de melhorar suas propriedades.

  • BOF

Abreviatura de Basic Oxigen Furnace. Em siderurgia, também pode ser conversor a oxigênio, equipamento utilizado no refino do ferro-gusa do qual se produzirá aço.

  • BACIA

O mesmo que bacia de vazamento.

  • BACIA DE VAZAMENTO

Uma bacia no topo de um molde para receber o metal líquido antes que o mesmo entre no canal de entrada.

  • BACK WELD

Uma solda depositada na parte posterior de uma solda de ranhura simples.

  • BAINITA

Um agregado metaestável de ferrita e cementita resultantes da transformação de austenita a temperaturas abaixo da faixa de perlita, porém acima de MS. Sua aparência é similar a penas, quando formada na parte superior da faixa de transformação de bainita, ou acicular, parecendo martensita revenida, quando formada na parte inferior.

  • BAIXA DUCTILIDADE A QUENTE

Uma tendência de algumas ligas de se separarem ao longo dos limites de grão quando submetidas a tensões ou deformadas a temperaturas próximas do ponto de fusão. A baixa ductilidade a quente é causada por um constituinte de baixo ponto de fusão, freqüentemente presente somente em quantidades mínimas, que é segregado nos limites de grão.

  • BANCADA DE TREFILAÇÃO

A base que suporta a matriz e o cabeçote de trefilação, usada na trefilação de arame, vergalhões e tubos.

  • BANDAS DE ELÉTRONS

Estados de energia para os elétrons livres em um metal, como descrito pela teoria de bandas (teoria de zonas) da estrutura eletrônica. Também chamado de zonas de Brillouin.

  • BANDS

(1) Tira de aço laminada a quente, normalmente produzida para relaminação em chapas ou tiras mais finas. Também conhecidos como hot bands ou band steel. (2) Veja bandas eletrônicas.

  • BANHO ABRILHANTADOR

Uma solução que produz, através de ação química, uma superfície brilhante em um metal imerso.

  • BANHO ÁCIDO DE CROMO

(1) Produção de um revestimento de conversão de cromato em magnésio para proteção temporária ou como uma base de pintura. (2) Solução que produz o revestimento de conversão.

  • BANHO DE ACABAMENTO FOSCO

Uma solução de ataque usada para produzir um acabamento fosco em metal.

  • BANHO DE DECAPAGEM GASTO

Um banho ácido de decapagem já usado.

  • BANHO DE SODA CÁUSTICA

Uma solução fortemente alcalina em que o metal é imerso para ataque, para neutralizar um ácido ou para remover materiais orgânicos, tais como graxas ou tintas.

  • BANHO MERCURIOSO

Uma solução contendo um composto de mercúrio, anteriormente amplamente utilizada para a deposição de mercúrio em um metal por imersão, normalmente antes do revestimento com prata.

  • BAR

(1) Uma unidade de pressão obsoleta igual a 100 kPa. (2) Um produto de metal laminado alongado, relativamente grosso e estreito; a maioria das barras tem seções transversais simples e uniformes, tais como retangular, quadrada, redonda, oval ou hexagonal. Compare com perfil (3).

  • BARRA DE QUALIDADE ESPECIAL

As barras de qualidade especial representam uma ampla variedade de barras de aço-liga e aço carbono de alta qualidade que são usados na forjaria, usinagem e indústrias de estampagem a frio para a produção de peças automotivas, ferramentas manuais, eixos de motores elétricos e válvulas. As barras de qualidade especial geralmente contêm mais ligas do que a qualidade comercial e as qualidades de commodity de barras de aço, sendo produzidas com dimensões e composição química mais precisas

  • BARRA PARA TREFILAR

Uma peça fundida, particularmente de cobre tenaz, que tem uma seção transversal aproximadamente quadrada com as extremidades afiladas, projetada para laminação a quente em forma de fio-máquina para a subseqüente trefilação em arame.

  • BARRAS

São aços longos laminados a partir de tarugos. Barras comerciais e vergalhões são duas categorias comuns de barras, sendo que as barras comerciais incluem barras redondas, barras chatas, cantoneiras, barras quadradas e perfis, os quais são usados por indústrias para a produção de uma ampla variedade de produtos, tais como móveis, corrimãos e equipamentos agrícolas. O vergalhão é usado para reforçar o concreto em rodovias, pontes e edificações (veja Chapa Fina de Aço)

  • BARRAS DE AÇO PARA FABRICAÇÃO DE PARAFUSO

Um arame, fio ou barra de fácil usinagem.

  • BARRAS DE REFORÇO

(1) Barras às vezes usadas em prensas com armação em C para diminuir a deflexão da armação. (2) Barras usadas para medir a deformação elástica e, portanto, as tensões nas armações de prensas.

  • BARRELING

Convexidade das superfícies de corpos cônicos ou cilíndricos, freqüentemente produzida de modo não intencional durante recalcamento ou como uma conseqüência natural durante ensaio de compressão.

  • BARRO DE MOLDAGEM

Um material de moldagem consistindo de areia, silte e argila, usado sobre alvenaria ou outro material de suporte estrutural para fazer peças fundidas pesadas, geralmente de ferro ou aço.

  • BASE

(1) Superfície sobre a qual repousa uma ferramenta de corte simples quando colocada em um suporte. Também conhecido como coronha. Veja o croqui em ferramenta de corte simples. (2) Em forjaria veja bigorna. (3) Uma substância química que produz íons hidroxila (OH-) quando dissolvida em água.

  • BASE DE CAIXA DE MOLDAGEM

Uma base plana para sustentar a caixa de moldagem na confecção de moldes de areia.

  • BASES DE ALINHAMENTO

O mesmo que "Bordas de alinhamento".

  • BATEDURA DE ESCÓRIA

No refino de cobre, a oxidação acelerada do cobre líquido agitando a superfície do banho coberta de escória com uma barra comprida imediatamente antes da introdução de hastes de madeira verde para desoxidar o banho.

  • BATERIA DE FORNOS DE COQUE

É um conjunto de fornos que processam o carvão em coque. Os fornos de coque são construídos em baterias de 10 a 100 fornos, os quais têm 20 pés de altura, 40 pés de comprimento e menos de dois pés de largura. Devido aos gases emitidos quando o coque é empurrado para fora do forno, as baterias de coque são freqüentemente a área mais suja de um complexo siderúrgico

  • BEACH MARKS

Marcas de progressão em uma superfície de fratura de fadiga que indicam as sucessivas posições do front de avanço da trinca. A aparência clássica consiste em anéis elípticos ou semi-elípticos irregulares, irradiando-se para fora a partir de uma ou mais origens. As Beach marks (também conhecidas como clamshell marks ou tide marks) são tipicamente encontradas em fraturas de serviço em que a peça é submetida a cargas de forma aleatória, intermitente ou com variações periódicas na tensão média ou tensão alternante.

  • BEL

Unidade que expressa a relação de níveis de potência de sinais ou som. O número de bels pode ser dado como um logaritmo comum da relação de potências: n = log (p1/p2), onde p1 e p2 são os níveis de potência inicial e final.

  • BEND ALLOWANCE

Comprimento do arco do eixo neutro entre os pontos de tangência de uma bend.

  • BENEFICIAMENTO

Concentração ou outro tipo de preparação de minério para a fusão.

  • BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

Concentração física e química de minério bruto, transformando-o em um produto do qual se pode recuperar um metal de forma lucrativa.

  • BENEFICIAMENTO MECÂNICO DE MINÉRIO

O mesmo que "Beneficiamento de minério".

  • BENTONITA

Substância argilácea coloidal derivada da decomposição de cinza vulcânica, composta principalmente de minerais da família da montmorilonita. A bentonita do oeste (dos Estados Unidos) é ligeiramente alcalina, enquanto a bentonita do sul (dos Estados Unidos) é usualmente ligeiramente ácida.

  • BIAXIALIDADE

Em um estado de tensão biaxial, a relação entre a menor e a maior tensão principal. Tensão biaxial.

  • BICO DE MAÇARICO

A parte de um maçarico da qual o gás flui.

  • BICO DE SOLDAGEM

(1) Um bico de maçarico projetado para soldagem. (2) A ponta do eletrodo que entra em contato com a peça na soldagem por pontos à resistência.

  • BIGORNA

(1) No forjamento, é a base do martelo em que são colocados o bloco de metal a ser forjado e a parte inferior da matriz. (2) Bloco de aço sobre o qual um metal é forjado.

  • BITOLA

É a espessura da chapa de aço. Os aços de melhor qualidade têm uma bitola consistente para evitar pontos fracos ou deformação

  • BITOLA; MEDIDOR; GABARITO

(1) A espessura (ou diâmetro) de chapa ou arame. Os vários padrões são arbitrários, fazendo distinção entre produtos ferrosos e não ferrosos e entre chapa e arame. (2) Um instrumento usado para medir espessura ou comprimento. (3) Um dispositivo para auxiliar a inspeção visual que permite que o inspetor determine com maior confiabilidade se o tamanho o contorno de uma peça conformada atende aos requisitos dimensionais.

  • BITOLAÇÃO POR ESFERA

Bitolação e acabamento de um orifício forçando-se uma esfera de dureza, tamanho e acabamento apropriados através do mesmo ou usando-se uma barra de polimento ou um mandril escareador consistindo de uma série de faces esféricas de tamanho gradualmente crescente dispostas coaxialmente. Também chamado polimento por esferas e, às vezes, escareação por esfera.

  • BLANK

(1) Em conformação, uma peça de chapa produzida em matriz de corte, a qual é usualmente submetida a operações de prensagem adicionais. (2) Metal em pó compactado pré-sinterizado ou totalmente sinterizado, normalmente na condição não acabada e que requer corte, usinagem ou alguma outra operação para produzir a forma final. (3) Uma peça bruta a partir da qual se produz um forjado; freqüentemente chamado de geratriz ou rnultiple.

  • BLANK DESENVOLVIDO

Um blank que exige pouca ou nenhuma aparação quando da conformação.

  • BLANKS SOB MEDIDA

É uma seção de chapa fina ou tira que é cortada no comprimento e recortada para atender as especificações do projeto de estampagem do fabricante de uma determinada peça. Uma vez que o excesso de aço é eliminado (para economizar custos de transporte), tudo o que resta ao estampador é produzir a forma tridimensional com uma prensa de estampagem (veja Recorte de Chapas)

  • BLINDAGEM, PROTEÇÃO

(1) Uma barreira que impede radiação ou um fluido de atingir um objeto ou uma parte de um objeto. (2) Colocação de um objeto em um banho eletrolítico para alterar a distribuição de corrente no catodo. Um não condutor é chamado blindagem; um condutor é chamado "robber", "thief" ou "guard".

  • BLOCO

(1) Um produto laminado a quente semi-acabado, com seção transversal retangular, produzido em um laminador desbastador. Veja também tarugo. No caso de aço, a largura de um bloco não é maior do que o dobro da espessura, não sendo a área da seção transversal normalmente inferior a cerca de 230 cm2 (36 in.2). Blocos de aço são às vezes feitos por forja. (2) Uma eflorescência ou exsudação visível na superfície de um banho de eletrogalvanização. (3) Uma mancha fluorescente azulada em uma superfície pintada causada pela deposição de uma camada fina de fumaça, poeira ou óleo. (4) Um produto de corrosão semelhante a uma flor que se forma quando certos metais são expostos a um ambiente úmido.

  • BLOCO

É uma forma de aço semi-acabado, cuja seção transversal retangular possui mais de oito polegadas. Esta grande peça de aço é reduzida no laminador para produzir a família de perfis I, perfis H e estacas. Os blocos são também parte do processo de fabricação de barras de alta qualidade: a redução de um bloco para uma seção transversal muito menor pode melhorar a qualidade do metal

  • BLOCO DE QUILHA

Uma peça fundida de teste padrão para aço ou outras ligas com alta contração, consistindo de uma barra retangular que parece uma quilha de barco afixada ao fundo de um grande montante ou massalote. Os blocos de quilha que têm somente uma barra são freqüentemente chamados de blocos Y; blocos de quilha com duas barras são chamados de blocos de quilha dupla. Os corpos de prova são usinados a partir de uma barra retangular e o massalote é descartado.

  • BLOCO PORTA-MATRIZ

Um bloco, normalmente feito de aço-ferramenta, no qual as impressões desejadas são gravadas, conformadas ou usinadas, e com o qual são feitas peças forjadas ou peças fundidas sob pressão.

  • BOBINADEIRA MOTORIZADA

Uma bobinadeira acionada por um motor elétrico ou por alguma outra fonte de força, usada para enrolar ou bobinar tira ou arame que passa através de um forno de normalização contínuo, de uma matriz ou de cilindros de laminação, como em certos tipos de laminadores a frio em que os cilindros de trabalho não são acionados.

  • BOBINADEIRA MOTORIZADA

(1) Um carretel ou tambor para bobinar ou alimentar arame ou tira. (2) Endireitar e desempenar uma barra redonda passando-a entre cilindros perfiladores.

  • BOBINAS

Chapa fina de aço que foi enrolada. Uma placa, depois de laminada em um laminador de tiras a quente, tem mais de um quarto de milha de comprimento; as bobinas são o meio mais eficiente de armazenar e transportar chapa fina de aço.

  • BOLHA DE GÁS

Um buraco em uma peça fundida ou em uma solda causado por gás aprisionado durante a solidificação.

  • BOLHA DE GÁS

Uma cavidade causada por gás aprisionado.

  • BOLHA SUPERFICIAL

Veja "Empolamento".

  • BOLHAS DE GÁS

Bolhas em peças fundidas ou soldas que são formadas pelo gás que escapa do metal líquido à medida em que ele se solidifica. Bolhas de gás podem ocorrer individualmente, em grupos, ou distribuídas por todo o metal solidificado.

  • BOLSA DE CONTRAÇÃO, RECHUPE, TUBO

(1) A cavidade central formada pela contração do metal durante a solidificação, especialmente no caso de lingotes. Veja o croqui correspondente. (2) Uma imperfeição em produtos fundidos ou trabalhados resultante de tal cavidade. (3) Veja "Rechupe de extrusão". (4) Um produto metálico tubular fundido ou trabalhado.

  • BOMBA DE ALUMÍNIO ALUMINIUM BOMB

Recipiente em forma de bomba usado na determinação do teor de oxigênio em aço líquido.

  • BORDA CORTADA

Uma borda mecanicamente cortada obtida por corte ao comprido, tesoura ou recorte (blank).

  • BORDA DE UMA FRATURA OBLÍQUA

Uma crista inclinada e estreita ao longo de borda de uma superfície de fratura. O termo às vezes denota também uma região fibrosa, freqüentemente em forma de lua crescente, na borda de uma fratura que de outro modo é do tipo de fratura de clivagem, muito embora esta região fibrosa esteja no mesmo plano que o resto da superfície de fratura.

  • BORDA LAMINADA NATURAL

A borda normal produzida na laminação a quente. Esta borda é geralmente removida quando as chapas laminadas a quente são submetidas a processamento subseqüente na forma de chapas laminadas a frio.

  • BORDAS CHECKED

Bordas serreadas vistas após laminação a quente e/ou laminação a frio.

  • BORDAS DE ALINHAMENTO

Duas bordas de uma face de matriz de forjar que são usinadas exatamente com um ângulo de 90� entre elas e partir das quais todas as dimensões são tomadas para preparar a impressão da matriz e alinhar as matrizes no equipamento de forjamento.

  • BORDAS DE CARBONO

Depósitos carbonáceos com um formato ondulado ao longo das bordas de uma chapa fina ou tira; também conhecidas como bordas sinuosas.

  • BORDEAMENTO

(1) Em conformação, redução do raio do flange mediante uma pequena retração da punção de conformação após o golpe, porém antes da liberação da pressão. (2) Em forjamento, remoção de rebarba voltada para cima entre as matrizes, usualmente feita em um torno. (3) Em laminação, processamento de metal em que o eixo do cilindro é paralelo à espessura. Também chamado de laminação de bordas.

  • BORTE

Diamante industrial.

  • BOTÃO

(1) Glóbulo de metal remanescente em um cadinho de análise ou em um cadinho de copelar após a fusão ter sido concluída. (2) Parte de uma solda que se rompe no ensaio destrutivo de corpos de prova soldados por pontos, por soldagem contínua ou por soldagem à resistência.

  • BOTÕES DE ROSA

Anéis concêntricos de revestimento distorcido, resultando em um efeito de um botão de rosa aberto. Notado somente em trama de cristais minimizada (flor de zinco).

  • BOTTOM PIPE

Uma dobra ou cavidade revestida com óxido na base (extremidade mais grossa) de uma placa, bloco ou tarugo; é formada pela dobra da extremidade de um lingote sobre si mesma durante a laminação primária. O bottom pipe não é um rechupe, uma vez que não se trata de uma cavidade de contração; neste sentido, o termo é uma denominação equivocada. Bottom pipe é similar a extrusion pipe. Ele é normalmente descartado quando a ponta de refugo da placa, bloco ou tarugo é cortada após a redução primária.

  • BOXING

Continuidade de um cordão de solda ao redor de um canto, como uma extensão da solda principal. Também chamado de end return.

  • BRAÇO DE PRESSÃO

Em uma máquina de solda a resistência, uma viga ou braço cilíndrico que transmite a pressão do eletrodo e normalmente conduz a corrente de soldagem.

  • BRASAGEM

Um grupo de processos de soldagem que unem materiais sólidos aquecendo-os a uma temperatura apropriada e utilizando um metal de enchimento que tenha uma curva liquidus acima de 450 �C (840 �F) e abaixo da curva solidus dos metais base. O metal de enchimento é distribuído entre as superfícies da junta por meio de atração capilar.

  • BRASAGEM A ARCO

Processo de brasagem em que o calor necessário é obtido de um arco elétrico.

  • BRASAGEM À INDUÇÃO

Brasagem em que o calor necessário é gerado submetendo-se a peça a indução eletromagnética.

  • BRASAGEM A MAÇARICO

Brasagem em que o calor é fornecido por uma chama de gás combustível proveniente de um maçarico.

  • BRASAGEM À RESISTÊNCIA

Brasagem por aquecimento por resistência, sendo a junta parte do circuito elétrico.

  • BRASAGEM AO FORNO

Um processo de brasagem de produção em massa em que o metal de enchimento é pré-colocado na junta, sendo então todo o conjunto aquecido até a temperatura de brasagem em um forno. Normalmente, é necessário uma atmosfera protetora no forno, sendo o recobrimento com solda das superfícies a serem unidas feito sem o uso de fundente de brasagem.

  • BRASAGEM AUTOMÁTICA

Brasagem com equipamento em que a operação de brasagem ocorre sem ajuste e observação constantes por um operador, podendo ou não fazer o carregamento e a descarga da peça a ser processada.

  • BRASAGEM COM BLOCOS

Um processo de brasagem obsoleto no qual a junta era aquecida usando-se blocos quentes.

  • BRASAGEM DE COBRE

Um termo empregado impropriamente para denotar a união com um metal de enchimento à base de cobre. Veja os termos preferenciais brasagem e solda-brasagem.

  • BRASAGEM EM ATMOSFERA DE HIDROGÊNIO

Um termo às vezes usado para denotar a brasagem em uma atmosfera contendo hidrogênio, normalmente em um forno. É preferível usar o nome apropriado do processo.

  • BRASAGEM MEDIANTE DERRAMAMENTO DE METAL LÍQUIDA NA JUNTA

Brasagem mediante derramamento de metal de enchimento não ferroso líquido sobre uma junta até que seja atingida a temperatura de brasagem. O metal de enchimento é distribuído na junta pela ação capilar.

  • BRASAGEM POR DIFUSÃO

Um processo de brasagem que une dois ou mais componentes aquecendo-os a temperaturas apropriadas e usando um metal de enchimento ou uma fase líquida in situ. O metal de enchimento pode ser distribuído por atração capilar ou pode ser colocado ou formado nas superfícies de encontro. O metal de enchimento é difundido com o metal base na medida em que as propriedades da junta tenham se modificado para se aproximar das propriedades do metal base.

  • BRASAGEM POR IMERSÃO

Brasagem mediante imersão do conjunto a ser unido em um banho quente de produtos químicos líquidos ou de metal quente. Um banho de produtos químicos líquidos pode fornecer o fundente de brasagem; no caso de metal líquido, fornece o metal de enchimento.

  • BRIDGE DIE

Uma matriz de extrusão de duas seções, capaz de produzir tubos ou peças ocas de formato complexo sem o uso de um mandril separado. O metal se separa em dois fluxos à medida que ele é extrudado através de uma seção bridge, que é fixada à seção principal da matriz e que sustenta um mandril curto na abertura da matriz; o metal é então re-soldado pela pressão de extrusão antes que ele entre na abertura da matriz. Compare com matriz para extrusão de perfis complexos.

  • BRIQUETES

Pequenos "lumps" são formados prensando-se o material. O HBI (briquete a quente de ferro) é um minério de ferro concentrado usado como substituto da sucata em fornos elétricos

  • BROCA

Uma ferramenta rotativa com extremidade cortante para fazer orifícios; ela possui uma ou mais navalhas e um número idêntico de sulcos retos ou helicoidais para a passagem de aparas e para a admissão de um fluido de corte.

  • BROCA DE FUNDO

Uma broca helicoidal de ponta plana usada para transformar um cone no fundo de um orifício perfurado em um cilindro.

  • BROCA FRANCESA

Uma ferramenta rotativa de corte construída de uma peça plana de material, possuindo bordas de corte apropriadas na extremidade de corte.

  • BRONZE

Uma liga de cobre-estanho com alto teor de cobre com ou sem pequenas proporções de outros elementos, tais como zinco e fósforo. Por extensão, certas ligas à base de cobre contendo significativamente menos estanho do que outros elementos de liga, tais como bronze ao manganês (liga de cobre-zinco mais manganês, estanho e ferro) e bronze de estanho chumbado (liga de cobre-chumbo mais estanho e, às vezes, zinco). Refere-se também a algumas outras ligas à base de cobre essencialmente binárias, não contendo estanho, tais como bronze ao alumínio (liga de cobre-alumínio), bronze silicioso (liga de cobre-silício) e bronze ao berílio (liga de cobre-berílio). Refere-se ainda a designações comerciais de certas ligas específicas à base de cobre que são na verdade latões, tais como bronze para arquitetura (57 Cu, 40 Zn, 3 Pb) e bronze comercial (90 Cu, 10 Zn).

  • BRONZEAMENTO

(1) Aplicação de um acabamento químico em superfícies de cobre ou ligas de cobre para alterar a cor. (2) Chapeamento de uma liga cobre-estanho em vários materiais.

  • BUCKY DIAPHRAGM

Dispositivo redutor da dispersão de raios X, originalmente voltado para a radiografia médica, mas aplicável também à radiografia industrial em algumas circunstâncias. Tiras finas de chumbo, cuja espessura é mantida paralela à radiação primária, são usadas para absorver preferencialmente radiação dispersa; o conjunto de tiras permanece em movimento durante a exposição, de modo a evitar a formação de linhas no filme.

  • BUILDER

Um material, como por exemplo, um álcali, um compensador ou abrandador de água, adicionado a um sabão ou agente sintético superficialmente ativo para produzir uma mistura com capacidade de detergente melhorada. Exemplos: (1) Álcalis - soda cáustica, barrilha e fosfato trissódico; (2) Compensadores - meta-silicato de sódio e bórax; e (3) abrandadores de água - tripolifosfato de sódio, tetrafosfato de sódio, hexametafosfato de sódio e ácido etilenadiaminatetracético.

  • BUILT-UP EDGE

Aparas que aderem à face da ferramenta adjacente ao gume durante uma operação de corte.

  • BURACO EM PEÇA FUNDIDA EM AREIA

Uma cratera na superfície de uma peça fundida em areia resultante de um depósito de areia solta na cavidade do molde.

  • BURNING

(1) Dano permanente a um metal ou liga devido a um aquecimento que causa ou uma fusão incipiente ou uma oxidação intergranular. Veja superaquecimento. (2) Em esmerilhamento, aquecimento da peça a uma temperatura que cause descoloração ou alteração da microestrutura devido ao revenimento ou têmpera. Brunimento.

  • BUTLER FINISH

Acabamento de metal semibrilhante composto de linhas paralelas finas uniformemente distribuídas, normalmente produzido com um disco abrasivo macio; de aparência similar ao tradicional acabamento de polimento manual em prata.

  • BUTTERING

Uma forma de deposição superficial em que uma ou mais camadas de metal de solda são depositadas na face chanfrada de um elemento (por exemplo, um depósito de solda de alta liga em um metal base de aço a ser soldado em um metal base diferente). O buttering proporciona um depósito de solda de transição apropriado para a execução subseqüente da solda de topo.

  • COQUE

Produto combustível com alto teor de carbono obtido a partir do carvão (mineral ou vegetal) e levado ao alto-forno junto com o minério de ferro para produção de ferro-gusa. Também existe um coque feito a partir de petróleo.

  • COQUERIA

Lugar do complexo siderúrgico onde se produz o coque, a coqueria consiste numa linha de fornos onde o carvão sofre um processo físico-químico para ter sua parte volátil retirada, resultando em um material sólido com alto teor de carbono, o coque.

  • CABEÇA DE COBRE

Um ponto avermelhado em um revestimento de esmalte porcelânica causada pela absorção de ferro durante a esmaltagem, por óxido de ferro remanescente no metal base com limpeza deficiente, ou por rebarbas no metal base de aço ou ferro que se projetam através do revestimento e são oxidadas durante a queima.

  • CABEÇA QUENTE, MASSALOTE

(1) Um reservatório aquecido ou termicamente isolado para manter metal líquido no topo de um molde, de forma a alimentar o lingote ou peça fundida à medida em que ela se contrai durante a solidificação, visando evitar rechupe ou bolsa de contração. Veja o croqui correspondente. (2) Uma peça de ferro ou aço fundido revestida com refratário que é inserida no topo do molde, sendo sustentada a várias alturas para alimentar o lingote à medida que o mesmo se solidifica.

  • CABEÇOTE DE ESTIRAMENTO

Conjunto de cilindros ou matrizes montados em uma bancada de trefilação para a conformação de tiras, tubos e material sólido.

  • CABO DE ELETRODO

O mesmo que condutor de alimentação do eletrodo.

  • CADEIRA DE LAMINAÇÃO

Uma parte do equipamento de laminação contendo um conjunto de cilindros de trabalho. No sentido usual, qualquer passe de um laminador a quente contínuo, laminador belga ou laminador ziguezague.

  • CADEIRA ESBOÇADORA

A primeira cadeira de cilindros de laminação através da qual passa o tarugo reaquecido, ou a última cadeira antes dos cilindros de acabamento.

  • CADINHO

Um vaso ou pote, feito de material refratário ou de um metal com alto ponto de fusão, usado para a fusão de metais ou outras substâncias.

  • CADINHO

A porção inferior de certos fornos, como alto forno, forno revérbero e outros fornos reverberatórios, que sustenta a carga e às vezes coleta e mantém o metal líquido.

  • CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO

Uma caixa de distribuição que distribui o metal líquido em vários fluxos antes que ele entre na cavidade do molde.

  • CAIXA DE MOLDAGEM

Uma estrutura de metal ou de madeira é usada para fazer e sustentar um molde de areia. A parte superior é chamada de cope e a inferior de drag.

  • CAIXA DE MOLDAR ARTICULADA

Um molde permanente bipartido com uma articulação, semelhante a um livro.

  • CAIXA DE MOLDAR DE ABRIR

Um caixa de moldar cônica que depende de uma tira de metal móvel para manter a areia na posição adequada. Após o fechamento do molde, a tira se retrai e a caixa de moldar pode ser removida e reutilizada. Os moldes feitos desta forma são geralmente suportados por uma caixa de reforço durante o vazamento do metal líquido.

  • CAIXA DE REFORÇO DE MOLDAGEM

Uma forma de madeira ou metal que é colocada sobre um molde de areia para proporcionar sustentação durante o vazamento.

  • CAKE BOLO

(1) Uma peça fundida de cobre ou liga de cobre de seção transversal retangular usada como matéria prima para laminação em chapas ou tiras. (2) Uma massa coalescida de pó metálico não compactada.

  • CALCINAÇÃO

Aquecimento de minérios, concentrados, precipitados ou resíduos para decompor carbonatos, hidratos ou outros compostos.

  • CALCINAÇÃO À MORTE

Um processo de calcinação para a eliminação completa de enxofre. Também conhecido como calcinação doce.

  • CALCINAÇÃO DOCE

O mesmo que "Calcinação à morte".

  • CALDEAÇÃO A MARTELO

Caldeação a forja por meio de martelagem.

  • CALDEAÇÃO POR ATRITO

Um processo de estado sólido em que materiais são soldados pelo calor obtido do atrito entre superfícies que são mantidas uma contra a outra por meio de pressão.

  • CALDEAÇÃO POR PRESSÃO ENTRE CILINDROS

Soldagem em estado sólido em que os metais são aquecidos e em seguida soldados mediante a aplicação de pressão por meio de cilindros, sendo a força suficiente para causar deformação nas superfícies de junção. Veja também "Soldagem com forja".

  • CALDEAMENTO DE CHUMBO

Uma designação inapropriada para a soldagem de chumbo.

  • CALDEAMENTO DE METAL SOB PRESSÃO EM MATRIZ

Soldagem por forjamento entre matrizes.

  • CALIBRAGEM, RETIFICAÇÃO FINAL

(1) Operações de compressão ou conformação secundária, requeridas para esquadriar, "set down", desempenar ou de outro modo corrigir superfícies para produzir tolerâncias e dimensões especificadas. Veja "Restriking". (2) Algumas operações de brunimento, alargamento, estampagem ou retificação também são chamadas de calibragem. (3) Uma operação de acabamento para corrigir a ovalidade de tubos. (4) Prensagem final de uma peça da metalurgia do pó sinterizada.

  • CALOR LATENTE

Energia térmica absorvida ou liberada quando uma substância sofre uma mudança de fase.

  • CAMADA CEMENTADA

Porção de uma liga ferrosa, que se estende para dentro a partir da superfície, cuja composição foi alterada de modo que ela possa ser submetida a tratamento de cementação. Tipicamente, é considerada como sendo a porção da liga (a) cuja composição tenha sido alterada de forma mensurável em relação à composição original, (b) que tenha uma aparência escura em uma seção transversal submetida a ataque químico, ou (c) que tenha uma dureza, após o endurecimento, igual ou maior do que um valor especificado. Compare com core (2).

  • CAMADA DE BEILBY

Camada de metal perturbada por trabalho mecânico, supostamente sem estrutura cristalina regular (amorfa); originalmente aplicada a contornos de grão.

  • CAMADA DE ELETRODEPOSIÇÃO

Uma camada de metal eletrodepositado muito fina.

  • CÂMARA DE IONIZAÇÃO

Um recipiente contendo dois ou mais eletrodos circundados por um gás capaz de conduzir uma corrente elétrica quando ionizado por raios X ou outros raios ionizantes. É normalmente utilizado para medir a intensidade de tal radiação.

  • CÂMARA DE MISTURA

A parte de um maçarico ou queimador de forno em que os gases são misturados.

  • CAMBAMENTO

(1) Desvio em relação à retidão da borda, usualmente referindo-se ao maior desvio da borda lateral em relação a uma linha reta. (2) às vezes é usado para denotar o abaulamento de cilindros de laminação, em que o diâmetro da porção central é aumentado para compensar a deflexão causada pela pressão de laminação.

  • CAMBAMENTO, FLAMBAGEM

(1) Uma ondulação local em uma barra ou chapa de metal, usualmente no sentido transversal à direção de laminação. (2) Deformação em uma peça fundida resultante da expansão da areia de moldagem para a cavidade do molde.

  • CAMBAMENTO, FLAMBAGEM

Produção de um abaulamento, arqueação, flexão, ruga ou outra condição ondulante devido a tensões de compressão em uma viga, coluna, chapa, barra ou chapa fina.

  • CAME FLEXÍVEL

Um cama de controle de pressão ajustável de tiras de aço para molas usado para obter pressão variável durante um ciclo de conformação.

  • CAMPÂNULA DE ENXOFRE

Um recipiente invertido contendo uma alta concentração de gás dióxido de enxofre, usado em fundição sob pressão para cobrir um pote de magnésio líquido, evitando sua queima.

  • CAMPO BIPOLAR

Campo magnético longitudinal que cria dois pólos magnéticos em um pedaço de material. Compare com campo circular.

  • CAMPO CIRCULAR

Campo magnético que (a) envolve um condutor não magnético de eletricidade, (b) está completamente contido dentro de um condutor magnético de eletricidade, ou (c) tanto existe dentro como envolve um condutor magnético. Geralmente aplica-se ao campo magnético dentro de qualquer condutor magnético resultante da passagem de uma corrente através da peça ou através de uma seção da peça. Compare com campo bipolar.

  • CAMPO DE DISPERSÃO

O campo magnético que sai ou entra em uma peça magnetizada em um pólo magnético.

  • CAMPO LONGITUDINAL

Um campo magnético que se estende dentro de uma peça magnética de um ou mais pólos até um ou mais outros pólos e que é completado através de um caminho externo até a peça.

  • CAMPO MAGNÉTICO RESIDUAL

O campo magnético que permanece em uma peça após a força de magnetização ser removida.

  • CAMPO RESIDUAL

O mesmo que campo magnético residual.

  • CANAL DE ALIMENTAÇÃO

A porção do canal de entrada em um molde através da qual o metal líquido entra na cavidade do molde. Às vezes, o termo genérico é aplicado a toda a rede de canais de conexão que conduzem o metal para a cavidade do molde.

  • CANAL DE ALIMENTAÇÃO DE WILLIAMS

Um canal de alimentação atmosférico.

  • CANAL DE CORRIDA

O mesmo que canal de entrada.

  • CANAL DE ENTRADA

(1) O canal do molde que liga a bacia de vazamento ao canal de distribuição ou, na ausência de uma bacia de vazamento, o canal em que o metal líquido é vazado diretamente. Às vezes chamado de canal descendente ou canal de vazamento. (2) Termo às vezes usado para significar todos os canais de alimentação, canais de vazamento, massalotes e sucatas similares que são removidas das peças fundidas após a desmoldagem.

  • CANAL DE SUBIDA

Uma pequena abertura em um molde para o escape de gases.

  • CANAL DE VAZAMENTO

O mesmo que canal de entrada.

  • CANELURAS

(1) Formação de reentrâncias longitudinais em uma peça cilíndrica, ou reentrâncias radiais em uma peça cônica. (2) Uma série de rugas paralelas de arestas vivas ou vincos que ocorrem no arco quando a chapa de metal é conformada em um formato cilíndrico.

  • CANO

Tecnicamente, um tubo é usado para transportar fluidos ou gases. Entretanto, os termos "cano" e "tubo" são muitas vezes intercambiáveis no jargão siderúrgico, sendo empregados principalmente em função do uso histórico

  • CAPA DA BIGORNA

O mesmo que bloco de metal a ser forjado.

  • CAPACIDADE

É a capacidade normal de produzir aço em um dado período de tempo. Este cálculo deve incluir as necessidades de manutenção. Entretanto, uma vez que tal serviço é programado para coincidir com as necessidades da maquinaria (não com as necessidades do calendário), uma usina pode operar acima de 100percent da capacidade em um mês e depois cair bem abaixo da capacidade nominal quando a manutenção é executada

  • CAPACIDADE "REAL"

É o volume a plena utilização, considerando a manutenção do equipamento e refletindo as limitações correntes de materiais. (Gargalos de abastecimento e distribuição podem mudar ao longo do tempo - a capacidade aumentará ou cairá.)

  • CAPACIDADE DE AMORTECIMENTO

A capacidade de um material de absorver vibrações (tensões cíclicas) mediante fricção interna, convertendo a energia mecânica em calor.

  • CAPACIDADE DE LAVAGEM

A facilidade relativa de remoção de uma substância de uma superfície metálica usando um líquido, como a água, por exemplo.

  • CAPACIDADE DE PROJETO

É o volume teórico de uma usina considerando suas restrições de abastecimento de matérias primas e velocidade de trabalho normal

  • CARACTERES CHINESES

Forma microestrutural angular que se parece com os ideogramas chineses e características dos constituintes a(Al-Fe-Si) e a(Al-Fe-Mn-Si) em ligas de alumínio fundido. Uma microestrutura similar é encontrada em ligas de magnésio fundidas contendo silício na forma de Mg2Si.

  • CARACTERÍSTICA DE QUALIDADE

Qualquer dimensão, propriedade mecânica, propriedade física, característica funcional ou característica de aparência que possa ser usada como uma base para medir a qualidade de uma unidade de produto ou serviço.

  • CARBONETAÇÃO SIMULADA

Simulação de operação de carbonetação sem a introdução de carbono. Normalmente isto é feito usando-se um material inerte no lugar do agente carburizante ou aplicando-se um revestimento protetor apropriado à liga ferrosa.

  • CARBONETO

Um composto de carbono com um ou mais elementos metálicos.

  • CARBONETO DURO SINTERIZADO

Uma massa sólida e coerente obtida mediante a pressão e sinterização de uma mistura de pós consistindo de um ou mais carbonetos metálicos e uma quantidade muito menor de um metal, tal como o cobalto, para servir como ligante.

  • CARBONETO EUTÉTICO

Carboneto formado durante a solidificação como uma das fases mutuamente insolúveis que participam da reação eutética de ligas ferrosas.

  • CARBONITRETAÇÃO

Processo de endurecimento superficial (cementação) em que um material ferroso adequado é aquecido acima da temperatura inferior de transformação em uma atmosfera gasosa com uma composição tal que cause a absorção simultânea de carbono e nitrogênio pela superfície, e, por difusão, crie um gradiente de concentração. O processo é concluído fazendo-se o resfriamento a uma velocidade que produza as propriedades desejadas na peça.

  • CARBONIZAÇÃO

Conversão de uma substância orgânica em carbono elementar. (Não deve ser confundida com carbonetação.)

  • CARBONO COMBINADO
  • CARBONO EQUIVALENTE

(1) No caso de ferro fundido, um relacionamento empírico entre os teores de carbono total, silício e fósforo, expresso pela fórmula: CE = TC + 1/3(si + P). (2) Para definir a soldabilidade: CE = C + Mn 6 + Cr + Mo + V6 5 + Ni +CU. 15

  • CARBONO GRAFÍTICO

Carbono livre no aço ou ferro fundido.

  • CARBONO LIVRE

A parte do carbono total no aço ou ferro fundido que está presente em forma elementar como grafite ou cabrono nodular. Compare com "carbono combinado".

  • CARBONO TOTAL

A soma do carbono livre e combinado (incluindo carbono em solução) em uma liga ferrosa.

  • CARBURETO DE FERRO

Um dos vários substitutos para a sucata de alta qualidade e baixos níveis de elementos residuais para uso na siderurgia a forno elétrico. Os produtores de carbureto de ferro usam gás natural para reduzir o minério de ferro em carbureto de ferro

  • CARCAÇA, CASCO, PEÇA DE ESTAMPAGEM PROFUNDA

(1) Um vaso ou estrutura oca. (2) Um artigo conformado por meio de estampagem profunda. (3) Uma luva de metal remanescente quando um tarugo é extrudado com um bloco de proteção do pistão de extrusão de diâmetro um pouco menor. (4) Na moldagem em casca, uma camada dura de areia e resina ou plástico de cura a quente formada sobre o modelo e usada como a parede do molde. (5) Uma peça fundida tubular usada para fazer tubos estirados sem costura. (6) Uma peça forjada furada.

  • CAREPA

É o óxido de ferro que se forma na superfície do aço após o aquecimento

  • CAREPA DE LAMINAÇÃO

A grossa camada de óxido formada durante o processamento a quente ou tratamento térmico de metais.

  • CAREPA SUBCUTÂNEA

Óxido de cobre intergranular restante sob a superfície de ligas de prata-cobre que foram recozidas e decapadas.

  • CARGA

(1) Materiais carregados em um forno. (2) Pesos dos vários materiais líquidos e sólidos colocados em um forno durante um ciclo de carregamento.

  • CARGA

É o ato de carregar material em um recipiente. Por exemplo, minério de ferro, coque e calcário são carregados em um alto forno; um convertedor é carregado com sucata e gusa líquido

  • CARGA DE TESTE

Uma carga pré-determinada, geralmente algum múltiplo da carga de serviço, a que um corpo de prova ou estrutura é submetido antes da aceitação para uso.

  • CARREGAMENTO

(1) No caso de um lap, impregnar a superfície com material abrasivo fino. (2) Colocar materiais em um forno.

  • CASA DE MANGAS DE FILTRAGEM

Câmara contendo sacos (mangas) para a filtragem de gases, removendo as partículas sólidas.

  • CASCA

Camada descarburizada imediatamente sob a carepa que resulta do aquecimento de aço em uma atmosfera oxidante.

  • CASCÃO

Uma camada de borra ou metal solidificado nas paredes de uma recipiente de vazamento remanescente após o metal ter sido despejado.

  • CASO COMERCIAL

É um tipo de ação legal iniciada por empresas americanas contra seus concorrentes estrangeiros em reação a importações a preços abaixo daqueles vigentes no mercado americano. A Comissão de Comércio Internacional e o Departamento de Comércio podem impor sanções sobre os produtos estrangeiros envolvidos em dumping e em subsídios governamentais, se os fabricantes americanos puderem provar danos materiais a seus resultados

  • CASSETE

Um suporte à prova de penetração de luz, usado para conter filmes radiográficos durante exposição a raios X ou raios gamas, podendo ou não conter telas de intensificação ou de filtragem, ou ambas. Freqüentemente, faz-se distinção entre um cassete, que possui meios positivos para assegurar o contato entre as telas e o filme e que normalmente é rígido, e um suporte de exposição, que de um modo geral é flexível.

  • CAST

See die proof.

  • CATALIZADOR

Substância capaz de alterar a velocidade de uma reação sem que a própria substância sofra qualquer alteração.

  • CÁTION

Um íon de carga positiva; na eletrólise, ele flui para o catodo.

  • CATODO

Eletrodo em que os elétrons entram em um sistema operacional, como por exemplo uma bateria, uma célula eletrolítica, um tubo de raios-X ou um tubo de vácuo. No primeiro caso, ele é positivo; nos outros três casos, ele é negativo. Em uma bateria ou célula eletrolítica, é o eletrodo em que ocorre redução. Compare com anodo.

  • CATÓLITO

Eletrólito adjacente ao catodo em uma célula eletrolítica; em uma célula dividida, é a porção no lado do catodo do diafragma.

  • CAVITAÇÃO

Formação e colapso instantâneo de inúmeros vazios ou cavidades minúsculos em um líquido sujeito a mudanças rápidas e intensas de pressão. A cavitação produzida por radiação ultrassônica é, às vezes, usada para obter uma agitação localizada violenta. A agitação causada por fluxo turbulento forte freqüentemente leva a danos por cavitação.

  • CÉLULA DE REDUÇÃO

Um pote ou tanque em que ou uma solução aquosa de um sal ou um sal em estado de fusão é reduzida eletroliticamente para formar metais livres ou outras substâncias.

  • CÉLULA ELETROLÍTICA

Um conjunto, constituído de um vaso, eletrodos e um eletrólito, no qual se pode realizar a eletrólise.

  • CÉLULA HARING

Uma célula de quatro eletrodos para a medição de resistência de eletrólito e polarização de eletrodo durante a eletrólise.

  • CÉLULA HULL

Uma célula de eletrodeposição especial que proporciona uma faixa de densidades de corrente conhecidas para ensaios.

  • CÉLULA SEGMENTADA

Um célula contendo um diafragma ou outro meio para separar fisicamente o anólito do católito.

  • CÉLULA UNITÁRIA

Em cristalografia, um bloco estrutural fundamental de um reticulado cristalino. Reticulados cristalinos são construídos mediante o empilhamento de células unitárias idênticas - isto é, paralelepípedos de tamanho, forma e orientação idênticos, cada um tendo um ponto de reticulado em cada canto - face a face, em um perfeito alinhamento tridimensional.

  • CEMENTAÇÃO

Termo genérico que abrange vários processos aplicáveis ao aço para alterar a composição química da camada superficial mediante a absorção de carbono, nitrogênio ou uma mistura dos dois e para, por meio de difusão, criar um gradiente de concentração. Os processos normalmente usados são a carbonetação, têmpera, cianetação, nitretação e carbonitretação. Dá-se preferência ao uso do nome específico do processo aplicável.

  • CEMENTAÇÃO HOMOGÊNEA

Uso de um processo de cementação para converter uma liga ferrosa baixo carbono em uma liga com teor de carbono mais alto e uniforme ao longo de toda a seção.

  • CEMENTITA

Composto de ferro e carbono, conhecido quimicamente como carboneto de ferro, tendo a fórmula química aproximada de Fe3C. Caracteriza-se por uma estrutura cristalina ortorrômbica. Quando ocorre como uma fase no aço, a composição química será alterada pela presença de manganês e outros elementos formadores de carbonetos.

  • CENTRO DE SERVIÇO

É um nome genérico para uma operação que compra aço, muitas vezes processa-o de algum modo e vende-o em uma forma ligeiramente diferente. Um centro de serviço distingue-se de um usuário final pelo fato de que, ao contrário do usuário final, o centro de serviço vende aço, não um produto manufaturado. Os centros de serviços são fabricantes na medida em que eles agregam mão de obra ao aço ao fornecer um serviço

  • CENTRO FIXO

(1) Um centro estacionário para fixar uma peça giratória. (2) Um dos dois pontos no trajeto de uma manivela móvel ou biela que se situa nas extremidades de seu curso.

  • CÉRCEA

Uma forma ou gabarito usado para a conformação manual de machos ou moldes de areia.

  • CEREAL

Um ligante orgânico, normalmente farinha de milho.

  • CERMET (= METAL CERÂMICO)

Um produto da metalurgia do pó que consiste de partículas cerâmicas ligadas com um metal.

  • CHAMA DE CEMENTAÇÃO OU CHAMA CARBURANTE

Absorção e difusão de carbono em ligas ferrosas sólidas mediante aquecimento, usualmente a uma temperatura acima de Ac3, em contato com um material carbonáceo adequado. Forma de cementação que produz um gradiente de carbono que se estende para dentro a partir da superfície, possibilitando que a camada superficial seja endurecida por meio de têmpera, diretamente a partir da temperatura de carbonetação, ou por resfriamento até a temperatura ambiente, seguida de reaustenitização e têmpera. Chama de carbonetação.

  • CHAMA NEUTRA

Uma chama de gás em que não há excesso de combustível nem de oxigênio na chama interna. O oxigênio do ar ambiente é usado para completar a combustão de CO2 e H2 produzidos na chama interna.

  • CHAMA OXIDANTE

Uma chama de gás produzida com excesso de oxigênio na chama interna.

  • CHAMA REDUTORA

Uma chama de gás produzida com excesso de combustível na chama interna.

  • CHANFRAGEM

Fazer uma superfície inclinada na borda de um elemento. Também chamada bisotagem. Veja "Ângulo de chanfro".

  • CHANFRO

Veja o termo preferencial ângulo de quina, e também o croqui em fresa axial.

  • CHANFRO

(1) Uma superfície biselada para eliminar cantos vivos. (2) Uma borda de corte angular detalonado no canto de um dente (de engrenagem).

  • CHAPA DE APOIO

Uma chapa que apóia um anel de trefilação ou uma placa de trefilação. Serve também como um espaçador.

  • CHAPA DE METAL DE ENCHIMENTO PARA BRASAGEM

Metal de enchimento para brasagem em forma de chapa fina ou metal laminado plano para placagem contendo metal de enchimento para brasagem em um dos lados ou em ambos os lados.

  • CHAPA DE PROTEÇÃO DE PISTÃO DE EXTRUSÃO

Na extrusão, um disco grosso colocado entre o êmbolo e o tarugo para evitar o superaquecimento do êmbolo.

  • CHAPA FINA

Um produto metálico laminado plano com uma certa espessura e largura mínimas arbitrariamente definidas em função do tipo de metal. É mais fina do que a chapa grossa, tendo uma relação largura/espessura maior do que cerca de 50.

  • CHAPA FINA CHUMBADA

Chapa fina revestida com uma mistura de chumbo e estanho. A chapa fina chumbada é usada principalmente na fabricação de tanques de gasolina, embora ela possa ser encontrada também em recipientes de produtos químicos, filtros de óleo e chassis de televisão

  • CHAPA FINA DE AÇO

Aço plano fino. As chapas de aço finas bobinadas respondem por aproximadamente metade de todo o aço vendido no mercado americano, sendo produzido em um laminador de tiras a quente por meio da laminação de uma placa, ao mesmo tempo em que mantém suas dimensões laterais. Por ser maleável, o aço alonga-se por várias centenas de pés quando ele passa pelo laminador. As diferenças mais comuns entre barras de aço, tiras, chapas grossas e chapas finas são meramente suas dimensões físicas de largura e bitola (espessura)

  • CHAPA FINA PRETA

Chapa de aço reduzida a frio, com largura de 12 a 32 polegadas, que serve como substrato (matéria prima) a ser revestido na laminação de folha de flandres

  • CHAPA FINA SINTÉTICA LAMINADA A FRIO

Uma chapa fina decapada laminada a quente que é submetida a um passe de encruamento suficiente para obter uma superfície que se aproxima da superfície de um aço laminado a frio.

  • CHAPA GROSSA

Um produto metálico laminado plano com uma certa espessura e largura mínimas arbitrariamente definidas em função do tipo de metal.

  • CHAPA GROSSA

Chapa de aço com uma largura de mais de oito polegadas e com uma espessura variando de um quarto de polegada até mais de um pé (veja Chapa Fina de Aço).

  • CHAPA PARA REFLETORES

Um produto chapeado contendo uma camada superficial de alumínio de alta pureza que pode ser altamente polida para refletir calor ou luz, e uma base de alumínio comercialmente puro ou de liga de alumínio-manganês para proporcionar resistência e conformabilidade.

  • CHAPAS FINAS LAMINADAS A FRIO
  • CHAPEADO

(1) Um metal composto, normalmente na forma de chapa ou barra, consistindo de duas ou mais camadas de metal unidas de tal modo que o metal composto forma um elemento estrutural. (2) Formar um produto composto de duas ou mais camadas ligadas.

  • CHAPEADO A OURO

Revestido em uma ou mais superfícies com uma camada de liga de ouro para formar um metal chapeado. Mediante acordo comercial, uma marca de qualidade indicando a quantidade e a pureza da liga de ouro pode ser afixada, mostrando o peso proporcional real e a pureza em quilates do revestimento de liga de ouro. Por exemplo, "1/10 12K Gold Filled" significa que o artigo consiste de metal base revestido em uma ou mais superfícies com uma liga de ouro de 12 quilates de pureza, compreendendo 1/10� parte em peso de todo o metal contido no artigo. Nenhum artigo contendo um revestimento de liga de ouro com pureza inferior a 10 quilates pode ter uma marca de qualidade afixada. Nenhum artigo contendo uma proporção de liga de ouro inferior a 1/20 em peso pode ser marcado com "Chapeado a ouro", devendo ser marcado como "Chapa de Ouro Laminada", desde que precedido da fração proporcional e da designação de pureza. Estas normas não se aplicam necessariamente a caixas de relógio.

  • CHAPEADO A OURO

O mesmo que ouro chapeado, exceto pelo fato de que a proporção de liga de ouro em relação ao peso total da peça pode ser inferior a 1/20. A pureza da liga de ouro não pode ser inferior a 10K.

  • CHAPEADO LUSTROSO

Um material aplicado por eletrodeposição que é lustroso na condição tal como sai do processamento.

  • CHAPEAMENTO

Formação de uma camada aderente de metal sobre um objeto. Freqüentemente usada como um termo de oficina para eletrodeposição.

  • CHAPEAMENTO A VAPOR

Deposição de um metal ou composto sobre uma superfície aquecida por meio de redução ou decomposição de um composto volátil a uma temperatura abaixo dos pontos de fusão do depósito e do substrato. A redução é geralmente obtida por meio de um agente redutor gasoso, como o hidrogênio. O processo de decomposição pode envolver dissolução térmica ou reação com o substrato. O termo é ocasionalmente utilizado para designar a deposição sobre superfícies frias por meio de evaporação no vácuo. Veja "Deposição metálica a vácuo".

  • CHAPEAMENTO COM ESCOVA

Chapeamento com um gel ou solução concentrada contida em uma escova, almofada ou outro meio absorvente, o qual sustenta o anodo (normalmente insolúvel). A escova é movida para frente e para trás sobre a área do catodo a ser chapeada.

  • CHAPEAMENTO COM INTERRUPÇÕES PERIÓDICAS DA CORRENTE

Chapeamento em que o fluxo de corrente é interrompido durante curtos intervalos periódicos para reduzir a polarização anódica e elevar a densidade de corrente crítica. Ele é mais usualmente empregado em chapeamento de cianeto de cobre.

  • CHAPEAMENTO NÃO ELETROLÍTICO

Um processo em que íons de metal em uma solução aquosa diluída são depositados em um substrato por meio de uma reação química auto-catalítica.

  • CHAPEAMENTO POR IMERSÃO

Deposição de um recobrimento metálico em um metal imerso em uma solução líquida, sem a ajuda de uma corrente elétrica externa. Também chamado de "Chapeamento por mergulho".

  • CHAPEAMENTO POR MERGULHO

O mesmo que chapeamento por imersão.

  • CHAPEAMENTO POR VAPORIZAÇÃO DO METAL

O mesmo que chapeamento a vapor.

  • CHAPELIM

Suporte de metal que mantém um macho de moldagem em seu lugar dentro do molde; o metal líquido solidifica-se ao redor do chapelim e funde-o na peça fundida.

  • CHAVETAS

Guias que asseguram o movimento restrito apropriado do cursor, usualmente sendo ajustável para compensar o desgaste.

  • CHEEK

Seção intermediária de uma caixa de moldagem que é usada entre o componente superior e o componente inferior da caixa de moldagem quando da moldagem de uma peça que exija mais de um plano de separação.

  • CHOQUE TÉRMICO

O desenvolvimento de um acentuado gradiente de temperatura e conseqüentes tensões elevadas em uma estrutura.

  • CHROMADIZING

Melhoria da adesão de tintas no alumínio ou ligas de alumínio, principalmente revestimentos de aeronaves, mediante tratamento com uma solução de ácido crômico. Em inglês também chamado de chromodizing, Chromatizing. Não deve ser confundido com chromating, chromizing.

  • CHROMAGEM

Tratamento superficial a alta temperatura, geralmente realizado em caixa, vapor ou banho salino, em que uma liga é formada pela difusão de cromo para dentro do metal base.

  • CHROMATING

Execução de um tratamento com cromato.

  • CHUCKING LUG

Projeção forjada ou fundida em uma peça para atuar como meio positivo de driving ou localização quando a peça estiver sendo usinada.

  • CHUMBO ARGENTÍFERO BRUTO

Chumbo bruto, contendo prata recuperável e podendo conter ou não ouro.

  • CHUPAGEM

Um vazio deixado em metais fundidos como resultado da contração de solidificação. Veja "Contração do metal fundido".

  • CIANETAÇÃO

Processo de endurecimento superficial em que um material ferroso é aquecido a uma temperatura superior à faixa de transformação inferior em uma solução salina contendo cianeto para causar a absorção simultânea de carbono e nitrogênio na superfície e, mediante difusão, criar um gradiente de concentração. A têmpera completa o processo.

  • CIANETAÇÃO A GÁS

Um termo inapropriado para carbonitretação.

  • CIANETAÇÃO A SECO

(Obsoleto) O mesmo que carbonitretação.

  • CIANETO COMBINADO
  • CIANETO TOTAL

Teor de cianeto de um banho de eletrogalvanização (incluindo tanto íons simples como íons compostos).

  • CICLO DE PRESSÃO CONTROLADA

Um ciclo de conformação durante o qual a pressão hidráulica na cavidade de conformação é controlada por um came ajustável que é coordenado com o curso de puncionamento.

  • CICLO DE SOLDAGEM

A série completa de eventos envolvidos na execução de uma solda à resistência. Aplica-se também a solda por fusão mecanizada semi-automática.

  • CICLO DE TRABALHO

No caso de equipamento de soldagem elétrico, é o percentual de tempo em que a corrente flui durante um período especificado. Na soldagem a arco, o período especificado é de 10minutos.

  • CILINDRO EMBUTIDO

Um produto formado por estampagem de chapa metálica formando uma estrutura oca com uma configuração geométrica pré-determinada.

  • CILINDRO FLEXÍVEL

Um cilindro móvel projetado para pressionar uma chapa enquanto ela passa atrravés de uma desmpenadeira de rolos. O cilindro flexível pode ser ajustado para defletir a chapa em qualquer extensão até a medida do diâmetro do cilindro.

  • CILINDRO HIDRÁULICO

Este moderno sistema usa pressão de fluido para ajustar rapidamente a abertura entre cilindros várias vezes por segundo. Estas ajustagens instantâneas e constantes permitem um melhor controle de bitola, resultando em produtos de melhor qualidade

  • CILINDROS DE CURVATURA

Dois ou três cilindros com um ajuste para produzir a curvatura desejada em uma chapa ou tira de metal.

  • CILINDROS ESTIRADORES TURK'S HEAD

Quadro cilindros de trabalho não acionados, dispostos em um arranjo quadrado ou retangular, através dos quais tiras, arames ou tubos são estirados para produzir seções quadradas ou retangulares.

  • CINTILAÇÃO

Na soldagem sob pressão, a porção de aquecimento do ciclo, consistindo de uma série de curtos circuitos localizados, rápidos e repetidos, seguidos por expulsões de metal fundido, sendo que durante este tempo as superfícies a serem soldadas movem-se uma em direção à outra a uma velocidade pré-determinada.

  • CIRCUNSTÂNCIAS CRÍTICAS

Consistem de importações maciças de mercadoria a preços abaixo do preço justo ao longo de um período relativamente curto, o que justifica a aplicação retroativa de impostos até 90 dias antes de uma determinação preliminar de anti-dumping ou countervailing duty

  • CLASSIFICAÇÃO

(1) Separação de minérios em frações de acordo com o tamanho e peso específico, geralmente em conformidade com a lei de sedimentação de Stokes. (2) Separação de um pó metálico em frações de acordo com o tamanho de partícula.

  • CLASSIFICAÇÃO POR JATO DE AR

Separação de pó de metal em frações granulométricas por meio de um fluxo de ar de velocidade controlada; trata-se de uma aplicação do princípio de elutriação.

  • CLASSIFICAÇÃO POR PENEIRA

O mesmo que "Análise granulométrica por meio de peneira".

  • CLEANUP ALLOWANCE

Veja finish allowance.

  • CLIMB CUTTING

Analogous to climb milling.

  • CLIMB MILLING

Fresamento em que a fresa move-se na direação de avanço no ponto de contato.

  • CLIP AND SHAVE
  • CLIVAGEM

Fendimento (fratura) de um cristal em um plano cristalográfico de baixo índice. Fratura de clivagem.

  • CLORAÇÃO

(1) Ustulação de minério em contato com cloro ou sal de cloro para produzir cloretos. (2) Remoção de gases dissolvidos e óxidos retidos passando-se cloro gasoso através de um metal líquido, como por exemplo alumínio e magnésio.

  • CLOSE TOLERANCE FORGING
  • CLOSED PASS
  • CLOUDBURST TREATMENT
  • CLUSTER MILL
  • CO2 WELDING
  • COADOR

Um arranjo no canal de alimentação do molde projetado para evitar a passagem de escória e outros materiais indesejáveis para dentro da peça sendo fundida.

  • COALESCÊNCIA
  • COALESCIMENTO

Aquecimento e resfriamento para produzir uma forma esferoidal ou globular de carboneto em aço. Os métodos de coalescência usados mais freqüentemente são: 1) Manutenção prolongada a uma temperatura logo abaixo de Ae1. 2) Aquecimento e resfriamento alternados entre temperaturas que estão logo acima e logo abaixo de Ae1. 3) Aquecimento a uma temperatura acima de Ae1 ou Ae3, seguido de resfriamento bem lento no forno ou manutenção a uma temperatura logo abaixo de Ae1. 4) Resfriamento a uma taxa apropriada a partir da temperatura mínima em que todo o carboneto é dissolvido, para evitar a uma nova formação de uma rede de carboneto, seguido de reaquecimento de acordo com o método 1 ou 2 acima. (Aplicável a aços hipereutectóides contendo uma rede de carboneto.)

  • COARSENING
  • COATED ABRASIVE
  • COAXING
  • COBRA

(1) O produto formado pelo retorcimento e dobramento de um fio-máqina quente antes de seu próximo processo de laminação. (2) Qualquer imperfeição superficial retorcida em uma chapa, com formato semelhante ao de uma cobra. (3) Um mandril flexível usado no interior de um perfil para evitar o nivelamento ou colapso durante uma operação de dobramento.

  • COBRE ÁCIDO

(1) Cobre eletrodepositado a partir de uma solução ácida de um sal de cobre, normalmente sulfato de cobre. (2) A solução mencionada em (1).

  • COBRE CATÓDICO

Cobre depositado no catodo em um processo de refino eletrolítico.

  • COBRE COALESCIDO
  • COBRE COM ALTO RESÍDUO DE COBRE

Cobre desoxidado contendo fósforo residual em quantidades (normalmente de 0,013% a 0,04%) geralmente suficientes para reduzir significativamente a condutividade do cobre.

  • COBRE COM BAIXO FÓSFORO RESIDUAL

Cobre desoxidado contendo fósforo residual em quantidades (normalmente de 0,004% a 0,012%) geralmente baixas demais para reduzir significativamente a condutividade do cobre.

  • COBRE DE ALTA CONDUTIBILIDADE

Cobre que, na condição recozida, possui uma condutibilidade elétrica mínima de 100% IACS determinada em conformidade com os métodos de ensaio ASTM.

  • COBRE DE CEMENTAÇÃO

Cobre impuro recuperado por deposição química quando o ferro (mais freqüentemente sucata de aço picada) mantém contato prolongado com uma solução de sulfato de cobre diluída.

  • COBRE DESOXIDADO

Cobre do qual o óxido cuproso foi removido mediante a adição de um desoxidante, como o fósforo, ao banho de metal líquido.

  • COBRE ELETRODEPOSITADO

Cobre eletrodepositado de uma solução de cianeto-álcalis contendo um íon complexo constituído de cobre monovalente e o radical cianeto; é também o lodo de cianeto da própria solução.

  • COBRE ELETROLÍTICO

Cobre que foi refinado por meio de deposição eletrolítica, incluindo catodos que são o produto direto da operação de refino, peças de refinaria fundidas a partir de catodos fundidos e, por extensão, produtos feitos dos mesmos. Normalmente, quando este termo é usado isoladamente, ele se refere a cobre eletrolítico tenaz sem a presença de outros elementos, além do oxigênio, em quantidades significativas.

  • COBRE ELETROLÍTICO OBTIDO EM SOLUÇÃO DE SAL DE SEIGNETTE

(1) Uma eletrodeposição de cobre obtida a partir de solução eletrolítica de cianeto de cobre à qual foi adicionado sal de Seignette (tartarato de potássio e sódio) para refino de grão, melhor corrosão anódica e eficiência do catodo. (2) A solução a partir da qual é obtida uma eletrodeposição de cobre com sal de Seignette.

  • COBRE EMPOLADO

Um produto intermediário impuro no refino de cobre, produzido mediante o sopro de sulfeto cuproso mate em um convertedor, sendo este nome derivado das grandes bolhas que se formam na superfície do material como resultado da liberação de SO2 e outros gases.

  • COBRE FOSFORIZADO

Termo geral aplicado ao cobre desoxidado com fósforo. O cobre desoxidado mais comumente usado.

  • COBRE INTERMEDIÁRIO

Um produto intermediário de cobre contendo cerca de 3,5% de óxido cuproso, obtido na fase de oxidação do ciclo de refino a fogo.

  • COBRE ISENTO DE OXIGÊNIO

Cobre eletrolítico isento de óxido cuproso, produzido sem o uso de desoxidantes metaloidais ou metálicos residuais.

  • COBRE PARA ANODO

Placas de cobre de formato especial, resultantes do refino de cobre empolado em um forno revérbero, usado como anodos no refino eletrolítico.

  • COBRE PARA FUNDIÇÃO

Cobre tenaz refinado a fogo, normalmente fundido a partir de metal secundário líquido em forma de barras somente, e usado para fazer peças fundidas, porém não produtos forjados.

  • COBRE REFINADO FINO

Cobre que foi refinado mediante o uso de somente um processo de forno, incluindo perfis de refinaria e, por extensão, produtos feitos dos mesmos. Usualmente, quando este termo é usado sozinho ele se refere a cobre tenaz refinado a fogo sem a presença em quantidades significativas de outros elementos além do oxigênio.

  • COBRE TENAZ

Cobre contendo de 0,02% a 0,05% de oxigênio, obtido através do refino de cobre em um forno revérbero.

  • COEFICIENTE DE DIFUSÃO

Um fator de proporcionalidade que representa a quantidade de substância que se difunde em uma área unitária através de um gradiente de concentração unitário em um tempo unitário.

  • COEFICIENTE DE ELASTICIDADE
  • COEFICIENTE DE POISSON

O valor absoluto da relação entre a deformação transversal e a deformação axial correspondente em um corpo submetido a tensão uniaxial. Geralmente aplicado a condições elásticas.

  • COERCIVE FORCE
  • COERÊNCIA
  • COESÃO
  • COGGING MILL
  • COHESIVE STRENGTH
  • COHESIVE STRENGTH
  • COIL BREAKS
  • COIN SILVER
  • COINING
  • COLD HEADING
  • COLD LAP
  • COLD SHOT
  • COLD SHROTNESS
  • COLD SHUT
  • COLD TRIMMING
  • COLD WORK
  • COLD WORKING
  • COLLAPSIBILITY
  • COLLET
  • COLOR BUFFING
  • COLORAÇÃO TÉRMICA

Coloração da superfície de um metal através de oxidação por aquecimento, visando revelar detalhes da microestrutura.

  • COMANDO AUTOMÁTICO DA SEQÜÊNCIA DE SOLDAGEM

O mesmo que regulador de seqüência, exceto pelo fato de que o tempo de soldagem ou o tempo de aquecimento, ou ambos, são também controlados.

  • COMBINATION DIE
  • COMBINATION MILL
  • COMPACTAÇÃO A QUENTE

Conformação de um compactado de metalurgia do pó a uma temperatura suficientemente elevada para obter simultaneamente uma sinterização do material.

  • COMPACTAÇÃO ISOSTÁTICA

Um processo para conformar um compactado de metalurgia do pó mediante a aplicação de pressão uniforme de todas as direções sobre o pó contido em um molde flexível vedado. Veja também "Compactação isostática a quente".

  • COMPACTAÇÃO ISOSTÁTICA A QUENTE

Um processo para simultaneamente aquecer e conformar um compactado de metalurgia do pó em que o pó metálico, contido em um molde flexível selado, é submetido a pressão uniforme em todas as direções a uma temperatura suficientemente elevada para que ocorra sinterização.

  • COMPACTAÇÃO POR CILINDRAGEM

Compactação progressiva de pós metálicos mediante o uso de um laminador.

  • COMPACTADO
  • COMPACTADO COMPOSTO
  • COMPACTADO COMPOSTO
  • COMPACTADO DE PÓ VERDE

Um compactado não sinterizado usado na metalurgia do pó.

  • COMPACTADO EM FORMA DE BARRA

Um compactado da metalurgia do pó em forma de barra, cujo interior foi derretido mediante a passagem de eletricidade.

  • COMPARTIMENTO DE ANODO

Em uma célula eletrolítica, é o invólucro formado por um diafragma em torno dos anodos.

  • COMPARTIMENTO DO CATODO

Em uma célula eletrolítica, é o invólucro formado por um diafragma ao redor do catodo.

  • COMPENSADOR

Substância cuja finalidade consiste em manter uma concentração constante de íons de hidrogênio em soluções aquosas, mesmo quando se adiciona um ácido ou álcalis. Cada compensador possui uma faixa limitada característica de pH em que ele tem eficácia.

  • COMPLEXING AGENT
  • COMPONENTE
  • COMPOSTO ELETRÔNICO

Uma fase intermediária em um diagrama de constituição, usualmente uma fase binária, que tem a mesma estrutura cristalina e a mesma relação de valência elétrons para átomos que as fases intermediárias em vários outros sistemas. Um composto eletrônico é freqüentemente uma solução sólida de composição variável e boas propriedades metálicas. Ocasionalmente, um arranjo ordenado de átomos é característico do composto, sendo que neste caso a faixa de composição é usualmente pequena. A estabilidade de fase depende essencialmente da concentração de elétrons e da estrutura cristalina, tendo sido observadas relações de valência elétrons para átomos de 3/2, 21/13 e 7/4.

  • COMPOSTO INTERMETÁLICO

Uma fase intermediária em um sistema de liga, possuindo uma faixa estreita de homogeneidade e proporções estequiométricas relativamente simples; a natureza da ligação atômica pode ser de vários tipos, variando desde ligações metálicas até iônicas.

  • COMPOSTO LUBRIFICANTE DE ESTIRAMENTO

Uma substância aplicada para evitar aderência ou arranhadura durante operações de estiramento ou prensagem evitando-se o contato metal-metal entre a peça trabalhada e a matriz. Também conhecido como lubrificante de fieira.

  • COMPOSTO REFRATÁRIO PARA MOLDE DE CERA PERDIDA

Uma mistura de enchimento refratário, um ligante e um veículo líquido utilizada para fazer moldes para fundição pelo processo de cera perdida.

  • COMPRIMENTO ENTRE REPAROS

O comprimento original daquela porção do corpo de prova sobre a qual são medidas a deformação, a alteração de comprimento e outras características.

  • CONCAVIDADE OU CONVEXIDADE SUPERFICIAL DE COBRE

Veja "Set - Concavidade ou convexidade superficial de cobre".

  • CONCAVIDADE OU CONVEXIDADE SUPERFICIAL DE COBRE

A forma da superfície de solidificação de um metal, especialmente cobre, em termos de concavidade ou convexidade. Pode ser chamado também de "Pitch".

  • CONCENTRAÇÃO

Processo para o enriquecimento de um minério de teor valuable na mina mediante separação e remoção de impurezas ou ganga.

  • CONDUTOR DE ALIMENTAÇÃO DO ELETRODO

Condutor elétrico entre a fonte de corrente na soldagem a arco e o porta-eletrodo.

  • CONDUTOR DE CORRENTE À OBRA

O condutor elétrico que liga a fonte da corrente de soldagem a arco à peça sendo soldada. Também chamado de conexão à peça ou condutor "ground".

  • CONDUTOR DE CORRENTE À PEÇA SENDO SOLDADA

Os cabos elétricos que servem como condutor de corrente ou condutor de alimentação de um circuito de soldagem a arco.

  • CONFIABILIDADE

Uma medida quantitativa da capacidade de um produto ou serviço de realizar sua função pretendida por um período de tempo especificado.

  • CONFORMAÇÃO

Fazer uma alteração (com exceção de corte e recorte) no formato ou contorno de uma peça de metal sem alterar intencionalmente sua espessura.

  • CONFORMAÇÃO "WIPE" POR ESTICAMENTO

O mesmo que "Conformação wiper".

  • CONFORMAÇÃO A QUENTE

Veja "Trabalho a quente"

  • CONFORMAÇÃO COM ALMOFADA DE BORRACHA

Uma operação de conformação para peças rasas em que uma almofada de borracha ou outro material resiliente é fixado ao cursor da prensa, passando a ser a matriz correspondente a uma punção ou grupo de punções que foram colocadas na placa ou leito de prensa. Também conhecido como processo Guerin.

  • CONFORMAÇÃO COM BORRACHA

Conformação em que borracha ou outro material resiliente é usado como uma parte funcional da matriz. Os processos em que borracha é empregada somente para conter o fluido hidráulico não são classificados como conformação com borracha.

  • CONFORMAÇÃO DE CHAPA ESTICADA

Conformação de uma chapa fina ou de uma peça, geralmente de seção transversal uniforme, primeiramente mediante a aplicação de esticamento ou tração apropriada, seguido de envolvimento do material ao redor de uma matriz com o formato desejado.

  • CONFORMAÇÃO DE DUPLA AÇÃO

Conformação ou estampagem em que mais de uma ação é executada em um único curso da prensa.

  • CONFORMAÇÃO EM MATRIZ OCA

Conformação de produtos de chapa fina ou chapa grossa mediante o uso de uma matriz oca e pressão interna, fazendo com que a peça pré-conformada assuma o contorno da matriz.

  • CONFORMAÇÃO GUERIN

Nome comercial de um processo. Veja "Conformação com almofada de borracha".

  • CONFORMAÇÃO POR ESTIRAMENTO

Um método para curvar barras, tubos ou perfis laminados ou extrudados, em que o material sendo trabalhado é curvado ao redor de um bloco de conformação giratório. O material a ser curvado é fixado ao bloco de conformação e em seguida o bloco de conformação é girado enquanto o material é pressionado entre o bloco de conformação e uma matriz que envolve o bloco de conformação.

  • CONFORMAÇÃO POR ROLOS

Conformação de metal laminado plano mediante o uso de rolos acionados cujo contorno determina a forma do produto. A conformação por rolos é usada amplamente para fazer esquadrias metálicas de janela, bastões para cortina e produtos similares feitos de tiras de metal. O termo é às vezes usado para descrever repuxamento mecânico.

  • CONFORMAÇÃO PROGRESSIVA

Conformação seqüencial em estações consecutivas com uma matriz simples ou com matrizes separadas.

  • CONFORMAÇÃO SOB TAXA DE DEFORMAÇÃO RÁPIDA

Um grupo de processos de conformação especiais em que o metal sofre deformação a alta velocidade, normalmente pelo menos dez vezes maior do que a velocidade de 0,2 a 6 m/s (0,5 a 20 pés/seg) alcançada na conformação convencional. Normalmente abreviada como HERF. Conformação explosiva, conformação eletrohidráulica e conformação eletromagnética são os processos HERF mais comuns.

  • CONFORMAÇÃO WIPER

Um método de curvar barras, tubos ou perfis laminados ou extrudados em que o material é dobrado de modo a se conformar a um bloco de conformação fixo. O material é preso ao bloco de conformação e em seguida é dobrado mediante a aplicação de força através de um "wiper block", sapata ou cilindro que se move ao longo da periferia do bloco de conformação. Às vezes chamado de conformação por compressão. Compare com "Conformação por estiramento".

  • CONFORMAÇÃO WRAP

Veja "Conformação de chapa esticada".

  • CONFORMADOR DE PEÇAS

Um tipo de prensa de recalque projetada para trabalhar tarugos curtos em vez de barras e tubos, geralmente para forjamento a frio.

  • CONJUNTO SOLDADO

Um conjunto cujas partes componentes são unidas por meio de soldagem.

  • CONSTANTAN

Um grupo de ligas cobre-níquel contendo de 45 a 60 por cento de cobre e pequenas quantidades de ferro e manganês e caracterizadas por uma resistividade elétrica relativamente constante independentemente da temperatura; usado em resistores e termopares.

  • CONSTANTE DO RETICULADO

Veja "Parâmetro do reticulado".

  • CONSTANTES ELÁSTICAS

Fatores de proporcionalidade que descrevem a resposta elástica de um material às forças aplicadas. Inclui o módulo de elasticidade (seja em tensão, compressão ou cisalhamento), coeficiente de Poisson, compressibilidade e módulo de compressibilidade cúbica.

  • CONSTITUINTE

(1) Um dos ingredientes que compõem um sistema químico. (2) Uma fase ou combinação de fases que ocorrem em uma configuração característica na microestrutura de uma liga.

  • CONSTITUINTE EM LINHA

Em materiais trabalhados, uma configuração alongada de microconstituintes ou material estranho alinhado na direção de trabalho. Geralmente o termo está associado com inclusões de sulfeto ou óxidos alongadas em aço.

  • CONSTRAINT

Qualquer restrição que ocorre à contração transversal normalmente associada com uma tensão longitudinal e que, por isso, causa uma tensão secundária na direção transversal; normalmente usada em conexão com soldagem. Compare com "restraint".

  • CONSUMO

Mede o uso físico de aço pelos usuários finais. Ao contrário dos números de demanda de aço, as estimativas de consumo levam em consideração as alterações nos estoques

  • CONSUMO APARENTE

É a demanda de aço calculada a partir dos embarques de aço informados pela AISI mais as importações informadas pelo Census Bureau, menos as exportações informadas pelo Census Bureau. As participações percentuais no mercado doméstico são baseadas neste número, o qual não leva em consideração nenhuma alteração nos estoques

  • CONTAINER

A câmara na qual um lingote ou tarugo é inserido antes da extrusão. No caso de extrusão para trás de copos ou latas, esta câmara é às vezes chamada de matriz ou estampa .

  • CONTORNO DE GRÃO RETORCIDO

Um contorno de sub-grão consistindo de uma série de deslocamentos em espiral.

  • CONTORNO TILT

Um contorno de sub-grão consistindo de uma série de deslocamentos de borda.

  • CONTRAÇÃO

Veja "Contração do metal fundido".

  • CONTRAÇÃO A PARTIR DO SOLIDUS

Veja "Contração do metal fundido".

  • CONTRAÇÃO DE METAL PRÓXIMO DO LIQUIDUS

Veja "Contração do metal fundido'.

  • CONTRAÇÃO DE SOLIDIFICAÇÃO

Veja "Contração do metal fundido".

  • CONTRAÇÃO DO METAL FUNDIDO

(1) Contração líquida -Redução no volume de metal líquido à medida que ele resfria-se até a temperatura liquidus. (2) Contração de solidificação - Redução no volume de metal entre o início e o término da solidificação. (3) Contração sólida - Redução no volume de metal entre a temperatura solidus e a temperatura ambiente.

  • CONTRAÇÃO FILAMENTAR

Uma fina rede de cavidades de contração, ocasionalmente encontrada em peças fundidas de aço, produzindo uma imagem radiográfica que se parece com um laço.

  • CONTRAÇÃO MACROSCÓPICA

Vazios isolados, agrupados ou interconectados em uma peça fundida e que são detectáveis macroscopicamente. Tais vazios são geralmente associados com mudanças abruptas no tamanho da seção e são causados por uma falta de alimentação adequada para compensar a contração de solidificação.

  • CONTRA-TIRAGEM

Uma conicidade invertida em um modelo de fundição ou em uma matriz de forja que evita que o modelo ou a peça a ser forjada saia da cavidade.

  • CONTROLE AUTOMÁTICO DE BITOLA

Utilizando sistemas de cilindros operados por força hidráulica, os produtores de aço podem controlar com precisão a bitola (espessura) de suas chapas de aço à medida que elas passam pelo laminador a frio a mais de 50 milhas por hora. Usando sistemas de retro-alimentação, um sensor de abertura computadorizado ajusta a distância entre os cilindros de redução do laminador 50 a 60 vezes por segundo. Estes ajustes evitam o processamento de qualquer chapa de aço fora da bitola

  • CONTROLE DE AREIA

Teste e regulagem das propriedades químicas, físicas e mecânicas de misturas de areia de fundição e seus componentes.

  • CONTROLE DE SLOPE

Geração, por meios eletrônicos, de um aumento ou redução gradual na corrente de soldagem entre limites definidos e dentro de um intervalo de tempo selecionado.

  • CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO (SPC)

É uma técnica usada para prever quando uma característica dependente da fabricação do aço pode se deteriorar. Mediante a monitoração estrita dos desvios do produto em relação às especificações, o operador pode determinar quando aplicar manutenção preventiva em uma máquina antes que seja produzido qualquer aço de baixa qualidade (secundário)

  • CONVERTEDOR BÁSICO A OXIGÊNIO (BOF)

O QUE É. É um forno com formato de uma pêra, revestido com tijolos refratários, usado no refino de sucata e do ferro gusa proveniente do alto forno, transformando-os em aço. Até 30% da carga de um convertedor BOF pode consistir de sucata, sendo o restante de gusa líquido. POR QUE. Os convertedores BOF, que podem refinar uma corrida (carga) de aço em menos de 45 minutos, substituíram of fornos Siemens Martin na década de 50, os quais exigiam de cinco a seis horas para processar o metal. A rápida operação dos convertedores BOF, os custos mais baixos e a facilidade de controle deram-lhe uma clara vantagem em relação aos métodos anteriores. COMO. A sucata é jogada no convertedor, seguida pelo gusa líquido proveniente do alto forno. Uma lança é baixada, sendo injetado um fluxo de alta pressão de oxigênio para dar início às reações químicas que separam as impurezas, tais como gases ou escória. Uma vez refinado, o aço líquido e a escória são despejados em recipientes distintos

  • CONVERTEDOR Q-BOP

Convertedor modificado em que o oxigênio e outros gases são injetados pelo fundo e não por cima. Embora o Q-BOP agite o banho de metal mais vigorosamente, permitindo um processamento mais rápido, esta alternativa produz essencialmente as mesmas qualidades de aço que o convertedor com sopro por cima. Atualmente a tecnologia mais moderna de projeto de convertedor combina as tecnologias anteriores: 60percent do oxigênio são injetados por cima e o restante pelo fundo do convertedor

  • COPELAÇÃO

Oxidação de chumbo líquido contendo ouro e prata para produzir óxido de chumbo, separando assim os metais preciosos do metal base.

  • COPO

(1) Peça de chapa metálica, produto da primeira etapa da estampagem profunda. (2) Qualquer peça ou carcaça cilíndrica fechada em uma extremidade.

  • COQUE

O QUE É. É o combustível básico consumido em altos fornos para a fusão do ferro. O coque é uma forma processada de carvão. Cerca de 1000 libras de coque são necessárias para processar uma tonelada de gusa, um volume que representa mais de 50percent do consumo total de energia de uma usina siderúrgica integrada. POR QUE. O carvão metalúrgico queima irregularmente, reduzindo-se a uma massa pegajosa. O coque processado, entretanto, queima uniformemente interna e externamente, não sendo esmagado pelo peso do minério de ferro no alto forno. COMO. No interior dos estreitos fornos de coque, o carvão é aquecido sem oxigênio por 18 horas para eliminar gases e impurezas

  • COQUE METALÚRGICO

Um coque, geralmente de baixo teor de enxofre, com uma resistência à compressão muito elevada a altas temperaturas. É usado em fornos metalúrgicos não apenas como combustível, mas também para ajudar a sustentar o peso da carga.

  • COQUILHA

(1) Elemento de metal ou grafite embutido na superfície de um macho ou molde de areia ou colocado em uma cavidade do molde para aumentar a velocidade de resfriamento naquele ponto. (2) Ferro branco que ocorre em uma peça fundida de ferro cinzento ou ferro nodular, tal como a zona coquilhada que ocorre no teste de wedge cunha. Compare com zona coquilha inversa.

  • COR DO REVENIDO

Uma camada fina de óxido fortemente aderente (com espessura de apenas algumas moléculas) que se forma quando o aço é revenido a uma baixa temperatura ou revenido por um curto período de tempo ao ar ou em uma atmosfera moderadamente oxidante. A cor, que varia de palha até o azul, depende da espessura da camada de óxido, variando em função do tempo e da temperatura de revenimento.

  • CORDÃO DE SOLDA CONVEXO

Um cordão de solda com uma face convexa.

  • CORE

(1) Um material de conformação especial inserido em um molde para configurar o interior ou outra parte de uma peça fundida que não pode ser tão facilmente configurada pelo modelo de fundição. (2) Em uma liga ferrosa preparada para cementação, é aquela porção da liga que não faz parte da camada cementada. Tipicamente, é considerada como a porção que (a) aparece clara em uma seção transversal submetida a ataque metalográfico, (b) possui uma composição química essencialmente inalterada, ou (c) apresenta uma dureza, após têmpera, menor do que um valor especificado.

  • CORINDO

Abrasivo natural do tipo óxido de alumínio, com pureza maior do que a do esmeril.

  • COROA

Na solda por pontos, uma área que às vezes circunda o "nugget" nas superfícies sobrepostas, onde ocorre a soldagem em estado sólido. A coroa contribui de modo variável para a resistência de coesão geral, dependendo do tamanho da coroa e do grau de coesão do estado sólido obtido.

  • COROA

(1) Contorno de uma chapa ou cilindro em que a espessura ou diâmetro aumenta da borda para o centro. (2) A seção superior de uma estrutura de prensa em que os cilindros ou outras partes de trabalho podem ser montadas. Também chamado de domo, cabeça ou placa de topo.

  • CORPO DA MATRIZ

A parte fixa ou estacionária de uma matriz de prensagem de pó.

  • CORPO DE PROVA

Um objeto de teste, freqüentemente de configuração ou dimensões padrão, que é usado para ensaios destrutivos ou não destrutivos. Um ou mais corpos de prova podem ser obtidos de cada unidade de amostra.

  • CORPO DE PROVA COM ENTALHE EM FORMA DE BURACO DE FECHADURA

Um tipo de corpo de prova contendo um entalhe tipo orifício e fenda, com uma forma parecida com um buraco de fechadura, geralmente usado em testes de resistência ao dobramento por impacto. Veja "Teste Charpy" e "Teste Izod".

  • CORPO DE PROVA DE ARBITRAGEM

Barra de teste fundida a partir da mesma corrida de material usada para determinar a composição química, dureza, limite de resistência à tração, deflexão e resistência sob cargas transversais a fim de estabelecer o estado de aceitabilidade da peça fundida.

  • CORPO DE PROVA EM Y

Um bloco de quilha simples.

  • CORPO DE PROVA INTEIRAMENTE DE METAL DE SOLDA

Um corpo de prova em que a porção a ser testada consiste inteiramente de metal de solda.

  • CORREÇÃO DE FORMA

A laminação, aquecimento e tempera de chapas finas de aço muitas vezes afetam as dimensões do aço. Desempenadeiras, laminadores de encruamento e laminadores de bordas retrabalham o aço processado de modo a atender as especificações do cliente

  • CORREIA ABRASIVA

Um produto revestido com substância abrasiva, na forma de uma correia, usada para esmerilhar e polir.

  • CORRENTE DE SOLDAGEM

A corrente que flui através de um circuito de soldagem durante a execução de uma solda. Em soldagem à resistência, a corrente usada durante os intervalos de pré-soldagem ou pós-soldagem é excluída.

  • CORRENTE PARASITA

Corrente que flui na eletrodeposição através de um eletrodo bipolar não planejado e indesejado que pode ser o próprio tanque ou um eletrodo mal conectado.

  • CORRIDA (DE AÇO)

É uma carga de aço refinado. É um convertedor ou forno elétrico cheio de aço. Uma corrida de aço será usada para produzir várias placas, blocos ou tarugos

  • CORROSÃO

Deterioração de um metal por reação química ou eletro-química com seu ambiente.

  • CORROSÃO

É a alteração ou degradação gradual do aço causada pela atmosfera, umidade ou outros agentes

  • CORROSÃO ABAIXO DA SUPERFÍCIE

Formação de partículas isoladas de produtos de corrosão sob a superfície do metal. Isto resulta da reação preferencial de certos constituintes de liga pela difusão interna de oxigênio, nitrogênio ou enxofre.

  • CORROSÃO ANÓDICA

Dissolução de um metal que atua como um anodo.

  • CORROSÃO ASSOCIADA À FADIGA

Trincamento produzido pela ação combinada de tensões repetitivas ou flutuantes e de um ambiente corrosivo.

  • CORROSÃO BRANCA

Óxido de zinco; o produto pulverulento da corrosão de zinco ou de superfícies revestidas com zinco.

  • CORROSÃO ELETROQUÍMICA

Corrosão que é acompanhada de um fluxo de elétrons entre as áreas catódicas e anódicas em superfícies metálicas.

  • CORROSÃO ELETROQUÍMICA LOCALIZADA

Corrosão devido à ação de "células locais", isto é, células galvânicas resultantes da falta de homogeneidade entre áreas adjacentes em uma superfície de metal exposta a um eletrólito.

  • CORROSÃO GALVÂNICA

Um tipo de corrosão de célula de concentração; corrosão causada pela concentração de sais dissolvidos, íons de metais, oxigênio ou outros gases em fissuras ou bolsas afastadas do fluxo principal de fluido, com um resultante acúmulo de células diferenciais, o que, em última instância, causa corrosão por cavitação.

  • CORROSÃO GALVÂNICA OU ELETROLÍTICA

Corrosão associada com a corrente de uma pilha galvânica consistinto de dois condutores distintos em um eletrólito ou dois condutores similares em eletrólitos distintos. No ponto em que os dois metais distintos entram em contato, a reação resultante é chamada de corrosão eletrolítica.

  • CORROSÃO GRAFÍTICA

Corrosão de ferro fundido cinzento em que a matriz do ferro é lixiviada de forma seletiva, deixando uma massa porosa de grafite; ela ocorre em soluções aquosas relativamente brandas e em tubos e conexões enterradas.

  • CORROSÃO INTERDENDRÍTICA

Ataque corrosivo que avança preferencialmente ao longo de caminhos interdendríticos. Este tipo de ataque resulta de diferenças locais na composição, tais como segregações dendríticas normalmente encontradas em peças fundidas de liga.

  • CORROSÃO INTERGRANULAR

Corrosão que ocorre preferencialmente nos limites de grão, normalmente com um ataque pequeno ou desprezível sobre os grãos adjacentes. Veja também "Corrosão interdendrítica".

  • CORROSÃO POR CAVITAÇÃO

Erosão de uma superfície sólida através da formação e colapso de cavidades em um líquido adjacente.

  • CORROSÃO POULTICE

Um termo usado na indústria automobilística para descrever a corrosão de peças da carroceria do veículo devido ao acúmulo de detritos ou sais das rodovias em saliências ou bolsões, e que são mantidos úmidos pelo clima ou devido a lavagens.

  • CORRUGAÇÃO

Conformação de chapa de metal em uma série de cumes e vales retos, paralelos e alternados mediante o uso de um laminador equipado com rolos matrizes ou de uma prensa viradeira equipada com macho e matriz de estampagem com formato especial.

  • CORRUGADOS

Ondulações transversais causadas por uma variação na forma da tira durante a redução a quente ou a frio.

  • CORTA A OXIGÊNIO-GÁS NATURAL

Um processo de corte a gás oxicombustível em que o gás combustível é o gás natural.

  • CORTADO NO COMPRIMENTO

Processo para desbobinar seções de aço plano e cortá-las no comprimento desejado. Produtos cortados no comprimento são normalmente embarcados empilhados

  • CORTAR POR BAIXO

(1) Em conjuntos soldados, uma ranhura fundida no metal base adjacente ao pé de uma junta e que é deixada sem enchimento. (2) No caso de peças fundidas ou forjadas, o mesmo que "back draft".

  • CORTE

(1) Em peças fundidas, pontos ou áreas irregulares com excesso de metal causados pela erosão do molde ou da superfície do macho pelo fluxo de metal. (2) Na metalurgia do pó, o mesmo que fração.

  • CORTE A ARCO

Um grupo de processos de corte que funde os metais a serem cortados com o calor de um arco entre um eletrodo e o metal base. Veja corte com arco de carvão, corte com arco entre o eletrodo e o metal de base, corte a arco gasoso com eletrodo de tungstênio, corte a arco de plasma.

  • CORTE A ARCO COM ELETRODO DE TUNGSTÊNIO SOB ATMOSFERA GASOSA

Um processo de corte a arco em que os metais são separados por fusão com um arco entre um único eletrodo de tungstênio (não consumível) e a peça. A proteção é obtida por meio de um gás ou uma mistura de gases.

  • CORTE A ARCO DE PLASMA

Um processo de corte a arco que separa metais mediante a fusão de uma área localizada com o calor de um arco restringido e a remoção do metal fundido com um jato a alta velocidade de gás quente ionizado emitido por um maçarico a plasma.

  • CORTE A GÁS OXICOMBUSTÍVEL

Qualquer processo de um grupo de processos usados para separar metais por meio de reação química entre o metal base quente e um fino fluxo de oxigênio. A temperatura do metal necessária é mantida por chamas a gás resultantes da combustão de um gás combustível específico, tais como acetileno, hidrogênio, gás natural ou propano. Veja também "Corte a oxigênio".

  • CORTE A OXIACETILENO

Um processo de corte a gás oxicombustível em que o gás combustível é o acetileno.

  • CORTE A OXIGÊNIO

Corte de metal mediante o direcionamento de um fino fluxo de oxigênio sobre um metal quente. A reação química entre o oxigênio e o metal base fornece o calor para a fusão localizada, resultando no corte do material.

  • CORTE A OXIGÊNIO DE CHANFROS

Corte a oxigênio em que é formado um chanfro ou canelura.

  • CORTE AO COMPRIDO

É uma operação de corta a chapa fina de aço em tiras mais estreitas para atender as necessidades do cliente. Devido ao fato de que as usinas siderúrgicas têm flexibilidade limitada quanto às larguras das chapas finas que elas produzem, normalmente os centros de serviço cortarão a chapa para o cliente

  • CORTE COM ARCO ENTRE O ELETRODO E O METAL BASE

Qualquer processo de um grupo de processos de corte a arco que separa metais mediante sua fusão com o calor de um arco entre um eletrodo metálico e a peça.

  • CORTE COM OXIGÊNIO E FUNDENTE

Corte a oxigênio com o auxílio de um fundente.

  • CORTE COM TESOURAS

Se as bordas da chapa fina ou tira não são controladas durante a redução, elas têm que ser aparadas longitudinalmente por tesouras. Este processo pode ser executado pela usina siderúrgica ou pelo processador de aço, de modo a atender as necessidades do cliente

  • CORTE DE CHAPAS EMPILHADAS

Corte a oxigênio de chapas de metal empilhadas, dispostas de tal modo que todas elas são cortadas por meio de uma única operação de corte.

  • CORTE IRREGULAR

Corte de contorno de chapa de metal por meio de uma punção em um movimento de vaivém rápido, fazendo inúmeros pequenos cortes.

  • CORTE OXÍDRICO

Um processo de corte a gás oxicombustível em que o gás combustível é o hidrogênio.

  • CORTE OXIPROPANO

Um processo de corte a gás oxicombustível em que o gás combustível é o propano.

  • CORTE POR RAIO ELETRÔNICO

Um processo de corte que utiliza o calor obtido de um raio concentrado composto primariamente de elétrons de alta velocidade, o qual incide sob as peças a serem cortadas; ele pode ou não usar um gás fornecido externamente.

  • CORTE POR RAIO LASER

Um processo de corte que separa materiais com o calor obtido mediante o direcionamento de um raio laser sobre a superfície do metal. O processo pode ser usado com ou sem o emprego de um gás protetor externo.

  • CORTE PROFUNDO

Usinagem de uma peça a partir de uma barra, chapa ou peça forjada simples, sendo que grande parte do material original é removida.

  • COULOMBÍMETRO

Uma célula eletrolítica para a medição da quantidade de eletricidade produzida por uma ação química, em conformidade com a lei de Faraday.

  • COUNTERLOCK

Uma saliência nas superfícies de conjugação de matrizes para evitar o deslocamento lateral da matriz devido ao empuxo lateral desenvolvido na forja de peças de formato irregular.

  • COZIMENTO

(1) Aquecimento a uma baixa temperatura a fim de remover gases. (2) Cura ou endurecimento de revestimentos superficiais, como, por exemplo, tinta, mediante exposição ao calor. (3) Aquecimento para remover umidade, como no caso de cozimento de machos de areia após a moldagem.

  • CRATERA

(1) Em usinagem, uma depressão na face de uma ferramenta de corte erodida pelo contato com as aparas. (2) Na soldagem a arco, uma depressão na extremidade final de um cordão de solda.

  • CRATERA DE REBARBA EM PEÇA FORJADA, POÇO DE CAREPA

(1) Uma depressão superficial formada em uma peça forjada devido à rebarba remanescente nas matrizes durante a operação de forjamento. (2) Um poço no chão em que a carepa (como aquela carregada pela água de resfriamento em laminadores) é mantida para se sedimentar, constituindo um estágio no tratamento de águas servidas.

  • CRESCIMENTO

Em ferro fundido, um aumento permanente nas dimensões resultante de um aquecimento repetitivo ou prolongado a temperaturas acima de 480 °C (900 °F) devido ao recozimento de grafitização de carbonetos ou à oxidação.

  • CRESCIMENTO DE GRÃOS

Um aumento no tamanho médio dos grãos em metal policristalino, normalmente resultante de aquecimento a altas temperaturas.

  • CRISTAIS DENDRÍTICOS

Um tipo de dendrito.

  • CRISTAL

Um sólido composto de átomos, íons ou moléculas dispostas em um padrão repetitivo em três dimensões.

  • CRISTAL ALOTRIOMÓRFICO

Cristal cuja estrutura cristalina é normal, mas cujas superfícies externas não são delimitadas por faces cristalinas regulares; em vez disso, as superfícies externas são definidas pelo contato com outros cristais ou com uma outra superfície, como uma parede de molde, ou possuem formas irregulares devido ao crescimento não uniforme. Compare com cristal idiomórfico.

  • CRISTAL IDIOMORFO

Um cristal individual que cresceu sem restrição, de modo que os planos usuais de geminação estão claramente desenvolvidos. Compare com "Cristal alotriomórfico".

  • CRISTAL IÔNICO

Um cristal em que as ligações atômicas são ligações iônicas. Este tipo de ligação atômica, também conhecida como ligação (hetero) polar, é característica de muitos compostos (cloreto de sódio, por exemplo).

  • CRISTAL PRIMÁRIO

O primeiro tipo de cristal que se separa de um banho líquido durante o resfriamento.

  • CRISTALIZAÇÃO

(1) A separação, usualmente de uma fase líquida em resfriamento, de uma fase cristalina sólida. (2) Às vezes erroneamente usada para explicar fraturas que na realidade ocorreu por fadiga.

  • CRIVO, PENEIRA

Uma peneira usada para separar areia de fundição ou outros materiais granulados em várias faixas de tamanho de grão ou para remover material estranho indesejável da areia ou de outros materiais granulados.

  • CROMEL

(1) Uma liga 90Ni-10Cr usada em termopares. (2) Uma série de ligas níquel-cromo, algumas contendo ferro, usadas para aplicações resistentes ao calor.

  • CROMO (CR)

É um elemento ligante que constitui a matéria prima essencial do aço inoxidável por proporcionar resistência à corrosão. Uma camada que se forma naturalmente na superfície do aço inoxidável se auto-repara na presença de oxigênio se o aço for mecânica ou quimicamente danificado, evitando assim a ocorrência de corrosão

  • CROMO DURO

Cromo eletrodepositado para aplicações de engenharia (como por exemplo aumento da resistência ao desgaste de superfícies metálicas de deslizamento) e não como um revestimento decorativo. Normalmente, é aplicado diretamente ao metal base e usualmente é mais espesso do que um revestimento para fins decorativos, mas não necessariamente mais duro.

  • CRUSH FORMING

Conformação de um rebolo forçando-se um cilindro metálico giratório contra sua face, de modo a reproduzir o contorno desejado.

  • CUBILÔ

Um forno cilíndrico vertical para a fusão de metal, especialmente ferro fundido, em que a carga entre em contrato com o combustível quente, normalmente coque metalúrgico.

  • CUPÃO

Uma peça de metal a partir da qual o corpo de prova será preparado. Pedaço adicional (em uma peça fundida ou forjada) ou uma peça separada feita para fins de teste (como no caso de uma solda para teste).

  • CURSOR

Principal elemento de uma prensa mecânica que apresenta movimento alternado, guiado pela estrutura da prensa, e ao qual é fixada a punção ou a matriz superior.

  • CURSOR DE PRENSA, PRATO SUPERIOR, PORTA-MATRIZ

(1) Face de uma porta-matriz, cursor ou êmbolo à qual um conjunto de ferramenta é fixado. (2) Uma parte de uma máquina de soldagem a resistência, ensaio mecânico ou outra máquina com uma superfície plana à qual são fixadas matrizes, acessórios, apoios ou porta-eletrodos e que transmite pressão ou força.

  • CURVA DE RESFRIAMENTO

Uma curva que representa a relação entre o tempo e a temperatura durante o resfriamento de um material.

  • CURVA LIQUIDUS

Em um diagrama de equilíbrio ou de constituição, a curva de pontos representando as temperaturas em que as várias composições no sistema começam a se solidificar durante o resfriamento ou acabam de se fundir durante o aquecimento. Veja também "Solidus".

  • CUSTO DE CICLO DE VIDA

É um método contábil de custeio em que as despesas são alocadas ao longo da vida do produto. Os custos de ciclo de vida são geralmente mais baixos para o aço inoxidável do que para outros tipos de aços, apesar de um desembolso inicial mais alto, devido ao fato de que os produtos de aço inoxidável geralmente duram mais e exigem pouca manutenção

  • CUSTOS COM OUTROS BENEFÍCIOS PÓS-APOSENTADORIA

Usualmente refere-se a obrigações relacionadas à saúde de trabalhadores aposentados de uma usina, embora seu significado possa incluir também benefícios de dispensa de empregados (veja FAS 106)

  • CUSTOS DE CONVERSÃO

São os recursos gastos para processar material em um único estágio, de um tipo para outro. Os custos de conversão de minério de ferro em ferro gusa ou de decapagem de bobina laminada a quente podem ser isolados para análise

  • CUSTOS LEGAIS

São quaisquer custos que estejam associados com as operações preliminares. As responsabilidades referentes aos empregados (fundo de pensão e plano de saúde) e custos ambientais são usualmente incluídos neste item

  • DANO CAUSADO POR HIDROGÊNIO

Um termo genérico para a fragilização, trincamento, empolamento e formação de hidretos que podem ocorrer quando o hidrogênio encontra-se presente em certos metais.

  • DANO POR RADIAÇÃO

Um termo genérico para a alteração de propriedades de um material resultantes da exposição a radiação ionizante (radiação penetrante), tais como raios X, raios gama, nêutrons, radiação de partículas pesadas ou fragmentos de fissão em material de combustível nuclear.

  • DE FÁCIL USINAGEM

Refere-se às características de usinagem de uma liga em que um ou mais ingrediantes foram introduzidos para proporcionar aparas pequenas, menor consumo de energia, melhor acabamento superficial e maior vida útil da ferramenta. Entre tais adições estão o enxofre ou o chumbo no aço, o chumbro no bronze, o chumbo e o bismuto no alumínio, o enxofre ou o selênio no aço inoxidável.

  • DE GRÃO ORIENTADO

Os grãos do metal alinham-se paralelamente dentro do aço, permitindo uma fácil magnetização ao longo do comprimento do aço. Embora o aço de grão orientado possa ser duas vezes mais caro para ser produzido, suas características magnéticas direcionais possibilitam que os transformadores elétricos feitos com este metal absorvam menos energia durante a operação

  • DE GRÃOS NÃO ORIENTADOS

Devido ao fato de que não há uma direção preferencial para magnetização, os aços de grãos não orientados encontram uma melhor aplicação em aparelhos giratórios, tais como motores elétricos

  • DECALESCÊNCIA

Um fenômeno associado à transformação de ferro alfa em ferro gama quando do aquecimento (superaquecimento) do ferro o aço, revelado pelo escurecimento da superfície do metal devido à repentina diminuição da temperatura causada pela rápida absorção do calor latente de transformação. Compare com recalescências.

  • DECAPAGEM

Remoção de óxidos superficiais de metais mediante reação química ou eletroquímica.

  • DECAPAGEM

O QUE É. Processo que limpa a bobina de aço de sua ferrugem, sujeira e óleo, de modo que o metal possa ser subseqüentemente trabalhado. POR QUE. Quando as bobinas laminadas a quente esfriam, forma-se ferrugem no metal desprotegido; muitas vezes a bobina é estocada ou transportada exposta ao ar e à água. COMO. Através de um processo contínuo, o aço é desbobinado e passa por uma série de banhos de ácido clorídrico para remover os óxidos (ferrugem). A chapa de aço é em seguida enxaguada e seca

  • DECAPAGEM

Remoção de um revestimento de uma superfície metálica.

  • DECAPAGEM ANÓDICA

Decapagem eletrolítica em que a peça é o anodo.

  • DECAPAGEM DO CATODO

Decapagem eletrolítica em que a peça é o catodo.

  • DECAPAGEM ELETROLÍTICA

Decapagem em que é usada corrente elétrica, sendo que a peça é um dos eletrodos.

  • DECOMPOSIÇÃO VERDE

Uma forma de ataque sob alta temperatura em aços inoxidáveis, ligas níquel-cromo e ligas níquel-cromo-ferro submetidas a oxidação e carbonetação simultaneamente. Basicamente, o ataque ocorre mediante a precipitação inicial do cromo na forma de carboneto de cromo, seguido de oxidação das partículas de carboneto.

  • DEFEITO

Um desvio de qualquer característica de qualidade em relação ao seu nível pretendido (usualmente especificado) que seja suficientemente severo para fazer com que o produto ou serviço não atenda à função prevista. De acordo com as normas ANSI, os defeitos são classificados de acordo com sua severidade: Defeitos muito sérios levam diretamente a dano severo ou perda econômica catastrófica. Defeitos sérios levam diretamente a dano significativo ou perda econômica significativa. Defeitos grandes referem-se a grandes problemas em relação à utilização previsa. Defeitos pequenos referem-se a pequenos problemas em relação à utilização prevista.

  • DEFEITO DE EXTRUSÃO

Veja o termo preferencial "rechupe de extrusão".

  • DEFEITO DE FUNDIÇÃO

(1) Cambamento ou ruptura de uma seção de um molde de fundição devido ao registro incorreto quando o molde é fechado. (2) Uma reentrância na superfície de uma peça fundida devido ao deslocamento de areia quando do fechamento do molde.

  • DEFEITO DE FUNDIÇÃO DEVIDO À AREIA MAL SOCADA

Uma imperfeição de peça fundida resultante do movimento de areia para fora do modelo devido à socagem inadequada.

  • DEFEITO SUPERFICIAL

Um termo genérico de controle de qualidade que designa uma imperfeição que prejudica a aparência de uma peça, embora não a impeça de exercer a função pretendida.

  • DEFEITUOSO

Um termo da área de controle de qualidade que descreve uma unidade de produto ou serviço que contenha pelo menos um defeito ou que tenha várias imperfeições menores que, quando combinadas, fazem com que a unidade não atenda à sua função prevista. NOTA: O termo defeituoso não é sinônimo de "não conforme" (ou rejeitável), devendo ser aplicado somente àquelas unidades incapazes de realizar suas funções previstas.

  • DEFICIÊNCIA DE MATERIAL

Uma parte de uma peça forjada que tem material insuficiente para obter o formato real da impressão.

  • DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO

Uma forma de corrosão galvânica por concentração diferencial em que a corrosão galvânica avança porque o oxigênio é impedido de se difundir pela fissura.

  • DEFORMAÇÃO

Uma medida da mudança relativa de tamanho ou forma de um corpo. Deformação linear é a mudança por unidade de comprimento de uma dimensão linear. Deformação real (ou deformação natural) é o logaritmo natural da relação entre o comprimento no momento da observação e o comprimento original. Deformação convencional é a deformação linear ao longo do comprimento. Deformação por cisalhamento é a mudança no ângulo (expressada em radianos) entre duas linhas originalmente em ângulo reto. Quando o termo "deformação" é utilizado isoladamente, ele geralmente se refere à deformação linear na direção da tensão aplicada. Veja também "Estado de deformação".

  • DEFORMAÇÃO AUSTENÍTICA

Deformação a quente de austenita metaestável em faixas controladas de temperatura e tempo, evitando a formação de produtos de transformação não martensíticos.

  • DEFORMAÇÃO COM EXPLOSIVO

Conformação de peças metálicas em que a pressão de conformação é gerada por uma carga explosiva.

  • DEFORMAÇÃO CONVENCIONAL

Veja deformação.

  • DEFORMAÇÃO CRÍTICA

A deformação apenas suficiente para causar recristalização; devido ao fato de que a deformação é pequena, normalmente apenas uma pequena percentagem, a recristalização ocorre a partir de apenas alguns poucos núcleos, o que produz uma estrutura recristalizada constituída de grãos muito grandes.

  • DEFORMAÇÃO DE BORDA

Linhas de deformação transversais ou linhas de Lüders variando de 25 a 300 mm (1 a 12 polegadas) nas bordas de tira ou chapa fina de aço laminada a frio.

  • DEFORMAÇÃO DE CISALHAMENTO

O mesmo que deformação por cisalhamento. Veja "Deformação".

  • DEFORMAÇÃO DE CISALHAMENTO

Veja "Deformação".

  • DEFORMAÇÃO DE ESTRANGULAMENTO

O mesmo que "Deformação uniforme".

  • DEFORMAÇÃO DE METAL SOB PRESSÃO EM MATRIZ

A conformação de metal sólido ou em pó forçando-o para dentro ou através da cavidade de uma matriz.

  • DEFORMAÇÃO DESCONTÍNUA

Escoamento plástico não uniforme de um metal que apresenta um limite superior de escoamento em que a deformação plástica é distribuída de maneira não homogênea ao longo do comprimento entre reparos. Em algumas circunstâncias, pode ocorrer em metais que não apresentam um limite superior de escoamento distinto, seja no início ou durante o escoamento plástico.

  • DEFORMAÇÃO ELÁSTICA

Uma alteração nas dimensões diretamente proporcional e em fase com um aumento ou redução da força aplicada.

  • DEFORMAÇÃO ELÁSTICA

O mesmo que deformação elástica.

  • DEFORMAÇÃO LINEAR

Veja "Deformação".

  • DEFORMAÇÃO NATURAL

Veja "Deformação".

  • DEFORMAÇÃO PERMANENTE

Deformação plástica que permanece após a liberação da tensão que produz a deformação.

  • DEFORMAÇÃO PLANA

A condição de tensão na mecânica de fratura elástica linear em que há deformação zero em uma direção perpendicular tanto ao eixo da tensão interna resistente à tração aplicada como na direção do crescimento de trinca (isto é, paralela à frente de fissuração). Tal condição é geralmente obtida ao se submeter chapas grossas a cargas ao longo de uma direção paralela à superfície da chapa. Em condições de deformação plana, o plano de instabilidade de fratura é perpendicular ao eixo principal da tensão interna resistente à tração.

  • DEFORMAÇÃO PLÁSTICA

Deformação que se torna permanente após a remoção da carga que a causou.

  • DEFORMAÇÃO POR ESTIRAMENTO E COMPRESSÃO RADIAL

Conformação de metais mediante a aplicação simultânea de forças de estiramento tangenciais e de compressão radiais, sendo a operação feita gradualmente pelo contato tangencial com a matriz. Este tipo de conformação é caracterizado por um controle dimensional bem preciso.

  • DEFORMAÇÃO REAL

Veja "Deformação".

  • DEFORMAÇÃO RETARDADA

Um fenômeno envolvendo um atraso no tempo entre a aplicação de uma tensão

  • DEFORMAÇAO UNIFORME

A deformação que ocorre antes do início da localização da deformação (estrangulamento). A deformação sob carga máxima no ensaio de tração.

  • DEFORMAÇÕES DE PEÇAS FUNDIDAS

Deformações em uma peça fundida causadas pelas tensões que se desenvolvem à medida que a peça se resfria.

  • DEGOLADOR

Em forjamento preliminar, a porção de uma matriz que reduz a área de seção transversal entre as extremidades da peça e permite que o metal se mova para fora.

  • DENDRITA

Um cristal que possui um padrão de ramificação similar a uma colméia, sendo mais evidente em metais fundidos resfriados lentamente ao longo da faixa de solidificação.

  • DENSIDADE APARENTE

(1) É o peso por unidade de volume de um metal em pó, em contraste com o peso por unidade de volume de partículas individuais. (2) É o peso por unidade de volume de um sólido poroso, em que o volume unitário é determinado a partir das dimensões externas da massa. Densidade aparente é sempre menor do que a densidade real do próprio material.

  • DENSIDADE CRÍTICA DE CORRENTE

Em um processo eletrolítico, uma densidade de corrente em que ocorre uma mudança abrupta em uma variável operacional ou na natureza de um depósito eletrolítico ou filme de eletrodo.

  • DENSIDADE DE CORRENTE LIMITE

A densidade de corrente máxima que pode ser usada para obter uma reação de eletrodo desejada sem interferência indevida que poderia se originar da polarização.

  • DENSIDADE DE CORRENTE LOCALIZADA

Densidade de corrente em um ponto ou em uma área pequena.

  • DENSIDADE DE CORRENTE REAL

Veja o termo preferencial "Densidade de corrente localizada".

  • DENSIDADE DE UM COMPACTADO NÃO SINTERIZADO

O mesmo que peso por unidade de volume de um compactado não sinterizado.

  • DENSIDADE TAP

A densidade aparente de um pó metálico, obtida quando o recipiente é agitado ou vibrado durante o carregamento sob condições específicas.

  • DENTE

(1) Uma projeção em uma ferramenta de pontos múltiplos (como, por exemplo, uma serra, uma fresa ou lima) projetada para produzir corte. (2) Uma projeção na periferia de uma roda ou segmento de roda (como em uma engrenagem, eixo ou pinhão, por exemplo), projetada para se encaixar em um outro mecanismo e assim transmitir força ou movimento, ou ambos. Uma projeção similar em um elemento chato, como uma cremalheira.

  • DEPOSIÇÃO ELETROLÍTICA

O peso de metal de solda depositado obtido de um eletrodo unitário.

  • DEPOSIÇÃO ELETROLÍTICA

O mesmo que eletrodeposição

  • DEPOSIÇÃO METÁLICA A VÁCUO

Condensação de revestimentos metálicos finos na superfície fria da peça em um ambiente sob vácuo.

  • DEPOSIÇÃO QUÍMICA

Precipitação ou chapeamento de um metal por meio de soluções de seus sais através da introdução de um outro metal ou reagente na solução.

  • DEPOSIÇÃO SUPERFICIAL

A deposição de metal de enchimento em uma superfície metálica por meio de soldagem, aspersão ou brasagem, visando obter determinadas propriedades ou dimensões desejadas. Veja também "Recobrimento superficial mediante soldagem".

  • DEPÓSITO QUEIMADO

Uma eletrodeposição nodular opaca resultante de uma densidade de corrente excessiva. Areia queimada.

  • DESALINHAMENTO DA MATRIZ

Uma condição que exige correção, em que, após as matrizes terem sido montadas no equipamento de forjamento, ocorre um deslocamento de um ponto em uma matriz em relação ao ponto correspondente na matriz oposta em uma direção paralela à linha divisória fundamental das matrizes.

  • DESBASTE

(1) Uma operação de laminação ou estampagem inicial, ou uma série de tais operações, com a finalidade de reduzir uma peça fundida ou extrudada antes da redução de acabamento até o tamanho desejado. (2) Uma operação preliminar de forja por prensagem.

  • DESCAMAÇÃO

O trincamento e escamação de partículas de uma superfície.

  • DESCARBONETAÇÃO

Perda de carbono da camada superficial de uma liga contendo carbono devido à reação com uma ou mais substâncias químicas em um meio que entra em contato com a superfície. Potencial de decomposição.

  • DESCARBONETAÇÃO À BASE DE ARGÔNIO E OXIGÊNIO (AOD)

O QUE É. É um processo para o refino subseqüente de aço inoxidável através da redução do teor de carbono. POR QUE. A quantidade de carbono no aço inoxidável deve ser menor do que no aço carbono ou nos aços de mais baixa liga (i.e., aço com teor de elementos ligantes abaixo de 5percent). Embora os fornos a arco elétrico (EAF) sejam o meio convencional para a fusão e refino de aço inoxidável, o processo AOD é um complemento econômico, uma vez que os tempos de operação e as temperaturas são menores do que na siderurgia a forno elétrico. Além disso, a utilização do processo AOD para o refino de aço inoxidável aumenta a disponibilidade do forno elétrico para fins de fusão. COMO. O aço líquido não refinado é transferido do forno elétrico para um outro recipiente. Uma mistura de argônio e oxigênio é soprada através do aço líquido pelo fundo do recipiente. Agentes de purificação são adicionados ao recipiente juntamente com estes gases para eliminar as impurezas, ao mesmo tempo em que o oxigênio combina-se com o carbono no aço não refinado para reduzir o nível de carbono. A presença de argônio aumenta a afinidade do carbono com o oxigênio, facilitando assim a remoção do carbona

  • DESCARBONETAÇÃO POR OXIGÊNIO SOB VÁCUO (VOD)

O QUE É. Processo para o refino adicional de aço inoxidável mediante a redução do teor de carbono. POR QUE. A quantidade de carbono no aço inoxidável deve ser inferior àquela do aço carbono ou aço baixa liga (i.e., aço com teor de elementos ligantes abaixo de 5percent). Embora os fornos a arco elétrico sejam o meio convencional de fundir e refinar aço inoxidável, o processo VOD é um complemento econômico, uma vez que o tempo operacional é reduzido e as temperaturas são mais baixas do que na metalurgia a forno elétrico. Além disso, usando-se o processo VOD para refinar o aço inoxidável, aumenta-se a disponibilidade do forno elétrico para fins de fusão. COMO. O aço líquido não refinado é transferido do forno elétrico para um recipiente à parte, onde ele é aquecido e agitado por uma corrente elétrica enquanto o oxigênio é injetado por cima do recipiente. Quantidades substanciais de gases indesejáveis escapam do aço e são coletadas por uma bomba a vácuo. As ligas e outros aditivos são então misturados para refinar ainda mais o aço líquido

  • DESCAREPAÇÃO

Remoção da grossa camada de óxidos formada em alguns metais a altas temperaturas.

  • DESCAREPAÇÃO POR HIDRETO

Descarepação mediante a ação de um hidreto em um álcali fundido.

  • DESCARTE

O material cortado de blanks ou painéis conformados.

  • DESCASCAMENTO

A separação de uma camada de um revestimento de uma outra camada ou do metal base devido à aderência deficiente.

  • DESCASCAMENTO

Perda de pequenas porções de um revestimento de esmalte de porcelana. A causa usual é a eliminação de hidrogênio ou outros gases do metal base durante a queima, mas o descascamento pode ocorrer também devido a partículas de óxido ou outros detritos na superfície do metal base. Geralmente, as crateras são pequenas e em forma de cone, mas quando o descascamento é resultado de escamação severa, as crateras podem ser muito maiores e irregulares.

  • DESCONFORME

Um termo da área de controle de qualidade que descreve uma unidade de produto ou serviço que não atende os critérios normais de aceitação para um produto ou serviço específico. Uma unidade desconforme não é necessariamente defeituosa.

  • DESCONTINUIDADE AQUÁTICA

Ocorrência de uma película de água descontínua em uma superfície, indicando um molhamento não uniforme e geralmente associado com uma contaminação superficial.

  • DESCONTINUIDADES DEVIDO AO MANUSEIO

Descontinuidades irregulares causadas por manuseio inadequado de chapas durante o processamento. Estas descontinuidades resultam de dobramento e flexão das chapas ao serem manuseadas.

  • DESEMPENHO

Nivelamento de chapa fina, tira ou chapa grossa laminadas reduzindo ou eliminando as distorções. Veja "Desempeno por tração" e "Desempeno por cilindragem".

  • DESEMPENO

(1) Uma operação preliminar executada no material a ser forjado de modo a posicionar o metal para uma operação de forjamento subseqüente. (2) Remoção de irregularidades ou distorções em chapas finas ou grossas por meio de um método como aplainamento por cilindro ou aplainamento por estiramento.

  • DESEMPENO ENTRE CILINDROS

Desempeno de chapas que foram laminadas em pacotes através da passagem das chapas individuais através de um laminador duo a frio, não sofrendo praticamente nenhuma deformação. Não deve ser confundido com "Desempeno por cilindragem."

  • DESEMPENO POR CALANDRAGEM

Desempeno de metais de vários formatos mediante (1) sua passagem através de uma série de rolos escalonados, sendo os rolos geralmente instalados em planos horizontais e verticais; ou (2) retificação em máquinas de desempeno de dois rolos.

  • DESEMPENO POR CHAMA DIRETA

Correção de distorção em estruturas de metal mediante o aquecimento localizado com uma chama a gás. A superfície extrema de uma ferramenta adjacente à borda de corte e abaixo dela quando a ferramenta encontra-se em uma posição horizontal, como no torneamento. Veja o croqui referente a "ferramenta de corte simples".

  • DESEMPENO POR CILINDRAGEM

Desempeno obtido passando-se o material laminado plano através de uma máquina que possui uma série de rolos escalonados de pequeno diâmetro que são ajustados para produzir um encurvamento reverso repetido.

  • DESEMPENO POR TRAÇÃO

Desempenho de um metal (isto é, remoção de distorções e ondulações) prendendo-o em ambas es extremidades e aplicando uma tensão maior do que seu limite convencional de elasticidade. Às vezes chamado de "Aplainamento por estiramento".

  • DESENCONTRO

Erro no registro entre superfícies forjadas formadas por matrizes opostas.

  • DESENCONTRO DAS FACES DE CONTATO

Uma imperfeição em peça fundida causada pelo desencontro entre a tampa e a parte inferior da caixa de moldagem ou entre o macho e o molde.

  • DESENGRAXAMENTO

Remoção de óleo ou graxa da superfície. Veja desengraxamento com solvente e desengraxamento com vapor.

  • DESENGRAXAMENTO A VAPOR

Desengraxamento de uma peça no vapor acima de um solvente líquido em ebulição, sendo o vapor consideravelmente mais pesado do que o ar. Pelo menos um constituinte das impurezas deve ser solúvel no solvente. Modificações deste processo de limpeza incluem desengraxamento a jato de vapor, desengraxamento a vapor de líquido fervente, e desengraxamento ultra-sônico.

  • DESGASEIFICAÇÃO A VÁCUO

É uma instalação avançada de refino de aço que remove o oxigênio, hidrogênio e nitrogênio sob baixas pressões (em um vácuo) para produzir aço com teor de carbono ultra baixo para aplicações exigentes na indústria automotiva e de equipamentos elétricos. Normalmente realizada na panela, a remoção de gases dissolvidos resulta em um aço mais limpo, mais puro e de melhor qualidade (veja Metalurgia na Panela)

  • DESGASEIFICADOR

Uma substância que pode ser adicionada ao metal líquido para remover gases solúveis que, do contrário, podem ficar oclusos ou aprisionados no metal durante a solidificação. Desgaseificação.

  • DESGASTE ABRASIVO

Remoção de material de uma superfície quando partículas duras deslizam ou rolam sob pressão sobre a superfície. As partículas podem ser soltas ou podem fazer parte de uma outra superfície em contato com a superfície a ser desgastada. Compare com desgaste por adesão.

  • DESGASTE ADESIVO

Remoção de material de uma superfície mediante a soldagem e subseqüente cisalhamento de pequenas áreas de duas superfícies que deslizam uma sobre a outra sob pressão. Em estágios avançados, pode levar a descamação ou a emperramento. Compare com desgaste abrasivo.

  • DESGASTE DE PESSOAL

O QUE É. É uma redução natural do número de empregados como resultado de pedidos de demissão, aposentadorias ou morte. POR QUE. A maior parte das empresas cujos empregados são sindicalizados não pode reduzir unilateralmente o número de empregados para cortar custos. Assim, a administração tem que contar com o "desgaste" para abrir vagas que, por sua vez, não serão preenchidas. Devido ao fato de que a idade média da mão de obra em usinas integradas pode ser superior a 50 anos, um crescente número de aposentadorias pode proporcionar a estas empresas flexibilidade adicional para melhorar sua competitividade

  • DESGASTE LATERAL

A perda de relevo no flanco da ferramenta atrás da borda de corte devido ao contato de atrito entre a peça e a ferramenta durante o corte; medida em termos de dimensão linear atrás da borda de corte original.

  • DESGASTE POR ATRITO

Desgaste de grãos abrasivos em esmerilhamento, de tal modo que bordas vivas tornam-se gradualmente arredondadas. Um rebolo que tenha sofrido este tipo de desgaste normalmente apresenta uma aparência vítrea.

  • DESGASTE POR ATRITO

Um tipo de desgaste que ocorre entre superfícies muito justas submetidas a movimento relativo cíclico de amplitude extremamente pequena. Normalmente, o desgaste por atrito é acompanhado de corrosão, especialmente devido aos detritos de desgaste muito finos. Também chamado de corrosão por atrito, falso Brinelling (pequenas impressões superficiais parecidas com as do ensaio Brinell) (em rolamentos), oxidação por fricção, fadiga por atrito, atrito molecular e oxidação por desgaste.

  • DESGASTE POR ROÇAMENTO

Uma forma de desgaste aderente que produz arranhões superficiais ou um alto polimento nas superfícies de atrito. É observado mais freqüentemente em peças não lubrificadas adequadamente.

  • DESINTEGRAÇÃO ELÉTRICA

Remoção de metal por uma fagulha elétrica atuando no ar. Não permite um controle preciso, sendo que a aplicação mais comum consiste na remoção de ferramentas quebradas, tais como machos e brocas, donde o nome de "saca-macho" usado em oficinas.

  • DESLIZAMENTO DO ELETRODO

Na soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem à resistência de ressaltos (soldagem de projeção) é o deslizamento de um eletrodo ao longo da superfície da peça.

  • DESLOCAMENTO

Uma imperfeição linear em uma rede cristalina de átomos. São reconhecidos dois tipos básicos: deslocamento de borda, que corresponde à fileira de átomos desencontrados ao longo da borda formada por um plano parcial extra de átomos dentro do corpo de um cristal; deslocamento em parafuso, que corresponde ao eixo de uma estrutura em espiral em um cristal, caracterizada por uma distorção que une planos normalmente paralelos, formando uma rampa helicoidal contínua (com um passo de uma distância interplanar) que se enrola ao redor do deslocamento. O caso mais comum é o chamado deslocamento misto, que é o nome dado a qualquer combinação de deslocamento de borda e deslocamento em parafuso.

  • DESLOCAMENTO DE BORDA

Veja "deslocamento".

  • DESLOCAMENTO EM PARAFUSO

Veja "Deslocamento".

  • DESLUSTRE

Descoloração superficial de um metal causada pela formação de uma película fina de produto de corrosão.

  • DESMOLDAGEM

Remoção de peças fundidas de um molde de areia.

  • DESNIQUELAÇÃO

Corrosão em que o níquel é seletivamente lixiviado de ligas contendo níquel. É mais comumente observada em ligas de cobre-níquel após exposição prolongada à água doce.

  • DESORDENAÇÃO

Formação de um arranjo em treliça em que os átomos de solutos e de solventes de uma solução sólida ocupam aleatoriamente os pontos da treliça. Veja também ordenação, supertreliça.

  • DESOXIDAÇÃO

(1) A remoção de oxigênio de metais líquidos mediante o uso de desoxidantes apropriados. (2) Às vezes, refere-se à remoção de elementos indesejáveis além do oxigênio mediante a introdução de elementos ou compostos que reagem prontamente com os mesmos. (3) Em acabamento de metais, é a remoção de camadas de óxido da superfície do metal mediante reação química ou eletroquímica.

  • DESOXIDAÇÃO DE COBRE

Uma etapa no refino de cobre a fogo para reduzir o teor de oxigênio para limites toleráveis cobrindo-se o banho com carvão ou coque e enfiando varas de madeira verde abaixo da superfície. Ocorre uma vigorosa evolução de gases redutores que se combinam com o oxigênio contido no metal.

  • DESOXIDANTE

Uma substância que pode ser adicionada ao metal líquido para remover oxigênio livre ou oxigênio combinado.

  • DESPOLARIZAÇÃO

Uma redução na polarização de um eletrodo.

  • DESPOLARIZADOR

Uma substância que produz despolarização.

  • DESSULFURAÇÃO

O QUE É. Operação em que uma mistura química é injetada em uma panela cheia de gusa líquido para remover o enxofre antes que ele seja carregado no convertedor. POR QUE. O enxofre é agregado ao aço a partir do coque na operação de redução no alto forno e o produtor de aço pode fazer muito pouco para reduzir sua presença. Devido ao fato de que o excesso de enxofre no aço prejudica suas características de soldagem e conformação, a usina tem que acrescentar esta etapa ao processo de fabricação de aço

  • DESVIO

A distância ao longo da coordenada de deformação entre a porção inicial de uma curva tensão-deformação e uma linha paralela que intersecciona a curva de tensão-deformação em um valor de tensão que é usado como uma medida do limite convencional de elasticidade. Ele é usado para materiais que não possuem um limite superior de escoamento óbvio. Geralmente é usado um valor de 0,2%.

  • DETALONAR

Polimento ou outro tratamento abrasivo dos pontos elevados de uma superfície metálica gravada em relevo para produzir um realce que contrasta com o acabamento nas reentrâncias.

  • DETERGENTE

Uma substância química, geralmente usada em solução aquosa, que remove sujeira

  • DETERGENTE CATIÔNICO

Detergente em que o cátion é a parte ativa.

  • DETRITOS

Resíduos de desgaste.

  • DETRITOS DE ESMERILHAMENTO

Mistura de aparas de esmerilhamento e partículas finas de abrasivos e ligantes resultantes de uma operação de esmerilhamento.

  • DEZINCIFICAÇÃO

Corrosão em que o zinco é seletivamente lixiviado de ligas contendo zinco. É mais comumente observada em ligas de cobre-zinco contendo menos de 85% de cobre, após exposição prolongada a água contendo oxigênio dissolvido.

  • DIAFRAGMA

(1) Uma membrana porosa ou permeável que, em uma célula eletrolítica, separa os compartimentos do anodo e do catodo um do outro ou de um compartimento intermediário. (2) Elemento de matriz universal feito de borracha ou material semelhante, usado para conter o fluido hidráulico dentro da cavidade de conformação e transmitir a pressão para a peça que está sendo conformada.

  • DIAGRAMA DE CONSTITUIÇÃO

Representação gráfica dos limites de composição e temperatura dos campos de fase em um sistema de ligas na forma como eles efetivamente existem sob as condições específicas de aquecimento ou resfriamento (sinônimo de diagrama de fase). Um diagrama de constituição pode ser um diagrama de equilíbrio, uma aproximação de um diagrama de equilíbrio ou uma representação de fases ou condições metaestáveis. Compare com "Diagrama de equilíbrio".

  • DIAGRAMA DE EQUILÍBRIO

Uma representação gráfica dos limites de composição, pressão e temperatura de campos de fase em um sistema de liga existentes sob condições de total equilíbrio. Em sistemas metálicos, a pressão é normalmente considerada constante.

  • DIAGRAMA DE FASE

O mesmo que "Diagrama de constituição".

  • DIAGRAMA S-N

Um gráfico que mostra o relacionamento entre tensão (S) e o número de ciclos (N) antes do rompimento em ensaio de fadiga.

  • DIAMANTE ESFERO-CÔNICO

Um penetrador com diamante de formato esfero-cônico especificado usado em um equipamento de teste de dureza Rockwell. Este penetrador é usado para as escalas A, C, D e N para o teste de metais duros. Brass. (Observação: Esta palavra parece perdida no texto.)

  • DIDÍMIO

Uma mistura natural dos elementos terra rara prasiodímio e neodímio; freqüentemente recebe o símbolo quase-químico Di.

  • DIE SCALPING

Remoção de camadas superficiais de barras, vergalhões, arames ou tubos mediante trefilação através de uma matriz de bordas afiadas para eliminar pequenos defeitos superficiais.

  • DIFERENÇA ADMISSÍVEL

É a diferença especificada de tamanhos limites (folga mínima ou interferência máxima) entre peças que se casam, conforme determinado aritmeticamente a partir das tolerâncias e dimensões especificadas de cada peça.

  • DIFERENÇAS

O equipamento de eletrogalvanização é mais caro de ser construído e operado do que a imersão a quente, mas ele proporciona ao fabricante de aço um controle mais preciso sobre o peso do revestimento de zinco. Os fabricantes de veículos compram 90percent de toda a tonelagem produzida, devido ao fato de que eles precisam das características de soldagem, conformação e pintura superiores do aço eletrogalvanizado

  • DIFUSÃO

(1) Dispersão de um elemento constituinte em um gás, líquido ou sólido, tendendo a tornar a composição de todas as partes uniforme. (2) O movimento espontâneo de átomos ou moléculas para novos locais dentro de um material.

  • DILATÔMETRO

Um instrumento para medir a dilatação ou contração linear em um metal resultante de mudanças em fatores tais como temperatura ou alotropia.

  • DIMPLING

(1) Estiramento de um entalhe relativamente raso em uma chapa metálica. (2) Na indústria aeronáutica, o estiramento de metal fino em um flange cônico para uso com um rebite de cabeça embutida.

  • DIREÇÃO LONGITUDINAL

A direção principal de fluxo em um metal trabalhado.

  • DISCO DE CORTE

Um disco abrasivo fino para cortar ou rasgar qualquer material ou peça.

  • DISCO DE POLIR

Seções de polir montadas com a largura de face requerida para utilização em um eixo giratório entre flanges.

  • DISPOSITIVO AUTOMÁTICO DE REMOÇÃO

Um dispositivo automático utilizado para a remoção da peça acabada da matriz da prensa após a mesma ter sido estripada.

  • DISPOSITIVO DE SUJEIÇÃO

Uma chapa, anel ou pinças usados para manter uma peça imobilizada durante a conformação, recorte, perfuração ou corte.

  • DISTÂNCIA DE APROXIMAÇÃO

É a distância linear na direção de alimentação entre o ponto de contato inicial do acessório de corte o ponto de contato pleno do acessório de corte.

  • DISTÂNCIA DO MACHO À MATRIZ

Veja "Distância entre os componentes de uma matriz".

  • DISTÂNCIA ENTRE OS COMPONENTES DE UMA MATRIZ

Espaçamento entre a punção e a matriz; comumente é expresso como espaçamento por lado. Também chamado, distância punção-matriz.

  • DISTORÇÃO

Qualquer desvio em relação a um tamanho, forma ou contorno originais que ocorra devido à aplicação de tensão ou ao alívio de tensão residual.

  • DISTRIBUIÇÃO DE CORRENTE PRIMÁRIA

A distribuição de corrente em uma célula eletrolítica que é isenta de polarização.

  • DISTRIBUIÇÃO DE TAMANHOS DE PARTÍCULA

O percentual por peso ou por número de cada fração em que uma amostra de pó foi classificada em função do número de peneira ou tamanho de partícula. Utilização preferencial: "distribuição de tamanhos de partícula por peso" ou "distribuição de tamanhos de partícula por freqüência".

  • DOBRADEIRA HORIZONTAL

Máquina horizontal, usualmente mecânica, com duas rodas dentadas principais com pinos excêntricos, duas articulações de conexão com um êmbolo, e matrizes para dobramento, conformação e puncionamento de barras e chapas estreitas. Soleiras de vagões ferroviários são produzidos com uma dobradeira horizontal.

  • DOBRADOR

Termo que denota a matriz de estampagem, ferramenta ou dispositivo mecânico projetado para dobrar a peça a ser forjada, dando-lhe a configuração geral das matrizes de estampagem a serem usadas subseqüentemente.

  • DOBRAMENTO EM TRÊS PONTOS

Dobramento de um pedaço de metal ou de um elemento estrutural em que o objeto é colocado sobre dois suportes e a força é aplicada entre tais suportes e em oposição aos mesmos. Veja "Matriz em V".

  • DOENÇA DO ESTANHO

Uma modificação polimórfica do estanho que faz com que ele se esfarele, conhecida como estanho esfarelado. De um modo geral, aceita-se que a taxa máxima de transformação ocorre a - 40 �C ( - 40 �F), mas a transformação pode ocorrer também a temperaturas de até 13 �C (55 �F).

  • DOMÍNIO

Uma subestrutura em um material ferromagnético na qual todos os magnetos elementares (spins de elétrons) são mantidos alinhados em uma direção por forças interatômicas; se isolado, um domínio seria um magneto permanente saturado.

  • DOSE DE RADIAÇÃO

Exposição acumulada a radiação ionizante durante um período de tempo especificado.

  • DRAG-IN

Água ou solução carregada para uma outra solução pela peça sendo trabalhada e pelo equipamento de manuseio correspondente.

  • DRAGOUT

Solução retirada de um banho pela peça sendo trabalhada e pelo equipamento de manuseio correspondente.

  • DÚCTIL AO ENTALHE

Veja "Fragilidade ao entalhe"

  • DUCTILIDADE

Capacidade de um material de sofrer deformação plástica sem sofrer fratura. É medida pela elongação ou redução de área em um ensaio de tração, pela altura da "taça" em um ensaio de ductilidade Erichsen ou por outros meios.

  • DUCTILIDADE

É a capacidade do aço de sofrer mudanças de forma permanentes sem se fraturar à temperatura ambiente

  • DUCTILIDADE AO ENTALHE

A redução percentual de área após a separação completa do metal em um teste de tração de um corpo de prova com entalhe.

  • DUPLICAÇÃO

Em usinagem e esmerilhamento, a reprodução de uma forma a partir de um gabarito com um tipo apropriado de máquina-ferramenta, utilizando um traçador adequado ou um mecanismo controlado por programa.

  • DURAÇÃO DA FADIGA

Número de ciclos de tensão que podem ser suportados antes da ruptura, para uma condição de teste definida.

  • DURAÇÃO DO ARCO

Tempo durante o qual o arco é mantido em uma solda a arco. Também conhecido como tempo de solda.

  • DURALUMÍNIO

(obsoleto) Um termo antes aplicado à classe de ligas de cobre-alumínio curáveis por precipitação, contendo manganês, magnésio ou silício.

  • DUREZA

Resistência de metal à deformação plástica, normalmente por entalhamento. Entretanto, o termo pode se referir também à rigidez ou revenido, ou à resistência ao arranhão, à abrasão ou ao corte. A dureza pode ser medida por meio de vários testes, como por exemplo Brinell, Rockwell e Vickers.

  • DUREZA À PROVA DE LIMA

Dureza determinada pelo uso de uma lima de dureza padrão pressupondo-se que um material que não pode ser cortado com a lima possui uma dureza igual ou maior do que a dureza da lima. Pode-se empregar limas com uma grande variedade de durezas.

  • DUREZA AO RISCO

A dureza de um metal determinada pela largura de um risco feito com uma ponta cortante passada através da superfície com uma determinada pressão.

  • DUREZA BRINELL

A resistência de um material ao entalhe. Este é um tipo usual de teste de dureza em que um instrumento penetrante arredondado ou pontiagudo é pressionado sobre a superfície sob uma carga essencialmente estática.

  • DUREZA KNOOP

Micro-dureza determinada a partir da resistência do metal à penetração por um dispositivo de diamante piramidal com ângulos de borda de 172� 30' e 130�, causando uma impressão romboédrica com uma diagonal longa e uma diagonal curta.

  • DUREZA POR PENETRAÇÃO

O mesmo que "Dureza Brinell".

  • ECM

Abreviatura de usinagem eletroquímica.

  • EDM

Abreviatura de usinagem por descarga elétrica.

  • EFEITO ANÓDICO

Efeito produzido pela polarização do anodo na eletrólise. É caracterizado por um súbito aumento na voltagem e uma redução correspondente na amperagem devido ao fato de que o anodo é virtualmente separado do eletrólito por um camada de gás.

  • EFEITO BARKHAUSEN

Seqüência de mudanças abruptas na indução magnética que ocorre quando a força de magnetização que atua em um corpo de prova eletromagnético é variada.

  • EFEITO CASCA DE LARANJA

Uma rugosidade superficial com um aspecto de grão de seixo quando um metal de estrutura granular anormalmente grossa é submetido a tensões além de seu limite de elasticidade. Também chamado de seixos e pele de jacaré.

  • EFEITO DE BAUSCHINGER

Tanto no caso de metais com estrutura cristalina simples como no caso de metais com estrutura policristalina, qualquer mudança nas características de tensão-deformação que possa ser atribuída a alterações na distribuição de tensão microscópica no metal, distinguindo-se de mudanças causadas por endurecimento por deformação a frio. Em sentido estrito, é o processo em que a deformação plástica em uma direção causa uma redução do limite convencional de elasticidade quando se aplica tensão na direção oposta.

  • EFEITO DE NIVELAMENTO

Efeito apresentado por uma solução galvânica que resulta em uma superfície revestida mais lisa do que o metal base.

  • EFEITO DO TAMANHO

Efeito das dimensões de uma peça de metal sobre suas propriedades mecânicas e outras propriedades, bem como sobre as variáveis de processamento, tais como redução por forjamento e tratamento térmico. Em geral, as propriedades mecânicas são mais baixas para um tamanho maior.

  • EFEITO ELÁSTICO SECUNDÁRIO

Recuperação das dimensões originais em função do tempo após a carga ter sido reduzida ou removida de um corpo submetido a deformação elástica ou plástica. Veja anelasticidade.

  • EFEITO ELETROSTRITIVO

Interação reversível mostrada por alguns materiais cristalinos entre uma deformação elástica e um campo elétrico. A direção da deformação independe da polaridade do campo. Compare com efeito piezelétrico.

  • EFEITO PIEZOELÉTRICO

A interação reversível, apresentada por alguns materiais cristalinos, entre uma deformação elástica e um campo elétrico. A direção da deformação depende da polaridade do campo ou vice versa. Compare com "Efeito eletrostritivo".

  • EFEITO WIPING

Ativação de uma superfície de metal por "wiping" ou atrito mecânico para melhorar a formação de revestimentos de conversão, tais como revestimentos de fosfatos.

  • EFICIÊNCIA ANÓDICA

Eficiência de corrente no anodo.

  • EFICIÊNCIA DA JUNTA

A resistência de uma junta soldada expressada como um percentual da resistência do metal base não soldado.

  • EFICIÊNCIA DE CORRENTE

A proporção de corrente usada em um determinado processo para se obter o resultado desejado; na eletrogalvanização, é a proporção usada para a deposição ou dissolução do metal.

  • EFICIÊNCIA DE DEPOSIÇÃO

Em soldagem, é a relação entre o peso de metal de solda depositado e o peso líquido de eletrodos consumidos, excluída a extremidade descartada do eletrodo.

  • EFICIÊNCIA DO CATODO

Eficiência da corrente no catodo.

  • EIXO DE SOLDA

Uma linha ao longo do comprimento de uma solda perpendicular à seção transversal em seu centro geométrico.

  • EIXO TUBULAR

(1) Um eixo oco ou tubular projetado para deslizar ou girar, contendo um elemento giratório dentro de si. (2) Projeção de eixo removível para sustentar uma ferramenta de corte ou roda de esmeril.

  • EIXO, HASTE

(1) Eixo de uma máquina-ferramenta em que um instrumento de corte ou roda de esmerilhamento pode ser montada. (2) Eixo metálico ao qual uma roda montada é cementada.

  • EJETOR

Um dispositivo montado de tal modo que ele remove ou ajuda a remover da matriz a peça conformada.

  • EJETOR

(1) Um mecanismo para liberar peças conformadas de uma matriz usada para estampagem, recorte, estiramento, forjamento ou operações de recalque. (2) Um orifício parcialmente perfurado em uma peça de chapa metálica, em que a geratriz permanece no orifício e pode ser forçada para fora manualmente se um orifício for efetivamente necessário. (3) Remoção de machos de areia de uma peça fundida. (4) Sacudir um molde de fundição pelo processo de cera perdida para remover a peça e o envoltório da caixa de moldagem.

  • ELASTICIDADE

A capacidade de um sólido se deformar em proporção direta e em fase com um aumento ou redução da força aplicada.

  • ELEMENTO DE LIGA

É um elemento adicionado a um metal para modificar suas propriedades e que permanece no metal.

  • ELEMENTO DE LIGA

Qualquer elemento metálico adicionado durante a fabricação do aço com a finalidade de aumentar a resistência à corrosão, dureza ou a resistência mecânica. Os metais mais comumente utilizados como elementos ligantes em aço inoxidável são o cromo, níquel e molibdênio

  • ELEMENTO GALVÂNICO LOCALIZADO

Uma célula galvânica resultante da falta de homogeneidade entre áreas em uma superfície de metal em um eletrólito. As irregularidades podem ser de natureza física ou química, seja no metal ou em seu ambiente.

  • ELEMENTO RADIOATIVO

Um elemento que possui pelo menos um isótopo que sofre desintegração nuclear espontânea para emitir partículas alfa positivas, partículas beta negativas ou raios gama.

  • ELEMENTO TRAÇADOR RADIOATIVO

Um isótopo radioativo de um elemento usado para estudar o movimento e comportamento de átomos através da observação da distribuição e intensidade de radioatividade.

  • ELEMENTOS RESIDUAIS

Elementos presentes em uma liga em pequenas quantidades, porém não adicionados intencionalmente.

  • ELEMENTOS RESIDUAIS

São as impurezas contidas no aço produzido em mini-mills, resultantes da mistura dos metais dissolvidos na sucata de obsolescência que compõe a carga. Os elementos residuais constituem uma questão fundamental tendo em vista a recente entrada das mini-mills no mercado de laminados planos, onde níveis de elementos residuais elevados podem tornar a chapa de aço muito frágil para ser usada pelo cliente

  • ELETRODEPOSIÇÃO DE PELÍCULA

Eletrodeposição, sob condições especiais, de uma película muito fina de metal que facilitará o chapeamento subseqüente com um outro metal ou com o mesmo metal sob condições diferentes.

  • ELETRODEPOSIÇÃO DE UMA LIGA

É a co-deposição de dois ou mais elementos metálicos.

  • ELETRODEPOSIÇÃO INTEIRAMENTE AUTOMÁTICA

Eletrogalvanização em que a peça sendo trabalhada é transportada automaticamente através de todo o ciclo.

  • ELETRODEPOSIÇÃO SEMI-AUTOMÁTICA

Eletrodeposição em que catodos preparados são mecanicamente passados através do banho de eletrodeposição, com transferências mediante intervenção manual.

  • ELETRODEPOSIÇÃO, DEPOSIÇÃO ELETROLÍTICA

A deposição de uma substância em um eletrodo passando-se corrente elétrica através de um eletrólito. Eletrogalvanização (chapeamento), eletromoldagem, eletrorefinação e recuperação de metais por eletrólise resultam da deposição eletrolítica.

  • ELETRODO

(1) Na soldagem a arco, uma haste transmissora de corrente que sustenta o arco entre a haste e a peça, ou entre duas hastes, como na soldagem a arco de carvão gêmeo. Ele pode ou não fornecer o metal de enchimento. Veja eletrodo não revestido, eletrodo revestido e eletrodo revestido com revestimento leve. (2) Em soldagem por resistência, uma parte de uma máquina de solda por resistência através da qual a corrente e, na maioria dos casos, a pressão são aplicadas diretamente sobre a peça. O eletrodo pode ter a forma de uma roda giratória, um cilindro giratório, barra, cilindro, placa, braçadeira, mandril ou modificações dos mesmos. (3) Um condutor elétrico para transmitir corrente para dentro ou de dentro de um meio.

  • ELETRODO BIPOLAR

Eletrodo em uma célula eletrolítica que não é mecanicamente conectado à alimentação de energia, mas é colocado de tal modo no eletrólito, entre o anodo e catodo, que a parte mais próxima ao anodo torna-se catódica, enquanto a parte mais próxima do catodo torna-se anódica. Também chamado de eletrodo intermediário.

  • ELETRODO COM BAIXO TEOR DE HIDROGÊNIO

Um eletrodo revestido para soldagem a arco que proporciona uma atmosfera de baixo teor de hidrogênio ao redor do arco e do metal de solda fundido.

  • ELETRODO COM REVESTIMENTO DE PÓ DE FERRO

Um eletrodo de soldagem com um revestimento contendo até cerca de 50% de pó de ferro, parte do qual passa a fazer parte do metal depositado.

  • ELETRODO COM REVESTIMENTO LEVE

Um eletrodo de metal de enchimento usado na soldagem a arco, consistindo de um arame metálico com um revestimento leve, geralmente de silicatos ou óxidos metálicos, aplicado após a operação de trefilação visando primariamente a estabilização do arco. Compare com "Eletrodo revestido".

  • ELETRODO COMPOSTO
  • ELETRODO CONSUMÍVEL

Um termo geral para qualquer eletrodo de soldagem a arco feito principalmente de metal de enchimento. Dá-se preferência ao uso de nomes específicos, tais como eletrodo revestido, eletrodo não revestido, eletrodo com alma fundente e eletrodo fracamente revestido.

  • ELETRODO DE CALOMELANO (MEIA PILHA DE CALOMELANO)

Um eletrodo secundário de referência com a seguinte composição: Pt/Hg-Hg2CI2/KCI em solução. Para uma solução de 1,0N KCI, seu potencial em relação a um eletrodo de hidrogênio a 25�C e pressão de uma atmosfera é + 0,281 V.

  • ELETRODO DE CARBONO

Haste de carbono ou grafite usada em equipamento de arco de carvão, tais como na soldagem a arco de carvão ou maçaricos.

  • ELETRODO DE VARETA

Um termo de oficina para eletrodo revestido.

  • ELETRODO DE VIDRO

Um eletrodo de membrana de vidro usado para medir o pH ou a atividade de íon de hidrogênio.

  • ELETRODO INTERMEDIÁRIO

O mesmo que "Eletrodo bipolar".

  • ELETRODO NÃO REVESTIDO

Um eletrodo de metal de enchimento para soldagem a arco, na forma de um arame ou haste sem qualquer revestimento que não aquele inerente à trefilação do arame ou à sua preservação.

  • ELETRODO PARA TODAS AS POSIÇÕES

Em soldagem, trata-se de um eletrodo de metal de enchimento para a deposição de metal de solda nas posições plana, horizontal, vertical e suspensa.

  • ELETRODO REVESTIDO
  • ELETRODO REVESTIDO

Um eletrodo de metal de enchimento de solda composto, constituído de um arame nu ou um eletrodo com núcleo metálico e um revestimento suficiente para proporcionar uma camada de escória sobre o metal de solda depositado. Muitas vezes, o revestimento contém materiais que proporcionam proteção durante a soldagem, desoxidantes para o metal de solda, e estabilização do arco; ele pode conter também elementos de liga ou outros aditivos para o metal de solda.

  • ELETROFORESE

O transporte de materiais macromoleculares ou coloidais carregados em um campo elétrico.

  • ELETROGALVANIZAÇÃO

É um processo de revestimento em que as moléculas no anodo de zinco positivamente carregadas aderem à chapa de aço negativamente carregada. A espessura do revestimento de zinco é controlada continuamente. Aumentando-se a carga elétrica ou reduzindo-se a velocidade de passagem do aço pela área de revestimento, este ficará mais grosso

  • ELETROGALVANIZAÇÃO

Galvanoplastia de zinco em ferro ou aço.

  • ELETRÓLISE

Uma mudança química resultante da passagem de uma corrente elétrica através de um eletrólito.

  • ELETRÓLITO

(1) Um condutor iônico. (2) Um líquido, mais freqüentemente, uma solução, que conduzirá uma corrente elétrica.

  • ELETROMETALURGIA

Recuperação industrial ou processamento de metais e ligas por métodos elétricos ou eletrolíticos.

  • ELETROMOLDAGEM

Produção de peças por meio de eletrodeposição em uma forma removível.

  • ELETROREFINAÇÃO

Uso de métodos elétricos ou eletrolíticos para converter metal impuro em metal mais puro, ou para produzir uma liga a partir de matérias primas impuras ou parcialmente purificadas.

  • ELETROTIPOGRAFIA

A produção de chapas de impressão por meio de eletroconformação.

  • ELONGAÇÃO

Em ensaios de tração, é o aumento no comprimento útil, medido após a fratura do corpo de prova dentro do comprimento útil, usualmente expresso como um percentual do comprimento útil original.

  • ELUTRIAÇÃO

Separação de pó metálico em frações granulométricas por meio de um fluxo ascendente de gás ou líquido.

  • EMBUCHAMENTO

Um mancal ou guia.

  • EMBUTIMENTO; ROMPIMENTO EM FORMA DE TAÇA

(1) A primeira etapa na estampagem profunda. (2) A fratura de vergalhão ou arame submetido a esforços severos, em que uma extremidade tem a aparência de uma taça e a outra de um cone.

  • EMISSIVIDADE

Relação entre a quantidade de energia ou de partículas energéticas irradiadas de uma área unitária de uma superfície e a quantidade irradiada de uma área unitária de um emissor ideal sob as mesmas condições.

  • EMPENAMENTO AO SAIR DO LAMINADOR

Uma condição em que um metal se curva para cima ao sair do laminador devido à maior velocidade do cilindro inferior.

  • EMPILHAMENTO

Em uma câmara associada a um forno metalúrgico, são os tijolos empilhados de forma que o calor dos produtos da combustão possa ser absorvido e posteriormente transferido para o fluxo de ar de entrada quando a direção do fluxo é revertida.

  • EMPOLAMENTO

Área elevada, freqüentemente em forma de domo, resultante de (a) perda de aderência entre um revestimento ou depósito e o metal base, ou (b) delaminação sob a pressão de gás em expansão aprisionado em um metal em uma zona sub-superficial próxima. Bolhas muito pequenas podem ser chamadas de cabeça de alfinete ou bolhas minúsculas.

  • EMULSÃO

Dispersão de uma fase líquida em uma outra.

  • ENANTIOTROPIA

A relação de formas cristalinas da mesma substância em que uma forma é estável acima de uma determinada temperatura e a outra forma é estável abaixo daquela temperatura. Ferrita e austenita são enantiotrópicas em ligas ferrosas, por exemplo.

  • ENCAIXE FOLGADO

Vários encaixes móveis para montagem manual e rotação livre de peças. Veja "ajuste deslizante".

  • ENCAIXE FORÇADO

Qualquer um de vários tipos de encaixe por interferência entre peças montadas usando-se diferentes níveis de força.

  • ENCAIXE OU AJUSTAGEM DE EXPANSÃO

Um encaixe forçado ou por interferência feito colocando-se um elemento interno frio (abaixo de zero) dentro de um elemento externo mais quente e permitindo que a temperatura se equalize.

  • ENCAIXE POR INTERFERÊNCIA

Qualquer uma das várias classes de encaixe entre peças conjugadas em que há uma folga nominal negativa ou zero entre as peças e em que há ou uma interferência entre as peças ou nenhuma folga quando as peças conjugadas são fabricadas de acordo com os respectivos limites extremos de tolerância individual que assegura o encaixe mais preciso entre as peças. Compare com "Ajustagem móvel ou folgada".

  • ENCHARCAMENTO

Manutenção prolongada de uma temperatura selecionada para fazer a homogeneização da estrutura ou da composição.

  • ENCHIMENTO

Material usado para aumentar a massa de um produto sem aumentar sua eficiência em termos de desempenho funcional.

  • ENCHIMENTO

(1) Em operações de corte, o acúmulo indesejado de material removido da peça atrás da borda de corte da ferramenta. (2) Em esmerilhamento, o entupimento dos poros da roda de esmeril com material da peça sendo esmerilhada, geralmente resultando em uma redução da produtividade e da qualidade do acabamento. (3) Na metalurgia do pó, o enchimento da cavidade da matriz com pó.

  • ENCHIMENTO INCOMPLETO DO MOLDE

Uma peça fundida não formada inteiramente devido ao fato de que o metal se solidificou antes que o molde enchesse.

  • ENCRUAMENTO DUPLO

Utilização de dois diferentes tratamentos de encruamento para controlar o tipo de precipitado formado a partir de uma matriz super-saturada, a fim de obter as propriedades desejadas. O primeiro tratamento de encruamento, às vezes chamado de encruamento intermediário ou de estabilização, é usualmente realizado a uma temperatura mais elevada do que a do segundo.

  • ENCRUAMENTO POR ENVELHECIMENTO

Encruamento por envelhecimento, normalmente após um rápido resfriamento ou por trabalho a frio. Veja envelhecimento (encruamento).

  • ENCURVAMENTO POR MEIO DE CILINDROS

Encurvamento de chapas, barras e perfis por meio de cilindros.

  • ENCURVAMENTO TANGENCIAL

Conformação de um ou mais dobramentos idênticos com eixos paralelos mediante o envolvimento de uma chapa de metal ao redor de uma matriz radius em uma única operação. A chapa, que pode ter flanges laterais, é fixada à matriz radius e em seguida é conformada mediante a aplicação de pressão por meio de uma matriz de placa oscilante que se move ao longo da periferia da matriz radius.

  • ENDIREITAMENTO POR ESTICAMENTO

Endireitamento de vergalhão, tubos ou perfis mediante fixação do material em ambas as extremidades e aplicação de tração. Os produtos são alongados numa extensão definida para eliminar o empenamento.

  • ENDURECIMENTO POR CHAMA DIRETA

Um processo para o endurecimento de superfícies de ligas ferrosas temperáveis, em que uma chama intensa é usada para aquecer as camadas superficiais acima da temperatura superior de transformaçao, sendo que, em seguida, a peça é esfriada imediatamente.

  • ENDURECIMENTO POR INDUÇÃO

Um processo de endurecimento superficial em que somente a camada superficial de uma peça ferrosa apropriada é aquecida, por meio de indução eletromagnética, a uma temperatura acima da temperatura crítica superior e imediatamente resfriada.

  • ENDURECIMENTO POR PRECIPITAÇÃO

Endurecimento causado pela precipitação de um constituinte de uma solução sólida supersaturada. Veja também "Age hardening" e "Envelhecimento".

  • ENDURECIMENTO POR PRECIPITAÇÃO

Consiste de um pequeno grupo de aços inoxidáveis com altos teores de cromo e níquel, sendo que os tipos mais comuns têm características próximas às dos aços martensíticos (classe de aço inoxidável contendo cromo, com excepcional resistência) O tratamento térmico proporciona a esta classe de aço sua altíssima resistência e dureza. As aplicações de aços inoxidáveis endurecidos por precipitação incluem eixos para bombas e válvulas, bem como peças para aeronaves

  • ENDURECIMENTO POR TRABALHO A FRIO

O mesmo que encruamento.

  • ENDURECIMENTO SUPERFICIAL

Um termo genérico abrangendo vários processos aplicáveis a uma liga ferrosa apropriada que produz, somente por têmpera mediante choque térmico, uma camada superficial que é mais dura ou mais resistente ao desgaste do que o núcleo do material. Não há nenhuma alteração significativa da composição química da camada superficial. Os processos geralmente utilizados são a têmpera por indução, endurecimento por chama direta e têmpera da casca. Deve-se preferir a utilização do nome específico do processo.

  • ENDURECIMENTO, TÊMPERA, ENCRUAMENTO

Aumento da dureza mediante tratamento apropriado, usualmente envolvendo aquecimento e resfriamento. Quando aplicável, devem ser usados os seguintes termos específicos: Tratamento térmico de precipitação ou envelhecimento, endurecimento por chama direta, endurecimento a indução, endurecimento por precipitação e endurecimento mediante choque térmico.

  • ENERGIA DE ATIVAÇÃO

Energia requerida para iniciação de uma reação metalúrgica; por exemplo, fluxo plástico, difusão, reação química. A energia de ativação pode ser calculada a partir da inclinação da linha obtida traçando-se o logaritmo natural da taxa de reação versus a recíproca da temperatura absoluta.

  • ENERGIA DE IMPACTO

A quantidade de energia requerida para fraturar um material, normalmente medida por meio de um teste Izod ou Charpy. O tipo de corpo de prova e as condições de teste afetam os valores e, por conseguinte, devem ser especificados.

  • ENERGIA DE RADIAÇÃO

A energia de um determinado fóton ou partícula em um raio de radiação, freqüentemente expressa em eletrovolts.

  • ENERGIA ESPECÍFICA

Em operações de corte ou esmerilhamento, a energia gasta ou o trabalho feito para remover um volume unitário de material.

  • ENLATAMENTO

(1) Uma distorção abaulada em uma superfície plana ou quase plana, às vezes designada como oil canning. (2) Envolvimento de um metal altamente reativo com outro relativamente inerte com a finalidade de evitar oxidação indevida do metal ativo durante trabalho a quente.

  • ENLATAMENTO DE ÓLEO

O mesmo que "Enlatamento".

  • ENRUGAMENTO

Uma condição de ondulação que ocorre em estampagem, na área do metal que passa sobre o "draw radius". O enrugamento pode ocorrer também em outras operações de conformação quando as forças de compressão são reguladas de modo desbalanceado.

  • ENSAIO DE ACHATAMENTO

Um teste de qualidade para tubulações em que o corpo de prova é achatado até uma altura especificada entre placas paralelas.

  • ENSAIO DE CORROSÃO EM NÉVOA SALINA

Um ensaio de corrosão acelerada em que os corpos de prova são expostos a uma fina névoa de uma solução, geralmente contendo cloreto de sódio, mas às vezes modificada com outros produtos químicos. Para detalhes sobre o ensaio, veja a norma ASTM B117.

  • ENSAIO DE CORROSÃO POR BORRIFO SALINO

Mais apropriadamente chamado de "Ensaio de corrosão em névoa salina".

  • ENSAIO DE DOBRAMENTO

Um ensaio para determinar a ductilidade relativa de metal a ser conformado (normalmente, chapa, tira, chapa grossa ou arame) de modo a determinar a solidez soundness e a tenacidade do metal (após soldagem, por exemplo). O corpo de prova é normalmente dobrado com um diâmetro especificado e um ângulo especificado em um número especificado de ciclos.

  • ENSAIO DE DOBRAMENTO DIRIGIDO

Um teste em que o corpo de prova é dobrado até uma forma definitiva por meio de um gabarito.

  • ENSAIO DE DUREZA MONOTRON

Um método para determinar a dureza tipo Brinell de metais mediante a medição da carga requerida para forçar um dispositivo penetrante esférico no metal até uma profundidade especificada. Atualmente este método está obsoleto.

  • ENSAIO DE DUREZA ROCKWELL

Um ensaio de dureza com entalhe baseado na profundidade de penetração de um dispositivo penetrante especificado no corpo de prova sob determinadas condições arbitrariamente estabelecidas.

  • ENSAIO DE DUREZA ROCKWELL SUPERFICIAL

Forma de ensaio de dureza Hardwell usando cargas relativamente leves que produzem uma penetração mínima pela punção. Usado para determinar a dureza superficial ou a dureza de seções finas ou de peças pequenas, ou em casos em que uma impressão grande pode ser prejudicial.

  • ENSAIO DE DUREZA SHORE

O mesmo que "Ensaio de Escleroscópio".

  • ENSAIO DE DUREZA VICKERS

Um ensaio de dureza de penetração que emprega um elemento penetrante piramidal de diamante 136� (dickers) e cargas variáveis, possibilitando o uso de uma escala de dureza para todas as faixas de dureza, desde chumbo muito macio até carboneto de tungstênio.

  • ENSAIO DE ESCLEROSCÓPIO

Um ensaio de dureza em que a perda em energia cinética de uma massa cadente de metal, absorvida pela formação de uma mossa quando do impacto da massa cadente sobre o metal sendo testado, é indicada pela altura do rebote.

  • ENSAIO DE EXPANSÃO DE TUBOS

Um teste aplicado a tubos, envolvendo a introdução de uma espiga cônica. Similar ao teste de expansão com pino. Acampanamento.

  • ENSAIO DE FLUÊNCIA E RUPTURA

O mesmo que ensaio de ruptura sob tensão.

  • ENSAIO DE FRATURA

Quebrar um corpo de prova e examinar a superfície fraturada a olho nu ou com um microscópio de baixa potência para determinar aspectos tais como composição, tamanho de grão, profundidade de cementação ou perfeição.

  • ENSAIO DE RUPTURA SOB TENSÃO

Um método para a avaliação da durabilidade a altas temperaturas em que um corpo de prova de ensaio de tração é submetido a tensão sob carga constante até que ele se rompe. Os dados registrados geralmente incluem: tensão inicial, tempo até a ruptura, alongamento inicial, alongamento de fluência, redução de área na ruptura. Também conhecido como "Ensaio de fluência e ruptura".

  • ENSAIO FÍSICO

Determinação de propriedades físicas.

  • ENSAIO MECÂNICO

Determinação de propriedades mecânicas.

  • ENSAIO NÃO DESTRUTIVO

O mesmo que inspeção não destrutiva, porém implicando o uso de um método em que a peça é estimulada e sua reação é medida quantitativamente ou semi-quantitativamente.

  • ENSAIO SÔNICO

Qualquer método de inspeção que utiliza ondas sonoras (na faixa de freqüência audível, de cerca de 20 a 20.000 Hz) para induzir uma resposta de uma peça ou corpo de prova. Às vezes, esta designação é indevidamente usada como sinônimo de ensaio ultra-sônico.

  • ENSAIO ULTRA-SÔNICO

Um ensaio não destrutivo aplicado a materiais condutores de som que têm propriedades elásticas, visando detectar irregularidades ou descontinuidades estruturais dentro do material por meio de um raio ultra-sônico.

  • ENSAIOS DE REVESTIMENTOS ANTI-CORROSIVOS

Um teste de corrosão acelerado para alguns depósitos eletrolíticos.

  • ENSAMBLAGEM

Um desvio em um plano consistindo de duas dobras paralelas em direções opostas, com o mesmo ângulo.

  • ENTALHAR

Fazer uma série de cortes, sendo que cada um, exceto o primeiro, segue o curso do corte precedente, como na abertura de roscas.

  • ENTALHE

Em uma solda por pontos, solda contínua ou solda à resistência de ressaltos é a depressão na superfície externa do metal base.

  • ENVELHECIMENTO

Mudança nas propriedades de certos metais e ligas que ocorre à temperatura ambiente ou a temperaturas moderadamente elevadas após trabalho a quente ou após um tratamento térmico (envelhecimento por têmpera em ligas ferrosas, envelhecimento artificial ou natural em ligas ferrosas e não ferrosas) ou após uma operação de trabalho a frio (encruamento a frio). A mudança nas propriedades deve-se freqüentemente, porém nem sempre, a uma mudança de fase (precipitação), mas nunca envolve uma mudança na composição química do metal ou liga. Veja também encruamento por envelhecimento, envelhecimento artificial, envelhecimento interrompido, envelhecimento natural, superenvelhecimento, encruamento por precipitação, tratamento térmico de precipitação, envelhecimento progressivo, envelhecimento por têmpera, envelhecimento por estágios, encruamento a frio.

  • ENVELHECIMENTO APÓS DEFORMAÇÃO A FRIO

Envelhecimento induzido por trabalho a frio. Veja "Envelhecimento".

  • ENVELHECIMENTO ARTIFICIAL

Envelhecimento acima da temperatura ambiente. Veja envelhecimento. Compare com envelhecimento natural.

  • ENVELHECIMENTO EM ESTÁGIOS

Envelhecimento a duas ou mais temperaturas, em estágios, sem resfriamento até a temperatura ambiente após cada estágio. Veja "Envelhecimento" e compare com "Envelhecimento interrompido" e "Envelhecimento progressivo".

  • ENVELHECIMENTO INTERROMPIDO OU POR ESTÁGIOS

Envelhecimento a uma ou mais temperaturas, em estágios, seguido de resfriamento até a temperatura ambiente após cada estágio. Veja "Envelhecimento" e compare com "Envelhecimento progressivo" e "Envelhecimento em estágios".

  • ENVELHECIMENTO NATURAL

Envelhecimento espontâneo de uma solução sólida supersaturada à temperatura ambiente. Veja "Envelhecimento" e compare com "Envelhecimento artificial".

  • ENVELHECIMENTO POR TÊMPERA

Envelhecimento induzido por rápido resfriamento após tratamento térmico de solubilização.

  • ENVELHECIMENTO PROGRESSIVO

Envelhecimento mediante o aumento da temperatura em estágios ou continuamente durante o ciclo de envelhecimento. Veja "Envelhecimento" e compare com "Envelhecimento interrompido" e "Envelhecimento em estágios".

  • ENVELOPE DE FORJARIA

Veja "tolerância de acabamento".

  • EPITAXIA

Crescimento de um eletrodepósito ou depósito de vapor em que as orientações dos cristais no depósito estão diretamente relacionadas com as orientações dos cristais no substrato cristalino subjacente.

  • EQUAÇÃO MECÂNICA DE ESTADO

Qualquer equação relativa à tensão, deformação, taxa de deformação e temperatura que se baseia no conceito de que o valor instantâneo de qualquer uma destas grandezas é uma função de valor simples das demais grandezas, independentemente do histórico anterior da deformação.

  • EQUALIZAÇÃO DE FRETE

É uma prática comum no setor quando uma usina vende aço fora de sua área geográfica; ela assumirá quaisquer custos extras de transporte (em relação aos concorrentes) para oferecer ao cliente um preço equivalente e assim ganhar o negócio

  • EQUILÍBRIO

(1) (dinâmico) Condição existente quando o eixo de inércia principal de um corpo coincide com seu eixo de rotação. (2) (estático) Condição existente quando o centro de gravidade de um corpo reside em seu eixo de rotação.

  • EQUILÍBRIO

Uma condição dinâmica de equilíbrio atômico, físico, químico ou mecânico em que a condição parece ser de repouso e não de mudança.

  • EQUIVALENTE ELETROQUÍMICO

O peso de um elemento, composto, radical ou íon envolvido em uma reação eletroquímica especificada durante a passagem de uma quantidade unitária de eletricidade.

  • EROSÃO

Destruição de metais ou outros materiais pela ação abrasiva de fluídos em movimento, usualmente acelerada pela presença de partículas sólidas ou matéria em suspensão. Quando simultaneamente ocorre corrosão, freqüentemente usa-se o termo erosão-corrosão.

  • EROSÃO POR CAVITAÇÃO

Veja o termo preferencial, dano por cavitação.

  • EROSÃO-CORROSÃO

Veja "erosão".

  • ESCALA DE CONTRAÇÃO

Uma régua de medição com graduações expandidas para compensar a mudança nas dimensões da peça fundida solidificada à medida em que ele se esfria no molde.

  • ESCALA DE MOH

Um ensaio de dureza ao risco para determinar a dureza comparativa usando dez minerais padrões, desde o talco (o mais macio) até o diamante (o mais duro).

  • ESCAMA

Uma imperfeição consistindo de um pedaço fino e chato de metal incrustado na superfície de uma peça fundida em areia. Uma escama de areia geralmente é separada da peça fundida propriamente dita por uma fina camada de areia, sendo unida à peça fundida ao longo de uma borda. Uma escama de erosão tem aparência similar a um corte.

  • ESCAMA DE PEIXE

Aparência escamosa em um revestimento de esmalte-porcelana em que a evolução de hidrogênio do metal base (ferro ou aço) causa perda de aderência entre o esmalte e o metal base. Normalmente, as escamas individuais são pequenas, mas têm sido observadas escamas com diâmetro de até 25 mm ou mais. As escamas parecem-se com bolhas que trincaram parcialmente ao redor de seu perímetro, mas ainda continuam presas ao revestimento no restante do perímetro; caso se desprenda completamente, ele se torna um tipo de pop-off.

  • ESCANEAMENTO POR CONTATO

Na inspeção ultra-sônica, um movimento sistemático planejado do feixe de luz em relação ao objeto sendo inspecionado, sendo que a unidade de busca permanece em contato e acoplada com este objeto por meio de um fino filme de material de ligação.

  • ESCAREAMENTO

Formação de uma depressão em forma de boca de sino ao redor do topo de um orifício para rebarbação, para receber a cabeça de um fixador ou para receber uma guia.

  • ESCARFAGEM

Corte de áreas superficiais de objetos metálicos, geralmente usando um maçarico a gás oxicombustível. A operação permite a eliminação de imperfeições superficiais de lingotes, tarugos ou das bordas de chapas grossas que têm que ser chanfradas para a execução de soldagem de topo. Veja "Rebarbação".

  • ESCATEL

Qualquer uma de uma série de projeções retas longitudinais em um eixo que se encaixe em ranhuras em uma peça correspondente para transferir rotação ou para formar o eixo.

  • ESCOAMENTO PLÁSTICO

O mesmo que "Deformação plástica".

  • ESCÓRIA

Um produto não metálico resultante da dissolução mútua de fundentes e impurezas não metálicas na fusão, refino e em certas operações de soldagem.

  • ESCÓRIA

São as impurezas em um banho de ferro líquido. Fundentes, como o calcário, podem ser adicionados para estimular a formação de uma escória contendo os elementos indesejados. Devido ao fato de que a escória é mais leve do que o ferro, ela flutuará sobre o banho de metal, de onde ela pode ser removida

  • ESCÓRIA GRAFITOSA

Grafita livre que se forma em ferro fundido hipereutético líquido à medida que ele se resfria. Em peças fundidas, a escória grafitosa pode se segregar na direção da superfície da tampa do molde, onde ela se aloja, ou imediatamente sob a superfície a peça fundida.

  • ESCORIAÇÃO

Uma condição em que o atrito excessivo entre saliências resulta em soldagem localizada com o subseqüente spelling e uma aspereza adicional das superfícies de atrito de uma ou de ambas as peças unidas.

  • ESCORIFICAÇÃO

A oxidação, na presença de fundentes, de chumbo líquido contendo metais preciosos para remover parcialmente o chumbo a fim de concentrar os metais preciosos.

  • ESCORREGAMENTO

(1) O mesmo que deslizamento. (2) Um movimento de cisalhamento não cristalográfico, como um grão sobre outro.

  • ESCOVAÇÃO, BRUNIMENTO

(1) Um processo de limpeza a seco ou por via úmida envolvendo escovação. (2) Uma operação de acabamento mecânico a seco ou por via úmida usando um abrasivo fino e pequena pressão manual ou com um pano ou "wire wheel" para produzir acabamento acetinado ou tipo "butler".

  • ESCUMADEIRA

Uma ferramenta para a remoção de escumalho, escória e borra da superfície de metal líquido.

  • ESCUMALHO

A escuma que se forma na superfície de metais líquidos em grande parte devido à oxidação, mas às vezes devido a ascensão de impurezas até a superfície.

  • ESCUMALHO

Uma mistura de óxido de estanho e liga de ferro-estanho formada como uma crosta em um banho de revestimento de estanho.

  • ESFOLIAÇÃO

Um tipo de corrosão que avança de forma aproximadamente paralela à superfície externa do metal, fazendo com que camadas do metal se elevem devido à formação de produtos de corrosão.

  • ESMERIL

Um mineral impuro do tipo óxido de alumínio ou coríndon usado amplamente como um abrasivo antes do desenvolvimento de produtos de fornos elétricos.

  • ESMERIL DE ARMAÇÃO OSCILANTE

Uma máquina de esmerilhamento suspensa por uma corrente no ponto central, de modo que ela pode ser girada e oscilada em qualquer direção para o esmerilhamento de tarugos, grandes peças fundidas ou outras peças pesadas. A principal aplicação é a remoção de rugosidade e imperfeições superficiais.

  • ESMERILHAMENTO

Remoção de material de uma peça por meio de um rebolo ou cinta abrasiva. Queima de esmerilhamento.

  • ESMERILHAMENTO CILÍNDRICO

Esmerilhamento da superfície cilíndrica externa de uma peça giratória.

  • ESMERILHAMENTO COM ALIMENTAÇÃO FIXA

Operação de esmerilhamento em que o rebolo avança sobre a peça, ou vice-versa, a incrementos determinados ou a uma velocidade determinada.

  • ESMERILHAMENTO COM DISCO

Esmerilhamento com o lado plano de um disco abrasivo ou rebolo segmentado.

  • ESMERILHAMENTO DE PRECISÃO

Esmerilhamento mecânico de acordo com dimensões especificadas e baixas tolerâncias. Compare com "Esmerilhamento grosseiro".

  • ESMERILHAMENTO DE REBARBAÇÃO

Esmerilhamento manual de peças fundidas e peças forjadas para remover metal excedente, tais como linhas divisórias, montante de alimentação e aletas.

  • ESMERILHAMENTO ELETROLÍTICO

Uma combinação de esmerilhamento e usinagem em que um rebolo abrasivo ligado a um metal, usualmente de diamante, é o catodo no contato físico com a peça anódica a ser trabalhada; o contato é feito sob a superfície de um eletrólito apropriado. As partículas abrasivas produzem esmerilhamento e agem como espaçadores não condutores, permitindo a usinagem simultânea através de eletrólise.

  • ESMERILHAMENTO FINAL

A ação de esmerilhamento final em uma peça em que os objetivos são o acabamento superficial e a precisão dimensional.

  • ESMERILHAMENTO GROSSEIRO

Esmerilhamento em que o operador força manualmente a roda de esmeril contra a peça ou vice versa. Freqüentemente, isto implica a manipulação aleatória do esmeril ou da peça para alcançar o resultado desejado. Muitas vezes, as dimensões e tolerâncias não são especificadas ou são especificadas de forma folgada. O operador se baseia principalmente na inspeção visual para determinar o grau de esmerilhamento a ser realizado. Compare com "Esmerilhamento de precisão".

  • ESMERILHAMENTO PLUNGE

Esmerilhamento em que o único movimento relativo da roda de esmeril é radial na direção da peça.

  • ESMERILHAMENTO SUPERFICIAL

Geração de uma superfície plana por meio de esmerilhamento.

  • ESPAÇAMENTO DO BRAÇO DE PRESSÃO

A distância entre superfícies adjacentes dos braços de pressão de uma máquina de soldagem a resistência.

  • ESPESSURA ADICIONAL PARA USINAGEM

Tolerância de acabamento.

  • ESPONJA

Uma forma de metal caracterizada por uma condição porosa resultante da decomposição ou redução de um composto sem que ocorra fusão. O tempo é aplicado a formas de ferro, titânio, zircônio, urânio, plutônio e metais do grupo da platina.

  • ESTADO DE DEFORMAÇÃO

Uma descrição completa da deformação dentro de um volume deformado homogeneamente ou em um ponto. A descrição requer, em geral, o conhecimento de seis componentes de deformação independentes.

  • ESTADO DE DEFORMAÇÃO

Veja "Estado de deformação".

  • ESTADO DE TENSÃO

Uma descrição completa das tensões dentro de um volume deformado homogeneamente ou em um ponto. A descrição requer, em geral, o conhecimento de seis componentes de tensão independentes.

  • ESTADO DE TENSÃO

Veja "Estado de tensão".

  • ESTALAGMÔMETRO

Um aparelho para determinar tensão superficial. A massa de uma gota de líquido é medida mediante pesagem de um número conhecido de gotas ou contando-se o número de gotas obtidas de um determinado volume do líquido.

  • ESTAMPABILIDADE

Uma medida da trabalhabilidade de um metal submetido a um processo de estampagem. Este termo é normalmente utilizado para indicar a capacidade do metal de ser submetido à estampagem profunda.

  • ESTAMPAGEM

Um termo genérico abrangendo quase todas as operações de prensagem. Ele inclui blanking, corte, deformação a quente ou a frio, embutimento, dobramento, cunhagem.

  • ESTAMPAGEM CÔNCAVA

Conformação de uma superfície côncava rasa, apresentando uma grande área quando comparada com a profundidade.

  • ESTAMPAGEM EM BRUTO

O mesmo de forja em bruto.

  • ESTAMPAGEM PROFUNDA

Deformação de peças com reentrâncias profundas, forçando-se a chapa de metal a sofre um escoamento plástico entre matrizes, normalmente sem que ocorra uma redução substancial da espessura da chapa.

  • ESTAMPAGEM, ESTIRAMENTO, REVENIMENTO

(1) Conformação de peças embutidas mediante escoamento plástico do metal em matrizes. (2) Redução da seção transversal de barras, arames ou tubos mediante sua passagem por uma trefila. (3) Designação inapropriada para revenimento.

  • ESTANHAMENTO ELETROLÍTICO

Eletrodeposição de estanho sobre um objeto.

  • ESTAQUEAMENTO (ESTACA-PRANCHA)

É um produto de aço estrutural com bordas projetadas para se intertravarem; é usado na construção de ensecadeiras e no reforço de margem de rios

  • ESTEADITA

Um constituinte estrutural duro de ferro fundido que consiste de um eutético binário de ferrita (contendo algum fósforo na solução) e fosfeto de ferro (Fe3P). A composição do eutético é 10,2% fósforo e 89,8% ferro, sendo a temperatura de fusão de 1050 �C (1920 �F).

  • ESTEREO-RADIOGRAFIA

Uma técnica para produzir radiografias aos pares que podem ser vistas com um estereoscópio para mostrar um fotografia sombreada em três dimensões, com várias seções em perspectiva e relação espacial.

  • ESTIRADO A FRIO

Um termo impreciso aplicado a produtos estirados, como arames e tubos, indicando uma redução a frio substancial sem um recozimento subseqüente. Compare com "Estirado leve".

  • ESTIRADO COM REDUÇÃO DE 25% DA SEÇÃO

Um encruamento de ligas não ferrosas e algumas ligas ferrosas caracterizado por um limite de resistência à tração mais ou menos no ponto intermediário entre aquele da têmpera branda e da têmpera média.

  • ESTIRADO LEVE

Um termo impreciso aplicado a produtos estirados, tais como arame e tubos, para indicar uma quantidade menor de redução a frio do que no caso de produtos encruados.

  • ESTIRAMENTO À FORJA

Uma operação de estiramento resultante do forjamento de uma série de recalques ao longo do comprimento da pela sendo trabalhada.

  • ESTIRAMENTO REVERSO

Estiramento em uma direção oposta à direção do estiramento original.

  • ESTOQUES DE CENTROS DE SERVIÇO DE AÇO

É o estoque de materiais no final do período informado pelo Steel Service Center Institute (SSCI)

  • ESTRANGULAMENTO

Redução localizada na área de um corpo de prova durante deformação de tração.

  • ESTRIAMENTO

Uma característica de fratura de fadiga freqüentemente observada em micrografias eletrônicas, que indica a posição da frente de trincamento após cada ciclo sucessivo de tensão. A distância entre os estriamentos indica o avanço da frente de trincamento através daquele cristal durante um ciclo de tensão, e uma linha perpendicular aos estriamentos indica a direção da propagação de trinca local.

  • ESTRIAS DE FADIGA

Linhas paralelas freqüentemente observadas em fractografias de microscópio eletrônico de superfícies de fratura de fadiga. As linhas são transversais à direção de propagação da trinca; a distância entre linhas sucessivas representa o avanço da frente de fissuração durante um ciclo de variação de tensão.

  • ESTRIAS DE NEUMANN

Macla mecânica em ferrita.

  • ESTRUTURA BANDEADA

Uma estrutura segregada consistindo de faixas alternadas de composição distinta, quase paralelas, tipicamente alinhadas na direção do trabalho a quente primário.

  • ESTRUTURA BETA

Uma designação de Hume-Rothery para fases cúbicas de corpo centrado estruturalmente análogas (similar a latão beta) ou compostos de elétrons que têm relação de três elétrons para dois átomos. Não deve ser confundida com uma fase beta em um diagrama de constituição.

  • ESTRUTURA COM SUB-LIMITES

Uma rede de contornos de ângulo pequeno (geralmente menos de um grau) dentro dos cristais principais de uma estrutura metalográfica.

  • ESTRUTURA COMPOSTA
  • ESTRUTURA CRISTALINA DO METAL FUNDIDO

Estrutura metalográfica de uma peça fundida evidenciada pelo formato e orientação dos grãos e pela segregação de impurezas.

  • ESTRUTURA CRISTALINA EM MOSAICO

Em cristais, uma subestrutura em que as regiões vizinhas têm orientações apenas ligeiramente distintas.

  • ESTRUTURA CRISTALINA RETICULAR

Uma estrutura em que um constituinte ocorre primariamente nos limites de grão, envolvendo assim total ou parcialmente os grãos dos demais constituintes.

  • ESTRUTURA DE ALINHAMENTO

(1) Desvios em relação ao alinhamento perfeito dos braços paralelos de um dendrito colunar como resultado de contração interdendrítica durante a solidificação de um líquido. Este tipo de desvio pode variar em orientação de uma área para outra de uns poucos minutos até dois graus de arco. (2) Um tipo de subestrutura que consiste de subgrãos alongados.

  • ESTRUTURA DE GRÃO EQUIAXIAL

Uma estrutura em que os grãos têm aproximadamente as mesmas dimensões em todas as direções.

  • ESTRUTURA DE WIDMANSTATTEN

Uma estrutura caracterizada por um padrão geométrico resultante da formação de uma nova fase ao longo de certos planos cristalográficos da solução sólida matriz. A orientação do reticulado na nova fase está cristalograficamente relacionada com a orientação do reticulado na fase matriz. A estrutura foi originalmente observada em meteoritos, mas pode ser produzida em muitas outras ligas através de tratamento térmico apropriado.

  • ESTRUTURA EM FORMA DE COLUNA
  • ESTRUTURA EPSILON

Uma designação de Hume-Rothery para fases compactas estruturalmente análogas ou compostos eletrônicos como CuZn3 que têm relações de sete elétrons de valência para quatro átomos. Não deve ser confundido com fase epsilon em um diagrama de constituição.

  • ESTRUTURA FIBROSA

Uma macroestrutura encontrada particularmente em ferro pudlado e em barras extrudadas de ligas de alumínio que apresentam superfícies de separação alongadas quando fraturadas.

  • ESTRUTURA GAMA

Uma designação de Hume-Rothery para fases compactas estruturalmente análogas ou compostos eletrônicos que têm relações de valência de 21 elétrons para 13 átomos; geralmente, é uma grande estrutura cúbica complexa. Não deve ser confudida com fase gama em um diagrama de constituição.

  • ESTRUTURA LAMELAR

(1) Um tipo de descontinuidade com separação ou fraqueza geralmente alinhada paralelamente à superfície trabalhada de um metal. Pode ser resultante de rechupe, bolhas, fendas, inclusões ou segregação que são alongadas e direcionadas durante o processamento. Podem ocorrer lamelas também em compactados da metalurgia do pó. (2) Em produtos elétricos como motores, uma peça recortada de chapa de aço elétrico que é empilhada com várias outras peças idênticas para compor um estator ou rotor.

  • ESTRUTURA OLHO DE BOI

Microestrutura de ferro fundido dútil ou maleável quando nódulos de grafite são circundados por uma camada de ferrita em uma matriz perlítica.

  • ESTRUTURA SPINODAL

Uma mistura homogênea fina de duas fases que se formam pelo crescimento de ondas de composição em uma solução sólida durante tratamento térmico apropriado. As fases de uma estrutura spinodal diferem em composição umas das outras e em relação ao metal base, mas têm a mesma estrutura cristalina que o metal base.

  • EUTECTÓIDE

(1) Uma reação isotérmica reversível em que uma solução líquida, ao se resfriar, é convertida em dois ou mais sólidos inteiramente misturados, sendo o número de sólidos formados igual ao número de componentes no sistema. (2) Uma liga com uma composição indicada pelo ponto eutético em um diagrama de equilíbrio. (3) Um estrutura de liga de constituintes sólidos misturados entre si, formada por uma reação eutética.

  • EUTÉTICO

(1) Uma reação isotérmica reversível em que uma solução líquida, ao se resfriar, é convertida em dois ou mais sólidos inteiramente misturados, sendo o número de sólidos formados igual ao número de componentes no sistema. (2) Uma liga com uma composição indicada pelo ponto eutético em um diagrama de equilíbrio. (3) Um estrutura de liga de constituintes sólidos misturados entre si, formada por uma reação eutética.

  • EUTÉTICO COALESCIDO

Uma aparência metalográfica em que os dois constituintes de uma estrutura eutética aparecem como fases maciças e não como a mistura finamente dividida característica das estruturas eutéticas normais. Freqüentemente, um dos constituintes do eutético apresenta continuidade com um constituinte proeutético acompanhante, sendo indistinguível deste.

  • EXATIDÃO

O quanto uma medição se aproxima do valor real da quantidade medida. Uma vez que o valor real não pode ser efetivamente medido, o valor mais provável dentre os dados disponíveis é usado como "a verdade", consideradas de forma crítica as possíveis fontes de erro. Compare com precisão.

  • EXPANSÃO INTERNA, BOJAMENTO

Expansão das paredes de um recipiente, carcaça ou tubo com um macho segmentado expandido internamente ou um macho composto de ar, líquidos ou semilíquidos, tais como ceras, borracha ou outros elastômeros.

  • EXPOENTE DE ENCRUAMENTO POR DEFORMAÇÃO A FRIO

Uma medida da taxa de encruamento por deformação a frio. A constante n na expressão: ( = (0 (n onde a é a tensão real; (0 é a tensão real à deformação unitária, e ( é a deformação real.

  • EXSUDAÇÃO

Exsudação de uma fase de baixo ponto de fusão durante a solidificação. Também conhecido como "sweatback". No caso de bronzes para fundição de engrenagens, ele é chamado de "Exsudação de estanho".

  • EXSUDAÇÃO DE ESTANHO

Veja "Exsudação"

  • EXTENSÖMETRO

Um instrumento para medir alterações de comprimento causadas pela aplicação ou remoção de uma força. É normalmente usado em ensaios de tração de corpos de prova metálicos.

  • EXTRA-DURO

Um revenimento de ligas não ferrosas e de algumas ligas ferrosas caracterizado por um limite de resistência à tração e por uma dureza equivalentes a cerca de um treço entre "full hard" e o revenimento elástico extra.

  • EXTRA-DURO

Um revenimento de ligas não ferrosas e algumas ligas ferrosas correspondendo aproximadamente a um estado de trabalho a frio além do qual o material não mais pode ser deformado por flexão. Nas especificações, revenido extra-duro é comumente definido em termos de dureza mínima ou limite de resistência à tração mínimo (ou, alternativamente, como uma faixa de dureza ou de resistência) correspondendo a um percentual específico de redução a frio subseqüente a um recozimento pleno. No caso de alumínio, revenido extra-duro é equivalente a uma redução de 75 por cento em relação ao recozimento pleno; no caso de aços inoxidáveis austeníticos, uma redução de cerca de 50 a 55 por cento.

  • EXTREMIDADE DE BARRA

Veja "perda de extremidade". (Observação: Não existe o item "end loss".)

  • EXTRUSÃO

Conversão de um lingote ou tarugo em peças com seção transversal uniforme forçando o metal a fluir plasticamente através de um orifício de matriz. Na extrusão direta (extrusão convencional), a matriz e o êmbolo encontram-se em lados opostos do material a ser extrudado, sendo que o material e o êmbolo se movem na mesma direção. Além disso, há um movimento relativo entre o material a ser extrudado e o container. Na extrusão indireta (extrusão para trás), a matriz encontra-se na extremidade do material no lado do êmbolo, sendo que o material se move na direção oposta à do êmbolo, seja ao redor do êmbolo (como na extrusão sob impacto de cilindros, como por exemplo invólucros para baterias secas) ou para cima através do centro de um êmbolo ôco. A extrusão por impacto é o processo (ou produto resultante) em que uma punção atinge o material a ser processado (normalmente não aquecido) em uma matriz fechada. O fluxo de metal pode ocorrer entre a punção e a matriz ou através de uma outra abertura. A extrusão por impacto de material não aquecido é frequentemente chamada de extrusão a frio. Veja também "processo de Hooker", que usa um material perfurado. Extrudado em perfil escalonado é um único produto que tem uma ou mais alterações abruptas na seção transversal. Ele é produzido interrompendo-se a extrusão para trocar as matrizes. Frequentemente, tais extrudados são feitos em uma matriz complexa que possui uma seção de matriz que pode ser liberada da matriz principal, permitindo ride out with o produto quando a extrusão é retomada.

  • EXTRUSÃO A FRIO
  • EXTRUSÃO CONVENCIAL

O mesmo que extrusão direta. Veja "extrusão".

  • EXTRUSÃO DIRETA

Veja extrusão.

  • EXTRUSÃO EM PERFIL ESCALONADO

Um produto com uma ou mais mudanças abruptas de seção transversal, geralmente obtidas pela interrupção da operação de extrusão e trocando-se as matrizes.

  • EXTRUSÃO INDIRETA

Veja "Extrusão".

  • EXTRUSÃO LATERAL

Uma operação em que o produto é extrudado para os lados através de um orifício na parede do receptáculo.

  • EXTRUSÃO PARA TRÁS

O mesmo de extrusão indireta. Veja extrusão.

  • EXTRUSÃO POR IMPACTO

Veja "Extrusão".

  • FÁBRICA DE FOLHA DE FLANDRES

É uma instalação contínua de estanhagem para produzir folha de flandres a ser usada em latas de bebidas e alimentos e em outros recipientes

  • FABRICANTE

É um produtor de produtos intermediários que não produz também metal primário. Por exemplo, um fabricante de vergalhões (veja Vergalhões) compra vergalhões e processa o material de acordo com as especificações de um projeto de construção específico

  • FACE

Em uma ferramenta de torno, a superfície contra a qual os cavacos se apoiam à medida em que são formados. Veja o croqui referente a "Ferramenta de corte simples".

  • FACE DA RAIZ

A porção da face do chanfro de solda adjacente à raiz da junta.

  • FACE DA SOLDA

A face exposta de um solda a arco ou a gás no lado a partir do qual a soldagem foi feita. Veja o croqui correspondente a solda em filete.

  • FACE DE FUSÃO

Uma superfície do metal base que será fundida durante a soldagem.

  • FACE DO CHANFRO

A porção de uma superfície ou superfícies de um elemento incluída em um chanfro. Veja o croqui referente a "raiz de junta".

  • FACEAMENTO

(1) Em usinagem, a geração de uma superfície em uma peça giratória mediante a passagem de uma ferramenta perpendicular ao eixo de rotação. (2) Em fundição, areia especial colocada em um molde para melhorar a qualidade superficial da peça fundida. (3) Para resistência à abrasão, veja o termo preferencial "recobrimento superficial mediante soldagem".

  • FACILIDADE DE ESMERILHAMENTO.

Facilidade relativa de esmerilhamento, análoga à usinabilidade.

  • FADIGA

Fenômeno que leva à fratura sob tensões repetitivas ou flutuantes, tendo um valor máximo inferior ao limite de resistência à tração do material. Fraturas de fadiga são progressivas, começando como pequenas trincas que crescem sob a ação da tensão flutuante.

  • FADIGA ESTÁTICA

Um termo às vezes usado para identificar uma forma de fragilização pelo hidrogênio em que um metal parece se fraturar espontaneamente sob uma tensão constante inferior ao limite de escoamento. Quase sempre há um retardo entre a aplicação da tensão (ou exposição do metal sob tensão ao hidrogênio) e o início do trincamento. Mais apropriadamente designado como trincamento retardado induzido por hidrogênio.

  • FADIGA POR ATRITO

Fratura de fadiga que se inicia em uma área superficial em que ocorreu atrito.

  • FADIGA POR CONTATO

Trincamento e subsequente cavitação de uma superfície sujeita a tensões Hertzianas alternadas, como aquelas produzidas sob contato de rolamento ou rolamento e deslizamento combinados. O fenômeno de fadiga por contato é encontrado mais frequentemente em engrenagens ou mancais de elementos rolantes, em que as tensões superficiais são elevadas devido às cargas concentradas e repetidas muitas vezes durante a operação normal.

  • FADIGA PROVOCADA POR ATRITO

Fadiga iniciada em uma superfície danificada por atrito contra um outro corpo. Veja desgaste por atrito.

  • FADIGA TÉRMICA

Fratura resultante da presença de gradientes de temperatura que variam com o tempo de modo a produzir tensões cíclicas em uma estrutura.

  • FAIXA DE CHAPEAMENTO

A faixa de densidade de corrente em que se pode obter um chapeamento satisfatório.

  • FAIXA DE CONGELAMENTO

Faixa de temperatura entre as temperaturas liquidus e solidus em que coexistem constituintes líquidos e sólidos.

  • FAIXA DE CORRENTE DE CHAPEAMENTO LUSTROSO

Faixa de densidades de corrente (permanecendo as demais condições inalteradas) em que um determinado banho eletrolítico produz um chapeado lustroso.

  • FAIXA DE TEMPERATURA DE FORJAMENTO

Faixa de temperatura em que um metal pode ser forjado com sucesso.

  • FAIXA DE TEMPERATURAS DE FUSÃO

Faixa de temperatura em que uma liga que não seja um composto ou eutético passa de sólido para líquido. A faixa de temperatura da curva solidus para a curva liquidus em qualquer composição dada em um diagrama de constituição.

  • FAIXA DE TENSÃO

A diferença algébrica entre a tensão máxima e a tensão mínima em um ciclo de uma tensão de variação repetitiva.

  • FAIXA MARTENSÍTICA

O intervalo de temperatura entre Ma e Mf.

  • FAIXAS DE ESCORREGAMENTO

Um grupo de linhas de escorregamento paralelas com um espaçamento tão pequeno que parecem uma única linha quando observadas em um microscópio ótico. Veja "Linha de escorregamento".

  • FAIXAS DE FERRITA

Faixas paralelals de ferrita livre alinhadas na direção de trabalho. Às vezes é chamada de listas de ferrita.

  • FAIXAS DE TEMPERATURAS CRÍTICAS

Sinônimo de faixas de transformação, que é o termo preferido.

  • FAIXAS DE TRANSFORMAÇÃO

Aquelas faixas de temperatura em que uma fase se forma durante o aquecimento e se transforma durante o resfriamento. As duas faixas são distintas, às vezes se sobrepondo, porém nunca coincidindo. As temperaturas limites das faixas dependem da composição da liga e da taxa de mudança de temperatura, especialmente durante o resfriamento. Veja "Temperatura de transformação".

  • FALHA

Um termo genérico usado para significar que uma peça em serviço (a) tornou-se totalmente inoperante, (b) ainda pode ser operada mas é incapaz de executar satisfatoriamente sua função, ou (c) deteriorou-se seriamente, a ponto de tornar-se inconfiável ou insegura para utilização continuada.

  • FALHA DEVIDO AO CALOR

Um padrão de trincas superficiais paralelas que se formam devido ao aquecimento e resfriamento rápidos e alternados do metal superficial, às vezes encontrado em matrizes de forja e punções de perfuração. Pode haver dois conjuntos de trincas paralelas, sendo um conjunto perpendicular ao outro.

  • FARINHA DE SÍLICA

Um aditivo de areia contendo cerca de 99,5% de sílica, usualmente produzido mediante a pulverização de areia de quartzo em grandes moinhos de bola para um tamanho de malha de 80 a 325.

  • FASE CONTÍNUA

Em uma liga ou porção de uma liga contendo mais de uma fase, é a fase que forma a matriz em que a(s) outra(s) fase(s) está(ão) presente(s) como unidade(s) isolada(s).

  • FASE INTERMEDIÁRIA

Em uma liga ou em um sistema químico, uma fase homogênea distinguível cuja faixa de composição não se estende para nenhum dos componentes puros do sistema.

  • FASE SIGMA

Uma fase intermediária não magnética dura e frágil com uma estrutura cristalina tetragonal, contendo 30 átomos por célula unitária, grupo espacial P42/mnm, e que ocorre em muitas ligas binárias e ternárias dos elementos de transição. A composição desta fase nos vários sistemas não é a mesma e a fase geralmente apresenta uma ampla faixa em homogeneidade. A composição da liga com um terceiro elemento de transição geralmente aumenta o campo de homogeneidade e estende-o profundamente na seção ternária.

  • FASE TERMINAL

Uma solução sólida com uma faixa restrita de composições, sendo que uma das extremidades da faixa é um componente puro de um sistema de liga.

  • FATOR DE CONCENTRAÇÃO DE TENSÃO

(Kt) Um fator multiplicador para a tensão aplicada que leva em consideração a presença de uma descontinuidade estrutural, como, por exemplo, um entalhe ou um orifício. Kt é igual à relação entre a maior tensão na região da descontinuidade e a tensão nominal para toda a seção.

  • FATOR DE INTENSIDADE DE TENSÃO

Um fator de gradação, geralmente indicado pelo símbolo K, usado na mecânica de fratura elástica linear para descrever a intensificação da tensão aplicada na crista de uma trinca de tamanho e forma conhecidos. No início da propagação de trinca rápida em qualquer estrutura contendo uma trinca, o fator é chamado de fator de intensidade de tensão crítica, ou ductilidade à fratura. Vários complementos são usados para indicar diferentes condições de carga ou diferentes ductilidades à fratura. O complementos mais comuns, bem como seus significados, são: KC. Ductilidade à fratura sob tensão plana. O valor de intensidade de tensão à qual a propagação de trinca se torna rápida em seções mais finas do que aquelas em que prevalecem condições de deformação plana. KI. Fator de intensidade de tensão para uma condição de carga que desloca as faces da trinca em uma direção perpendicular ao plano da trinca (também conhecido como o modo de abertura de deformação). KIc. Ductilidade à fratura sob deformação plana. O valor mínimo de Kc para qualquer material e condição dados, o qual é atingido quando a propagação de trinca rápida no modo de abertura é controlado por condições de deformação plana. KId. Ducitilidade à fratura dinâmica. Ductilidade à fratura determinada sob condições de carga dinâmica; ela é usada como uma aproximação de Klc para materiais muito duros. KIscc. Intensidade de tensão limite para trincamento atribuível à corrosão sob tensão. Um valor de intensidade de tensão característico de uma combinação específica de material, condição do material e ambiente corrosivo acima do qual ocorre a propagação de trinca atribuível à corrosão sob tensão e abaixo do qual o material é imune ao trincamento atribuível à corrosão sob tensão.

  • FATOR DE REDUÇÃO DA RESISTÊNCIA À FADIGA (KF)

Relação entre a resistência à fadiga de um elemento ou corpo de prova sem qualquer concentração de tensão e a resistência à fadiga com concentração de tensão. Kf não tem qualquer significado a menos que a faixa de tensão e o formato, tamanho e tipo de material do elemento ou corpo de prova sejam indicados.

  • FATORES DE CONCENTRAÇÃO DE TENSÃO

Mudanças no contorno ou descontinuidades na estrutura que causam aumentos locais na tensão.

  • FEM

Uma abreviatura de força eletromotriz.

  • FENDA DE ESCORREGAMENTO

Uma ruptura em um compactado verde da metalurgia do pó que se desenvolve durante a ejeção do compactado da matriz. Veja também "Fratura do compactado" e "Estrutura lamelar"

  • FENDA DE FRAGILIDADE

Separação de um sólido acompanhada de pouca ou nenhuma deformação plástica macroscópica. Tipicamente, a fenda de fragilidade ocorre mediante uma rápida propagação da fenda com um gasto de energia menor do que no caso de fratura dútil.

  • FENDA NO PÉ DO FILETE

Uma fenda no metal base no pé da solda.

  • FENDAS CAPILARES

O mesmo que "Flocos".

  • FERRAMENTA DE CORTE SIMPLES

Veja a definição de nomenclatura no croqui correspondente.

  • FERRAMENTA DE DIAMANTE

(1) Um diamante, perfilado ou lapidado de acordo com o contorno de uma ferramenta de corte com uma única ponta, para uso em usinagem de precisão de materiais não ferrosos e não metálicos. (2) Às vezes, uma inserção feita de compactados de diamante multicristalinos.

  • FERRAMENTA DE LIGAS FUNDIDAS

Ferramenta de corte feita com uma liga fundida à base de cobalto e usada a velocidades de usinagem situadas entre aquelas aplicáveis para aço-rápido e para carbonetos sinterizados.

  • FERRAMENTA DE PERFILAMENTO

Uma ferramenta de corte não giratória de borda simples, circular ou plana, que produz na peça um formato inverso ao seu.

  • FERRAMENTAS CERÂMICAS

Ferramentas de corte feitas de óxidos metálicos fundidos, sinterizados ou cementados.

  • FERRAMENTAS DE CARBONETO

Ferramentas de corte ou de conformação, normalmente feitas de carbonetos tungstênio, titânio, tântalo ou nióbio, ou de uma combinação dos mesmos, em uma matriz de cobalto, níquel ou outros metais. As ferramentas de carboneto são caracterizadas por elevada dureza e resistência à compressão, podendo ser revestidas de modo a aumentar sua resistência ao desgaste.

  • FERRAMENTAS DE CORTE DO TIPO DE FACEAMENTO

Ferramentas de corte que podem ser montadas e acionadas diretamente na parte frontal do eixo da máquina.

  • FERRITA

(1) Uma solução sólida de um ou mais elementos em ferro cúbico centrado no corpo. A menos que de outra forma designada (por exemplo, como ferrita de cromo), supõe-se, em geral, que o soluto seja carbono. Em alguns diagramas de equilíbrio existem duas regiões de ferrita separadas por uma área de austenita. A área inferior é ferrita alfa; a superior, ferrita delta. Se não houver nenhuma designação, pressuõe-se que seja ferrita alfa. (2) No campo do magnetismo, são substâncias que têm a fórmula geral: M++O.M2+++O3, freqüentemente sendo o metal trivalente o ferro.

  • FERRITA ACICULAR

Uma ferrita não equiaxial altamente subestruturada que se forma, sob condições de resfriamento contínuo, por meio de uma difusão mista e modo de transformação de cisalhamento que começa a uma temperatura ligeiramente acima da faixa de temperatura de transformação para a bainita superior. Ela distingue-se da bainita pelo fato de que ela tem um volume limitado de carbono disponível; assim, há apenas um pequeno volume de carboneto presente.

  • FERRITA ALFA

Veja ferrita.

  • FERRITA DELTA

Veja ferrita

  • FERRITA LIVRE

Ferrita formada diretamente a partir da decomposição de austenita hipo-eutectóide durante o resfriamento, sem a formação simultânea de cementita. Também chamada de ferrita proeutectoide.

  • FERRÍTICO

É a segunda maior classe de aço inoxidável, constituindo aproximadamente 25percent da produção de aço inoxidável. Os aços inoxidáveis ferríticos são aços-cromo sem um teor significativo de níquel; a ausência de níquel resulta em uma menor resistência à corrosão do que os aços austeníticos (aços cromo-níquel inoxidáveis). Os ferríticos são mais bem adaptados para aplicações gerais e sujeitas a corrosão sob alta temperatura do que às aplicações que exijam alta resistência. Eles são usados em acessórios e sistemas de escapamento de veículos, ornamentos arquitetônicos interiores e tanques de água quente. Duas das qualidades mais comuns são o tipo 430 (qualidade para fins gerais apropriada para muitas aplicações, incluindo decoração) e o tipo 409 (qualidade de baixo custo bem adequada para resistir a altas temperaturas)

  • FERRO ALFA

É a forma cúbica de corpo centrado de ferro puro, estável abaixo de 910�C (1670�F).

  • FERRO BRIQUETADO A QUENTE (HBI)

Ferro de redução direta que foi processado em forma de briquetes. Em vez de usar um alto forno, o oxigênio é removido do minério usando gás natural, resultando em uma material que contém de 90 a 92percent de ferro. Devido ao fato de que o DRI pode entrar em combustão espontânea durante o transporte, dá-se preferência ao HBI quando o material metálico tem que ser estocado ou movimentado

  • FERRO CG

O mesmo que ferro fundido grafítico compactado.

  • FERRO DE REDUÇÃO DIRETA (DRI)

O QUE É. Minério de ferro processado que é suficientemente rico em ferro para ser usado como substituto da sucata na siderurgia à base de forno elétrico. POR QUE. À medida que as mini-mills ampliam sua linha de produtos da chapa fina, elas precisam de sucata de qualidade muito melhor para se aproximarem da qualidade das usinas integradas. Ao possibilitar que as mini-mills usem minério de ferro sem usar o alto forno, o DRI pode servir como uma matéria prima com baixos níveis de resíduos, aliviando a dependência das mini-mills em relação à sucata mais limpa e de alto preço. COMO. As impurezas presentes no minério de ferro britado são eliminadas através do uso de quantidades maciças de gás natural. Embora o resultado seja um ferro com pureza de 97percent (comparado com a pureza de apenas 93percent do gusa de alto forno devido à saturação com carbono), o DRI só é economicamente viável em regiões em que o gás natural apresenta um preço atrativo

  • FERRO DÚCTIL

Um ferro fundido que foi tratado, enquanto estava líquido, com um elemento como magnésio ou cério para induzir a formação de grafite livre na forma de nódulos ou esferulitas, o que proporciona ao metal fundido um grau mensurável de ductilidade. Também conhecido como ferro fundido nodular, ferro fundido com grafite esferulítico ou ferro de grafite esferoidal.

  • FERRO EM LINGOTE

Ferro puro de qualidade comercial.

  • FERRO ESPECULAR (FERRO SPIEGEL)

Um ferro gusa contendo de 15% a 30% de Mn e de 4,5% a 6,5% de Carbono.

  • FERRO ESPONJA

Ferro poroso ou pulverizado produzido diretamente sem fusão, como no aquecimento de minério de alta qualidade com carvão vegetal, ou um óxido com um gás redutor.

  • FERRO FUNDIDO

Termo genérico para uma grande família de ligas ferrosas fundidas em que o teor de carbono excede a solubilidade de carbono em austenita à temperatura eutética. A maior parte dos ferros fundidos contém pelo menos 2 por cento de carbono, além de silício e enxofre, podendo ou não conter outros elementos de liga. Para as várias formas de ferro fundido cinzento, ferro fundido branco, ferro fundido maleável e ferro fundido nodular, a palavra "fundido" é muitas vezes eliminada, resultando em "ferro cinzento", "ferro branco", "ferro maleável" e "ferro nodular", respectivamente.

  • FERRO FUNDIDO BRANCO

Ferro fundido que apresenta uma fratura branca devido ao fato de que o carbono está na forma combinada.

  • FERRO FUNDIDO CINZENTO

Um ferro fundido que apresenta fratura cinzenta devido à presença de grafita escamosa. Freqüentemente chamado de ferro cinzento.

  • FERRO FUNDIDO DE GRAFITA ESFERULÍTICA

O mesmo de ferro fundido dúctil.

  • FERRO FUNDIDO GRAFÍTICO COMPACTADO
  • FERRO FUNDIDO MALEÁVEL

Um ferro fundido produzido com um recozimento prolongado de ferro fundido branco em que ocorre descarbonetação ou grafitização (ou ambas) para eliminar parte ou toda a cementita. A grafita encontra-se na forma de grafita nodular. Se a descarbonetação for a reação predominante, o produto terá uma fratura clara, sendo por isso chamado de "ferro maleável de núcleo branco"; caso contrário, a fratura será escura, sendo por isso chamado de "ferro maleável de núcleo preto". O ferro fundido maleável ferrítico possui uma matriz predominantemente ferrítica. O ferro fundido maleável perlítico pode conter perlita, perlita coalescida ou martensita revenida, dependendo do tratamento térmico e da dureza desejada.

  • FERRO FUNDIDO MALEÁVEL DE NÚCLEO BRANCO

Veja "Ferro fundido maleável".

  • FERRO GAMA

A forma cúbica de faces centradas de ferro puro, estável entre 910�C e 1400�C (1670�F a 2550�F).

  • FERRO GUSA

(1) Ferro de alto carbono feito por redução de minério de ferro no alto forno. (2) Ferro fundido em formato de lingotes.

  • FERRO GUSA

É o nome dado ao ferro produzido em um alto forno, contendo uma grande quantidade de carbono (acima de 1,5%). Este nome foi atribuído há muito tempo quando o ferro líquido era vazado através de um canal no chão, fluindo para buracos rasos no chão que pareciam porquinhos mamando. O canal central passou a ser conhecido como a "porca" e os moldes como "porquinhos" (NT: Tal explicação só faz sentido para o termo em inglês (pig iron))

  • FERRO MALEÁVEL DE NÚCLEO PRETO

Veja ferro fundido maleável.

  • FERRO PUDLADO

Um ferro comercial consistindo de fibras de escória (silicato de ferro) inseridas em uma matriz de ferrita.

  • FERRO VERMICULAR

O mesmo que "Ferro fundido com grafita compacta".

  • FERRO-CROMO

É uma liga de ferro e cromo com até 72percent de cromo. O ferro-cromo é normalmente usado como matéria prima na fabricação de aço inoxidável

  • FERRO-LIGA

Uma liga ou ferro que contém uma quantidade suficiente de um ou mais outros elementos químicos, sendo útil como um agente para a introdução destes elementos no metal líquido, especialmente no caso de aço e ferro fundido.

  • FERRO-LIGA

É um produto metálico normalmente usado como matéria prima na siderurgia, usualmente contendo ferro e outros metais, para auxiliar vários estágios do processo de fabricação de aço, tais como a desoxidação, dessulfuração e aumento de resistência. Exemplo: ferro-cromo, ferro-manganês e ferro-silício

  • FERROSOS

São metais que são constituídos principalmente de ferro

  • FERRUGEM

Um produto de corrosão consistindo de óxidos hidratados de ferro. Aplica-se somente a ligas ferrosas.

  • FIBRA

(1) A característica de um metal trabalhado que indica as propriedades direcionais, sendo revelada pelo ataque químico de uma seção longitudinal ou manifestando-se pela aparência fibrosa ou lenhosa de uma fratura. Ela é causada principalmente pelo alongamento dos constituintes metálicos e não metálicos do metal na direção de trabalho. (2) Padrão de orientação preferencial de cristais metálicos após um determinado processo de deformação, usualmente trefilação. Veja "orientação preferencial".

  • FIGURAS DE CORROSÃO

Marcas características produzidas em superfícies cristalinas por ataque químico, normalmente apresentando facetas paralelas aos planos cristalográficos de baixo índice.

  • FILETE DE SOLDA

Um depósito de metal de enchimento feito em um único passe de soldagem.

  • FILETE DE SOLDA CÔNCAVO

Filete de solda que possui a face côncava.

  • FILETE EM LINHA

Um filete de solda contínuo sem oscilação transversal apreciável. Compare com "Filete entrelaçado".

  • FILETE ENTRELAÇADO

Um filete de solda feito com oscilações transversais em relação ao eixo da solda. Compare com "Filete em linha".

  • FINOS

(1) O produto que passa através da peneira mais fina na classificação de material britado ou moído. (2) Grãos de areia que são substancialmente menores do que o tamanho de grão predominante em uma carga ou lote de areia de fundição. (3) A porção de um pó metálico composto de partículas que são menores do que a granulometria especificada, usualmente abaixo de 44 (m.

  • FINURA

Uma medida da pureza de ouro ou prata expressa em partes por mil.

  • FIO MÁQUINA QUENTE

O mesmo que "Fio máquina".

  • FIO-MÁQUINA

É um aço Redondo fino semi-acabado que é laminado a partir de um tarugo e bobinado para processamento subseqüente. Geralmente o fio-máquina é laminado na forma de arames ou usado para fazer parafusos e pregos. Os trens de laminação de fio máquina podem operar a mais de 20.000 pés por minuto - mais de 200 milhas por hora

  • FIO-MÁQUINA

Material bobinado laminado a quente para a trefilação a frio de arame.

  • FISSÃO ATÔMICA

Rompimento do núcleo de um átomo em que o peso combinado dos fragmentos é menor do que o peso do núcleo original, sendo a diferença convertida em uma grande liberação de energia.

  • FISSURAS

Inúmeras trincas muito finas em um revestimento ou na superfície de uma peça de metal. As fendas podem aparecer durante o processamento ou durante a aplicação e, na maioria dos casos, estão associadas ao tratamento térmico ou aos ciclos térmicos. Também chamadas de marcas de trefilação, trincas, trinca devido ao calor.

  • FISSURAS CAUSADAS POR ATAQUE QUÍMICO

Fissuras rasas em aço temperado contendo altas tensões superficiais residuais, produzidas durante o ataque por reagente químico em um ácido de fragilização.

  • FITAS DE AÇO PARA EMBALAGEM

Material de amarração e embalagem que é usado para fechar e reforçar unidades de transporte, tais como fardos, caixas, caixas de papelão, bobinas, engradados e estrados

  • FITAS OU TIRAS PARA FABRICAÇÃO DE TUBOS

A matéria prima para a fabricação de tubos soldados. Mais freqüentemente, trata-se de tiras com largura, espessura e configuração de borda apropriadas.

  • FLANGE REVERSO

Um flange feito por meio de contração, em oposição a um flange formado por meio de estampagem.

  • FLANGEAMENTO CHANFRADO

O mesmo que flangeamento.

  • FLANGEAMENTO DE BORDA DE FURO

Conformação de um colar integral ao redor da periferia de um furo previamente conformado. Veja "Orifício extrudado".

  • FLASH LAND

Relevo na linha divisória de um conjunto de matrizes de forjamento fechadas, projetado para restringir ou estimular o crescimento de rebarbas, dependendo do que seja necessário para assegurar o enchimento total da impressão de acabamento.

  • FLOCOS

Pequenas fissuras internas descontínuas em metais ferrosos atribuídas às tensões produzidas por transformação localizada e solubilidade reduzida de hidrogênio durante resfriamento após trabalho a quente. Em uma superfície fraturada, os flocos aparecem como áreas prateadas brilhantes; em uma superfície submetida a ataque com reagente, eles aparecem como pequenas trincas descontínuas. Também chamados de fendas capilares ou fraturas escamosas.

  • FLOCOS DE NEVE

Veja "Flocos".

  • FLOPPERS

Em metais, linhas ou estrias transversais à direção de laminação e geralmente confinadas à seção intermediárias entre as bordas de uma bobina tal como sai do laminador.

  • FLOR DE ZINCO

A forma cristalina característica em que um revestimento de zinco por imersão a quente se solidifica em uma tira de aço.

  • FLOTAÇÃO

A concentração de minerais de valor a partir de minérios por meio de agitação do material moído com água, óleo e produtos químicos de flotação. De um modo geral, os minerais são molhados pelo óleo, levados à superfície por bolhas de ar e então flotados.

  • FLOTAÇÃO DIFERENCIAL

Separação de um minério complexo em dois ou mais minerais de valor e ganga mediante flotação. Também chamada de flotação seletiva.

  • FLOW BRIGHTENING

A fusão de um material eletrodepositado, seguida de solidifcação, espcialmente de chapa estanhada.

  • FLUÊNCIA

Deformação que ocorre sob tensão, em função do tempo. A deformação por fluência a uma taxa decrescente é chamada de fluência primária; aquela que ocorre a uma taxa mínima quase constante é chamada de fluência secundária; aquela que ocorre a uma taxa crescente é chamada de fluência terciária.

  • FLUÊNCIA ACELERADA

Veja "Fluência".

  • FLUÊNCIA DINÂMICA

Fluência que ocorre sob condições de carga flutuante ou de temperatura flutuante.

  • FLUÊNCIA PRIMÁRIA

Veja "Fluência".

  • FLUIDEZ

Um característica de uma mistura de area de fundição que possibilita que a areia se mova sob pressão ou vibração, de modo a obter um contato íntimo com todas as superfícies do modelo ou caixa de machos.

  • FLUIDEZ

A capacidade do metal líquido em escorrer e encher a cavidade de um molde.

  • FLUIDO DE CORTE

Um fluido usado no corte de metais para melhorar o acabamento, a vida útil da ferramenta ou a precisão dimensional. Ao fluir sobre a ferramenta e a peça sendo trabalhada, o fluido reduz a fricção, o calor gerado e o desgaste da ferramenta, evitando escoriação. Ele remove o calor do ponto de geração, além de servir também para remover as aparas.

  • FLUIDO DE ESMERILHAMENTO

Fluido de esmerilhamento.

  • FLUIDO LUBRIFICANTE E REFRIGERANTE DE ESMERILHAMENTO

Um óleo usado para lubrificar e refrigerar durante o esmerilhamento; ele pode conter aditivos, mas não água.

  • FLUORESCÊNCIA

Emissão de radiação eletromagnética característica por uma substância como resultado da absorção de radiação eletromagnética ou corpuscular com uma energia unitária maior do que a da radiação fluorescente. Ela ocorre somente enquanto for mantido o estímulo responsável por ela.

  • FLUOROSCOPIA

Um procedimento de inspeção em que a imagem radiográfica do objeto é vista em uma tela fluorescente, sendo sua aplicação normalmente limitada a materiais de baixa densidade ou seções finas de metais devido à baixa emissão de luz da tela fluorescente em níveis de radiação seguros.

  • FOLGA

(1) Vão ou espaço entre duas partes que se unem. (2) Espaço provided entre the relief de uma ferramenta de corte e a superífice que foi cortada.

  • FOLHA DE FLANDRES

Chapa fina de aço com um revestimento muito fino de estanho metálico. A folha de flandres é usada principalmente na fabricação de latas

  • FOLHA DE METAL

Chapa fina de metal, geralmente mais fina do que uma lâmina e tradicionalmente produzido por aquecimento em vez de laminação.

  • FOLHA DE REVESTIMENTO, CILINDRO CÔNICO

(1) A chapa de metal de revestimento que é colocada sobre a liga principal e é subseqüentemente laminada para formar uma produto composto chapeado. (2) Em extrusão, uma câmara cilíndrica de aço liga removível, com um cone longitudinal externo firmemente posicionado no recipiente ou no corpo principal da prensa, na qual o tarugo é colocado para ser extrudado.

  • FOLHA FINA

Metal em forma de chapa fina com espessura inferior a 0,15 mm (0,006 pol).

  • FOLHA METÁLICA QUE SERVE DE CATODO

Uma chapa fina de metal usada como o catodo no refino eletrolítico.

  • FOLLOW DIE

Uma matriz progressiva consistindo de duas ou mais partes em um único suporte, usada juntamente com uma matriz inferior separada para executar mais de uma operação (como perfurar e recortar) em uma peça em duas ou mais estações.

  • FORÇA COESIVA NO ENSAIO DE TRAÇÃO AO ENTALHE

Tensão principal de fratura em um ensaio de tração ao entalhe. Freqüentemente usado em lugar de simplesmente "força coesiva" para evitar confusão entre as várias definições de força coesiva.

  • FORÇA DE SOLDAGEM

O mesmo que "Força do eletrodo" em soldagem à resistência.

  • FORÇA DO ELETRODO

A força entre eletrodos na soldagem por pontos, soldagem contínua e soldagem de projeção.

  • FORÇA ELETROMOTRIZ

Potencial elétrico; voltagem.

  • FORÇA MAGNETIZANTE

Um campo de força resultante do fluxo de correntes elétricas ou de corpos magnetizados que produz indução magnética.

  • FORÇA TERMELETROMOTRIZ

A força eletromotriz gerada em um circuito contendo dois metais distintos quando uma junção está a uma temperatura diferente da outra. Veja também "Termopar'.

  • FORJA

Deformação plástica do metal, normalmente a quente, para obter o formato desejado, usando força de compressão, com ou sem o uso de matrizes.

  • FORJA CONVENCIONAL

Uma forja caracterizada por tolerâncias e complexidade de projeto que se enquadra na ampla gama de prática de forja geral.

  • FORJA EM BRUTO

Uma operação de forja que produz uma peça com o formato geral aproximado da peça final com tolerâncias de acabamento e raios relativamente grandes. Tais operações de forja são às vezes especificadas para reduzir os custos de matriz nos casos em que se deseja produzir apenas um pequeno número de peças forjadas e em que o custo de usinagem de cada peça até atingir sua forma final não é excessivo.

  • FORJA PRELIMINAR

Em forjaria, uma operação preliminar executada em matrizes fechadas, normalmente a quente, para posicionar adequadamente o metal, de modo que na operação de acabamento as matrizes sejam preenchidas corretamente.

  • FORJA TRANSVERSAL

Trabalho preliminar no material a ser forjado em matrizes planas para desenvolver propriedades mecânicas, particularmente nas porções centrais de perfis pesados.

  • FORJABILIDADE

Termo usado para descrever a capacidade relativa de um material de fluir sob uma carga de compressão, sem ruptura.

  • FORJADO EM BRUTO

Uma peça forjada bruta, geralmente plana, que pode ser obtida rapidamente com um mínimo de usinagem. Geralmente ela requer usinagem considerável até atingir o tamanho acabado.

  • FORJAMENTO À MÃO

Veja "Forjamento com matriz plana".

  • FORJAMENTO A MARTELO

Forjamento em que a peça é deformada por meio de golpes repetitivos. Compare com "Forjamento por prensagem".

  • FORJAMENTO COM ESTAMPA FECHADA
  • FORJAMENTO COM MARTELO E BIGORNA DE FACES PLANAS.

O mesmo que "Forjamento com matriz plana".

  • FORJAMENTO COM MATRIZ PLANA

Forjamento de metal entre matrizes planas ou de contorno simples mediante golpes e manipulação da peça sendo trabalhada. Também conhecido como forjamento em matriz aberta, forjamento manual ou forjamento de ferreiro.

  • FORJAMENTO COM UM SÓ GOLPE DO MARTELO

Produção de peças forjadas com velocidade do martelo extremamente elevada, resultante da liberação repentina de um gás comprimido contra um pistão livre. A operação de forjamento é normalmente feita em um só golpe. Também conhecido como processamento HERF ou forjamento a alta velocidade.

  • FORJAMENTO DE FERREIRO

Forjamento manual com uma matriz plana ou de forma simples que nunca confina completamente a peça sendo trabalhada.

  • FORJAMENTO EM MATRIZ

Uma peça forjada cujo formato é determinado por impressões em matrizes especialmente preparadas.

  • FORJAMENTO ENTRE ESTAMPAS

Afilamento de barra, fio-máquina, arame ou tubo por meio de forjamento, martelagem ou compressão. Redução de uma seção transversal mediante o afilamento progressivo ao longo do comprimento até que toda a seção atinja a menor dimensão afilada.

  • FORJAMENTO MECÂNICO

Forjamento executado em recalcadoras ou máquinas de forjamento horizontal.

  • FORJAMENTO NA METALURGIA DO PÓ

Deformação plástica de um compactado da metalurgia do pó ou pré-conformação em uma forma acabada totalmente densa usando força de compressão; geralmente feita a quente e geralmente usando matrizes fechadas.

  • FORJAMENTO POR COMPRESSÃO AXIAL

Um forjamento obtido por meio de recalque de um comprimento adequado da barra, tarugo ou bloco.

  • FORJAMENTO POR ESTIRAMENTO

Veja "Forjamento radial".

  • FORJAMENTO POR PRENSAGEM

Forjamento de metal, geralmente a quente, entre as matrizes de uma prensa.

  • FORJAMENTO POR PRENSAGEM A QUENTE

Deformação plástica de metais entre matrizes em prensas a temperaturas suficientemente altas para evitar encruamento.

  • FORJAMENTO POR ROLOS

Forjamento com matrizes rotativas que não são inteiramente redondas, sendo a forma desejada - reta ou cônica - produzida por uma ranhura nas matrizes.

  • FORJAMENTO RADIAL

Um processo que utiliza duas ou mais matrizes ou bigornas móveis para produzir eixos com diâmetro constante ou variável ao longo de seu comprimento ou tubos com variações internas ou externas no diâmetro. Também conhecido como "Forjamento por estiramento" ou "Forjamento rotatório".

  • FORJAMENTO ROTATIVO

Um processo em que a peça é submetida a prensagem entre uma bigorna plana e uma matriz giratória com uma face de trabalho cônica; os pratos se movem um em direção ao outro durante o forjamento.

  • FORM BLOCK

Ferramenta, normalmente a parte macho, usada para a conformação de contornos de chapas metálicas, sendo geralmente empregada no processo rubber pad.

  • FORM CUTTER

Qualquer máquina de corte, perfil afiado ou came detalonado configurado para produzir um formato especificado na peça. Matriz de estampagem mecânica.

  • FORMAÇÃO DE CAREPA, FORMAÇÃO DE INCRUSTAÇÃO

(1) Formação de uma camada grossa de produtos de oxidação em metais a altas temperaturas. (2) Deposição de constituintes insolúveis em água em uma superfície metálica, tais como tubos de resfriamento e caldeiras.

  • FORMAÇÃO DE ILHÓS

Deslocamento de material ao redor de uma abertura em chapa fina ou chapa grossa de modo que se forme um lábio que se projeta acima da superfície.

  • FORMAÇÃO DE MANCHAS SUPERFICIAIS

Formação de manchas desiguais em metal devido à incorporação de produtos químicos durante a operação de acabamento.

  • FORMAÇÃO DE ORELHAS

Formação de dobras (orelhas) ao redor da borda superior de uma peça estampada causada por diferenças direcionais nas propriedades da chapa de metal utilizada.

  • FORMAÇÃO DE PONTES

(1) Solidificação prematura de metal em uma seção do molde antes que o metal abaixo ou além desta seção se solidifique. (2) Solidificação de escória em um cubilô no nível das ventaneiras ou logo acima das ventaneiras. (3) Solidificação ou bloqueio mecânico da carga em um forno de fusão em que a carga tem um movimento descendente. (4) Na metalurgia do pó, formação de cavidades arqueadas em uma massa de pó. (5) Na soldagem, uma junção de solda não intencional entre dois ou mais condutores presos entre si ou por mero contato. Também chamado de junta cruzada ou resíduo de solda.

  • FORNADA

Veja lote.

  • FORNO A ARCO

Um forno em que o material é aquecido seja diretamente por um arco elétrico entre um eletrodo e o metal ou indiretamente por um arco entre dois eletrodos adjacentes ao material.

  • FORNO A ARCO DIRETO

Um forno a arco elétrico em que a carga metálica é um dos polos do arco.

  • FORNO A ARCO ELÉTRICO (EAF)

É um forno para a fabricação de aço em que a sucata geralmente constitui 100percent da carga. O calor é fornecido pela eletricidade que forma um arco entre os eletrodos de grafite e o banho de metal. A alimentação pode ser em corrente alternada (AC) ou em corrente contínua (DC). As unidades alimentadas por corrente contínua consomem menos energia e menos eletrodos, mas elas são mais caras

  • FORNO A ARCO INDIRETO

Um forno a arco elétrico em que a carga metálica não constitui um dos pólos do arco.

  • FORNO DE CUBA BAIXA

Um tipo de alto forno com cuba baixa usado para produzir ferro gusa e ferro-liga a partir de minérios de baixa qualidade usando combustível de baixa qualidade. O ar soprado é freqüentemente enriquecido com oxigênio. Ele é usado também para fazer uma variedade de outros produtos, tais como alumina, escórias para fabricação de cimento e gás para sintetização de amônia.

  • FORNO DE EMPURRADOR

Um tipo de forno contínuo em que as peças a serem aquecidas são periodicamente carregadas no forno em containers, os quais são empurrados ao longo da soleira do forno contra uma fila de containers anteriormente carregados, fazendo com os containers avancem na direção do lado de descarga do forno, onde os mesmos são removidos.

  • FORNO DE ESPERA

Um pequeno forno para o qual um metal líquido pode ser transferido e mantido à temperatura apropriada até que ele possa ser usado para fazer peças fundidas.

  • FORNO DE INDUÇÃO

Um forno elétrico de corrente alternada em que o condutor primário é uma bobina, gerando, por meio de indução eletromagnética, uma corrente secundária que desenvolve calor na carga metálica.

  • FORNO DE METALURGIA EM PANELA (LMF)

É uma unidade de processamento intermediário de aço que proporciona um refino adicional da composição química e da temperatura do aço líquido enquanto o mesmo ainda se encontra na panela. O estágio de metalurgia na panela vem após o aço ter sido fundido e refinado no forno a arco elétrico ou no convertedor, porém antes que o aço seja enviado para a máquina de lingotamento contínuo

  • FORNO DE REVÉRBERO

Um forno com um cadinho raso, geralmente não regenerador, que tem uma abóbada que desvia a chama e irradia calor na direção do cadinho ou da superfície da carga.

  • FORNO DE SECAGEM OU CALCINAÇÃO

Um grande forno usado para cozimento, secagem ou queima de tijolo refratário ou outros materiais refratários, bem como para a calcinação de minérios ou outras substâncias.

  • FORNO ROTATÓRIO

Um forno circular construído de modo que a soleira e as peças sendo tratadas girem ao redor do eixo do forno durante o aquecimento.

  • FORNO SIEMENS MARTIN

É um forno com soleira ampla e rasa para refinar gusa e sucata em aço. O calor é fornecido por uma grande chama luminosa sobre a superfície e o refino leva de sete a nove horas. Os fornos Siemens Martin, que já foram os fornos predominantes na siderurgia integrada, foram substituídos pelo convertedor

  • FORNO SIEMENS-MARTIN

Um forno de fusão reverberatório com um cadinho raso e uma abóbada baixa. A chama passa pela carga no cadinho fazendo com que a carga seja aquecida tanto pela chama direta como por radiação da abóbada e das paredes laterais do forno. Na indústria do ferro, o forno é regenerativo.

  • FORNO TÚNEL

É um tipo de forno em que o material a ser aquecido é colocado sobre carros, os quais são então puxados ou empurrados lentamente através do forno

  • FORNO WALKING BEAM (FORNO COM VIGAS MÓVEIS)

É um tipo de forno contínuo de reaquecimento em que o tarugo ou placa move-se através de diferentes zonas de aquecimento dentro do forno: Controlando-se a velocidade através das zonas, o produtor de aço pode obter temperaturas de laminação precisas e consumir menos combustível durante a operação

  • FOSFATAÇÃO

Formação de um revestimento aderente de fosfato em um metal mediante imersão em uma solução aquosa de fosfato apropriada. Também chamada de fosfatização.

  • FOTOELASTICIDADE

Um método ótico para avaliar a magnitude e distribuição de tensões, usando um modelo transparente de uma peça ou um filme espesso de material fotoelástico unido a uma peça real.

  • FOTOMACROGRAFIA

Veja "Macrografia".

  • FOTOMICROGRAFIA

Veja "Micrografia".

  • FÓTON

A menor quantidade possível de uma radiação eletromagnética que pode ser caracterizada por uma freqüência definida.

  • FRAÇÃO

Na metalurgia do pó, a porção de uma amostra de pó cujos grãos são de tamanho intermediário. Sinônimo de "cut".

  • FRAÇÃO GRANULOMÉTRICA

A porção de uma amostra de pó que passa por uma peneira padrão de número especificado e é retida por uma peneira mais fina de número especificado.

  • FRACTOGRAFIA

Tratamento descritivo de fratura, especialmente em metais, com referência específica a fotografias da superfície da fratura. A macrofractografia envolve fotografias com pequena ampliação; microfractografia, com grande ampliação.

  • FRAGILIDADE

Qualidade de um material que leva à propagação de fenda sem deformação plástica significativa.

  • FRAGILIDADE À BAIXA TEMPERATURA

Aquela porção da característica de fragilidade de metais com estrutura cúbica sem faces centradas que, quando testada na presença de uma concentração de tensão ou a baixas temperaturas ou a altas taxas de deformação, pode ser eliminada mediante pré-deformação sob condições mais moderadas.

  • FRAGILIDADE AO ENTALHE

Suscetibilidade de um material à fenda de fragilidade em pontos de concentração de tensão. Por exemplo, em um ensaio de tração com entalhe, diz-se que o material é frágil ao entalhe se a resistência ao efeito de entalhe é menor do que o limite de resistência à tração de um corpo de prova sem entalhe. Do contrário, diz-se que o material é dúctil ao entalhe.

  • FRAGILIDADE DE REVENIDO

Fragilidade exibida por alguns aços após terem sido aquecidos a uma temperatura na faixa de cerca de 200 a 370 �C (400 a 700 �F), particularmente se o aço é trabalhado a uma alta temperatura. Aços acalmados são virtualmente isentos deste tipo de fragilidade.

  • FRAGILIDADE DE REVENIDO

Fragilidade que resulta quando determinados aços são mantidos dentro (ou são resfriados lentamente através) de uma certa faixa de temperatura abaixo da faixa de transformação. A fragilidade se manifesta como um desvio para cima na temperatura de transição de dútil para frágil, mas apenas raramente produz um baixo valor de redução de área em um ensaio de tração de barra lisa do material fragilizado.

  • FRAGILIDADE DE STEAD

Uma condição de fragilidade que causa fratura transcristalina na estrutura de granulação grosseira que resulta de recozimento prolongado de chapas finas de aço baixo carbono previamente laminado a uma temperatura abaixo de cerca de 705 �C (1300 �F). Geralmente, a fratura ocorre a um ângulo de cerca de 45� em relação à direção de laminação.

  • FRAGILIZAÇÃO

Redução na ductilidade normal de um metal devido a uma alteração física ou química. Exemplos incluem a fragilidade ao azul, fragilização pelo hidrogênio e fragilidade de revenido

  • FRAGILIZAÇÃO ÁCIDA

Uma forma de fragilização por hidrogênio que pode ser induzida em alguns metais submetidos a tratamento ácido.

  • FRAGILIZAÇÃO DEVIDO AO ENVELHECIMENTO POR TÊMPERA

Fragilização de aço baixo carbono evidenciada como uma perda de ductilidade quando submetido a tratamento de envelhecimento à temperatura ambiente, seguido de um rápido resfriamento a partir de uma temperatura abaixo da temperatura crítica inferior.

  • FRAGILIZAÇÃO DO METAL DE BASE PELA SOLDA

Redução nas propriedades mecânicas de um metal como resultado da penetração local de solda ao longo dos contornos de grão.

  • FRAGILIZAÇÃO PELO HIDROGÊNIO

Uma condição de baixa ductilidade em metais resultante da absorção de hidrogênio.

  • FRAGILIZAÇÃO PELO NÊUTRON

Fragilização resultante do bombardeio com nêutrons, geralmente encontrado em metais que foram expostos a um fluxo de nêutrons no núcleo de um reator. Em aços, a fragilização pelo nêutron é evidenciada por um aumento na temperatura de transição de dúctil para frágil.

  • FRAGILIZAÇÃO POR CORROSÃO

Perda severa de ductilidade de um metal como resultado de ataque corrosivo, usualmente intergranular e freqüentemente não aparente visualmente.

  • FRAGILIZAÇÃO POR ENVELHECIMENTO APÓS DEFORMAÇÃO A FRIO

Uma perda de ductilidade acompanhada por um aumento na dureza e na resistência que ocorre em aço baixo carbono (especialmente aço capeado ou aço efervescente) submetido a envelhecimento após deformação plástica. O grau de fragilização é uma função do tempo e da temperatura de envelhecimento, ocorrendo em questão de minutos a cerca de 200 �C (400 �F), mas requerendo algumas horas ou até um ano à temperatura ambiente.

  • FRAGMENTAÇÃO

Subdivisão de um grão em pequenos cristalitos distintos contornados por uma rede fortemente deformada de escorregamentos de interseção como resultado de trabalho a frio. Estes pequenos cristais ou fragmentos diferem uns dos outros em sua orientação e tendência para girar para uma orientação estável determinada pelos sistemas de escorregamento.

  • FRATURA CATASTRÓFICA

Falha repentina de um componente ou conjunto que freqüentemente resulta em danos secundários extensos aos componentes ou conjuntos adjacentes.

  • FRATURA CRISTALINA

Um padrão de facetas cristalinas refletoras na superfície de fratura de um metal de linha policristalina e resultante de fratura de clivagem de muitos cristais individuais. Em contraste com fratura fibrosa, fratura de granulação fina.

  • FRATURA DE ESCORREGAMENTO CISALHANTE

Uma fratura de ductilidade em que um cristal (ou uma massa policristalina) é separada por deslizamento ou rasgamento sob a ação de tensões de cisalhamento.

  • FRATURA DE TAÇA (FRATURA DE "TAÇA E CONE")

Uma fratura de modo misto, freqüentemente vista em corpos de prova de teste de tração de um material dúctil, em que a porção central sofre fratura por deformação plana e a região circundante sofre fratura por tensão plana. É chamada de fratura de taça (ou fratura de taça e cone) porque uma das superfícies de fratura se parece com uma taça em miniatura - isto é, ela possui uma região central de face plana côncava circundada por uma borda de fratura oblíqua; a outra superfície de fratura parece um pequeno cone truncado.

  • FRATURA DO COMPACTADO

Separação parcial ou completa de um compactado da metalurgia do pó em duas ou mais partes devido a trincas que se originam próximo das bordas das faces punch e que penetram diagonalmente no compactado.

  • FRATURA EM FORMA DE ESPINHA DE PEIXE

O mesmo que "Fratura estriada".

  • FRATURA ESTRIADA

Padrão fractográfico de marcas radiais (estrias de cisalhamento) que parece como letras "V" encaixadas, às vezes chamado de espinha de peixe. A fratura estriada é tipicamente encontrada em superfícies de fenda de fragilidade em peças cujas larguras são consideravelmente maiores do que suas espessuras. Os pontos das estrias podem ser rastreados até a origem da fratura.

  • FRATURA FIBROSA

Uma fratura em que a superfície é caracterizada por uma aparência cinza fosco ou sedosa. Compare com "fratura cristalina".

  • FRATURA GRANULOSA

Um tipo de superfície irregular produzida quando o metal é quebrado, sendo caracterizada por uma aparência áspera granular, diferenciando-se de um tipo sedoso, suave ou fibroso. Este tipo de fratura é freqüentemente chamado de fratura cristalina, mas a inferência de que o metal quebrou porque ele "cristalizou" não se justifica, uma vez que todos os metais são cristalinos no estado sólido. Compare com "fratura fibrosa", "fratura sedosa".

  • FRATURA OBLÍQUA

Um tipo de aparência de fratura, típica de fraturas de tensões planas, em que o plano de separação do metal é inclinado em um ângulo (geralmente de cerca de 45�) em relação ao eixo da tensão aplicada.

  • FRATURA ROCK CANDY

Uma fratura que apresenta facetas de grãos separados; termo mais freqüentemente usado para descrever fraturas intergranulares em metais de grãos grandes.

  • FRATURA SEDOSA

Uma fratura de metal em que a superfície do metal rompida apresenta uma textura fina, geralmente com aparência fosca. Característica de metais tenazes e fortes. Compare com "Fratura cristalina" e "Fratura granulosa".

  • FRECKLING

Um tipo de segregação revelada com manchas escuras em um corpo de prova submetido a ataque macrográfico de uma liga refundida por processo a arco sob vácuo com eletrodo consumível.

  • FREQÜÊNCIA ULTRA-SÔNICA

Uma freqüência associada com ondas elásticas que é maior do que a mais alta frequência audível, geralmente considerada como sendo superior a 15 kHz.

  • FRESA CANHOTA

Uma fresa em que todas as estrias giram no sentido anti-horário quando vistas de qualquer das extremidades.

  • FRESA COM FUSO

Acessório de corte que têm um orifício para a montagem em um fuso, possuindo normalmente um rasgo de chaveta para uma chaveta de acionamento.

  • FRESA DE DENTES FIXOS

Fresas feitas de uma única peça de material em vez de um composto de dois ou mais materiais.

  • FRESA DE PERFIL CONSTANTE

Uma máquina de corte com um perfil tal que, retificando somente a face do dente, a forma original é mantida ao longo de toda sua vida útil.

  • FRESA DIREITA

Uma fresa em que todas as estrias giram no sentido horário quando vistas de qualquer das extremidades.

  • FRESA HELICOIDAL

Uma ferramenta de corte giratória com os dentes dispostos ao longo de uma rosca helicoidal, usada para gerar dentes de engrenagens ou outros formatos com espaçamento uniforme na periferia de uma peça cilíndrica. A fresa helicoidal e a peça a ser trabalhada são giradas em sincronia enquanto a fresa avança axialmente ou tangencialmente ou radialmente pela peça. Fresas helicoidais não devem ser confundidas com fresas de roscas múltiplas, rack cutter e ferramentas similares, onde os dentes não estão dispostos ao longo de uma rosca helicoidal.

  • FRESA LATERAL

Veja a definição de nomenclatura no croqui respectivo.

  • FRESADORA

Uma ferramenta de corte rotativa equipada com um ou mais elementos de corte chamados dentes, que atacam intermitentemente a peça e removem material mediante o movimento relativo da peça e da ferramenta de corte.

  • FRESAGEM COM FRESA DE TOPO

Um método de usinagem com uma ferramenta giratória de corte frontal e periférico. Veja também "fresagem lateral".

  • FRESAGEM CONVENCIONAL

Fresagem em que a ferramenta de corte se move na direção oposta à da peça sendo trabalhada no ponto de contato.

  • FRESAGEM DE CONTORNO

Fresagem de superfícies irregulares.

  • FRESAGEM DE SUPERFÍCIES PLANAS

Veja o termo preferencial "Fresagem periférica".

  • FRESAGEM LATERAL

Fresar uma superfície perpendicular ao eixo da ferramenta de corte.

  • FRESAGEM LATERAL

Fresagem com ferramentas de corte com dentes laterais e periféricos. Geralmente, eles são de perfil afiado, mas podem ser de came detalonado.

  • FRESAGEM MÚLTIPLA

Fresagem com várias ferramentas de corte montadas no mesmo eixo ou com peças de trabalho posicionadas de forma similar para corte simultâneo ou consecutivo em um único arranjo.

  • FRESAGEM PARALELA DUPLA

Fresagem lateral de uma peça em ambos os lados de uma vez, usando duas fresas com o espaçamento necessário.

  • FRESAGEM PERIFÉRICA

Fresagem de uma superfície paralelamente ao eixo da ferramenta de corte.

  • FRESAGEM PERIFÉRICA

Remoção das camadas superficiais de lingotes, tarugos ou placas.

  • FRESAGEM POR PONTOS

Usinagem de uma sede plana para uma cabeça de parafuso, porca ou outro elemento similar na extremidade do eixo e em ângulo reto com o eixo de um orifício feito anteriormente.

  • FRESAGEM, MOAGEM

(1) Remoção de metal com uma fresa. (2) O tratamento mecânico de material (como, por exemplo, em um moinho) para produzir partículas ou alterar seu tamanho ou formato, ou para revestir um componente de uma mistura de pó com um outro pó.

  • FRESAS DE DENTES ALTERNADOS

Fresas com sulcos alternados em espirais diretamente opostas.

  • FUGA DE METAL LÍQUIDO, RUNOUT

(1) Vazamento não intencional de metal líquido de um molde, cadinho ou forno. (2) Uma imperfeição em uma peça fundida causada pela fuga de metal do molde. (3) Veja "Runout axial" e "Runout radial".

  • FULL CENTER

Ondulação suave na direção do centro de uma chapa fina ou tira.

  • FUNDENTE

(1) No refino de metal, um material usado para remover substâncias indesejáveis, como areia, cinza ou impurezas, na forma de uma mistura fundida. É usado também como uma cobertura protetora para certos banhos de metal líquido. Geralmente, usa-se cal ou calcário para remover areia, como na fusão do ferro; areia para remover óxido de ferro no refino do cobre. (2) Na brasagem, corte ou soldagem, é o material usado para evitar a formação de óxidos e outras substâncias indesejáveis, ou para dissolvê-los e facilitar sua remoção.

  • FUNDENTE

É um agente de limpeza do ferro. O calcário e a cal reagem com as impurezas no banho metálico para formar uma escória que flutua sobre o ferro líquido relativamente mais pesado (e mais puro)

  • FUNDIÇÃO

Uma edificação ou estabelecimento comercial onde são produzidas peças fundidas metálicas.

  • FUNDIÇÃO DE OBJETOS OCOS

Uma peça fundida oca, geralmente feita de uma liga com uma faixa de temperatura de fusão baixa, porém ampla. Após a espessura desejada de metal ter se solidificado no molde, o metal líquido remanescente é removido.

  • FUNDIÇÃO DE PRECISÃO

Uma peça fundida metálica com dimensões precisas reproduzíveis, independentemente de como ela é feita.

  • FUNDIÇÃO SOB PRESSÃO

(1) Fabricação de peças fundidas com aplicação de pressão sobre o metal líquido ou plástico, como na fundição por injeção, fundição em matriz, fundição centrífuga e fundição sob pressão em câmara fria. (2) Uma peça fundida feita com pressão aplicada no metal líquido ou plástico.

  • FUNDO DA MATRIZ

A parte inferior de uma matriz que forma o fundo da cavidade da matriz e que pode ou não se mover em relação ao corpo da matriz (geralmente móvel) em uma matriz de forjamento.

  • FUSÃO

Uma mudança de estado de sólido para líquido.

  • FUSÃO A ARCO

Fusão de metal em um forno a arco elétrico.

  • FUSÃO A VÁCUO

Uma técnica análitica para determinar o volume de gases em metais. Geralmente usado para hidrogênio, oxigênio e, às vezes, nitrogênio. Aplicável a muitos metais, porém não aos metais alcalinos ou alcalinos terrosos.

  • FUSÃO A VÁCUO

Fusão sob vácuo para evitar a contaminação pelo ar, bem como para remover gases já dissolvidos no metal. A solidificação também pode ser feita no vácuo ou a baixa pressão.

  • FUSÃO COMPLETA
  • FUSÃO CONGRUENTE

Fusão isotérmica ou isobárica em que tanto a fase sólida como a fase líquida possuem a mesma composição ao longo de toda a transformação.

  • FUSÃO EM LEVITAÇÃO

Um processo de fusão por indução em que o metal a ser fundido é suspenso por um campo eletromagnético, não tendo contato com o recipiente em que ele se encontra.

  • FUSÃO EUTÉTICA INCIPIENTE

Fusão de áreas microscópicas localizadas cuja composição corresponde àquela do eutético no sistema.

  • FUSÃO POR INDUÇÃO

Fusão em um forno de indução.

  • FUSÃO POR INDUÇÃO SOB VÁCUO

Um processo a refusão e refino de metais em que o metal é fundido dentro de uma câmara de vácuo por meio de aquecimento por indução. O metal pode ser fundido em um cadinho e em seguida vazado em um molde. O processo pode ser operado também em uma configuração similar àquela usada na refusão com eletrodo consumível, exceto pelo fato de que o calor é fornecido por uma bobina de aquecimento por indução e não pela passagem de corrente elétrica através do eletrodo. Às vezes abreviado como VIM.

  • FUSÃO POR ZONA

Fusão altamente localizada, geralmente por aquecimento a indução, de um pequeno volume de uma peça sólida, geralmente um fio-máquina. Ao movimentar a bobina de indução ao longo do fio-máquina, a zona de fusão pode ser transferida de uma extremidade até a outra. Em uma mistura binária em que há uma grande diferença de composição nas linhas liquidus e solidus, uma alta pureza pode ser atingida concentrando-se um dos constituintes no líquido à medida que ele se move ao longo do fio-máquina.

  • GALVANIZAÇÃO

Processo de revestimento do aço com uma camada de zinco para aumentar a resistência à corrosão. Os tipos mais comuns de galvanização são a frio, a quente e eletrolítica.

  • GABARITO

Um dispositivo para manter uma peça na posição adequada e ao mesmo tempo guiar a ferramenta em uma operação de corte.

  • GABARITO DE SOLDA

Um dispositivo para verificar a forma e o tamanho de soldas.

  • GALVANIZAÇÃO E RECOZIMENTO

Produzir um revestimento de liga zinco-ferro em ferro ou aço mediante a manutenção do revestimento em estado líquido após galvanização por imersão a quente até que o zinco forme uma liga completa com o metal base.

  • GALVANIZAR

Revestir uma superfície metálica com zinco usando um de vários processos.

  • GALVANOPLASTIA

Eletrodeposição de um metal ou liga em uma forma aderente ou em um objeto que serve como um catodo.

  • GALVANOPLASTIA EM TAMBOR

Revestimento de peças em um recipiente giratório, normalmente um cilindro perfurado, que opera pelo menos parcialmente submerso em uma solução.

  • GALVANOSTEGIA DUPLEX
  • GANGA

A porção sem valor de um minério que é separada da porção desejada antes do início da fusão.

  • GARGANTA DE UMA SOLDA DE FILETE

(teórica) A distância do início da raiz da junta perpendicular à hipotenusa do maior triângulo reto que pode ser inscrito dentro da seção transversal da solda de filete. (real) A menor distância da raiz de um filete até sua face. (efetiva) A distância mínima da raiz da solda até sua face, menos qualquer reforço. Veja os croquis correspondentes a "Cordão de solda côncavo" e "Cordão de solda convexo".

  • GASAGEM

(1) Absorção de gás por um metal. (2) Evolução de um gás em um metal durante operações de fusão ou durante a solidificação. (3) Evolução de um gás em um eletrodo durante eletrólise.

  • GERADOR DE SOLDAGEM

Um gerador usado para fornecer corrente para a soldagem.

  • GERATRIZ

(1) Um pequeno pedaço de metal a ser colocado em uma matriz para forjamento ou extrusão. (2) Um pequeno pedaço de material produzido mediante perfuração de um orifício em uma chapa.

  • GLOSSÁRIO DE TERMOS SIDERÚRGICOS
  • GOIVADURA A ARCO

Um processo de corte a arco usado para formar um chanfro ou uma ranhura.

  • GOTA

Uma imperfeição em peças fundidas devido à queda de uma porção de areia da tampa ou outra seção superior do molde de fundição.

  • GRAFITA DE RECOZIMENTO

Partículas finas de carbono, aparentemente amorfas, formadas em ferro fundido branco e em certos aços durante recozimento prolongado. Também chamado de carbono nodular.

  • GRAFITA NODULAR

O mesmo que "Grafita de recozimento".

  • GRAFITIZAÇÃO

Formação de grafita no ferro ou aço. Quando a grafita é formada durante a solidificação, o fenômeno é chamado de grafitização primária; quando formada posteriormente mediante tratamento térmico, grafitização secundária.

  • GRÃO

Um cristal individual em um metal ou liga policristalina; ele pode conter ou não regiões geminadas e sub-grãos.

  • GRAUS DE LIBERDADE

O número de variáveis independentes (tais como temperatura, pressão ou concentração dentro das fases presentes) que podem ser alteradas à vontade sem causar uma mudança de fase em um sistema de liga em equilíbrio; ou o número de tais variáveis que devem ser fixadas arbitrariamente para definir o sistema completamente.

  • GRAVAÇÃO DA MATRIZ

Conformação ou usinagem de um modelo côncavo em uma matriz.

  • GRAVAÇÃO EM RELEVO

Elaboração de um desenho em relevo em uma superfície.

  • GROUND DE SOLDAGEM

O mesmo que "Condutor de corrente à peça".

  • GUARDA, PROTEÇÃO

(1) Um dispositivo, freqüentemente feito de chapa metálica ou tela de arame, que evita o contato acidental com peças móveis de máquinas. (2) Em eletrogalvanização, o mesmo que ladrão.

  • GUMMING DE SERRA

Na fabricação de serras, a remoção de marcas de punção ou marcas de usinagem nos espaços entre os dentes, e em alguns casos a afiação simultânea dos dentes. No recondicionamento de serras gastas, restauração da forma e tamanho originais dos espaços entre os dentes.

  • GUSA LÍQUIDO
  • HALF CELL

Um eletrodo imerso em um eletrólito apropriado, projetado para medições de potencial de eletrodo.

  • HARD HEAD

Um resíduo branco, frágil e duro obtido no refino de estanho por liquação, contendo, entre outras coisas, estanho, ferro, arsênico e cobre. É também um pedaço graúdo de minério refratário fundido apenas parcialmente.

  • HASTE

(1) A alça para carregar uma pequena panela ou cadinho. (2) A parte de uma matriz, ferramenta ou peça forjada pela qual ela é segurada. (3) O corpo principal de uma ferramenta de tornear. Se a ferramenta for de um tipo de encaixar, a haste é a porção que sustenta a peça encaixada. Veja o croqui correspondente a "Ferramenta de corte simples".

  • HASTE DO TAMPÃO

Um dispositivo em uma panela de vazamento pelo fundo para controlar o fluxo de metal através da válvula para o molde. A haste do tampão consiste de uma haste de aço, luvas refratárias protetoras e uma cabeça do tampão de grafita.

  • HEMMING

Conformação de uma borda mediante dobramento do metal sobre si mesmo.

  • HERF

Abreviatura comum de forjamento com um só golpe do martelo ou conformação sob taxa de deformação rápida.

  • HIDROCONFORMAÇÃO

É um processo de conformação em que um tubo é colocado em uma matriz de conformação. O tubo é então conformado no formato da matriz mediante a aplicação de pressão interna por meio de água. O processo de hidroconformação permite uma severa deformação, tornando-o ideal para partes estruturais automotivas, tais como berço de motor, suportes de radiador e perfis para carroceria. Orifícios de vários formatos e tamanhos podem ser feitos quase que em qualquer lugar do tubo durante o processo

  • HIDROMETALURGIA

Refino ou recuperação industrial de metais usando água ou uma solução aquosa.

  • HIGHLIGHTING

Polimento de áreas selecionadas de uma peça de forma complexa para aumentar o brilho ou alterar a cor de tais áreas.

  • HISTERESE ELÁSTICA

Designação inapropriada para uma deformação anelástica que apresenta uma histerese em relação à tensão aplicada, criando assim uma perda de energia durante solicitações cíclicas. Mais propriamente designada como histerese mecânica.

  • HISTERESE MAGNÉTICA

O retardamento da magnetização de um corpo de prova de ferro ou aço após qualquer variação cíclica do campo de magnetização aplicado.

  • HISTERESE MECÂNICA

Energia absorvida em um ciclo completo de carga e alívio dentro do limite de elasticidade e representada pelo ciclo fechado das curvas de tensão-deformação para a carga e alívio. À vezes designada como histerese elástica, mas o mais apropriado é histerese mecânica.

  • HITCH FEED

Alimentação feita por um cabeçote oscilante ou cursor que possui uma sapata de sujeição que segura a peça durante o movimento de alimentação e a libera quando do curso de retorno.

  • HOLIDAYS

Descontinuidades em um revestimento (como porosidade, trincas, vãos e defeitos similares) que permitem que áreas do metal base fiquem expostas a qualquer ambiente corrosivo que entre em contato com a superfície revestida.

  • HOMENS-HORA POR TONELADA

Esta é uma medida da eficiência da mão de obra - a relação entre o total de horas trabalhadas pelos empregados e o volume embarcado em um determinado período de tempo. Mudanças no nível de estoque e trabalho terceirizado afetarão a medição

  • HOMOGENEIZAÇÃO

Na metalurgia de pó, é a entremistura completa de pós com a mesma composição nominal (não deve ser confundida com mistura).

  • HOMOGENEIZAÇÃO

Manter sob alta temperatura para eliminar ou diminuir a segregação química por difusão.

  • HORN PRESS

Uma prensa mecânica equipada com ou disposta para um horn ou bloco em cantiléver que atua como a matriz ou suporte para a matriz, usado em conformação, perfuração, forjamento entre estampas sob pressão ou rebitamento de cilindros ocos e peças de formato irregular.

  • HUBBING

Produção de cavidades pressionando um mandril mestre macho, conhecido como hub, em um bloco de metal.

  • HULHA

Carvão finamente moído, usado como um ingrediente em areias de moldagem.

  • IMAGEM RADIOGRÁFICA

Uma imagem de sombra fotográfica resultante da absorção desigual de radiação penetrante em um objeto de teste.

  • IMBRICAÇÃO

Uma imperfeição superficial com a aparência de uma fenda ou costura causada pelo dobramento sobre o metal quente de rebarbas ou bordas finas, sendo as mesmas subseqüentemente laminadas ou forjadas sobre a superfície, sem contudo soldá-las.

  • IMERSÃO A QUENTE

O aço passa por um banho de revestimento de zinco líquido, seguido de uma aplicação de uma corrente de ar que controla a espessura do acabamento de zinco

  • IMPERFEIÇÃO

(1) Quando se refere à condição física de uma peça ou produto de metal, qualquer variação de uma característica de qualidade em relação ao nível ou estado pretendido. A existência de uma imperfeição não implica em ausência de desempenho, nem tem qualquer implicação em termos da possibilidade de utilizar um produto ou serviço. Uma imperfeição deve ser classificada em uma escala de severidade de acordo com as especificações aplicáveis, de modo a determinar se a peça ou produto de metal possui qualidade aceitável. (2) Em termos gerais, qualquer variação em relação a um projeto, estado ou condição ideal. (3) Em cristalografia, qualquer desvio em relação ao reticulado cristalino ideal.

  • IMPOSTOS COMPENSATÓRIOS

O volume de subsídios que o produtor estrangeiro recebe de seu governo é a base para a determinação da taxa pela qual o subsídio é compensado mediante impostos de importação mais elevados. Em termos de procedimentos, um imposto compensatório funciona como o antidumping; entretanto, o que difere é a base sobre a qual a medida é calculada

  • IMPREGNAÇÃO

(1) Tratamento de peças fundidas porosas com um meio de vedação para impedir vazamentos sob pressão. (2) Processo de enchimento de poros de um compactado sinterizado, normalmente usando um líquido, como por exemplo um lubrificante. (3) Processo de mistura de partículas de uma substância não metálica em uma matriz de pó metálico, como no caso de ferramentas impregnadas com diamante.

  • IMPRESSÃO DE BAUMANN

Um método macrográfico de examinar a distribuição de inclusões de sulfeto, colocando-se uma folha de papel fotográfico acidificado úmido em contato com a superfície polida do aço a ser examinado.

  • IMPRESSÕES SUPERFICIAIS TIPO BRINELL

Depressões espaçadas causadas na pista de rolamento de um mancal de rolamento provocadas por corrosão de atrito que ocorre quando o mancal é submetido a vibrações quando não está girando.

  • IMPUREZAS

Elementos ou compostos cuja presença em um material é indesejada.

  • INCISÃO

O espaço que era ocupado pelo material removido durante o corte.

  • INCLINAÇÃO NEGATIVA

Descreve uma face de dente em rotação cuja borda de corte lag a superfície da face do dente. Veja o croqui correspondente a "Fresa lateral".

  • INCLINAÇÃO POSITIVA

Descreve a face de um dente em rotação cuja borda de corte orienta a superfície da face do dente. Veja o croqui referente a "Fresa lateral".

  • INCLINAÇÃO RADIAL

O ângulo entre a face do dente e uma linha radial que passa através da borda de corte em um plano perpendicular ao eixo da máquina de corte. Veja o croqui correspondente a "Fresa lateral".

  • INCLUSÃO DE ESCÓRIA

Escória ou borra aprisionada em um metal.

  • INCLUSÕES

Partículas de material estranho em uma matriz metálica. Normalmente, as partículas são compostos (tais como óxidos, sulfetos ou silicatos), mas pode ser qualquer substância que seja estranha (e essencialmente insolúvel) à matriz.

  • INCLUSÕES NÃO METÁLICAS

Veja "inclusões".

  • INDICAÇÃO FALSA

Em inspeção não destrutiva, uma indicação que pode ser interpretada erroneamente como uma imperfeição.

  • INDICADOR

Uma substância que, através de alguma alteração visível, como por exemplo mudança de cor, indica a condição de uma solução ou outro material quanto à presença de ácido livre, álcalis ou outra substância.

  • ÍNDICE DE FACILIDADE DE ESMERILHAMENTO

Uma medida da facilidade de esmerilhamento de um material sob condições de esmerilhamento específicas, expressa em termos de volume de material removido por volume unitário de desgaste do rebolo.

  • ÍNDICE DE USINABILIDADE

Uma medida relativa da usinabilidade de um material de engenharia sob condições padrão especificadas.

  • ÍNDICES DE MILLER

Um sistema para a identificação de planos e direções em qualquer sistema de cristal por meio de conjuntos de inteiros. Os índices de um plano estão relacionados aos interceptos daquele plano com os eixos de uma célula unitária. Os índices de uma direção estão relacionados com os múltiplos de parâmetro de reticulado que representam as coordenadas de um ponto em uma linha paralela à direção e passando através da origem arbitrariamente escolhida de uma célula unitária.

  • INDÍCIO

Em inspeção, uma reação a um estímulo não destrutivo que implica a presença de uma imperfeição. O indício deve ser interpretado para determinar se (a) se trata de um indício real ou falso, e (b) se um indício real representa um desvio inaceitável.

  • INFILTRAÇÃO

Processo de enchimento de poros de um compactado de metalurgia do pó sinterizado ou não sinterizado com um metal ou liga de ponto de fusão mais baixo.

  • INIBIDOR

Uma substância que retarda alguma reação química específica. Inibidores de decapagem retardam a dissolução do metal sem impedir a remoção da carepa do aço.

  • INOCULAÇÃO

A adição de um material em um metal líquido para formar núcleos para cristalização.

  • INSPEÇÃO A FRIO
  • INSPEÇÃO COM PARTÍCULAS MAGNÉTICAS FLUORESCENTES

Inspeção com partículas magnéticas secas ou em uma suspensão líquida, sendo as partículas cobertas por uma substância fluorescente para aumentar a visibilidade das indicações.

  • INSPEÇÃO COM PÓ MAGNÉTICO

Um método não destrutivo de inspeção para determinar a existência e a extensão de trincas superficiais e imperfeições similares em materiais ferromagnéticos. Partículas magnéticas finas aplicadas à peça magnetizada são atraídas para os campos de dispersão magnética criados pelas descontinuidades e delineiam o padrão de tais campos.

  • INSPEÇÃO COM SOLUÇÃO PENETRANTE

Veja o termo preferencial "Inspeção por meio de líquido penetrante".

  • INSPEÇÃO NÃO DESTRUTIVA

Inspeção por métodos que não destroem a peça nem afetam sua aplicabilidade.

  • INSPEÇÃO PENETRANTE FLUORESCENTES

Inspeção usando um líquido fluorescente que penetrará em qualquer abertura superficial; após secar a superfície, a localização de quaisquer defeitos superficiais pode ser detectada pela fluorescência, sob luz ultra-violeta ou por infiltração do fluido.

  • INSPEÇÃO POR ANÁLISE MAGNÉTICA

Um método não destrutivo de inspeção para determinar a existência de variações no fluxo magnético em materiais ferromagnéticos de seção transversal constante, como as que podem ser causadas por descontinuidades e variações na dureza. As variações são geralmente indicadas por uma alteração de padrão em uma tela osciloscópica.

  • INSPEÇÃO POR MEIO DE LÍQUIDO PENETRANTE

Um tipo de inspeção não destrutiva que localiza descontinuidades abertas para a superfície de um metal permitindo que um líquido fluorescente ou um corante penetrante infiltre na descontinuidade. Após a remoção do excesso de líquido penetrante, aplica-se um agente de revelação que faz com o que o líquido penetrante ressude para fora da descontinuidade, sendo registrado como um indício. A inspeção por líquido penetrante é adequada tanto para materiais ferrosos como para materiais não ferrosos, mas limita-se à detecção de descontinuidades superficiais abertas em sólidos não porosos.

  • INSTALAÇÃO DE ESTAMPAGEM DE PEÇAS AUTOMOBILÍSTICAS

É um equipamento que prensa uma peça de aço dando-lhe a forma desejada de uma porta ou capô de carro, por exemplo, com uma poderosa matriz (modelo). O aço usado deve ser dúctil (maleável) o suficiente para se dobrar na forma requerida sem se romper

  • INSTALAÇÕES DE ACABAMENTO

É a parte do complexo siderúrgico que processa o aço semi-acabado (placas ou tarugos) em formas que podem ser usadas por outros. As operações de acabamento podem incluir laminadores, linhas de decapagem, trens de laminação, instalações de recozimento e laminadores de encruamento

  • INSUMO

Qualquer matéria prima

  • INTENSIDADE DE AÇO

É a quantidade de aço usada por unidade de produto nacional bruto. A intensidade reflete a demanda de longo prazo pelo aço, em oposição à demanda cíclica. O volume de aço usado em veículos e a popularidade dos materiais alternativos afetam a intensidade ou quanto aço é necessário por unidade produzida. O estado da economia, entretanto, determina o número de unidades

  • INTENSIDADE DE RADIAÇÃO

Em geral, a quantidade de energia radiante em um local específico passando perpendicularmente através de uma área unitária em uma unidade de tempo. Ela pode ser dada como número de partículas ou fótons por centímetro quadrado por segundo ou em unidades de energia, como J/m2 s ou Rhm.

  • INTERCRISTALINO

Entre os cristais (ou grãos) de um metal.

  • INTERFACE

Uma superfície que forma o limite entre fases ou sistemas.

  • INTERVALO DE SOLDAGEM

Os tempos totais de aquecimento e resfriamento na execução de solda à resistência de múltiplos pulsos.

  • INTERVALO ENTRE APLICAÇÃO DE PRESSÃO E DE CORRENTE

Em soldagem à resistência, o tempo entre as aplicações iniciais de pressão e corrente.

  • INTRACRISTALINO

Dentro ou através dos cristais ou grãos de um metal; o mesmo que "Transcristalino" ou "Transgranular".

  • INVERSÃO PERIÓDICA

Refere-se a mudanças periódicas na direção de fluxo da corrente na eletrólise. Aplica-se ao processo e também à máquina que controla o tempo para ambas as direções.

  • ÍON

Um átomo ou grupo de átomos que ganhou ou perdeu um ou mais elétrons externos, adquirindo assim uma carga elétrica. Íons positivos (ou cátions) são deficientes em elétrons externos. Íons negativos (ou anions) têm um excesso de elétrons externos.

  • ÍON COMPLEXO
  • IRONING

Redução da espessura das paredes de artigos ocos por meio de estiramento entre uma punção e uma matriz.

  • IRRADIAÇÃO

Exposição de um material a um campo de radiação; a exposição cumulativa.

  • ISÓTOPO

Um de vários nuclídeos diferentes de um elemento que tem o mesmo número de prótons em seus núcleos e, por conseguinte, o mesmo número atômico, mas diferem no número de nêutrons e, conseqüentemente, no peso atômico.

  • ISOTROPIA

Qualidade de um material que tem propriedades idênticas em todas as direções.

  • JATEAMENTO

Limpeza ou acabamento de metais mediante a aplicação de partículas abrasivas a alta velocidade, usualmente conduzidas por um gás ou líquido, ou lançadas por ação centrífuga por um dispositivo giratório.

  • JATEAMENTO ABRASIVO

Processo para limpeza ou acabamento por meio de um jato de material abrasivo de alta velocidade aplicado sobre uma peça.

  • JATEAMENTO ABRASIVO

Jateamento abrasivo.

  • JATEAMENTO ABRASIVO LÍQUIDO

Um processo de limpeza ou acabamento por meio de uma lama abrasiva direcionada a alta velocidade contra a peça.

  • JATEAMENTO COM GRANALHA

Jateamento com granalha de metal, geralmente usado para remover depósitos ou carepa de laminação de forma mais rápida e eficiente do que pode ser obtido pelo jateamento de areia.

  • JATEAMENTO DE AREIA

Jateamento abrasivo com areia. Veja "Jateamento" e compare com "Jateamento com granalha".

  • JATO-PERCUSSÃO

Trabalho a frio da superfície de um metal por bombardeio de granalha metálica.

  • JOGO DE MATRIZES

Uma ferramenta ou porta-ferramenta consistindo de uma base de matriz e uma chapa de punção para fixação de uma matriz e da punção, respectivamente.

  • JUNTA

O local em que dois ou mais elementos devem ser unidos ou foram unidos mecanicamente ou por brasagem ou soldagem.

  • JUNTA COM CHUMBO FUNDIDO

Uma junta em que o metal de enchimento é aplicado na forma líquida e distribuído por meio de ação mecânica.

  • JUNTA COMPOSTA
  • JUNTA CRUZADA

Veja "Formação de ponte" (5).

  • JUNTA DE ARESTAS PARALELAS

Uma junta entre as bordas de dois ou mais elementos paralelos ou quase paralelos.

  • JUNTA DE QUINA

Uma junta entre dois elementos que formam um ângulo de aproximadamente 90� entre si, ou que formam um "L"

  • JUNTA DE TOPO

Uma junta entre dois elementos adjacentes aproximadamente no mesmo plano. Uma junta de topo soldada pode conter uma variedade de chanfros. Veja soldagem em chanfro.

  • JUNTA EM T

Uma junta em que os elementos são orientados na forma de um T.

  • JUNTA SOBREPOSTA

Uma junta feita com dois elementos que se sobrepõem.

  • JUNTA SOBREPOSTA

Uma junta de topo em que o plano da junta é inclinado em relação ao eixo principal dos elementos.

  • JUNTA SOLDADA DE UM SÓ LADO

Na soldagem a arco e a gás, qualquer junta soldada somente de um lado.

  • JUNTA SOLDADA EM AMBOS OS LADOS

Uma junta de topo, junta de arestas paralelas, junta esquinada ou junta sobreposta em que a soldagem foi feita de ambos os lados.

  • LAMA ANÓDICA

Depósito de resíduo insolúvel formado a partir da dissolução do anodo na eletrólise comercial. Às vezes é chamado de lodo anódico.

  • LAMA VERMELHA, LAMA RESIDUAL

Um resíduo contendo um alto teor de óxido de ferro, obtido na purificação de bauxita para a produção de alumina pelo processo Bayer.

  • LAMINAÇÃO

Redução da área de seção transversal de metal ou outra conformação de produtos metálicos mediante o uso de cilindros giratórios.

  • LAMINAÇÃO DE ACABAMENTO E ENCRUAMENTO SUPERFICIAL

Veja "Laminação de encruamento".

  • LAMINAÇÃO DE BORDAS (CONDICIONAMENTO DE BORDAS)

Consiste em laminar uma tira de aço para alisar as bordas. Ao remover as rebarbas da bobina, fica mais seguro para os clientes manipularem-na

  • LAMINAÇÃO DE CONFORMAÇÃO

Laminação a quente para produzir barras com seção transversal perfilada; não deve ser confundido com conformação por rolos de chapa fina ou com forjamento por rolos.

  • LAMINAÇÃO DE ENCRUAMENTO

Ligeira laminação a frio de chapa fina de aço. Esta operação é executada para melhorar a planura, minimizar a tendência à formação de nervuras de distensão e de estrias, e obter as propriedades mecânicas e textura desejadas.

  • LAMINAÇÃO DE PACOTE

Laminação a quente de um pacote de duas ou mais chapas de metal. A carepa evita que as chapas sejam soldadas entre si.

  • LAMINAÇÃO DE RODAS OU ANÉIS

O processo de conformar anéis sem emendas a partir de discos perfurados ou esboços em forma de anel de paredes grossas entre cilindros que controlam a espessura de parede, o diâmetro, altura e contorno do anel.

  • LAMINAÇÃO FLEX

Passagem de chapas através de uma unidade de cilindro flexível para minimizar a elongação no limite de escoamento, reduzindo assim a tendência à formação de nervuras de distensão (linhas de Luder) durante a conformação.

  • LAMINAÇÃO TRANSVERSAL

Laminação de chapa fina ou grossa em que a direção de laminação faz um ângulo de cerca de 90� em relação à direção de uma laminação anterior.

  • LAMINADOR A FRIO
  • LAMINADOR A QUENTE

Uma linha ou instalação de produção para a laminação a quente de metais.

  • LAMINADOR BELGA

Um arranjo de cadeiras de laminação a quente de modo que uma barra quente, enquanto está saindo de uma cadeira, é alimentada para uma segunda cadeira na direção oposta.

  • LAMINADOR CONTÍNUO

Um laminador constituído por várias cadeiras de laminação com cilindros sincronizados (trem de laminação), sendo que o metal é submetido a sucessivas reduções na medida em que ele passa pelas várias cadeiras.

  • LAMINADOR DE BLOCOS

Um laminador primário usado para produzir blocos.

  • LAMINADOR DE ENCRUAMENTO

É um tipo de laminador a frio, usualmente com somente uma ou duas gaiolas, que dá o acabamento em chapa fina laminada a frio recozida, melhorando o acabamento ou a textura, de modo a desenvolver as propriedades mecânicas finais requeridas. Mudando-se os cilindros do laminador de encruamento, o aço pode ser entregue com uma superfície brilhante, opaca ou ranhurada

  • LAMINADOR DE PEQUENOS PERFIS

Um pequeno trem laminador com várias gaiolas e com guias para a peça na entrada para os cilindros.

  • LAMINADOR DE PERFIS COMERCIAIS

(Obsoleto) Um laminador consistindo de um grupo de cadeiras de laminação com três cilindros em cada uma, dispostos em linha reta e acionados por uma unidade de força, usado para laminar perfis redondos, quadrados ou planos de dimensões menores do que seriam laminados em um laminador de perfis em barra.

  • LAMINADOR DE PLACAS

Um laminador primário que produz placas.

  • LAMINADOR DE TARUGOS

Laminador primário usado para produzir tarugos. binary alloy??? (Observação: esta expressão parece que está perdida no texto.)

  • LAMINADOR DE TIRAS A QUENTE

É um laminador com várias cadeiras de cilindros que transforma placas em bobinas laminadas a quente. O laminador de tiras a quente pressiona as placas, cuja espessura pode variar de 2 a 10 polegadas dependendo do tipo de máquina de lingotamento contínuo, entre cilindros horizontais com uma abertura progressivamente menor entre eles (simultaneamente, cilindros verticais controlam a largura) para produzir uma bobina de aço plano com uma espessura de cerca de um quarto de polegada e um comprimento de um quarto de milha

  • LAMINADOR DE UMA CADEIRA

Um laminador com um projeto em que o produto só entra em contato com dois cilindros em um dado momento. Compara com "Trem laminador".

  • LAMINADOR DE VERGALHÕES, MOINHO DE HASTES

(1) Um laminador a quente para a laminação de vergalhões. (2) Um moinho para moagem fina, algo similar a um moinho de bolas, porém empregando longas hastes de aço em vez de bolas para efetuar a moagem.

  • LAMINADOR DESBASTADOR DE LINGOTES

Laminador ou outro equipamento usado para reduzir lingotes de aço a blocos.

  • LAMINADOR DUO

Um tipo de laminador em que somente dois cilindros, os cilindros de trabalho, são abrigados em uma única armação. Compare com "Laminador quádruo" e "Laminador duo com quatro cilindros de encosto".

  • LAMINADOR MANNESMANN

Laminador usado no processo Mannesmann.

  • LAMINADOR PRIMÁRIO

Um laminador para a laminação de lingotes ou os produtos laminados de lingotes em forma de blocos, tarugos ou placas. Este tipo de laminador é freqüentemente chamado de laminador desbastador.

  • LAMINADOR QUÁDRUO

Um tipo de laminador normalmente usado para a laminação de produtos planos, em que dois cilindros de encosto de grande diâmetro são usados para reforçar dois cilindros de trabalho menores, os quais estão em contato com o produto. Os cilindros de trabalho ou os cilindros de encosto podem ser acionados. Compare com "laminador duo", "laminador duo com quatro cilindros de encosto".

  • LAMINADOR REVERSÍVEL

É a cadeira de cilindros de laminação usada para reduzir a chapa de aço grossa ou fina passando o aço para frente e para trás entre os cilindros; a abertura entre os cilindros é reduzida após cada passe

  • LAMINADOR SENDZIMIR

Um tipo de laminador duo com quatro cilindros de encosto com cilindros de trabalho de pequeno diâmetro, cilindros de encosto de diâmetro maior, sustentados por mancais em um eixo montado excentricamente de modo que ele possa ser girado para aumentar a pressão entre os mancais e os cilindros de encosto.

  • LAMINADOR SENDZIMIR (Z-MILL)

O QUE É. É um laminador compacto usado para a laminação de bobinas a frio de aço inoxidável a fim de tornar o aço mais fino, mais liso e mais resistente. POR QUE. Objetiva controlar melhor a espessura do aço a um custo de capital mais baixo, bem como laminar tiras e chapas mais finas. COMO. A tira ou chapa fina de aço inoxidável passa entre um par idêntico de pequenos cilindros de trabalho com superfícies extremamente lisas, fortemente reforçados por grupos de cilindros de encosto. Os cilindros reduzem o aço à espessura desejada

  • LAMINADOR STECKEL

Um laminador a frio com dois cilindros de trabalho e dois cilindros de encosto, sendo que nenhum deles é acionado. A tira é tracionada em uma direção através do laminador por uma bobinadeira e depois a direção é invertida por uma segunda bobinadeira, até que a espessura desejada seja atingida.

  • LAMINADOR STECKEL

É um laminador reversível para redução de chapa fina com "coil boxes" aquecidas em cada extremidade. A chapa grossa ou fina passa através dos cilindros do laminador reversível e é bobinada no fim do laminador, reaquecida na "coil box" e novamente passada pelas gaiolas do laminador Steckel e finalmente rebobinada. Ao se reaquecer o aço antes de cada passe, os cilindros podem produzir uma redução maior em cada passe, obtendo um melhor acabamento superficial

  • LAMINADOR UNIVERSAL

Um laminador em que cilindros com um eixo vertical laminam as bordas do metal entre alguns dos passes através dos cilindros horizontais.

  • LAMINADOR WENSTROM

Um laminador similar a um laminador universal, porém as bordas e lados de um perfil laminado são trabalhados simultaneamente.

  • LAMINADOR ZIGUEZAGUE

Um laminador em que as cadeiras de laminação são dispostas de tal modo que suas mesas são paralelas à mesa de transferência (ou transposição) que as une. Este tipo de laminador é usado para a laminação de perfis estruturais, trilhos e qualquer forma especial de barra não laminada no laminador de barras normal.

  • LAMINADORES

Máquinas usadas para reduzir a área de seção transversal de metal e produzir determinadas formas desejadas na medida em que o metal passa entre cilindros giratórios montados em uma estrutura compreendendo uma unidade básica chamada cadeira de laminação. Rolos cilíndricos produzem formas planas; rolos ranhurados produzem barras redondas, quadradas e perfis estruturais. Entre os laminadores pode-se mencionar o laminador de tarugos, laminador desbastador, laminador de primeiro desbaste, laminador de chapas grossas, laminador de chapas finas, laminador de placas, laminador de tiras e laminador de encruamento.

  • LÂMINAS APARADORAS

A porção do dispositivo de aparação através da qual a peça formada é pressionada para cortar as rebarbas.

  • LANÇA DE OXIGÊNIO

Um tubo usado para transportar oxigênio, seja até o ponto de corte, no caso de corte com lança de oxigênio, seja sob a superfície do banho de metal em um forno de produção de aço.

  • LARGURAS

É a dimensão lateral de aço laminado, em oposição ao comprimento ou à bitola (espessura). Se a largura da tira de aço não for controlada durante a laminação, as bordas têm que ser aparadas

  • LASCA

Uma imperfeição que consiste de um pedaço alongado muito fino de metal fixado somente por uma extremidade ao metal base em cuja superfície ele foi trabalhado.

  • LASER

Um dispositivo que emite um raio concentrado de radiação eletromagnética (luz). Raios laser são usados no processamento de metais para fundir, cortar ou soldar metais; em forma menos concentrada eles são às vezes usados para inspecionar peças metálicas.

  • LAVAGEM DE RECUPERAÇÃO

Uma lavagem "non-flowing" usada para recuperar material fino aderido ao material mais grosso.

  • LAYOUT DA MATRIZ

Transferência de dimensões de um desenho ou croqui para as superfícies de matrizes ou gabaritos para utilização na gravação de matrizes.

  • LEDEBURITA

O eutético do sistema ferro-carbono cujos constituintes são a austenita e a cementita. A austenita se decompõe em ferrita e cementita ao se resfriar abaixo de Ar1.

  • LEI DE HOOKE

A tensão é proporcional à deformação. A lei é válida somente até o limite proporcional.

  • LEI DE VEGARD

O relacionamento que estabelece que os parâmetros do reticulado de soluções sólidas do tipo substitutivo variam linearmente entre os valores para os componentes, sendo a composição expressada em percentual atômico.

  • LEITO DE RESFRIAMENTO

Uma área adjacente à mesa de saída em que o metal laminado quente é colocado para resfriar. À vezes é chamado de mesa de resfriamento.

  • LEITO, BANCADA

(1) Parte estacionária de uma estrutura de prensa que normalmente repousa sobre o piso ou fundação, formando o suporte para as demais partes da prensa e da carga de prensagem. A porta-matriz e, às vezes, a matriz inferior são montadas na superfície superior do leito. (2) No caso de máquinas ferramentas, porção da estrutura principal que sustenta a ferramenta, a peça a ser trabalhada, ou ambos.

  • LEITURA TOTAL DO INDICADOR

Veja o termo preferencial "Variação total do indicador".

  • LEVIGAÇÃO

(1) Separação de um pó fino de um material mais grosso mediante a formação de uma suspensão do material fino em um líquido. (2) Um meio de classificar um material em termos de granulometria em função da taxa de deposição de uma suspensão.

  • LIGA

Substância com propriedades metálicas constituída de dois ou mais elementos químicos, dos quais pelo menos um é metal.

  • LIGA DE ADIÇÃO

Uma liga rica em um ou mais elementos ligantes, adicionada a um banho de metal para permitir um controle de composição mais preciso do que seria possível mediante a adição de metais puros, ou para introduzir elementos refratários não prontamente ligados com o metal base. Às vezes chamado de liga-mãe.

  • LIGA DE CHUMBO E ESTANHO

Uma liga de chumbo contendo de 3% a 15% de estanho, usada como um revestimento aplicado por imersão a quente para chapas finas ou chapas grossas de aço. Os revestimentos chumbados, que têm uma aparência lista e opaca, dão ao aço uma melhor resistência à corrosão e melhoram sua capacidade de conformação, soldagem ou pintura.

  • LIGA EM PÓ

É um metal pulverizado em que as partículas são constituídas da mesma liga.

  • LIGA HIPEREUTECTÓIDE

Em um sistema de ligas apresentando um eutectóide, qualquer liga cuja composição tenha um excesso de elemento ligante comparado com a composição do eutectóide e cuja microestrutura de equilíbrio contenha alguma estrutura eutectóide.

  • LIGA HIPEREUTÉTICA

Em um sistema de ligas apresentando um eutético, qualquer liga cuja composição tenha um excesso de elemento ligante comparado com a composição do eutético, e cuja microestrutura de equilíbrio contenha alguma estrutura eutética.

  • LIGA HIPOEUTECTÓIDE

Em um sistema de ligas apresentando um eutectóide, qualquer liga cuja composição tenha um excesso de metal base comparado com a composição do eutectóide e cuja microestrutura de equilíbrio contenha alguma estrutura eutectóide.

  • LIGA HIPOEUTÉTICA

Em um sistema de ligas apresentando um eutético, qualquer liga cuja composição tenha um excesso de metal base comparado com a composição do eutectóide e cuja microestrutura de equilíbrio contenha alguma estrutura eutectóide.

  • LIGA MAGNETICAMENTE DURA

Uma liga ferromagnética que pode ser magnetizada permanentemente devido à sua capacidade de reter a magnetização induzida e os pólos magnéticos após a remoção de campos aplicados externamente. Uma liga com alta força coercitiva. O nome é baseado no fato de que a qualidade dos primeiros magnetos permanentes estava relacionada com sua dureza.

  • LIGA MAGNETICAMENTE MACIA

Uma liga ferromagnética que se torna imediatamente magnetizada quando da aplicação de um campo e que retorna praticamente à condição não magnética quando o campo é removido. Uma liga com propriedades de alta permeabilidade magnética, baixa força coercitiva e baixa perda por histerese magnética.

  • LIGA REFRATÁRIA

Liga desenvolvida para aplicação a temperaturas muito elevadas, onde são encontradas tensões relativamente altas (tensões de tração, térmicas, vibratórias ou causadas por choque) e onde a resistência à oxidação é freqüentemente necessária.

  • LIGA REFRATÁRIA

(1) Uma liga resistente ao calor. (2) Uma liga com um ponto de fusão extremamente alto. Veja "Metal refratário". (3) Uma liga difícil de trabalhar a altas temperaturas.

  • LIGA TERNÁRIA

Uma liga que contém três elementos principais.

  • LIGA TRATÁVEL PELO CALOR

Uma liga que pode ser endurecida mediante tratamento térmico.

  • LIGAÇÃO À TERRA

Na soldagem a arco, um dispositivo usado para ligar o condutor de corrente (cabo de aterramento) à peça.

  • LIGAÇÃO IÔNICA

Uma ligação entre dois ou mais átomos resultante de forças atrativas eletrostáticas entre íons com carga positiva e negativa.

  • LIGAÇÃO POR DIFUSÃO

Veja os termos preferenciais soldagem por difusão e brasagem por difusão.

  • LIGA-MÃE

Uma liga rica em um ou mais elementos ligantes, que pode ser adicionada a um banho de metal para aumentar o percentual de um elemento constituinte desejado.

  • LIGANTE

(1) Em fundição, material que não a água adicionado à areia de fundição para agregar as partículas, às vezes envolvendo o uso de calor. (2) Na metalurgia do pó, um meio de cementação; pode ser um material adicionado ao pó para aumentar a resistência em verde da peça compactada e que é eliminado durante a sinterização, ou um material (usualmente com ponto de fusão relativamente baixo) adicionado à mistura de pós com a finalidade específica de cementar as partículas de pó, as quais não seriam sinterizadas por si só em um corpo resistente.

  • LIGANTE, JUNÇÃO

(1) Em discos de esmerilhamento e outros produtos abrasivos relativamente rígidos, é o material que mantém unidos os grãos abrasivos. (2) Em soldagem ou brasagem, é a junção entre as peças unidas. Se for usado metal de enchimento, é a junção entre o metal fundido e o metal base afetado pelo calor. (3) Em uma junta unida por meio de adesivo ou por meio de difusão, é a linha ao longo da qual as superfícies sobrepostas são unidas.

  • LIGAS FERROSAS

(Veja Aço-Liga)

  • LIGAS PARA SOLDA-BRASAGEM

Veja o termo preferencial metal de enchimento para brasagem.

  • LIGAS RESIDUAIS

Elementos de liga residuais que são introduzidos no aço quando aço liga não identificado está presente na carga de sucata de um forno de produção de aço.

  • LIMITE CONVENCIONAL DE ELASTICIDADE

A tensão em que um material apresenta um desvio especificado em relação à proporcionalidade entre tensão e deformação. Um desvio de 0,2% é usado para muitos metais. Compare com "Limite de resistência à tração".

  • LIMITE DE ELASTICIDADE

A tensão máxima à qual um material pode ser submetido sem que persista qualquer deformação permanente após a total liberação da tensão.

  • LIMITE DE ESCOAMENTO

A primeira tensão em um material, geralmente menor do que a tensão máxima atingível, em que ocorre um aumento na deformação sem um aumento na tensão. Somente certos metais apresentam um limite de escoamento. Se houver uma redução na tensão após o escoamento plástico, pode-se fazer uma distinção entre limites de escoamento superior e inferior.

  • LIMITE DE ESCOAMENTO, TENSÃO DE TESTE

(1) A tensão que causará uma pequena deformação permanente especificada em um material. (2) Uma tensão especificada a ser aplicada a um elemento ou estrutura para indicar sua capacidade de resistir às cargas de serviço.

  • LIMITE DE FADIGA

A tensão máxima que presumivelmente leva à fratura de fadiga em um número especificado de ciclos de tensão. Se a tensão não for completamente revertida, deve ser estabelecido o valor da tensão média, da tensão mínima ou da relação entre a tensão máxima e mínima. Compare com "Limite de resistência à fadiga". Fator de fadiga por entalhe (Kf).

  • LIMITE DE FLUÊNCIA

(1) A tensão máxima que causará uma quantidade de fluência menor do que a especificada em um determinado tempo. (2) A tensão nominal máxima sob a qual a taxa de deformação por fluência diminui continuamente ao longo do tempo sob carga constante e a temperatura constante. Às vezes é usado como sinônimo de tensão constante geradora de fluência ("creep strength").

  • LIMITE DE PROPORCIONALIDADE

A tensão máxima à qual a deformação continua diretamente proporcional à tensão.

  • LIMITE DE RESISTÊNCIA À DISRUPÇÃO

A tensão na qual um metal sofre fratura sobre tensão hidrostática.

  • LIMITE DE RESISTÊNCIA À FADIGA

A tensão máxima abaixo da qual um material pode presumivelmente resistir a um número infinito de ciclos de tensão. Se a tensão não for completamente revertida, deve-se indicar também o valor da tensão média, da tensão mínima ou da relação entre a tensão máxima e mínima. Veja "limite de fadiga".

  • LIMITE DE RESISTÊNCIA À RUPTURA

A tensão convencional máxima (tensão de compressão, de cisalhamento ou de tração) que um material pode suportar.

  • LIMITE DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO

Em ensaio de tração, a relação entre a carga máxima e a área de seção transversal original. Também chamado de "Limite de resistência à ruptura". Compare com "Limite convencional de elasticidade".

  • LIMITE DE RESISTÊNCIA AO ENTALHE

A carga máxima em um corpo de prova de ensaio de tração com entalhe dividida pela área da seção transversal mínima (a área na raiz do entalhe). Também chamado de limite de resistência à tração com entalhe.

  • LIMITES DE TOLERÂNCIA

Os limites que definem a faixa de variação permissível no tamanho ou outra característica de qualidade de uma peça.

  • LIMITES DE VARIAÇÃO, FAIXA

Em inspeção, a diferença entre o valor mais alto e o valor mais baixo de uma determinada característica de qualidade em uma única amostra.

  • LIMPADOR ALCALINO

Material composto de hidróxidos alcalinos e sais alcalinos tais como boratos, carbonatos, fosfatos ou silicatos. Sua ação de limpeza pode ser reforçada mediante a adição de agentes superficiais ativos e solventes especiais.

  • LIMPEZA À CHAMA

Remoção de carepa, ferrugem, impurezas e umidade da superfície de metais mediante o uso de uma chama a gás.

  • LIMPEZA ANÓDICA

Limpeza eletrolítica em que a peça é o anodo. É também chamada de limpeza por corrente reversa.

  • LIMPEZA CATÓDICA

Limpeza eletrolítica em que a peça é o catodo.

  • LIMPEZA COM CORRENTE CONTÍNUA

O mesmo que limpeza eletrolítica do catodo.

  • LIMPEZA DIFÁSICA

Remoção de sujeira com uma emulsão que produz duas fases no tanque de limpeza: uma fase solvente e uma fase aquosa. A limpeza é efetuada tanto pela ação do solvente como pela emulsificação.

  • LIMPEZA ELETROLÍTICA

Remoção de solo de uma peça por meio de eletrólise, sendo a peça um dos eletrodos. Normalmente o eletrólito é alcalino.

  • LIMPEZA ELETROLÍTICA ANÓDICA

O mesmo que "Limpeza anódica".

  • LIMPEZA EM TAMBOR

Limpeza mecânica ou eletrolítica de metal em um equipamento giratório.

  • LIMPEZA POR ATAQUE COM REAGENTE QUÍMICO

Remoção de solo mediante dissolução de parte do metal subjacente.

  • LIMPEZA POR ENCHARCAMENTO

Limpeza por imersão sem eletrólise.

  • LIMPEZA POR IMERSÃO

Limpeza em que a peça a ser limpa é imersa em uma solução líquida.

  • LIMPEZA ULTRA-SÔNICA

Limpeza por imersão auxiliada por ondas ultra-sônicas que causam uma micro-agitação.

  • LINGOTAMENTO

Vazamento de metal líquido de uma panela para os moldes de lingotamento. O termo se aplica particularmente à operação específica de vazamento de ferro ou aço em moldes de lingotamento.

  • LINGOTAMENTO

Vazamento; as lingoteiras são enchidas usando-se panelas contendo ferro

  • LINGOTAMENTO CONTÍNUO

Uma técnica de lingotamento em que o material fundido é continuamente removido através do fundo do molde à medida em que ele se solidifica, de modo que seu comprimento não é determinado pelas dimensões do molde. É utilizado principalmente para produzir produtos siderúrgicos semi-acabados, tais como tarugos, blocos, lingotes, placas e tubos. Veja também lingotamento em veios.

  • LINGOTAMENTO CONTÍNUO

O QUE É. É um método de vazar o aço líquido diretamente do forno em um molde de tarugo, bloco ou placa. POR QUE. O lingotamento contínuo evita a necessidade dos grandes e caros laminadores para laminar os lingotes em placas. Além disso, as placas de lingotamento contínuo se solidificam em poucos minutos, comparado com várias horas para que um lingote se solidifique. Em função disto, a composição química e as propriedades mecânicas são mais uniformes. COMO. O aço proveniente do convertedor ou do forno elétrico é vazado em uma panela intermediária (tundish) (um recipiente raso que parece uma banheira) sobre a máquina de lingotamento contínuo. À medida que o aço flui cuidadosamente da panela intermediária para o molde de cobre refrigerado a água do lingotador, ele solidifica-se formando uma tira de aço vermelho. Na parte inferior da máquina de lingotamento contínuo, maçaricos cortam o aço que flui continuamente de modo a formar placas ou blocos

  • LINGOTAMENTO DC

O mesmo que 'lingotamento direto"

  • LINGOTAMENTO DIRETO

Um método contínuo de fabricação de lingotes para laminação ou extrusão mediante o vazamento do metal em um molde curto. A base do molde é uma plataforma que é gradualmente baixada enquanto o metal se solidifica, sendo que a carcaça solidificada de metal age como um elemento de retenção do metal líquido abaixo da parede do molde. O lingote é usualmente resfriado mediante a aspersão de água diretamente no molde ou nas paredes do metal sólido à medida em que ele é baixado. O comprimento do lingote é limitado pela profundidade até a qual a plataforma pode ser baixada; por isso, este processo é freqüentemente chamado de lingotamento semi-contínuo.

  • LINGOTAMENTO EM VEIOS

Um termo genérico que descreve o lingotamento contínuo de um ou mais corpos alongados, tais como tarugos, blocos ou placas. Se dois ou mais veios são lingotados simultaneamente, freqüentemente eles têm a mesma seção transversal.

  • LINGOTE

Uma peça fundida de formato simples, adequada para refusão ou trabalho a quente.

  • LINGOTE

É uma forma de aço semi-acabado. O aço líquido é vazado em lingoteiras onde ele se solidifica lentamente. Uma vez que o aço esteja sólido, a lingoteira é removida e os lingotes de 25 a 30 toneladas estão então prontos para a laminação ou forja subseqüentes

  • LINGOTE DE GUSA

Uma peça fundida de metal usada em refusão.

  • LINGOTE ESCALPADO PARA EXTRUSÃO

Um lingote fundido, sólido ou oco, para extrusão que teve sua superfície externa usinada.

  • LINGOTE PARA EXTRUSÃO

Um pedaço de metal fundido usado como matéria prima para a extrusão.

  • LINGOTE PARA FORJAMENTO

Uma peça de metal fundido usada como matéria prima para o forjamento.

  • LINGOTE VAZADO EM LINGOTEIRA BASCULANTE

Um lingote feito em uma lingoteira basculante.

  • LINHA DE DESEMPENADEIRA

É um processo para eliminar quaisquer deficiências de forma (bordas onduladas e abaulamentos) na chapa fina antes do embarque final. A maior parte das chapas finas laminadas a frio apresenta inicialmente uma seção transversal abaulada (coroa); se tal formato for indesejável para o cliente, ela deve ser desempenada na linha de desempenadeira

  • LINHA DE ESCORREGAMENTO

O vestígio do plano de escorregamento na superfície de visualização. O vestígio é (geralmente) observável somente se a superfície tiver sido polida antes da deformação. A observação usual em cristais de metais (sob um microscópio ótico) consiste de um feixe de linhas de escorregamento conhecido como uma faixa de escorregamento.

  • LINHA DE IMPACTO

Um defeito em uma peça de chapa metálica estampada causada por uma ligeira modificação na espessura do metal. A marca é chamada de linha de impacto quando ela resulta do impacto da punção sobre o esboço. Ela é chamada de linha de recuo quando resulta da transferência do blank da matriz para a punção durante a conformação, ou de uma reação à grande tração exercida sobre o blank pelo anel de estampagem.

  • LINHA DE REBARBA

A linha de localização de rebarba formada ao redor de uma peça forjada ou fundida.

  • LINHA DE RECUO

Veja "Linha de impacto".

  • LINHA DE SOLDA

A junção do metal de solda e do metal base, ou a junção das partes do metal base quando não se usa metal de enchimento.

  • LINHA DIVISÓRIA

(1) A interseção do plano divisor de um molde de fundição ou do plano divisor entre matrizes de forjamento com o molde ou cavidade da matriz. (2) Uma linha elevada ou projeção sobre a superfície de uma peça fundida ou forjada que corresponde a tal interseção.

  • LINHAS DE ALIMENTAÇÃO

Marcas lineares em uma superfície usinada ou esmerilhada espaçadas a intervalos equivalentes ao avanço por giro ou por curso.

  • LINHAS DE DEFORMAÇÃO CRISTALINA

Partes de um cristal que tiveram diferentes rotações durante a deformação, produzindo linhas de orientação distintas dentro dos grãos individuais.

  • LINHAS DE ESCOAMENTO

(1) Textura que indica a direção do escoamento do metal durante trabalho a quente ou a frio. As linhas de escoamento podem ser reveladas por ataque químico da superfície ou de uma seção de uma peça de metal (veja macrografia nesta página). (2) Em metalurgia mecânica, caminhos seguidos por pequenos volumes de metal durante a deformação.

  • LINHAS DE FLUXO

Linhas imaginárias usadas como um meio de explicar o comportamento de campos magnéticos e outros. Seu conceito é baseado no padrão de linhas produzidas quando partículas magnéticas são espalhadas sobre um magneto permanente. Às vezes chamadas de linhas de força magnética.

  • LINHAS DE HARTMANN

O mesmo que "linhas de Lüders".

  • LINHAS DE LÜDERS

Depressões ou marcas superficiais alongadas causadas por deformação plástica localizada que resulta de deformação descontínua (não homogênea). Também conhecidas como faixas de Lüders, linhas de Hartmann ou nervuras de distensão.

  • LINHAS DE PIOPERB

O mesmo que "Linhas de Lüder".

  • LINHAS DE WALLNER

Um padrão distinto de conjuntos interseccionais de linhas paralelas, geralmente produzindo um conjunto de linhas com formato de V, às vezes observados ao se visualizar superfícies de fenda de fragilidade em altas magnificações em um microscópio eletrônico. As linhas de Wallner são atribuídas à interação entre uma onda de choque e uma frente de fenda de fragilidade que se propaga a alta velocidade. Às vezes, as linhas de Wallner são equivocadamente interpretadas como estrias de fadiga.

  • LINHAS FANTASMAS

Linhas que ocorrem paralelamente à direção de laminação e que aparecem em um painel quando o material é estirado. Estas linhas podem não ser evidentes a menos que o painel tenha sido jateado ou pintado. (Não deve ser confundido com linhas de desempenadeira.)

  • LIQUAÇÃO

Fusão parcial de uma liga, geralmente como resultado de segregação dendrítica ou outras heterogeneidades da composição.

  • LISTAS DE FERRITA

O mesmo que faixas de ferrita.

  • LISTRAS DE TIGRE

Linhas brilhantes contínuas em chapa fina ou tira, na direção de laminação.

  • LIXIVIAÇÃO

Extração de um elemento ou composto de uma mistura liga ou liga sólida através da dissolução preferencial em um líquido apropriado.

  • LIXIVIAÇÃO SELETIVA

Corrosão em que um elemento é preferencialmente removido de uma liga, deixando um resíduo (freqüentemente poroso) dos elementos que são mais resistentes ao ambiente específico. Veja também "Descarbonetação", "Desniquelação", "Desincificação", "Corrosão grafítica".

  • LODO, LAMA

(1) Um material de granulometria extremamente fina resultante de tratamento de minério. (2) Uma mistura de metais e alguns compostos insolúveis que se forma no anodo em eletrólise.

  • LOTE

Uma quantidade finita de um determinado produto fabricado sob condições de produção que são consideradas uniformes. Freqüentemente usado para descrever uma quantidade finita de produto apresentado para inspeção como um único grupo. Para um produto a granel (como, por exemplo, um produto químico ou metal pulverizado), o termo "fornada" ou "batelada" é freqüentemente empregado como sinônimo de lote.

  • LTI

Abreviatura de leitura total do indicador

  • LUBRIFICANTE

Qualquer substância usada para reduzir o atrito entre duas superfícies em contato.

  • LUBRIFICANTE DE MATRIZ

Um lubrificante aplicada à superfícies de trabalho de matrizes e punções para facilitar a estampagem, prensagem, embutimento e/ou ejeção. Na metalurgia do pó, o lubrificante da matriz é às vezes misturado com o pó antes que o mesmo seja prensado em forma de compactado.

  • LUBRIFICANTE EM PÓ

Um agente misturado ou incorporado em um pó para facilitar a prensagem ou a ejeção de um compactado da metalurgia do pó.

  • LUNETA FIXA

Em operações de corte ou esmerilhamento, um suporte estacionário para uma peça longa a ser trabalhada.

  • LUTO

(1) Uma mistura de argila refratária usada para vedar fendas entre um cadinho e sua tampa ou entre um recipiente e a tampa quando tem que ser aplicado calor. (2) Vedar com argila ou outro material plástico.

  • LUZ NEGRA

Radiação eletromagnética não visível ao olho humano. A porção do espectro geralmente usada em inspeção fluorescente se encontra na região ultravioleta entre 330 e 400 nm, com um pico em 365 nm.

  • MAÇARICO

Um maçarico para soldagem ou para corte.

  • MAÇARICO

Um bico de gás usado para soldar, brasar ou cortar metais. Para brasagem ou soldagem, ele têm duas linhas de alimentação de gás: uma para o combustível (tais como acetileno ou hidrogênio) e a outra para o oxigênio. Para operações de corte, pode haver uma linha de alimentação adicional para oxigênio. Veja "Corte a oxigênio".

  • MACHO DE ABRIR ROSCA ATÉ O FUNDO DO FURO

Um macho com um chanfro com comprimento de 1 a 1l/2 roscas.

  • MACHO DE ABRIR ROSCAS

Uma ferramenta de abrir rosca cilíndrica ou cônica com um ou mais elementos de corte com roscas do formato desejado em sua periferia. Mediante uma combinação de movimentos giratórios e axiais, a extremidade frontal corta uma rosca interna, sendo que a ferramenta obtém sua sustentação principal da própria rosca sendo produzida.

  • MACHO DE AREIA VERDE

(1) Macho feito de areia verde e usado na forma como socado. (2) Um macho de areia que é usado na condição sem cozimento.

  • MACHO DE ESTAMPAGEM, PUNÇÃO

(1) A ferramenta móvel que força o material na matriz em moldagem de pó e na maioria das operações de conformação. (2) A matriz móvel em uma prensa de rebarbação ou em uma máquina de forjamento. (3) A ferramenta que força o material através da matriz na extrusão de hastes e tubos, e que forma a superfície interna na extrusão de latas ou copos.

  • MACHO DE ROSCAR TUBOS

Um macho para fazer roscas internas em tubos, conexões ou orifícios.

  • MACHO DIREITO DE ABRIR ROSCA

Um macho com um chanfro que se estende por três a cinco roscas.

  • MACHO MOLDADO EM CASCA

Um macho de areia moldado em casca.

  • MACLA

Duas porções de um cristal que têm um relacionamento cristalográfico definido; uma pode ser considerada como a matriz e a outra como a parte geminada A orientação da porção geminada é ou uma imagem espelhada da orientação da matriz em um "plano de maclação" ou uma orientação que pode ser derivada girando-se a porção geminada ao redor de um "eixo de maclação". Veja também "Macla de recozimento" e "Macla mecânica".

  • MACLA DE RECOZIMENTO

Uma macla formada em um cristal durante a recristalização.

  • MACLA MECÂNICA

Uma macla formada em um cristal por cisalhamento simples sob carga externa.

  • MACROESTRUTURA

A estrutura de metais revelada por exame macroscópico da superfície atacada de um corpo de prova polido.

  • MACROGRAFIA

Uma reprodução gráfica da superfície de um corpo de prova preparada com uma magnificação não superior a dez diâmetros. Quando fotografada, a reprodução é conhecida como fotomacrografia.

  • MACROSCÓPICO

Visível com mangificações de até dez diâmetros.

  • MACRO-TENSÕES

O mesmo que "Tensão macroscópica".

  • MAGNETOESTRICÇÃO

A característica de um material que se manifesta por meio de deformação quando ele é submetido a um campo magnético; ou o inverso. Algumas ligas de ferro-níquel se dilatam; o níquel puro se contrai.

  • MALEABILIDADE

A característica de metais que permite deformação plástica sob compressão sem se romper.

  • MALEABILIZAÇÃO

Recozimento de ferro fundido branco de tal modo que parte ou todo o carbono combinado é transformado em grafita ou, em alguns casos, parte do carbono é completamente removida.

  • MALEÁVEL FERRÍTICO

Veja "ferro fundido maleável".

  • MALEÁVEL PERLÍTICO

Veja "Ferro fundido maleável".

  • MALHA

O número da peneira mais fina de uma escala padrão de peneiras especificada através da qual passarão quase todas as partículas de uma amostra de pó. Também chamado de tamanho de malha.

  • MANCHA DE ATAQUE QUÍMICO

Um produto de reação às vezes deixado na superfície de um metal após a decapagem, eletrogalvanização ou ataque químico.

  • MANCHA DE DECAPAGEM

Descoloração do metal devido à limpeza química sem lavagem e secagem adequadas.

  • MANDRIL

(1) Uma haste ou ferramenta de ponta rombuda usada para preservar a cavidade em produtos metálicos ocos durante o processamento. (2) Uma barra metálica em torno da qual um outro metal pode ser fundido, dobrado, conformado ou perfilado. (3) Uma haste ou barra para sustentar uma peça a ser usinada. (4) Uma forma, como um molde ou matriz, usada como um catodo em eletrodeposição.

  • MANDRIL CENTRALIZADOR

Um mandril que se encaixa tanto na árvore como na ferramenta de corte para assegurar a concentricidade da montagem da ferramenta de corte.

  • MANDRIL ESCAREADOR

Uma ferramenta de corte em forma de barra provida de uma série de bordas ou dentes cortantes que aumentam de tamanho ou mudam de forma entre a as duas extremidades. A ferramenta corta na direção axial quando puxada ou empurrada, sendo usada para fazer orifícios ou perfilar superfícies externas.

  • MANDRIL FLUTUANTE

No estiramento de tubos, um mandril não apoiado que se localiza na matriz dentro do tubo, causando a redução da espessura de parede enquanto a matriz está efetuando uma redução do diâmetro externo.

  • MANDRIL PARA LAMINAÇÃO DE TUBOS

É um procedimento para produzir tubos especiais usando uma bancada de trefilação para forçar o tubo através de uma matriz e contra um mandril, proporcionando excelente controle sobre o diâmetro interno e a espessura de parede. As vantagens desta técnica são a qualidade superficial interna e externa e a tolerância de bitola do tubo. Os principais mercados incluem aplicações automotivas e cilindros hidráulicos

  • MANDRIL, PLUG

(1) Uma haste ou mandril sobre o qual é forçado um tubo perfurado. (2) Uma haste ou mandril que preenche um tubo à medida que ele é trefilado em uma matriz. (3) Uma punção ou mandril sobre o qual um copo é estampado. (4) Uma parte protuberante de uma impressão em matriz para formar a cavidade correspondente na peça forjada. (5) Um fundo falso em uma matriz. Também chamado cavilha.

  • MANTA DE BORRACHA

Uma placa de borracha ou outro material resiliente usado com uma ferramenta auxiliar em operações de conformação.

  • MÁQUINA DE CÂMARA FRIA
  • MÁQUINA DE CÂMARA QUENTE

Uma máquina de fundição sob pressão em que a câmara de metal sob pressão é imersa no metal líquido em um forno. A câmara é às vezes chamada de "pescoço de ganso" e a máquina de "máquina pescoço de ganso".

  • MÁQUINA DE CONFORMAÇÃO POR ESTICAMENTO

(1) Uma máquina usada para executar operações de conformação por esticamento. (2) Uma dispositivo adaptável a uma prensa convencional para a execução de conformação por esticamento.

  • MÁQUINA DE CORTAR TIRAS MÚLTIPLAS

Uma máquina com vários pares de ferramentas de corte rotativas espaçadas em dois eixos paralelos, usada para cortar chapas metálicas ao comprido ou para aparar as bordas de chapas finas.

  • MÁQUINA DE DOBRAR CHAPAS

Uma máquina em que uma aleta ou barra de dobramento é usada para dobrar chapas de metal cuja borda é fixada entre a lâmina de dobramento superior e a garra estacionária inferior formando uma dobra estreita, viva, fechada e precisa ao longo da borda. Ela é capaz também de fazer dobras arredondadas, como aquelas usadas em wiring. Uma máquina de dobramento universal é mais versátil, uma vez que a largura é limitada somente pelas dimensões da chapa.

  • MÁQUINA DE ENDIREITAR TUBOS POR LAMINAÇÃO TRANSVERSAL

Um máquina equipada com pares de cilindros de projeto especial para o endireitamento de barras redondas ou tubos, sendo que o passe é feito com o material a ser endireitado disposto paralelamente aos eixos dos cilindros.

  • MÁQUINA DE FORJAMENTO OSCILANTE

Equipamento para a redução contínua a quente de lingotes, blocos ou tarugos para a produção de barras chatas de seção quadrada, barras redondas ou retangulares pela ação oscilante acionada por came de pares de matrizes.

  • MÁQUINA DE FORJAR

Um tipo de equipamento de forja, relacionado a uma prensa mecânica, em que a principal energia de conformação é aplicada horizontalmente na peça, a qual é presa por matrizes. Normalmente chamada de recalcadora ou header.

  • MÁQUINA DE FORJAR UNIVERSAL

Uma combinação de quatro prensas hidráulicas dispostas em um plano e equipadas com manipuladores de tarugo e controles automáticos, usadas para forjamento radial ou forjamento de estiramento.

  • MÁQUINA DE MOLDAR

Uma máquina para fazer moldes de areia mediante a compactação mecânica de areia ao redor de um modelo.

  • MÁQUINA DE RECALCAR

Veja "Recalcadora".

  • MÁQUINA DE ROLAGEM TRANSVERSAL

Equipamento para produzir esboços complexos ou peças forjadas acabadas complexas a partir de tarugos redondos inseridos transversalmente entre dois ou três rolos que giram na mesma direção e empurram o tarugo. Os rolos, portando segmentos de matriz substituíveis e contendo as impressões apropriadas, fazem vários giros a cada rotação da peça sendo trabalhada.

  • MÁQUINA DE SOCAR AREIA

Máquina usada para compactar areia de moldagem em uma caixa de moldagem através de recalques ou pancadas repetitivas. Socagem.

  • MÁQUINA DE SOLDA

Equipamento usado para executar a operação de soldagem - por exemplo, máquina de solda por pontos, máquina de soldagem a arco, máquina de soldagem contínua.

  • MÁQUINA MICRO-FOTOGRÁFICA

Um instrumento ótico projetado tanto para observação visual como para a obtenção de micro-fotografias de superfícies preparadas de materiais opacos com magnificações variando de cerca de 25 até cerca de 2000 diâmetros. O instrumento consiste de uma fonte de iluminação de alta intensidade, um microscópio e uma câmera. Em alguns instrumentos, existem dispositivos para examinar as superfícies do corpo de prova com luz polarizada, contraste de fase, iluminação oblíqua, iluminação de campo escuro e com a tradicional iluminação de campo claro.

  • MÁQUINA ROTATÓRIA DE FORJAR

Uma máquina oscilante consistindo de um anel acionado que gira a alta velocidade, fazendo com que os roletes se encaixem nas superfícies do came e força as matrizes a realizar um golpe semelhante ao golpe de um martelo sobre a peça sendo trabalhada, com uma frequência elevada. Podem ser produzidas peças de seções retas e cônicas.

  • MARAGING

Um tratamento de endurecimento por precipitação aplicado a um grupo especial de ligas à base de ferro para precipitar um ou mais compostos intermetálicos em uma matriz consistindo essencialmente de martensita livre de carbono. NOTA: A primeira série de aços "maraging" desenvolvida continha, além do ferro, mais de 10% de níquel e um ou mais elementos complementares para proporcionar endurecimento. Nesta série, o tratamento de encruamento é feito a 480�C (900�F).

  • MARCA DE ENTRADA (MARCA DE SAÍDA)

Uma ligeira corrugação causada pelos cilindros de entrada ou de saída de uma unidade desempenadeira de rolos.

  • MARCA DE FIM DE CHAPA

Uma marca no cilindro de laminação causada pela extremidade da chapa durante laminação a quente ou a frio.

  • MARCA DE FITA

Uma mossa em tira ou chapa fina de aço carbono causada pela pressão externa da fita de embalagem ao redor de chapas cortadas ou de bobinas; ela pode ocorrer durante o manuseio, transporte ou estocagem.

  • MARCA DE TRÁFEGO

Veja "Abrasão".

  • MARCAS DE CLAMSHELL

O mesmo que beach marks.

  • MARCAS DE DESEMPENADEIRA

Linhas na superfície de chapa ou tira transversais à direção de desempeno; podem ser vistas ao se fazer o esmerilhamento ou lixação após o desempeno (porém antes da estampagem). Geralmente podem ser removidas mediante um estiramento moderado.

  • MARCAS DE DESEMPENADEIRA DE ROLOS

O mesmo que "Marcas de desempenadeira".

  • MARCAS DE ESTIRAMENTO

Veja "arranhaduras", "escoriação", "aderências", "riscos de estampagem".

  • MARCAS DE RATCHET

Linhas em uma superfície de fratura de fadiga resultantes da interseção e conexão de fendas de fadiga que se propagam a partir de múltiplas origens. As marcas de ratchet são paralelas à direção geral de propagação de trinca, sendo visíveis a olho nu ou com baixa magnificação.

  • MARCAS RADIAIS

Linhas em uma superfície de fratura que se irradiam a partir da origem da fratura e são visíveis a olho nu ou com baixa magnificação. As linhas radiais resultam da interseção e conexão de fendas de fragilidade que se propagam em diferentes níveis. Também chamadas de veios de cisalhamento. Veja também "Fratura estriada".

  • MARGEM DE DUMPING

É o valor pelo qual o valor normal excede o preço de exportação ou o preço de exportação "construído" da mercadoria em questão

  • MARQUENCHING

Veja "Martêmpera".

  • MARTELAGEM

Batimento de uma chapa metálica com um martelo para obter a forma desejada, seja utilizando uma fôrma ou um martelo mecânico de alta velocidade e uma bigorna similar, de modo a produzir a estampagem ou adelgaçamento requerido.

  • MARTELAGEM

Trabalho mecânico de metal com golpes de martelo ou ataque por granalha.

  • MARTELO DE DUPLA AÇÃO

Um martelo de forja em que a massa é levantada mediante a admissão de vapor ou ar em um cilindro abaixo do pistão e o golpe é intensificado mediante a admissão de vapor ou ar acima do pistão no curso descendente.

  • MARTELO DE FORJAR A CONTRA-GOLPE

Um martelo de forjar em que tanto a massa (macho) como a bigorna são acionadas simultaneamente um contra o outro por meio de pistões a ar ou vapor.

  • MARTELO DE GRAVIDADE

Um tipo de martelo de forja em que a energia para o forjamento é obtida pela massa e velocidade de um martelo em queda livre com uma matriz superior afixada no mesmo. Exemplos: Martelo de queda com prancha e martelos de queda pneumáticos.

  • MARTELO DE QUEDA

Um martelo de forja que depende da gravidade para obter sua força.

  • MARTELO DE QUEDA COM PRANCHA

Um tipo de martelo de forja em que a matriz superior e o martelo são afixados a "pranchas" que são levantadas até a posição de forja por roletes acionados, caindo por gravidade. Veja martelo de queda.

  • MARTELO DE QUEDA PNEUMÁTICO

Tipo de martelo de queda por gravidade em que o êmbolo é levantado para cada golpe por meio de um cilindro pneumático. Uma vez que o comprimento do curso pode ser controlado, pode-se variar a velocidade do êmbolo e, conseqüentemente, a energia transmitida para a peça a ser trabalhada.

  • MARTÊMPERA

(1) Um procedimento de têmpera em que uma peça ferrosa austenitizada é temperada em um meio apropriado cuja temperatura é mantida substancialmente at the Ms da peça, a qual é mantida no meio até que sua temperatura seja totalmente uniforme - porém não um tempo suficientemente longo que permita a formação de bainita - e em seguida é resfriada ao ar. O tratamento é freqüentemente seguido de revenido. (2) Quando o processo é aplicado a um material carburizado, a temperatura MB de controle é a temperatura de cementação. Esta variação do processo é freqüentemente chamada de "marquenching".

  • MARTENSITA

Um termo genérico para microestruturas formadas por transformação de fase sem difusão em que a fase base e a fase do produto têm um relacionamento cristalográfico específico. A martensita é caracterizada por um padrão acicular na microestrutura tanto em ligas ferrosas como em ligas não ferrosas. Em ligas em que os átomos solutos ocupam posições intersticiais no reticulado martensítico (tais como o carbono no ferro), a estrutura é dura e altamente deformada; mas nos casos em que os átomos solutos ocupam posições substitutivas (como o níquel no ferro), a martensita é macia e dúctil. A quantidade de fase de alta temperatura que se transforma em martensita durante o resfriamento depende em grande medida da temperatura mais baixa atingida, havendo uma temperatura de início bem distinta (Ms) e uma temperatura em que a transformação está essencialmente concluída (Mf).

  • MARTENSÍTICO

É uma pequena categoria de aço inoxidável caracterizada pelo uso de tratamento térmico para aumentar a dureza e a resistência. Aços inoxidáveis martensíticos contêm apenas cromo, não tendo um teor significativo de níquel. Eles são utilizados em equipamentos para as indústrias química e petrolífera, bem como em instrumentos cirúrgicos. O aço inoxidável martensítico mais popular é o tipo 410 (um tipo apropriado para ambientes não sujeitos a corrosão severa, mas que exijam alta resistência)

  • MASSA CADENTE, ÊMBOLO

O elemento móvel de um martelete, máquina ou prensa ao qual uma ferramenta é fixada.

  • MASSALOTE

O mesmo que "Alimentador".

  • MATA-BORRÃO

Em esmerilhamento, um disco de material compressível, normalmente papel mata-borrão, usado entre o disco de esmerilhamento e seus flanges para evitar tensões concentradas.

  • MATE

Um produto intermediário de fusão; uma mistura de sulfeto metálico impura feita mediante a fusão de um minério de sulfeto ustulado, como um minério de cobre, chumbo ou níquel.

  • MATÉRIA PRIMA A SER EXTRUDADA

Uma barra redonda, quadrada ou com outra seção transversal usada para fazer extrudados.

  • MATERIAIS DE PRIMEIRA QUALIDADE

Produtos metálicos, principalmente chapa fina e chapa grossa, da mais alta qualidade e isentos de defeitos ou outras imperfeições visíveis.

  • MATERIAL A SER TRABALHADO

Um termo geral para material sólido a ser conformado, forjado ou usinado para a fabricação de peças.

  • MATERIAL ANTIFERROMAGNÉTICO

Material em que as forças interatômicas mantêm os magnetos atômicos elementares (spins do elétron) de um sólido em alinhamento, sendo este estado similar àquele de um material ferro-magnético, porém com a diferença de que números iguais de magnetos elementares (spins) posicionam-se em direções opostas e são antiparalelos, fazendo com que o sólido seja fracamente magnético, isto é paramagnético, em vez de ferro-magnético.

  • MATERIAL DE ACUMULAÇÃO

Qualquer operação em que a seção transversal de uma parte do material a ser forjado é aumentada além de seu tamanho original.

  • MATERIAL DIAMAGNÉTICO

Um material cuja permeabilidade específica é menor do que a unidade e, portanto, é repelido fracamente por um magneto. Compare com material ferromagnético, material paramagnético.

  • MATERIAL EM BARRA

O mesmo que barra

  • MATERIAL FERRI-MAGNÉTICO

Um material que, macroscopicamente, possui propriedades similares às propriedades de um material ferro-magnético, mas que microscopicamente também se parece com um material antiferromagnético em que alguns dos momentos magnéticos elementares estão alinhados de forma anti-paralela. Se os momentos forem de diferentes magnitudes, o material ainda pode apresentar uma grande magnetização resultante.

  • MATERIAL FERRO-MAGNÉTICO

Um material que, em geral, apresenta os fenômenos de histerese e saturação, e cuja permeabilidade depende da força de magnetiza;cão. Microscopicamente, os magnetos elementares são alinhados paralelamente em volumes chamados domínios. A condição não magnetizada de um material ferro-magnético resulta da neutralização geral da magnetização dos domínios para produzir magnetização externa zero. Compare com "material para-magnético", "material diamagnético".

  • MATERIAL PARAMAGNÉTICO

Um material cuja permeabilidade específica é maior do que a unidade e é praticamente independente da força de magnetização. Compare com "Material diamagnético".

  • MATERIAL QUE ENVOLVE O COMPACTADO

Na metalurgia do pó, qualquer material em que os compactados são envolvidos durante as operações de pré-sinterização ou sinterização.

  • MATRIZ

Uma ferramenta, normalmente contendo uma cavidade, que dá forma a metais sólidos, líquidos ou em pó, primariamente em função da forma da própria ferramenta. Usada em muitas operações de prensagem (incluindo blanking, estampagem, forja e conformação), em fundição sob pressão e na formação de compactados verdes de metalurgia do pó.

  • MATRIZ

(1) O agregado ou fase principal em que um outro constituinte se insere. (2) Em eletrodeposição, uma forma usada como um catodo.

  • MATRIZ ACABADORA

Matriz usada para fazer a impressão final em uma peça forjada. Às vezes chamada de acabadora.

  • MATRIZ BIPARTIDA

O mesmo que "Matriz segmentada".

  • MATRIZ COMPOSTA
  • MATRIZ DE FORJAR EM BRUTO

A estampagem nas matrizes (geralmente uma de uma série de estampagens em um único conjunto de matrizes) que dá à peça sendo forjada um formato intermediário, preparando-a para a forja no formato final. Também chamada estampagem em bloco.

  • MATRIZ DE FORJAR, QUEBRADOR DE CAREPA

Um par de matrizes perfiladas usadas para combinar operações preliminares de forja, tais como edging e blocking, ou para quebrar carepa.

  • MATRIZ DE GRAVAÇÃO EM RELEVO

Uma matriz usada para produzir desenhos gravados em relevo.

  • MATRIZ DE INSERÇÃO

Uma matriz relativamente pequena contendo parte ou toda a impressão de uma peça forjada e que é afixada ao bloco mestre porta-matriz.

  • MATRIZ DE SOLDAGEM À RESISTÊNCIA

A parte de uma máquina de soldagem à resistência, geralmente com o formato do contorno da peça, com a qual as peças a serem soldadas são mantidas juntas e que conduz a corrente de soldagem.

  • MATRIZ EM SÉRIE

O mesmo que "Follow die".

  • MATRIZ EM U

Uma matriz comumente utilizada em conformação com prensa viradeira, usinada horizontalmente com uma abertura de seção transversal quadrada ou retangular que proporciona duas bordas sobre as quais o metal é estampado em um perfil em U.

  • MATRIZ EM V

Uma matriz geralmente usada em conformação em prensa mecânica viradeira, normalmente usinada com uma abertura de seção transversal triangular de modo a proporcionar duas bordas como fulcro para a execução de dobramento em três pontos.

  • MATRIZ FLUTUANTE

(1) Uma matriz montada em um suporte ou uma punção montada em seu suporte, de modo que um ligeiro movimento compensa a tolerância nas peças da matriz, na peça a ser trabalhada ou na prensa. (2) Uma matriz montada em molas pesadas para permitir movimento vertical em algumas operações de aparação, corte e conformação.

  • MATRIZ PARA EXTRUSÃO DE PERFIS COMPLEXOS

Uma matriz de extrusão de múltiplas seções capaz de produzir tubos ou perfis ocos complexos sem o uso de um mandril separado. O metal é extrudado em fluxos separados através de orifícios em cada seção, sendo novamente soldado pela pressão da extrusão antes de sair da matriz. Compare com "Bridge die".

  • MATRIZ PARA PRENSA DE DUPLA AÇÃO

Uma matriz projetada para executar mais de uma operação em um único curso da prensa.

  • MATRIZ PROGRESSIVA

Uma matriz em que duas ou mais operações seqüenciais são realizadas em duas ou mais posições, sendo a peça movida de uma estação para outra.

  • MATRIZ SIMPLES ABERTA

Veja "Matriz fechada".

  • MATRIZ UNITÁRIA

Um bloco de matriz que contém várias cavidades para fazer diferentes tipos de peças fundidas.

  • MATRIZES FECHADAS
  • MECÂNICA DE FRATURA

Veja "mecânica de fratura elástica linear".

  • MECÂNICA DE FRATURA ELÁSTICA LINEAR

Um método de análise de fratura que pode determinar a tensão (ou carga) requerida para induzir instabilidade de fratura em uma estrutura contendo uma falha em forma de trinca de tamanho e forma conhecidos. Veja "Fator de intensidade de tensão".

  • MEDIDOR DE RADIAÇÃO

Um instrumento para medir a intensidade e quantidade de radiação ionizante.

  • MERCADO SPOT

Vendas para entrega em menos de três meses

  • MESA AJUSTÁVEL

Mesa de uma prensa projetada de modo que a altura de espaçamento da matriz possa ser convenientemente variada.

  • MESA DE RESFRIAMENTO

O mesmo que leito de resfriamento.

  • MESA DE ROLOS

Uma mesa transportadora em que os rolos fornecem a superfície de contato.

  • MESA DE SAÍDA

Uma mesa de rolos usada para receber um produto laminado ou extrudado.

  • MESES DE ESTOQUE

É a relação entre o estoque no fim do período e o nível médio mensal de vendas para o período

  • METADE EJETORA

A metade móvel de uma matriz de fundição sob pressão que contém os pinos ejetores.

  • METADE FIXA DE UMA MATRIZ

A metade estacionária de uma matriz para fundição sob pressão.

  • METAESTÁVEL

Refere-se a um estado de pseudo-equilíbrio que tem uma energia livre maior do que o estado de equilíbrio verdadeiro.

  • METAIS ALCALINO-TERROSOS

Metais do grupo IIa da tabela periódica, isto é: berílio, magnésio, cálcio, estrôncio, bário e rádio. São assim chamados porque os primeiros químicos verificaram que os óxidos ou "terras" de cálcio, estrôncio e bário são alcalinos em uma reação.

  • METAIS TERROSOS RAROS

Um metal pertencente ao grupo de 15 metais quimicamente similares, com números atômicos de 57 até 71, geralmente designados como lantanídeos.

  • METAL

(1) Uma substância química elementar opaca brilhante que é um bom condutor de calor e eletricidade e que, quando polido, constitui um bom refletor de luz. A maioria dos metais elementares é maleável e dúctil e, em geral, é mais densa do que outras substâncias elementares. (2) Em termos de estrutura, os metais podem ser distinguidos de não metais por sua ligação atômica e disponibilidade de elétrons. Os átomos metálicos tendem a perder elétrons das camadas externas, sendo os íons positivos assim formados mantidos juntos pelo gás de elétrons produzido pela separação. A capacidade destes "elétrons livres" de transportar corrente elétrica e o fato de que esta capacidade diminui na medida em que a temperatura aumenta estabelecem as distinções essenciais de um sólido metálico. (3) Do ponto de vista químico, uma substância elementar cujo hidróxido é alcalino. (4) Uma liga.

  • METAL "MISCH"

Uma mistura natural de terras raras (números atômicos de 57 a 71) em forma metálica. Ela contém cerca de 50% de cério, sendo o restante principalmente latânio e neodímio.

  • METAL A SER REVESTIDO

Metal original em que são aplicados um ou mais revestimentos.

  • METAL ALCALINO

Um metal do grupo IA da tabela periódica, isto é: lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio. Eles formam hidróxidos fortemente alcalinos, donde o nome.

  • METAL BASE

(1) Metal presente em maior proporção em uma liga; o latão, por exemplo, é uma liga à base de cobre. (2) Metal a ser caldeado, cortado ou soldado. (3) Após a soldagem, aquela parte do metal que não foi fundida. (4) Um metal que se oxida rapidamente ou que se dissolve para formar íons. Compare com metal nobre (2).

  • METAL BRANCO

(1) Um termo genérico que abrange um grupo de metais de cor branca com pontos de fusão relativamente baixos (chumbo, antimônio, bismuto, estanho, cádmio e zinco) e as ligas baseadas nestes metais. (2) Um sulfeto cuproso mate com cerca de 77% de cobre, obtido a partir de fusão de minérios de sulfeto de cobre.

  • METAL DE ADIÇÃO DE SOLDA

Aquela porção de uma solda que foi fundida durante a soldagem.

  • METAL DE ENCHIMENTO

Metal agregado ao se fazer uma junta por meio de brasagem ou soldagem.

  • METAL DE ENCHIMENTO PARA BRASAGEM

Um metal de enchimento não ferroso usado na brasagem ou na solda-brasagem.

  • METAL DE LAVAGEM

Metal líquido usado para lavar um forno, panela ou outro recipiente.

  • METAL DE TRANSIÇÃO

Um metal em que os níveis de energia de elétrons disponíveis são ocupados de tal modo que a banda d contém menos do que seu número máximo de dez elétrons por átomo. Por exemplo, ferro, cobalto, níquel e tungstênio. As propriedades características dos metais de transição resultam dos níveis d não totalmente preenchidos.

  • METAL DUPLEX

Um metal composto contendo duas ou três camadas que foram unidas uma às outras. O maio de ligação pode ser obtido por soldagem conjugada com laminação, fundição, deposição química pesada ou eletrogalvanização pesada.

  • METAL GRANULADO

Pequenas pelotas produzidas passando-se um metal líquido através de uma malha ou despejando-o sobre um disco giratório. Em ambos os casos é feito um resfriamento com água. Granulação.

  • METAL LEVE

Um dos metais de baixa densidade, tais como alumínio, magnésio, titânio, berilo ou suas ligas.

  • METAL NATURAL

(1) Qualquer depósito na crosta da terra consistindo de metal não combinado. (2) O metal contido em tal depósito.

  • METAL NOBRE

(1) Um metal cujo potencial é altamente positivo em relação ao eletrodo de hidrogênio. (2) Um metal com notável resistência à reação química, particularmente à oxidação e à solução em ácidos inorgânicos. O termo é freqüentemente usado como sinônimo de metal precioso. Compare com "Metal base" (4)

  • METAL PARA TIPO

Qualquer de uma série de ligas contendo de 54% a 95% de Pb, 2% a 28% de Sb e 2% a 20% de Sn, usadas para fazer tipos de impressão.

  • METAL PERTURBADO

Camada de metal trabalhada a frio formada em uma superfície polida durante o processo de esmerilhamento e polimento mecânicos.

  • METAL PRECIOSO

Um metal relativamente escasso e valioso: ouro, prata e metais do grupo da platina.

  • METAL PRECIOSO EM BARRA

(1) Uma liga semi-refinada contendo suficiente metal precioso para tornar sua recuperação lucrativa. (2) Ouro ou prata refinado, não cunhado em moeda.

  • METAL PRIMÁRIO

Metal extraído de minerais e livre de sucata de metal reciclada. Compare com "Metal secundário", "Metal natural".

  • METAL REFRATÁRIO

Um metal com um ponto de fusão extremamente alto. Por exemplo, tungstênio, molibdênio, tântalo, nióbio (colômbio), cromo, vanádio e rênio. Em um sentido amplo, o termo se refere a metais com pontos de fusão acima da faixa do ferro, cobalto e níquel.

  • METAL VIRGEM

O mesmo que "Metal primário".

  • METALIZAÇÃO

(1) Formação de um revestimento metálico mediante a aspersão atomizada com metal líquido ou por deposição sob vácuo. Também chamada de metalização por aspersão. (2) Aplicação de uma camada metálica eletricamente condutora na superfície de um material não condutor.

  • METALIZAÇÃO A JATO

Aplicação de revestimento em objetos metálicos mediante a aspersão de metal líquido sobre a superfície. Veja "Pulverização térmica" e "Pulverização à chama".

  • METALIZAÇÃO POR BORRIFO

Veja "Metalização".

  • METALOGRAFIA

A ciência que trata da constituição e estrutura de metais e ligas revelada a olho nu ou com instrumentos de baixa magnificação, microscópio ótico, microscópio eletrônico e técnicas de difração ou raio X.

  • METALOGRAFIA QUANTITATIVA

Determinação de características específicas de uma microestrutura mediante medições quantitativas em micrografias ou imagens metalográficas. As quantidades assim medidas incluem a concentração de volume de fases, tamanho de grão, tamanho de partícula, caminho livre médio entre partículas ou fases secundárias, e relação entre a área superficial e o volume de microconstituintes, partículas ou grãos.

  • METALURGIA

A ciência e tecnologia dos metais e ligas. A metalurgia de processo dedica-se à extração de metais de seus minérios e ao refino de metais. A metalurgia física ocupa-se das propriedades físicas e mecânicas de metais em função de sua composição, processamento e condições ambientais. E a metalurgia mecânica ocupa-se da reação dos metais às forças aplicadas.

  • METALURGIA DE PROCESSO

A ciência e tecnologia de obtenção de metais a partir de seus minérios e de purificação de metais. Ás vezes chamada de metalurgia química. Seus dois principais ramos são a metalurgia extrativa e o refino.

  • METALURGIA DO PÓ

A arte de produzir pós metálicos e de utilizar pós metálicos para a produção de materiais maciços e objetos conformados.

  • METALURGIA DO PÓ

Tecnologia de fabricação em que um pó metálico fino é compactado sob alta pressão e em seguida aquecido a uma temperatura ligeiramente abaixo do ponto de fusão para solidificar o material. Os principais usuários de peças feitas com a metalurgia do pó são a indústria automobilística, indústria eletrônica e a indústria aeroespacial

  • METALURGIA EXTRATIVA

O ramo da metalurgia de processos que trata da extração de metais a partir de minérios. Compare com refino.

  • METALURGIA FÍSICA

A ciência e tecnologia que trata das propriedades de metais e ligas e dos efeitos da composição, processamento e ambiente sobre tais propriedades.

  • METALURGIA QUÍMICA

Veja "Metalurgia de processo".

  • MÉTODO CUT-AND-CARRY

Método de estampagem em que a peça permanece fixada na tira ou é forçada de volta para a tira a ser alimentada através das estações subseqüentes de uma matriz progressiva.

  • MÉTODO DE INTERCEPTO

Uma técnica metalográfica quantitativa em que a quantidade desejada (como o tamanho de grão ou a quantidade de precipitado) é expressa como o número de vezes por comprimento unitário que uma linha reta em uma imagem metalográfica cruza partículas com a característica sendo medida.

  • MÉTODO PLANIMÉTRICO

Um método de medir o tamanho de grão em que são contados os grãos dentro de uma área definida.

  • MÉTODO RESIDUAL

Método de inspeção com pó magnético em que as partículas magnéticas são aplicadas após a força de magnetização ter sido removida.

  • MICROCONTRAÇÃO

Uma imperfeição em peça fundida, não detectável microscopicamente, consistindo de vazios interdendríticos. A microcontração resulta da contração durante a solidificação onde não há uma oportunidade adequada para a alimentação de material de enchimento para compensar a contração. As ligas com uma ampla faixa de temperatura de solidificação são particularmente suscetíveis.

  • MICRODUREZA

A dureza de um material determinada forçando-se um dispositivo penetrante (como o dispositivo do método Vickers ou Knoop) sobre a superfície de um material sob carga bem baixa. Geralmente, a mossa resultante é tão pequena que ela tem que ser medida com um microscópio capaz de determinar a dureza de diferentes microconstituintes dentro de uma estrutura ou de medir grandes diferenças de dureza como aquelas encontradas em aço submetido a tratamento de cementação.

  • MICROESTRUTURA

A estrutura de metais revelada por exame microscópico da superfície atacada de um corpo de prova polido.

  • MICROFISSURA

Uma trinca de proporções microscópicas.

  • MICRO-FISSURAÇÃO

Formação de pequenas cavidades de arestas vivas em uma superfície de metal devido à eletrodeposição não uniforme ou devido à corrosão.

  • MICROGRAFIA

Uma reprodução gráfica da superfície de um corpo de prova preparada, geralmente mediante ataque químico, com uma magnificação superior a dez diâmetros. Quando produzida por meios fotográficos ela é chamada fotomicrografia (e não microfotografia).

  • MICRO-POROSIDADE

Porosidade consistindo de numerosas bolhas de gás pequenas distribuídas em todo o metal. Encontrada em metal de solda, peças fundidas ou metal eletrodepositado.

  • MICRO-RADIOGRAFIA

A técnica de passar raios X através de uma seção fina de uma liga em contato com um filme fotográfico de granulação fina, sendo então a radiografia visualizada com uma magnificação de 50 a 100X para observar a distribuição de constituintes de liga e vazios.

  • MICROSCÓPICO

Visível com magnificações acima de dez diâmetros.

  • MICRO-SEGREGAÇÃO

Segregação dentro de um grão, cristal ou partícula pequena. Veja "Segregação dendrítica".

  • MICRO-SONDA

Veja o termo preferencial "Analisador com micro-sonda eletrônica".

  • MICROTENSÃO

O mesmo que "Tensão microscópica".

  • MIGRAÇÃO

Movimento de entidades (tais como elétrons, íons, átomos, moléculas, vazios e limites de grão) de um lugar para outro sob a influência de uma força atuante (como um potencial elétrico ou um gradiente de concentração).

  • MILÉSIMO DE POLEGADA

Um milésimo de uma polegada (0,001 polegada).

  • MIMÉRIO

Minério Um mineral natural que pode ser minerado e tratado para a extração de qualquer de seus componentes (sejam metálicos ou não) em uma operação rentável.

  • MINÉRIO DE FERRO

Mineral que contém ferro suficiente para se tornar uma fonte comercialmente viável deste elemento para uso na siderurgia. Exceto no caso de fragmentos de meteoritos encontrados na Terra, o ferro não é um elemento livre; em vez disso, ele encontra-se na crosta terrestre em sua forma oxidada

  • MISTURA

Na metalurgia do pó, a entremistura completa de pós de dois ou mais materiais diferentes (não se trata de homogeneização).

  • MISTURA DE AREIA DE MOLDAGEM

Mistura de partículas de argila e areia com água por amassamento, giro, agitação ou fricção.

  • MODELO

(1) Uma forma de madeira, metal ou outro material, ao redor da qual o material de moldagem é colocado para fazer um molde para a fundição de metais. (2) Uma reprodução em plena escala de uma peça usada como um guia em uma operação de corte.

  • MODELO DE FUNDIÇÃO PROVIDO DE REDE DE ALIMENTAÇÃO

Um modelo que inclui não somente os contornos da peça a ser fundida, mas também os canais de alimentação.

  • MODIFICAÇÃO

Tratamento de ligas de alumínio-silício hipoeutéticas (8% a 13% Si) ou hipereutéticas (19% a 19% Si) para melhorar as propriedades mecânicas da liga sólida mediante refinamento do tamanho e da distribuição da fase de silício. Envolve adições de pequenas proporções de sódio e estrôncio (ligas hipoeutéticas) ou fósforo (ligas hipereutéticas).

  • MÓDULO DE CISALHAMENTO

Veja "Módulo de elasticidade".

  • MÓDULO DE ELASTICIDADE

Uma medida da rigidez de metal. Relação entre tensão (abaixo do limite proporcional) e a deformação correspondente. Especificamente, o módulo obtido em tração ou compressão é o módulo de Young, módulo de estiramento ou módulo de extensibilidade. O módulo obtido em torção ou cisalhamento é o módulo de rigidez, módulo de cisalhamento ou módulo de torção. O módulo referente à relação entre a tensão normal mediana e a mudança em volume por volume unitário é o módulo de compressibilidade cúbica. O módulo tangente e o modulo secante não estão restritos ao limite proporcional; o primeiro é a inclinação da curva tensão-deformação em um ponto especificado; o segundo é a inclinação de uma linha desde a origem até um ponto especificado na curva tensão-deformação. Também chamado de módulo elástico e coeficiente de elasticidade.

  • MÓDULO DE ENCRUAMENTO

Veja o termo preferencial "Taxa de encruamento".

  • MÓDULO DE RIGIDEZ

Veja "Módulo de elasticidade".

  • MÓDULO DE RUPTURA

Tensão nominal de fratura em um ensaio de flexão ou ensaio de torção. Na flexão, o módulo de ruptura é o momento de flexão de fratura dividido pelo módulo de seccionamento. Na torção, o módulo de ruptura é o torque de fratura dividido pelo módulo de seccionamento polar.

  • MÓDULO DE YOUNG

Veja "Módulo de elasticidade".

  • MÓDULO ELÁSTICO

O mesmo que módulo de elasticidade.

  • MÓDULO TANGENCIAL

Veja "Módulo de elasticidade".

  • MOINHO DE BOLAS

Uma máquina consistindo de um cilindro giratório oco parcialmente cheio com bolas metálicas (usualmente aço temperado ou ferro fundido branco) ou às vezes seixos; usada para pulverizar minérios britados ou outras substâncias, como por exemplo, pigmentos.

  • MOLDAGEM EM CASCA

Formação de um molde a partir de misturas de areia com liga de resina de cura a quente que é colocado em contato com modelos pré-aquecidos (150 a 260�C ou 300 a 500�F), resultando em uma casca firme com uma cavidade correspondente ao contorno do modelo. Também chamado de processo Croning.

  • MOLDAGEM EM GESSO

Moldagem em que um agregado com liga de gesso na forma de uma lama é vazada em um modelo, solidificada e, após remoção do modelo, totalmente seca. A técnica é usada para fazer peças fundidas não ferrosas lisas com tamanhos precisos.

  • MOLDAGEM EM PILHAS

Um método de moldagem que utiliza ambas as faces de uma seção de molde, sendo que uma das faces atua como a parte inferior da caixa de moldar e a outra como a tampa. As seções, quando montadas junto com outras seções similares, formam várias filas de cavidades de molde, sendo todas as peças vazadas em conjunto através de um canal de alimentação comum.

  • MOLDE

(1) Uma forma feita de areia, metal ou outro material, contendo uma cavidade em que um metal líquido é vazado para produzir uma peça fundida com formato e contornos definidos. (2) O mesmo que matriz.

  • MOLDE BASCULANTE

Um molde de fundição, geralmente um molde articulado, que gira de uma posição horizontal para uma posição vertical durante o vazamento, o que reduz a agitação e, conseqüentemente, a formação e aprisionamento de óxidos.

  • MOLDE DE AREIA ESTUFADA

Um molde de fundição feito de areia e então secado a 100�C (212�F) ou acima desta temperatura, antes da utilização. Compare com molde de areia verde.

  • MOLDE DE AREIA VERDE

Um molde de função constituído de areia de moldagem úmida. Compare com "molde de areia estufada".

  • MOLDE DESMONTÁVEL

Uma caixa de fundição com articulação em um canto, de modo que ele pode ser aberta e removida do molde para reutilização antes que o metal líquido seja vazado.

  • MOLDE PERMANENTE

Um molde de metal, grafite ou cerâmica (que não uma lingoteira), consistindo de duas ou mais partes, que é usado repetidamente para a produção de muitas peças fundidas com o mesmo formato. O metal líquido é vazado por gravidade.

  • MOLDE SEMI-PERMANENTE

Um molde permanente em que são usados machos de areia.

  • MOLHAMENTO

Uma condição em que a tensão interfacial entre um líquido e um sólido é tal que o ângulo de contato é de 0� a 90�.

  • MOLIBDÊNIO (MO)

É um elemento ligante usado como matéria prima para algumas classes de aço inoxidável. Na presença de cromo, o molibdênio aumenta a resistência á corrosão do aço inoxidável

  • MOMENTO DE TORÇÃO

Em um corpo sendo torcido, a soma algébrica dos pares ou dos momentos das forças externas ao redor do eixo de torção, ou ambos.

  • MOMENTO FLETOR

Soma algébrica dos binários ou dos momentos das forças externas, ou ambos, à direita ou à esquerda de qualquer seção em um elemento sujeito a flexão por forças binárias ou transversais, ou por ambas.

  • MONITORAÇÃO DE RADIAÇÃO

A medição contínua ou periódica da intensidade de radiação recebida pelas pessoas ou presente em qualquer área em particular.

  • MONOTÉTICO

Uma reação isotérmica reversível em um sistema binário, em que um líquido em resfriamento se decompõe em um segundo líquido de composição diferente e em um sólido. Ela difere de um eutético pelo fato de que somente um dos dois produtos da reação está abaixo da faixa de solidificação.

  • MONOTROPISMO

A capacidade de um sólido existir em duas ou mais formas (estruturas cristalinas), mas em que uma forma é a modificação estável em todas as temperaturas e pressões. Ferrita e martensita formam um par monotrópico Ac1 em aços, por exemplo. Pode ser grafado também como monotrofismo.

  • MÚLTIPLO

Um pedaço de material cortado de um produto laminado mais longo de modo a fornecer a quantidade exata de material necessária para uma única peça.

  • NEBULOSA

Um forma extremamente fina de rugosidade na superfície de um depósito metálico.

  • NEGRO DE MOLDAGEM

Materiais carbonáceos, tais como plumbagina, grafite ou carbono em pó usado no revestimento de panelas de vazamento, moldes, calhas, leito de areia para moldagem de lingotes de gusa.

  • NERVURAS DE DISTENSÃO

Marcas alongadas que aparecem na superfície de alguns materiais quando deformados um pouco além do limite de escoamento. Estas marcas situam-se aproximadamente paralelas à direção da tensão de cisalhamento máxima e resultam de escoamento localizado. Veja também "Linhas de Lüders".

  • NÊUTRON

Partícula nuclear elementar com uma massa aproximadamente igual à de um átomo de hidrogênio e eletricamente neutra. Sua massa é de 1.008 986 unidades de massa.

  • NÍQUEL (NI)

É um elemento ligante usado como matéria prima para certas classes de aço inoxidável. O níquel proporciona um alto grau de ductilidade (capacidade de mudar de forma sem que ocorra fratura), bem como resistência à corrosão. Aproximadamente 65percent de todo o níquel é usado na produção de aço inoxidável

  • NITRETAÇÃO

Introdução de nitrogênio na camada superficial de uma liga ferrosa sólida mediante sua manutenção a uma temperatura apropriada (abaixo de Ac1 para aços ferríticos) em contato com um material nitrogenoso, geralmente amônia ou cianeto fundido de composição apropriada. Não é necessária uma têmpera para produzir uma camada cementada.

  • NITRETAÇÃO SIMULADA

Simulação de operação de nitretação sem a introdução de nitrogênio. Normalmente isto é feito usando-se um material inerte no lugar do agente de nitretação ou aplicando-se um revestimento protetor apropriado à liga ferrosa.

  • NITROCARBONETAÇÃO

Qualquer um de vários processos em que tanto o nitrogênio como o carbono são absorvidos pelas camadas superficiais de um material ferroso a temperaturas abaixo da temperatura crítica inferior, criando, por difusão, um gradiente de concentração. A nitrocarbonetação é feita principalmente para proporcionar uma camada superficial resistente a arranhões e para melhorar a resistência à fadiga. Compare com "Carbonitretação".

  • NORMALIZAÇÃO

Aquecimento de uma liga ferrosa até uma temperatura apropriada acima da faixa de transformação, seguido de resfriamento ao ar até uma temperatura substancialmente abaixo da faixa de transformação.

  • NOSING

Fechamento na extremidade de um perfil tubular para obter um contorno curvo desejado.

  • NUCLEAÇÃO

O início de uma transformação de fase em locais distintos, sendo que a nova fase cresce em núcleos. Veja "Núcleo" (1).

  • NÚCLEO

(1) A primeira partícula estruturalmente estável capaz de iniciar a recristalização de uma fase ou o crescimento de uma nova fase, possuindo uma interface com a matriz original. O termo aplica-se também a uma partícula estranha que inicia tal ação. (2) A porção central pesada de um átomo onde se concentra a maior parte da massa e da carga elétrica positiva total.

  • NÚMERO ATÔMICO

Número de prótons em um núcleo atômico; ele determina a individualidade do átomo como um elemento químico.

  • NÚMERO DE AVOGADRO

Número de átomos (ou moléculas) em um mol de substância; é igual a 6.02252 x 1023 por mol.

  • NÚMERO DE COORDENAÇÃO

(1) Número de átomos ou radicais coordenados com o átomo central em um composto covalente complexo. (2) Número de átomos vizinhos mais próximos de um átomo selecionado em uma estrutura cristalina.

  • NÚMERO DE FERRITA

Um valor padronizado arbitrário que designa o teor de ferrita de um metal de solda de aço inoxidável austenítico. Este valor substitui diretamente o teor de ferrita ou o percentual de ferrita em volume, sendo determinado pelo teste magnético descrito em AWS A4.2.

  • NÚMERO DE FINURA DE GRÃO

Tamanho de grão médio ponderado de um material granulado. O número de finura de grão AFS é calculado com fatores de ponderação prescritos a partir da análise granulométrica padrão.

  • NÚMERO DE TRANSFERÊNCIA

A proporção de íons totais de um determinado tipo carregados pela corrente de eletrogalvanização. Também chamado de número de transporte.

  • NÚMERO DE TRANSPORTE

O mesmo que "Número de transferência".

  • PELLET FEED

Minério de ferro triturado em grãos muito finos (diâmetro inferior a 1 milímetro) com alto teor de ferro e baixa impureza. O pellet feed é utilizado no processo de pelotização (minério em pelotas) para utilização nos altos-fornos.

  • PACOTE

Em forjaria, um feixe de barras de ferro que será aquecido e então forjado a martelo e soldado, de modo a formar uma única barra.

  • PANELA

Um recipiente utilizado para a transferência e vazamento de metal líquido.

  • PANELA INTERMEDIÁRIA (TUNDISH)

É o recipiente raso revestido com refratário na parte superior da máquina de lingotamento contínuo. Ele recebe o aço líquido da panela, antes de chegar à máquina de lingotamento, permitindo que o operador regule com precisão o fluxo de metal para o molde

  • PARAFUSO (PLANO INCLINADO)

Este antigo método utilizava o princípio básico do parafuso para ajustar o espaço entre os cilindros de laminação. Devido ao fato de que há contato metal-metal, estas configurações desgastam-se ao longo do tempo, podendo causar problemas de qualidade

  • PARÂMETRO DO RETICULADO

O comprimento de qualquer lado de uma célula unitária de uma determinada estrutura cristalina; se os comprimentos forem desiguais, devem ser indicados todos os comprimentos desiguais.

  • PARTÍCULAS DE PÓ NODULARES

Partículas irregulares de um pó metálico que têm formato arredondado, forma de nódulos ou formas similares.

  • PASSE

(1) Uma única transferência de metal através de uma gaiola de cilindros. (2) O espaço aberto entre dois cilindros estriados através dos quais o metal é processado. (3) O metal de solda depositado em uma tira ao longo do eixo de uma solda.

  • PASSE DA RAIZ

O primeiro filete de uma solda de passes múltiplos, aplicado na raiz da junta.

  • PASSE DE LAMINAÇÃO PARA REDUÇÃO LIGEIRA

Um passe de uma chapa através de cilindros para efetuar uma redução muito pequena na espessura.

  • PASSIVAÇÃO

A mudança de uma superfície quimicamente ativa de um metal para um estado muito menos reativo. Compare com "Ativação".

  • PASSIVIDADE

Uma condição em que uma peça de metal, devido a um revestimento impermeável de óxido ou outro composto, tem um potencial muito mais positivo do que quando o metal está no estado ativo.

  • PATCH DE DECAPAGEM

Uma cobertura de óxido ou carepa altamente aderente não removida adequadamente durante a decapagem.

  • PATENTEAMENTO

Na fabricação de arame, um tratamento térmico aplicado a um aço médio carbono ou alto carbono antes da trefilação do arame ou entre duas operações de trefilação. Este processo consiste em aquecimento a uma temperatura acima da faixa de transformação, seguido de resfriamento a uma temperatura abaixo de Ae1 ao ar ou em um banho de chumbo fundido ou banho salino.

  • PÉ DO FILETE DE SOLDA

A junção entre a face de uma solda e o metal base. Veja o croqui correspondente a "Solda em filete".

  • PEÁ DE REFORÇO INSERIDA

Uma peça inserida em qualquer dos elementos de um jogo de matrizes para aumentar a resistência e melhorar a vida útil da matriz.

  • PEÇA A SER FORJADA

Uma barra, haste ou outro perfil usado para fazer peças forjadas.

  • PEÇA DE FERRO FUNDIDO

Uma peça feita de ferro fundido.

  • PEÇA EM BRUTO BISCUIT

(1) Um esboço para a forja com martelo de queda. (2) Um pequeno bolo de metal primário (como, por exemplo, urânio feito a partir de tetrafluoreto de urânio e magnésio por meio de bomb reduction). Compare com derby and dingot.

  • PEÇA FORJADA COM MARTELO DE QUEDA

Uma peça forjada fina feita em matrizes de impressão, usualmente com um martelo de queda.

  • PEÇA FORJADA EM MATRIZ DE ESTAMPAGEM

Uma peça forjada que é conformada no tamanho e forma requeridos mediante estampagens usinadas em matrizes especialmente preparadas que exercem um controle tridimensional sobre a peça.

  • PEÇA FUNDIDA CENTRIFUGADA

Uma peça fundida produzida mediante o vazamento de metal em um molde giratório.

  • PEÇA FUNDIDA PELO PROCESSO DE CERA PERDIDA

(1) Fundição de metal em um molde produzido circundando-se um modelo descartável com uma pasta refratária que dá pega à temperatura ambiente, após o que o modelo de cera, plástico ou mercúrio solidificado é removido mediante o uso de calor. Também chamado de "Fundição de precisão" ou "Processo de cera perdida". (2) Uma peça feita pelo processo de fundição de cera perdida.

  • PEÇA FUNDIDA SOB PRESSÃO; FUNDIÇÃO SOB PRESSÃO

(1) Uma peça fundida feita em uma matriz. (2) Um processo de fundição em que o metal líquido é forçado sob alta pressão para dentro da cavidade de um molde metálico.

  • PEÇA FUNDIDA, FUNDIÇÃO

(1) Objeto com uma forma acabada ou quase acabada obtido por solidificação de uma substância em um molde. (2) Vazamento de metal líquido em um molde para produzir um objeto com o formato desejado.

  • PEÇA REMOVÍVEL DA MATRIZ

Uma parte ou camisa removível da matriz de um corpo de matriz ou punção.

  • PEDRA DE AFIAR A ÓLEO

Uma pedra abrasiva natural ou manufaturada, geralmente impregnada com óleo, usada para afiar ferramentas de bordas afiadas.

  • PEGA PARA TENAZES

A porção de um tarugo para forjamento, geralmente em uma das extremidades, que é segurada pelo operador usando tenazes. Ela é removida da peça no final da operação de forjamento. Comum em forjamento em prensa ou com martelo de queda.

  • PELÍCULA ANÓDICA

(1) Porção da solução em contato direto com o anodo, particularmente se o gradiente de concentração for muito alto. (2) Camada externa do próprio anodo.

  • PELÍCULA CATÓDICA

Porção de solução em contato imediato com o catodo durante a eletrólise.

  • PELÍCULA ELETRODEPOSITADA, SOLUÇÃO DE ELETRODEPOSIÇÃO

(1) Uma fina película de metal eletrodepositado a ser seguida por outros revestimentos eletrodepositados. (2) Uma solução de chapeamento de alto poder de revestimento e baixa eficiência, projetada para a eletrodeposição de uma película fina e aderente de metal.

  • PELÍCULA QUE SE FORMA DURANTE TRATAMENTO TÉRMICO

Uma película ou cobertura fina, normalmente um óxido, formado na superfície de metais durante o tratamento térmico.

  • PELLETS

Partículas de minério de ferro ou calcário são transformadas em pequenas bolas em um tambor de peletização e endurecidas termicamente

  • PELTRE

Qualquer uma de várias ligas em que o estanho é o principal constituinte, especialmente uma liga de estanho e chumbo antigamente usada para a fabricação de utensílios domésticos.

  • PENEIRA DE BARRAS

Um conjunto de barras paralelas (ou gradeado) usado para a separação grosseira ou peneiramento de minérios, rocha ou outros materiais.

  • PENEIRA, TELA

(1) Um componente de um conjunto de peneiras, designado pelo tamanho das aberturas, usado para classificar agregados granulares, tais como areia, minério ou coque em função do tamanho de partícula. (2) Uma chapa perfurada colocada no sistema de canais de alimentação de um molde para separar impurezas do metal líquido.

  • PENETRAÇÃO

(1) Em fundição, uma imperfeição na superfície da peça fundida causada por metal que penetra nos vazios entre os grãos de areia. Geralmente chamado de penetração de metal. (2) Em soldagem, a distância da superfície original do metal base até o ponto em que a fusão cessa. Veja "Penetração na junta".

  • PENETRAÇÃO DA RAIZ

A profundidade em que uma solda alcança na raiz da junta medida na linha de centro da seção transversal da raiz. Veja o croqui correspondente a "Penetração na junta".

  • PENETRAÇÃO DE METAL

Uma condição superficial em peças fundidas em que metal ou óxidos metálicos preencheram os vazios entre os grãos de areia sem deslocá-los.

  • PENETRAÇÃO NA JUNTA

A profundidade mínima em que uma solda em chanfro ou flange estende-se desde sua face até o interior da junta, sem considerar o reforço. A penetração na junta pode incluir a penetração na raiz.

  • PENETRANTE

Um líquido com baixa tensão superficial usado em inspeção por líquido penetrante, fluindo pelas aberturas superfícies de peças sob inspeção.

  • PEPITA

(1) Uma pequena massa de metal, como ouro ou prata, encontrada livre na natureza. (2) Metal de solda em uma solda por pontos, solda contínua ou solda à resistência de ressaltos.

  • PEPITA DE SOLDA

O metal de solda na soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem à resistência de ressaltos.

  • PEQUENAS IMPRESSÕES SUPERFICIAIS ("BRINELLLING")

Pequenas depressões espaçadas uniformemente na pista de um rolamento que ocorrem quando o conjunto do rolamento é submetido a uma força ou impacto forte o suficiente para fazer com que os elementos de rolamento marquem a superfície da pista de rolamento. Também chamado de "brinelling" verdadeiro. Compare com "brinelling" falso ("false brinelling").

  • PERCENTAGEM ATÔMICA

Número de átomos de um elemento em um total de 100 átomos representativos de uma substância.

  • PERCENTAGEM EM PESO

Composição percentual em peso. Compare com "Percentagem atômica".

  • PERDA DE PESO DO COMPACTADO DEVIDO AO HIDROGÊNIO

Perda de peso de pó de metal ou de um compactado causada pelo aquecimento de uma amostra representativa por um tempo e temperatura especificados em um atmosfera de hidrogênio. Em termos mais amplos, medida do teor de oxigênio da amostra quando aplicado a material contendo somente óxidos reduzíveis com hidrogênio, sem elementos formadores de hidretos.

  • PERDA POR SALPICADURA

O metal perdido devido aos salpicos.

  • PERFIL ESTRUTURAL

Peça de metal com um projeto aceito como padrão pelo ramo estrutural da indústria metalúrgica e siderúrgica. Veja também "Perfil (3).

  • PERFIS COMERCIAIS

É um grupo de perfis de aço comum que consiste de barras redondas, barras quadradas, barras chatas, cantoneiras feitas de chapa e perfis U, os quais são dobrados e conformados em produtos pelos fabricantes, centros de processamento de aço e produtores. Os produtos comerciais exigem processamento mais especializado do que os vergalhões

  • PERFIS ESTRUTURAIS PESADOS

É um termo genérico atribuído a perfis flangeados laminados que tenham pelo menos uma dimensão de sua seção transversal com três polegadas ou mais. Esta categoria inclui vigas, perfis U, "tês" e "zês" se a profundidade for de três polegadas ou mais, e cantoneiras se o comprimento da aba for de três polegadas ou mais

  • PERFIS M (VIGAS BANTAMTM, VIGAS JUNIORTM)

São vigas leves usadas principalmente na construção de habitações pré-fabricadas. Estas vigas são produzidas em com pesos por comprimento linear menores do que os de produtos estruturais tradicionais, normalmente com 6 a 10 libras por pé

  • PERFURAÇÃO

Um método de usinagem que utiliza ferramentas de corte simples em superfícies internas de rotação.

  • PERFURAÇÃO

Perfurar orifícios de formato desejado dispostos em um padrão definido em chapas, blanks ou peças conformadas.

  • PERFURAÇÃO CENTRALIZADORA

Perfuração de um curto orifício cônico na extremidade de uma peça a ser trabalhada - o orifício a ser usado para centralizar a peça para processamento em um torno.

  • PERFURAÇÃO COM DIAMANTE

Perfuração de precisão com um diamante perfilado (porém não com outros materiais de ferramenta). Teste de dureza Vickers com pirâmide de diamante.

  • PERFURAÇÃO COM GABARITO

Perfuração com uma ferramenta de corte simples em que a peça é colocada sobre uma mesa que pode ser posicionada de modo a colocar qualquer parte desejada da peça sob a ferramenta de corte. Assim, orifícios podem ser espaçados com precisão. Este tipo de perfuração pode ser feita em perfuratrizes verticais ou fresadoras.

  • PERFURAÇÃO INICIAL

Fazer um entalhe inicial em uma superfície de trabalho com uma perfuratriz para servir como guia de centragem em uma operação de usinagem subseqüente.

  • PERFURAÇÃO QUADRADA

Execução de orifícios quadrados por meio de uma broca construída especialmente de modo a rodar e também oscilar, seguindo com precisão a periferia de um gabarito ou casquilho de guia quadrado.

  • PERFURATRIZ CANHÃO

Uma perfuratriz, normalmente com um ou mais sulcos e com passagens para fluido refrigerante através do corpo da perfuratriz, usada para perfuração de orifícios profundos.

  • PERITECTÓIDE

Uma reação reversível isotérmica em que uma fase sólida reage com uma segunda fase sólida para produzir uma única (e distinta) fase sólida durante o resfriamento.

  • PERLITA

Um agregado lamelar metaestável de ferrita e cementita resultante da transformação de austenita a temperaturas acima da faixa de formação de bainita.

  • PERMEABILIDADE

(1) Em fundição, as características de materiais de moldagem que permitem que os gases passem por eles. O "número de permeabilidade" é determinado por um teste padrão. (2) Na metalurgia do pó, uma propriedade medida como a taxa de passagem, sob condições especificadas, de um líquido ou gás através de um compactado. (3) Um termo geral usado para expressar vários relacionamentos entre indução magnética e força de magnetização. Estes relacionamentos são ou a "permeabilidade absoluta", que é uma mudança na indução magnética dividida pela mudança correspondente na força de magnetização, ou a "permeabilidade específica (relativa)", que é a relação entre a permeabilidade absoluta e a permeabilidade de espaço livre.

  • PERNA DE UMA SOLDA EM FILETE

(1) Efetiva: A distância da raiz da junta até o pé do filete de solda. Veja o croqui correspondente, bem como os croquis de solda em filete côncava e solda em filete convexa.

  • PESO POR UNIDADE DE VOLUME DE UM COMPACTADO NÃO SINTERIZADO

A densidade de um compactado da metalurgia do pó não sinterizado. Às vezes chamado de "Densidade verde".

  • PH

O logaritmo negativo da atividade de íon de hidrogênio. Ele denota o grau de acidez ou basicidade de uma solução. A 25�C (76�F) 7,0 é o valor neutro. Valores decrescentes abaixo de 7,0 indicam acidez crescente; valores crescentes acima de 7,0 indicam basicidade crescente.

  • PICO DE GANHOS

É o nível máximo de ganhos de uma empresa no topo do ciclo de negócios. Este é o lucro esperado durante o período de maior demanda pela commodity e de maiores níveis de preço

  • PILHA GALVÂNICA

Uma pilha em que uma mudança química é a fonte de energia elétrica. Consiste usualmente de dois condutores distintos em contato um com o outro e com um eletrólito, ou de dois condutores similares em contato um com o outro e com eletrólitos distintos.

  • PINHÃO

A menor de duas engrenagens conjugadas.

  • PINOS DE SUPORTE

Hastes ou pinos de comprimento preciso usados para sustentar saliências que se projetam em punções de formato irregular.

  • PIROMETALURGIA

Recuperação ou refino de metais a altas temperaturas.

  • PIRÔMETRO

Um aparelho para medir temperaturas acima da faixa de termômetros à base de líquidos.

  • PIRÔMETRO ÓTICO

Um instrumento para a medição da temperatura de material aquecido mediante comparação da intensidade de luz emitida com uma intensidade conhecida de um filamento de lâmpada incandescente.

  • PLACA

Um pedaço de metal, intermediário entre um lingote e uma chapa grossa, com largura pelo menos duas vezes superior à espessura.

  • PLACA

É o tipo mais comum de aço semi-acabado. As placas tradicionais medem 10 polegadas de espessura e de 30 a 85 polegadas de largura (e, em média, cerca de 20 pés de comprimento), embora o produto das máquinas de lingotamento contínuo de "placa fina" recentemente desenvolvidas tenha uma espessura de aproximadamente 2 polegadas. Após o lingotamento, as placas são enviadas para o laminador de tiras a quente para serem laminadas em chapas finas, bobinas e produtos de chapas

  • PLACA DE ESTAMPAGEM

Uma placa circular com um orifício no centro para o encaixe de uma punção de conformação, usada para sustentar e peça a ser trabalhada durante o ciclo de conformação.

  • PLACA MODELO

Uma placa de metal ou outro material em que são montados (ou conformados como uma parte integrante) os modelos para a fundição de metal, de modo a facilitar a moldagem. O modelo é dividido pela placa ao longo de seu plano divisório.

  • PLACAGEM

O QUE É. É um método de aplicação de um revestimento de aço inoxidável em um aço carbono ou um aço de baixa liga (i.e., aço com teor de elementos ligantes abaixo de 5percent). POR QUE. Objetiva aumentar a resistência à corrosão a um custo inicial mais baixo do que o uso exclusivo de aço inoxidável. COMO. Por meio de 1) soldagem de aço inoxidável no aço carbono, 2) vazamento de aço inoxidável líquido ao redor de uma placa de aço carbono sólido em um molde, ou 3) colocação de uma placa de aço carbono entre duas chapas grossas de aço inoxidável, unindo-as mediante laminação a alta temperatura em um laminador de chapas grossas

  • PLACAGEM

Laminação de duas ou mais tiras de metal sobrepostas, às vezes para formar um produto composto soldado por laminação.

  • PLANCHET

Um disco de metal com bordas usinadas, pronto para cunhagem.

  • PLANISHING

Produção de um acabamento superficial liso em metal através de uma rápida sucessão de golpes aplicados por matrizes com alto grau de polimento ou por um martelo projetado para este fim, ou mediante laminação em uma cadeira de laminação intermediária.

  • PLANO BASAL

Um plano perpendicular ao eixo principal (eixo c) em uma estrutura tetragonal ou hexagonal.

  • PLANO CÚBICO

Um plano perpendicular a qualquer um dos três eixos cristalográficos do sistema cúbico (isométrico); os índices de Milller são {100}.

  • PLANO DE APOSENTADORIA DE BENEFÍCIO DEFINIDO

É um tipo de plano de pensão em que o empregador se compromete a pagar aos empregados aposentados uma aposentadoria em valores especificados, independentemente do desempenho do fundo. Devido ao fato de que não se conhece com precisão o tempo total de trabalho dos empregados nem a duração da aposentadoria, o passivo futuro do empregador deve ser estimado, podendo flutuar ao longo do tempo

  • PLANO DE APOSENTADORIA DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

É um plano de pensão em que o empregador se compromete a fazer contribuições especificadas ao fundo de pensão, mas o valor dos benefícios finalmente pagos aos empregados aposentados depende de quão eficientemente os ativos do fundo de pensão são administrados. Não há itens no balanço do empregador para Planos de Contribuição Definida, uma vez que todos os passivos são totalmente cobertos a cada ano

  • PLANO DE CISALHAMENTO

Uma zona confinada ao longo da qual ocorre o cisalhamento em operações de corte de metal. Ele se estende desde a borda de corte até a superfície de trabalho.

  • PLANO DE CLIVAGEM

Um plano ou conjunto de planos cristalográficos característicos, onde ocorre facilmente fratura de clivagem.

  • PLANO DE ESCORREGAMENTO

O plano cristalográfico em que ocorre escorregamento em um cristal.

  • PLANO DE FORJAMENTO

Em forjamento, o plano que inclui a face da matriz principal e que é perpendicular à direção de curso do martelo. Quando as superfícies divisórias das matrizes são planas, o plano de forjamento coincide com a linha divisória. Compare com "plano divisor".

  • PLANO DE REFERÊNCIA

(1) O plano que contém o eixo da ferramenta de corte e o ponto da borda de corte. Veja o croqui correspondente a fresa lateral. (2) Um plano a partir do qual são feitas medições.

  • PLANO DIVISOR

(1) Em forjamento, o plano divisor entre matrizes. Compare com "Plano de forjamento". (2) Em fundição, o plano divisor entre as metades do molde.

  • PLANO OCTAÉDRICO

Em cristais cúbicos, um plano com interceptos iguais em todos os três eixos.

  • PLANO PIRAMIDAL

Em cristais não cúbicos, qualquer plano que intersecione todos os três eixos.

  • PLANO PRISMÁTICO

Em cristais não cúbicos, qualquer plano que seja paralelo ao eixo principal (eixo C).

  • PLANO USUAL DE GEMINAÇÃO

O plano ou sistema de planos de uma fase cristalina ao longo do qual ocorrem alguns fenômenos tais como geminação ou transformação.

  • PLASTICIDADE

A facilidade relativa com que um metal pode ser conformado através de deformação plástica. Veja "estampabilidade".

  • PLASTICIDADE

A capacidade de um metal de se deformar de forma inelástica sem se romper.

  • PLASTICIDADE INDUZIDA PELA TRANSFORMAÇÃO

Um fenômeno que ocorre principalmente em certos aços alta liga que foram submetidos a tratamento térmico para produzir austenita metaestável ou austenita metaestável mais martensita, sendo que, na deformação subseqüente, parte da austenita sofre transformação para martensita induzida por deformação. Aços capazes de se transformar desta maneira, geralmente designados como aços TRIP, apresentam alta plasticidade após tratamento térmico, mas exibem uma taxa de encruamento muito elevada, tendo assim limite de resistência à tração e limite convencional de elasticidade muito elevados após deformação plástica a temperaturas entre cerca de 20 e 500 �C (70 e 930 �F). Resfriamento a -195 �C ( - 320 �F) pode ser ou não necessário para completar a transformação em martensita. O revenido geralmente é feito após a transformação.

  • PLUMBAGINA, GRAFITA

Uma qualidade especial de grafita em pó usado para revestir moldes e, em uma mistura com argila, para fazer cadinhos.

  • PLYMETAL

Chapa consistindo de camadas unidas de metais diferentes.

Partículas de um sólido caracterizadas pelo pequeno tamanho, nominalmente dentro da faixa de 0,1 a 1000 �m.

  • PÓ DE CARBONILO

Pó metálico preparado pela decomposição química de um carbonilo metálico.

  • PÓ DE GRANULOMETRIA EXCEDENTE

Partícula de um metal pulverizado mais grossa do que a granulometria máxima permitida por uma determinada especificação para o tamanho de partícula.

  • PÓ DE PLATINA

Uma forma pulverizada fina de platina de cor preta fosca, geralmente (mas não necessariamente) produzida por redução de sais em solução aquosa.

  • PÓ DENDRÍTICO

Partículas de pó metálico, usualmente de origem eletrolítica, com uma estrutura típica em forma de pinheiro.

  • PÓ ELETROLÍTICO

Pó metálico produzido por deposição eletrolítica ou por pulverização de um depósito eletrolítico, ou a partir de metal feito por eletrodeposição.

  • PÓ ESCAMOSO

Pó metálico na forma de partículas chatas ou em forma de escamas, relativamente fino.

  • PÓ GRANULAR

Partículas de pó de metal com formas não esféricas aproximadamente equidimensionais.

  • PÓ PRECIPITADO QUIMICAMENTE

Pó metálico produzido como um precipitado por deslocamento químico.

  • PÓ RESULTANTE DA REDUÇÃO HIDROGÊNICA

Pó de metal produzido pela reação hidrogênica de um composto.

  • POEIRA DE CINZAS

Um material silicioso fino formado durante a combustão de carvão, coque e outros combustíveis sólidos.

  • POLARIDADE INVERTIDA

Arranjo de circuito de soldagem a arco de corrente contínua em que o eletrodo é conectado ao terminal positivo. Compare com "Polaridade negativa".

  • POLARIDADE NEGATIVA

Arranjo de circuito de soldagem a arco com corrente contínua em que o eletrodo é conectado ao terminal negativo. Compare com "Polaridade invertida".

  • POLARIZAÇÃO

Uma mudança no potencial de um eletrodo durante a eletrólise, de modo que o potencial de um anodo se torna mais nobre e o do catodo mais ativo do que seus respectivos potenciais reversíveis. Freqüentemente obtido mediante a formação de um filme na superfície do eletrodo.

  • POLARIZAÇÃO ANÓDICA

Veja polarização.

  • POLARIZAÇÃO DE CONCENTRAÇÃO
  • POLE FIGURE

Uma projeção estereográfica representando a distribuição média estatística de pólos de um plano cristalino específico em um metal policristalino, com referência a um sistema externo de eixos. Em um metal anisotrópico, isto é, um metal que tenha uma distribuição de orientações completamente aleatória, a densidade do pólo é estereograficamente uniforme, sendo a orientação preferencial mostrada por uma densidade aumentada de pólos em certas áreas.

  • POLICRISTALINO

Referente a um sólido composto de muitos cristais.

  • POLIMENTO

Desenvolvimento de uma superfície lustrosa mediante o contato da peça com um disco de polimento giratório.

  • POLIMENTO

Acabamento de superfícies por abrasão com um objeto, normalmente feito de cobre, chumbo, ferro fundido ou madeira de textura fina, tendo partículas abrasivas muito finas sobre sua superfície.

  • POLIMENTO

Alisamento de superfícies metálicas, freqüentemente visando obter um grande brilho, mediante atrito da superfície com um abrasivo fino, geralmente contido em um pano ou outro material macio. Resulta em um fluxo microscópico de algum metal superficial, juntamente com a remoção efetiva de um pequeno volume de metal superficial. O termo pode ser ampliado para incluir eletropolimento. Compare com "Buffing" e "Brunimento"

  • POLIMENTO COM ESCOVA (ELETROLÍTICO)

Método de polimento eletrolítico em que o eletrólito é aplicado com uma almofada ou escova em contato com a peça a ser polida.

  • POLIMENTO ELETROLÍTICO

(1) Uma técnica normalmente usada para preparar corpos de prova metalográficos, em que um alto polimento é obtido fazendo com que o corpo de prova seja o anodo em uma célula eletrolítica, sendo que a dissolução preferencial em pontos elevados alisa a superfície. (2) Uma variação da usinagem química, em que a decomposição eletrolítica promove o corte químico, especialmente nas irregularidades superficiais.

  • POLIMENTO POR ESFERAS

(1) O mesmo que bitolação por esfera. (2) Remoção de rebarbas ou polimento de pequenas peças estampadas ou usinadas mediante tamboramento na presença de esferas de metal.

  • POLIMENTO POR JATEAMENTO DE LÍQUIDO

Obtenção de um acabamento polido fino mediante a aplicação de uma emulsão química sob pressão contendo abrasivos finos sobre a superfície a ser acabada.

  • POLIMENTO POR JATEAMENTO DE VAPOR ABRASIVO

O mesmo que "Polimento por jateamento de líquido".

  • POLIMENTO QUÍMICO

Melhoria do brilho superficial de um metal mediante tratamento químico.

  • POLIMORFISMO

Um termo genérico para a capacidade de um sólido existir em mais de uma forma. No caso de metais, ligas e substâncias similares, isto geralmente significa a capacidade de existir sob a forma de duas ou mais estruturas cristalinas, ou em um estado amorfo e pelo menos uma estrutura cristalina. Veja também "Alotropia", "Enantiotropia", "Monotropismo".

  • PÓLO

(1) Uma maneira de designar a orientação de um plano cristalino mediante a plotagem estereográfica de sua normal. Por exemplo, o pólo norte define o plano equatorial. (2) Uma das duas regiões de um eletromagneto ou magneto permanente em que a maior parte das linhas de indução entram ou saem.

  • PÓLO MAGNÉTICO

A área de uma peça magnetizada em que o campo magnético sai da peça ou entra na mesma. É um ponto de atração máxima em um magneto.

  • PONTA DE REFUGO; CORTAR AS PONTAS

(1) Extremidade de um lingote que é descartada como sucata. (2) Cortar uma barra ou tarugo.

  • PONTA GIRATÓRIA

O centro de um torno ou retífica que prende a peça a ser trabalhada e gira com ela. Ela é usada ou no cabeçote fixo ou no cabeçote móvel de uma máquina para evitar desgaste e reduzir o torque de acionamento.

  • PONTA REVIRADA

Flange reforçado por um ressalto baixo, usado principalmente ao redor de um orifício.

  • PONTEAMENTO PROVISÓRIO

Fazer soldas por pontos provisórias.

  • PONTO CRÍTICO

(1) A temperatura ou pressão em que ocorre uma mudança na estrutura cristalina, mudança de fase ou mudança nas propriedades físicas. O mesmo que temperatura de transformação. (2) Em um diagrama de equilíbrio, é o valor específico de composição, temperatura e pressão, ou combinações dos mesmos, em que as fases de um sistema heterogêneo estão em equilíbrio.

  • PONTO DE DENTE

Em uma fresa lateral, a borda de corte chanfrada da lâmina, à qual uma chapa é, às vezes, acrescentada para produzir um efeito de retificação de acabamento e para melhorar o acabamento. Veja o croqui correspondente a "Fresa lateral".

  • PONTO DE EQUILÍBRIO TRIFÁSICO

Um ponto em um diagrama de fase em que três fases de uma substância coexistem em equilíbrio.

  • PONTO DE FUSÃO

A temperatura em que um metal puro, composto ou eutético muda de sólido para líquido. A temperatura em que o líquido e o sólido estão em equilíbrio.

  • PONTO DE TRANSIÇÃO

A uma pressão especificada, é a temperatura (ou a uma temperatura especificada, é a pressão) à qual duas fases sólidas existem em equilíbrio. Isto é, uma temperatura (ou pressão) de transformação alotrópica.

  • PORÇÃO DE PÓ QUE PASSA PELA PENEIRA

A porção de uma amostra de uma substância granular (como um pó de metal) que passa através de uma peneira padrão de número especificado. Compare com "Porção de pó retida pela peneira".

  • PORÇÃO DE PÓ RETIDA PELA PENEIRA

A porção de uma amostra de uma substância granular (como um pó de metal) retida em uma peneira padrão de número especificado. Compare com "Porção de pó que passa pela peneira".

  • POROS

(1) Pequenos vazios no corpo de um metal. (2) Pequenas cavidades em um compactado de metalurgia do pó, às vezes intencionais. (3) Pequenas perfurações em um revestimento eletrodepositado.

  • POROSIDADE

Finos furos ou poros dentro de um metal.

  • POROSIDADE CAUSADA POR GÁS

Poros ou bolhas finas dentro de um metal causadas por gás aprisionado ou pela evolução de gás dissolvido durante a solidificação.

  • POROSIDADE GROSSEIRA

Em metal de solda ou em uma peça fundida, poros, bolhas de gás ou vazios globulares que são maiores e em muito maior número do que o obtido com a boa prática.

  • POROSIDADE INTERCOMUNICANTE

Em um compactado de metalurgia do pó, um tipo de porosidade em que os poros individuais são conectados de tal modo que um fluido pode passar de um poro para outro através de todo o compactado.

  • PORTA-FERRAMENTA

Dispositivo para prender a peça ou ferramenta em uma máquina, de modo que a peça possa ser fixada ou girada durante a usinagem ou retífica.

  • PORTA-MATRIZ

Uma chapa à qual as matrizes podem ser afixadas, sendo o conjunto resultante preso à superfície superior da base da prensa. Em forja mecânica, esta chapa é afixada também ao martelo.

  • PORTA-PEÇAS NO ELETRÓLITO

Um dispositivo usado para segurar a peça e conduzir corrente para a mesma durante a eletrodeposição.

  • POTE

(1) Um vaso para manter metal líquido. (2) A célula de redução eletrolítica usada para fazer metais tais como alumínio a partir de um eletrólito fundido.

  • POTÊNCIA DE CHAPEAMENTO ELETROLÍTICO COM CORRENTE FRACA

Capacidade de uma solução de proporcionar um chapeamento satisfatória com densidades de corrente muito baixas, uma condição que existiria em reentrâncias e vãos. Este termo sugere uma capacidade de revestir, mas não necessária de formar um revestimento uniforme, ao passo que potência de chapeamento de um catodo de superfície irregular sugere a capacidade de se obter uma espessura uniforme em um objeto de formato irregular.

  • POTÊNCIA DE COBERTURA

A capacidade de uma solução eletrolítica de produzir uma distribuição uniforme de metal em um catodo de superfície irregular. Compare com "Potência de chapeamento eletrolítico com corrente fraca".

  • POTÊNCIA ESPECÍFICA

O mesmo que "Potência unitária".

  • POTÊNCIA UNITÁRIA

O valor líquido de potência requerido durante a usinagem para remover um volume unitário de metal na unidade de tempo.

  • POTENCIAL DE CARBONO

Medida da capacidade de um ambiente contendo carbono ativo de alterar ou manter, sob as condições prescritas, o nível de carbono do aço. NOTA: Em qualquer ambiente específico, o nível de carbono atingido dependerá de fatores tais como a temperatura, tempo e composição do aço.

  • POTENCIAL DE CONTATO

A diferença de potencial na junção de duas substâncias diferentes.

  • POTENCIAL DE ELETRODO PADRÃO

O potencial de eletrodo reversível em que todos os reagentes e produtos encontram-se em atividade unitária.

  • POTENCIAL DE SOLUÇÃO

Potencial de eletrodo em que a reação de meia célula envolve somente o eletrodo metálico e seu íon.

  • POTENCIAL ELETROLÍTICO

O potencial de uma meia-pilha medido em comparação com uma meia-pilha de referência padrão.

  • POTENCIAL NOBRE

O potencial para o estado passivo, se o metal puder existir tanto no estado ativo como no estado passivo em um determinado meio.

  • PRATA DE LEI

Uma liga de prata contendo pelo menos 92,5% de prata. Os demais componentes não são especificados, mas geralmente é o cobre.

  • PRATA DOURADA

Prata bruta contendo uma pequena quantidade de ouro, obtida após a remoção do chumbo em um forno de cupelação. O mesmo que prata em barra dourada e metal dourado.

  • PRATA FINA

Prata com uma finura de 999; equivalente a um teor mínimo de 99,9 por cento de Ag, sendo o teor restante sem restrições.

  • PRÉ-AQUECIMENTO

Aquecimento anterior a algum outro tratamento térmico ou mecânico. Para aço-ferramenta, aquecimento até uma temperatura intermediária imediatamente antes da austenitização final. Para algumas ligas não ferrosas, aquecimento a uma alta temperatura por um longo tempo a fim de homogeneizar a estrutura antes do trabalho. Em soldagem e processos correlatos, aquecimento até uma temperatura intermediária por um curto período imediatamente antes da soldagem, brasagem, solda branca, corte ou pulverização térmica.

  • PRÉ-CARGA

Em conformação, a pressão introduzida na cavidade antes de conformar a peça.

  • PRECIPITAÇÃO CONTÍNUA

Precipitação de uma solução sólida supersaturada, em que as partículas do precipitado crescem mediante difusão de longo alcance, sem recristalização da matriz. Os precipitados contínuos crescem a partir de núcleos distribuídos de forma mais ou menos uniforme em toda a matriz. Normalmente, eles apresentam uma orientação aleatória, mas podem formar uma estrutura de Widmannstatten. É também chamada de precipitação geral. Compare com precipitação descontínua, precipitação localizada.

  • PRECIPITAÇÃO LOCALIZADA

Precipitação de uma solução sólida supersaturada similar à precipitação contínua, exceto pelo fato de que as partículas de precipitado se formam em pontos localizados, tais como ao longo de planos de escorregamento, limites de grão ou limites duplos incoerentes.

  • PRECIPITADO COERENTE
  • PRECISÃO

O grau de aproximação de cada uma de inúmeras medições similares em relação à média aritmética, sendo que as fontes de erro não são necessariamente consideradas criticamente. A exatidão requer precisão, mas a precisão não assegura exatidão.

  • PREÇO FOB

Preço Free on Board - Esta frase define se os custos de transporte do aço estão incluídos no preço. "FOB Usina" é o preço do aço na usina, não incluindo o transporte

  • PRÉ-CONFORMAÇÃO, ESBOÇAMENTO

(1) A prensagem inicial de um pó de metal para formar um compactado que será submetido a uma operação de prensagem subseqüente, exceto cunhagem ou calibragem. É também a conformação preliminar de um compactado de metal refratário após a pré-sinterização e antes da sinterização final. (2) Operações de conformação preliminares, especialmente para o forjamento em matriz de impressão.

  • PREJUÍZO OPERACIONAL LÍQUIDO

É uma provisão para ajuste de lucros que permite que as empresas com prejuízo difiram este prejuízo em até 15 anos, de modo a compensar lucros futuros que de outro modo seriam taxados, ou retroajam este prejuízo em até três anos, de modo a serem reembolsadas pelos impostos pagos anteriormente (veja FAS 109)

  • PRENSA

Uma máquina-ferramenta com um leito estacionário e um cursor ou êmbolo que tem um movimento alternativo em ângulo reto em relação à superfície do leito, sendo que o cursor é guiado pela estrutura da máquina.

  • PRENSA ATUADA POR ALAVANCA ARTICULADA

Uma prensa mecânica em que o cursor é atuado por um ou mais mecanismos ou ligações articuladas.

  • PRENSA AUTOMÁTICA

Prensa em que a peça a ser processada é alimentada mecanicamente através da prensa em sincronismo com a ação de prensagem. Uma prensa de automação é uma prensa automática que, além disso, dispõe de equipamentos elétricos e pneumáticos embutidos.

  • PRENSA COM ARMAÇÃO EM "C"

Uma classificação geral de prensas em que os montantes ou carcaças são feitos na forma de uma letra "C", tornando assim acessíveis três lados do espaço da matriz.

  • PRENSA COM ARMAÇÃO EM C

Same as gap-frame press.

  • PRENSA COM PINO ARTICULADO

Uma prensa pesada de curso curto em que o cursor é acionado diretamente por uma articulação de rótula simples que é aberta e fechada por uma conexão e manivela. Ela é usada para gravação em relevo, cunhagem, acabamento de tamanho, recalque, swaying e extrusão.

  • PRENSA DE ASSENTAR MANDRIL

Máquina usada para forçar fusos ou mandris em peças perfuradas na preparação para a retífica ou torneamento. Usada também para forçar buchas, eixos ou pinos para dentro ou para fora de furos.

  • PRENSA DE AUTOMAÇÃO

Veja prensa automática.

  • PRENSA DE BANCADA

Qualquer prensa de pequeno porte que possa ser montada em uma bancada ou mesa.

  • PRENSA DE CAME

Prensa mecânica em que um ou mais slides são operados por cames; trata-se normalmente de uma prensa de dupla ação em que o dispositivo que prende a peça durante a prensagem é operado por cames através dos quais the dwell is obtained.

  • PRENSA DE EFEITO TRÍPLICE

Uma prensa mecânica ou hidráulica com três cursores e três movimentos devidamente sincronizados para estampagem, re-estampagem e conformação de efeito tríplice.Geralmente, dois cursores - o cursor porta-esboço e "plunger" - estão localizados acima da base da prensa, enquanto um cursor inferior está localizado dentro da base da prensa.

  • PRENSA DE ENGRENAGEM

Uma prensa cuja manivela principal ou eixo excêntrico é conectado por meio de engrenagens à fonte de acionamento.

  • PRENSA DE ESTAMPAGEM OSCILANTE

Uma pequena prensa de alta velocidade em que a matriz e a punção se movem horizontalmente com a tira durante o golpe de trabalho. Através de um movimento alternado, a matriz e a punção retornam às suas posições originais para iniciar o próximo golpe.

  • PRENSA DE ESTAMPAR

(1) Em geral, qualquer prensa mecânica. (2) Em particular, uma prensa com armação em C com um leito fixo, usada em furação.

  • PRENSA DE MOLDAGEM

Uma prensa usada para conformar compactados da metalurgia do pó.

  • PRENSA DE PARAFUSO

Uma prensa cujo cursor é operado por um parafuso em vez de uma manivela ou outro meio.

  • PRENSA DE PEDAL

Uma pequena prensa de baixa capacidade, acionada pela pressão do pé em um pedal.

  • PRENSA DE PROPULSÃO POR CIMA

Uma prensa mecânica com o mecanismo de acionamento montado na coroa ou nas partes superiores do montante.

  • PRENSA DE QUATRO PONTOS

Uma prensa cujo cursor é acionado por quatro conexões e quatro manivelas, excêntricos ou cilindros, sendo sua principal vantagem a equalização da pressão nos cantos dos cursores.

  • PRENSA DE RECORTAR

Uma prensa mecânica usada para recortar circunferências internas e externas, bem como para recortar ao longo de uma linha reta. Estas prensas são equipadas com alimentação automática, uma vez que é feito somente um recorte por ciclo.

  • PRENSA EXCÊNTRICA

Uma prensa mecânica em que o excêntrico e o colar são usados para mover a peça corrediça, em vez de um eixo de manivela e conexão.

  • PRENSA HIDRÁULICA

Uma prensa em que a pressão de um fluído é usada para acionar e controlar o pistão.

  • PRENSA INCLINÁVEL

Uma prensa que pode ser inclinada para facilitar o manuseio das peças conformadas. Veja "Prensa inclinável com dorso em pescoço de ganso".

  • PRENSA INCLINÁVEL COM DORSO EM PESCOÇO DE GANSO

Uma prensa de manivela vertical que pode ser inclinada de forma que o leito terá uma inclinação, que em geral varia de 0� a 30�. As peças conformadas deslizam para fora através de uma abertura na parte posterior. Ela é freqüentemente chamada de prensa OBI.

  • PRENSA MECÂNICA

Uma prensa cujo cursor é acionado por uma manivela, excêntrico, came ou outro dispositivo mecânico.

  • PRENSA MECÂNICA DE DUPLA AÇÃO

Uma prensa que possui dois movimentos paralelos independentes por meio de dois cursores, um se movendo dentro do outro. O cursor interno ou êmbolo é usualmente operado por um eixo de manivelas, enquanto o externo ou cursor de retenção do disco a ser estampado, o qual repousa durante a operação de estampagem, é usualmente operado por cames ou um mecanismo articulado.

  • PRENSA VIRADEIRA

Um equipamento para dobrar chapa de metal no ângulo desejado.

  • PRENSA VIRADEIRA MANUAL

Uma pequena máquina de dobra manual projetada para dobrar chapa de metal, sendo de projeto e finalidade similares a uma prensa viradeira mecânica.

  • PRENSA VIRADEIRA MECÂNICA

Uma prensa de ação simples e estrutura aberta usada para dobrar, recortar, corrugar, ondular, entalhar, perfurar, furar ou puncionar chapas metálicas finas ou grossas.

  • PRENSAGEM

(1) Em metalurgia, o produto ou processo de estampagem rasa de chapas finas ou grossas. (2) Conformação de uma peça de metal em pó mediante força de compressão.

  • PRENSAGEM A FRIO
  • PRÉ-SINTERIZAÇÃO

O aquecimento de um compactado da metalurgia do pó a uma temperatura inferior à temperatura normal para a sinterização final, geralmente para aumentar a facilidade de manuseio ou conformar o compactado ou para remover um lubrificante ou ligante antes da sinterização.

  • PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM

Métodos e práticas detalhados, incluindo os procedimentos de preparação da junta e de soldagem, envolvidos na produção de uma solda.

  • PROCESSADOR

Processa o aço até um estado mais acabado, como canos, tubos e tiras laminadas a frio, antes de vendê-lo aos usuários finais. Normalmente, este aço não é vendido sob contrato, fazendo com que as receitas das usinas relativas ao segmento processador sejam mais sensíveis ao preço do que os contratos de fornecimento para os fabricantes de veículos

  • PROCESSAMENTO TERCEIRIZADO

É o ato de processar aço pagando uma taxa. Os donos da chapa de aço não possuem os equipamentos para executar as operações necessárias no material (ou podem não ter capacidade disponível). Portanto, uma outra usina siderúrgica ou centro de serviço cortará, laminará, revestirá, recozerá ou revestirá o metal cobrando uma taxa

  • PROCESSO BAYER

Processo para extrair alumina de minério de bauxita antes da redução eletrolítica. A bauxita é digerida em uma solução de hidróxido de sódio, a qual converte a alumina em aluminato solúvel. Após a lama residual ("red mud") ter sido filtrada, o hidróxido de alumino é precipitado, filtrado e calcinado para produzir alumina.

  • PROCESSO BESSEMER

Processo para a produção de aço mediante o sopro de ar através do gusa líquido contido em um recipiente revestido com refratário, de modo a remover por oxidação a maior parte do carbono, silício e manganês. Este processo está essencialmente obsoleto nos Estados Unidos.

  • PROCESSO BESSEMER BÁSICO

Um convertedor Bessemer tendo um revestimento e uma soleira básicos, geralmente de dolomita, e que emprega uma escória básica.

  • PROCESSO BETTS

Um processo para o refino eletrolítico de chumbo, em que o eletrólito contém fluossilicato e ácido fluossilícico.

  • PROCESSO COTTRELL

Remoção de particulados sólidos de gases por meio de precipitação eletrostática.

  • PROCESSO DE CERA PERDIDA

Um processo de fundição em que é utilizado um modelo de cera.

  • PROCESSO DE HALL

Um processo comercial para extração de alumínio da alumina mediante redução eletrolítica de um banho fundido de alumina dissolvido em criólitos.

  • PROCESSO DE HOOPE

Um processo de refino eletrolítico de alumínio que usa três camadas líquidas na célula de redução.

  • PROCESSO DE MOLDAGEM EM CASCA

Um processo de moldagem em casca que utiliza um ligante de resina fenólica. Às vezes, é chamado também de processo "C".

  • PROCESSO DE PIDGEON

Um processo para a produção de magnésio mediante a redução de óxido de magnésio com ferro-silício.

  • PROCESSO DOW

Um processo para a produção de magnésio por meio de eletrólise de cloreto de magnésio líquido.

  • PROCESSO DUPLEX

Qualquer processo de refino ou fusão em dois fornos. Também chamado fusão duplex ou processamento duplex.

  • PROCESSO DURVILLE

Um processo de fundição que envolve a fixação rígida do molde em uma posição investida acima do cadinho. O metal líquido é vazado basculando-se todo o conjunto, fazendo com que o metal flua ao longo de uma calha de ligação e ao lado do molde.

  • PROCESSO HANSGIRG

Um processo para a produção de magnésio por meio de redução de óxido de magnésio com carbono.

  • PROCESSO HOOKER

Extrusão de um tarugo ou copo através de um anel formado pela abertura da matriz e o mandril ou piloto para formar um tubo ou um copo longo.

  • PROCESSO KROLL

Um processo para a produção de titânio metálico mediante a redução de tetracloreto de titânio com um metal mais ativo, como o magnésio, produzindo titânio na forma de pó ou granulado.

  • PROCESSO MANNESMANN

Um processo usado para a perfuração de tarugos na produção de tubos sem costura. O tarugo é girado entre dois cilindros pesados montados em um determinado ângulo, sendo forçado através de um mandril fixo.

  • PROCESSO MOND

Um processo para a extração e purificação de níquel. Suas principais características consistem na formação de carbonila de níquel por reação de metal reduzido fino com monóxido de carbono, seguida de decomposição da carbonila de níquel para depositar o níquel purificado na forma de pequenas pelotas de níquel.

  • PROCESSO ORFORD

Um processo para separar cobre e níquel, em que seus sulfetos em fusão são separados em duas camadas líquidas mediante a adição de sulfeto de sódio. A camada inferior contém a maior parte do níquel.

  • PROCESSO PARKES

Um processo usado para recuperar metais preciosos do chumbo, tendo como base o princípio de que se for misturado de 1% a 2% de zinco no chumbo líquido, um composto de zinco com ouro e prata segrega-se e pode ser removido.

  • PROCESSO PATTINSON

Um processo para separar prata do chumbo, em que o chumbo líquido é resfriado lentamente de modo que os cristais mais pobres em prata se solidificam e possam ser removidos, deixando o banho mais rico em prata.

  • PROCESSO PEREGRINO DE REDUÇÃO DE TUBOS

Veja "Redução de tubos".

  • PROCESSO ROCKRITE DE REDUÇÃO DE TUBOS A FRIO

Veja "Redução de tubos".

  • PROCESSO TAYLOR

Um processo para a produção de fios extremamente finos mediante a inserção de um pedaço de arame de diâmetro maior em um tubo de vidro e estiramento de ambos a uma alta temperatura.

  • PROCESSO U-S DE EXTRUSÃO DIRETA

Um processo de extrusão direta de metais que utilizada vidro fundido para isolar o tarugo quente e para agir como um lubrificante.

  • PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO

Partículas finas de calcário (fundente) e minério de ferro são difíceis de manusear e transportar devido à poeira e à decomposição, de modo que materiais em pó normalmente são processados em forma de pedaços maiores. As propriedades das matérias primas determinam a técnica a ser utilizada pelas usinas

  • PRODUÇÃO DE BLANKS

Constitui uma etapa inicial na preparação de aço plano para ser usado por um usuário final. Um "blank" é um pedaço de chapa que tem as mesmas dimensões externas da peça especificada (como por exemplo uma porta ou capô de carro), mas que ainda não foi estampado. Os processadores de aço podem oferecer blanks a seus clientes de modo a reduzir seus custos de mão de obra e transporte; o aço excedente pode ser aparado antes da entrega

  • PRODUÇÃO DE GRÂNULOS METÁLICOS

A produção de granalha mediante o vazamento de metal líquido em fluxos finamente divididos. Partículas esféricas solidificadas são formadas durante a descida, sendo resfriadas em um tanque d'água.

  • PRODUTO COMERCIAL

Qualquer produto comercial de uma usina.

  • PRODUTOS DE CONSUMO INTENSIVO DE AÇO

São produtos de consumo, tais como automóveis e eletrodomésticos, que, por terem uma grande proporção de seu peso em aço, apresentam uma alta correlação de demanda com o aço

  • PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS DE MINERAÇÃO

Um produto intermediário entre o concentrado e o refugo, contendo um volume suficiente de mineral de valor para tornar o tratamento adicional lucrativo.

  • PRODUTOS LONGOS

Classificação de produtos siderúrgicos que inclui barras, vergalhões e produtos estruturais "longos" em vez de "planos"

  • PRODUTOS METÁLICOS PRÉ-REVESTIDOS

Produtos siderúrgicos que têm um revestimento metálico, orgânico ou por conversão aplicado em suas superfícies antes que eles sejam transformados em peças.

  • PRODUTOS TUBULARES PARA EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO

É um rótulo aplicado a produtos tubulares usados pela indústria de exploração de petróleo. Os produtos tubulares para extração de petróleo incluem tubos para revestimento de poços, tubos para perfuração e tubos para bombeamento de poços de petróleo, os quais, dependendo de sua aplicação, podem ser produzidos por processos de soldagem ou por processos sem costura

  • PROFUNDIDADE DA GARGANTA

Em uma máquina de soldagem à resistência, a distância entre a linha de centro dos eletrodos ou"platens" e o ponto de interferência mais próximo para peças planas.

  • PROFUNDIDADE DE CORTE

A espessura de material removida de uma peça em um único passe de usinagem.

  • PROFUNDIDADE DE FUSÃO

Em soldagem, é a distância pela qual a fusão avança no metal base ou no passe anterior.

  • PROFUNDIDADE DE PENETRAÇÃO

Veja penetração de junta e penetração de raiz.

  • PROFUNDIDADE DO ENTALHE

A distância da superfície de um corpo de prova até o fundo do entalhe. Em um corpo de prova cilíndrico, o percentual da área da seção transversal original removida quando da usinagem de uma ranhura anular.

  • PROPAGAÇÃO DE FENDA DE FRAGILIDADE

Uma propagação repentina de uma fenda sem a absorção de qualquer energia, exceto aquela armazenada elasticamente no corpo. Um exame microscópico pode revelar alguma deformação, muito embora tal deformação não seja visível a olho nu.

  • PROPAGAÇÃO DE TRINCA DÚCTIL

Propagação lenta de trinca acompanhada por deformação plástica notável, requerendo o fornecimento de energia de fora do corpo.

  • PROPAGAÇÃO DE TRINCA DÚCTIL

Fratura caracterizada pela ruptura do metal acompanhada por deformação plástica grosseira apreciável e por um gasto considerável de energia.

  • PROPRIEDADE DIRECIONAL

Propriedade cuja magnitude varia em função da relação do eixo de teste com uma direção específica dentro do metal. A variação resulta de orientação preferencial ou do fibramento dos constituintes ou inclusões.

  • PROPRIEDADES FÍSICAS

Propriedades de um metal ou liga que são relativamente insensíveis à estrutura e que podem ser medidas sem a aplicação de força. Por exemplo, densidade, condutividade elétrica, coeficiente de dilatação térmica, permeabilidade magnética e parâmetro do reticulado. Compare com "Propriedades mecânicas".

  • PROPRIEDADES MECÂNICAS

As propriedades de um material que relevam seu comportamento elástico e inelástico quando uma força é aplicada, indicando assim sua adequabilidade para aplicações mecânicas. Por exemplo: módulo de elasticidade, limite de resistência à tração, elongação, dureza e limite de fadiga. Compare com "Propriedades físicas".

  • PROTEÇÃO ANÓDICA

Aplicação de um potencial elétrico externo para proteger um metal de ataque corrosivo. (Aplicável somente a metais que apresentem um comportamento ativo-passivo.) Compare com proteção catódica.

  • PROTEÇÃO ANÓDICA

Redução da extensão de corrosão de um metal em um eletrólito conectando-o a um outro metal que seja eletroquimicamente mais ativo no ambiente.

  • PROTEÇÃO CATÓDICA

Proteção parcial ou completa de um metal contra a corrosão tornando-o um catodo mediante o uso de uma corrente galvânica ou impressed. Compare com proteção anódica.

  • PROTEÇÃO ELETROLÍTICA

Veja o termo preferencial "proteção catódica".

  • PROTEÇÃO, SOMBREAMENTO

(1) O mesmo que blindagem em eletrodeposição. (2) Deposição direcional de carbono ou de um filme metálico em uma réplica de plástico para realçar características a serem analisadas por microscopia eletrônica de transmissão.

  • PROTENSÃO DE CILINDRO METÁLICO OCO

Protensão de um cilindro metálico oco mediante o uso de pressão interna momentânea acima do limite convencional de elasticidade.

  • PROTRUSÃO, SOBREPOSIÇÃO

(1) Protrusão de metal de solda além do pé, face ou raiz de uma solda. (2) Em soldagem contínua a resistência, a área em uma determinada solda refundida pela solda subseqüente.

  • PROTUBERÂNCIA

Uma protusão ou projeção relativamente pequena da superfície de uma peça forjada ou fundida, geralmente de formato cilíndrico.

  • PROVA

Qualquer reprodução de uma impressão de matriz em qualquer material, freqüentemente uma peça moldada em chumbo ou gesso. Veja "Teste de matriz".

  • PSEUDO-CARBURIZAÇÃO

Veja "Carburização simulada".

  • PSEUDO-NITRETAÇÃO

Veja "Nitretação simulada".

  • PUCKERING

Enrugamento ou ondulação em um produto de estampagem profunda em uma área originalmente dentro do anel de estampagem.

  • PULVERIZAÇÃO

Aplicação de um pó, como enxofre em magnésio líquido, ou grafite na superfície de um molde.

  • PULVERIZAÇÃO

Sinônimo de trituração.

  • PULVERIZAÇÃO À CHAMA

Pulverização térmica em que um material de revestimento é alimentado em uma chama de oxiacetileno, na qual ele é fundido. Pode-se usar gás comprimido ou não para atomizar o material de revestimento e pulverizá-lo sobre o substrato.

  • PULVERIZAÇÃO A PLASMA

Um processo de pulverização térmica em que o material de revestimento é fundido através do calor de um maçarico a plasma que gera um arco não transferido (definido em "Soldagem a arco de plasma"). O material de revestimento fundido é projetado contra o metal base pelo gás quente ionizado que sai do maçarico.

  • PULVERIZAÇÃO TÉRMICA

Um grupo de processos de soldagem e correlatos em que materiais metálicos ou não metálicos finos são depositados em uma condição fundida ou semi-fundida para formar um revestimento. O material de revestimento pode ser na forma de pó, haste cerâmica, arame ou materiais fundidos. Veja também "Pulverização à chama" e "Pulverização a plasma".

  • PUNÇÃO APARADORA

A porção superior de dispositivos de aparação que entra em contato com uma peça forjada e pressiona-a através das lâminadas aparadoras. Geralmente, a extremidade inferior da punção aparadora é configurada para adaptar a superfície da peça forjada contra a qual ela é aplicada.

  • PUNÇÃO DE EJEÇÃO

Uma punção que serve como a parte superior ou inferior da cavidade da matriz e que posteriormente se move na direção da matriz para ejetar a peça ou compactado. Veja também "Barra de ejeção", "Ejetor" (1).

  • PUNCIONAMENTO

Produzir um orifício com uma matriz de corte em que a forma do orifício é controlada pela forma da punção e de sua matriz correspondente; furação. O puncionamento múltiplo de pequenos orifícios é chamado de perfuração.

  • PUSH BENCH

Equipamento usado para a estampagem moderada de tubos de grande bitola mediante a estampagem da chapa e forçando-a através de um cossinete mediante pressão exercida contra a parte inferior interna do copo de estampagem.

  • QUALIDADE

(1) A totalidade de características e aspectos de um produto ou serviço que respondem por sua capacidade de satisfazer a uma determinada necessidade (conceito de "adequação para uso" de qualidade). (2) O grau de excelência de um produto ou serviço (conceito comparativo). Freqüentemente determinada subjetivamente mediante comparação com um padrão ideal ou com produtos ou serviços similares disponíveis de outras fontes. (3) Uma avaliação quantitativa das características e aspectos de um produto ou serviço (conceito quantitativo).

  • QUALIDADE DA RADIAÇÃO

Um termo que descreve aproximadamente o espectro de radiação produzida por uma fonte de radiação com relação ao seu poder de penetração ou à sua adequabilidade para uma determinada aplicação.

  • QUEBRA

É um acidente causado pela quedas das paredes do cadinho do alto forno, fazendo com que o ferro ou escória líquida (ou ambos) fluam descontroladamente para fora do alto forno

  • QUEBRA-CAVACO

(1) Entalhe ou ranhura na face de uma ferramenta, paralela à borda cortante, para quebrar a continuidade dos cavacos. (2) Um degrau formado por um componente ajustável fixado à face da ferramenta de corte.

  • RABO DE PEIXE

Escoamento longitudinal de uma placa em um plano paralelo à superfície laminada.

  • RABO DE PEIXE

(1) No forjamento por rolos, é a extremidade trailing excedente de uma peça forjada. Freqüentemente, antes de ser aparada, ela é usada como uma pega para tenazes para uma operação de forjamento subseqüente. (2) Em laminação a quente ou extrusão, é a extremidade trailing de conformação imperfeita de uma barra ou perfil especial que tem que ser cortado e descartado como sucata de laminação. A extensão de folga ou interferência entre peças conjugadas é chamada de ajuste efetivo. Ajuste é o termo preferencial para a faixa de folga ou interferência que pode resultar dos limites de dimensões especificados (limites de tamanho). Consulte as normas ANSI.

  • RABO DE RATO

Uma imperfeição superficial em uma peça fundida que ocorre na forma de uma ou mais linhas irregulares causadas pela expansão da areia no molde. Compare com "Buckle (2)".

  • RACHADURAS ATRIBUÍVEIS A ÁLCALIS CÁUSTICOS

Uma forma de trincamento atribuível à corrosão sob tensão, mas freqüentemente encontrada em aços carbono ou ligas ferro-cromo-níquel expostas a soluções de hidróxido concentradas a temperaturas de 200 a 250�C (400 a 480�F).

  • RADIAÇÃO CARACTERÍSTICA

Raios X de alta intensidade com comprimento de onda simples, característicos do elemento que emite os raios, que aparecem em adição à radiação "branca" contínua sempre que o elemento é bombardeado com elétrons cuja energia exceda um valor crítico específico, o qual varia para cada elemento.

  • RADIOATIVIDADE

A desintegração nuclear espontânea com emissão de radiação corpuscular ou eletromagnética.

  • RADIOGRAFIA

Um método de inspeção não destrutiva em que um objeto de teste é exposto a um fluxo de raios X ou raios gama, sendo a imagem sombreada resultante do objeto registrada em filme fotográfico colocado atrás do objeto. Descontinuidades internas são detectadas mediante a observação e interpretação de variações na imagem causadas por diferenças de espessura, densidade ou absorção dentro do objeto de teste. Variações de radiografia incluem radiografia eletrônica, fluoroscopia, radiografia de nêutrons.

  • RADIOISÓTOPO

Um isótopo que emite radiação ionizante durante sua desintegração espontânea.

  • RAIO BETA

Um raio de elétrons emitido durante a desintegração espontânea de certos núcleos atômicos.

  • RAIO DA ARESTA DA MATRIZ

Raio da borda exposta de uma matriz de estampagem, sobre a qual a chapa flui quando da conformação das peças estampadas.

  • RAIO DA PONTA DO MACHO DE ESTAMPAGEM

O raio na extremidade do macho de estampagem que primeiro entra em contato com a peça; às vezes chamado de "Raio de nose".

  • RAIO DE CURVATURA

(1) Raio interno de um perfil dobrado. (2) Raio de uma ferramenta ao redor do qual um metal é dobrado durante a fabricação.

  • RAIO DE DOBRAMENTO MÍNIMO

O raio mínimo em que um produto metálico pode ser dobrado a um determinado ângulo sem que ocorra uma fratura.

  • RAIO DE ESTAMPAGEM

O raio na borda de uma matriz ou punção sobre a qual a peça é estampada.

  • RAIO DE NOSE

O raio da porção arredondada da borda de corte de uma ferramenta. Veja o croqui correspondente a "Ferramenta de corte simples".

  • RAIO GAMA

Radiação eletromagnética de pequeno comprimento de onda, similar aos raios X, porém de origem nuclear, com uma faixa de comprimento de onda de cerca de 10-14 a 10-10 �.

  • RAIO ULTRA-SÔNICO

Um raio de radiação acústica com uma frequência superior à faixa de freqüência de som audível - isto é, acima de cerca de 20 kHz.

  • RAIO X

Radiação eletromagnética de comprimento de onda inferior a cerca de 50 nm, emitida como resultado da desaceleração de elétrons que se movem rapidamente (espectro contínuo) ou do decaimento de elétrons atômicos de estados orbitais excitados (radiação característica); especificamente, a radiação produzida quando um raio de elétrons de energia suficiente atinge um alvo de material apropriado.

  • RAIZ DA SOLDA

Os pontos, quando vistos em seção transversal, em que o filete de solda faz interseção com as superfícies do metal base na posição mais próxima ou coincidente com a raiz da junta.

  • RAÍZ DE JUNTA

A porção de uma junta soldada em que os elementos estão mais próximos um do outro antes da soldagem. Na seção transversal, pode ser um ponto, uma linha ou uma área.

  • RAMPA

(1) A seção de um alto forno acima das ventaneiras até o plano de diâmetro máximo. (2) Uma camada de quartzo que se acumula durante a fusão de minérios de cobre, reduzindo o diâmetro do forno no nível das ventaneiras. (3) Um tanque, geralmente com lados inclinados, usados para a lavagem de peças metálicas ou para a colocação de peças limpas.

  • RATCHETING

Deformação inelástica cíclica progressiva (crescimento, por exemplo) que ocorre quando um componente ou estrutura é submetido a uma tensão secundária cíclica sobreposta a uma tensão primária contínua. O processo é chamado de ratcheting térmico quando a deformação cíclica é induzida por alterações cíclicas na temperatura, e de ratcheting isotérmico quando a deformação cíclica é de origem mecânica (muito embora seja acompanhada por mudanças cíclicas na temperatura).

  • REAÇÃO ALUMINO-TÉRMICA

Reações auto-propagadoras fortemente exotérmicas, tais como quando alumínio pulverizado reage com um óxido metálico. Uma mistura de alumínio e óxido de ferro produz calor suficiente para soldar aço, sendo o metal de enchimento produzido na reação.

  • REBAIXAMENTO COM ESCAREADOR CILÍNDRICO

Perfuração ou broqueamento de um orifício de fundo plano, muitas vezes concêntrico com outros orifícios.

  • REBAIXAMENTO COM ESMERIL

Remoção de irregularidades ou imperfeições de uma superfície metálica mediante ação abrasiva. Aresta de corte.

  • REBARBA

É a saliência muito sutil na borda de tiras de aço causada por operações de corte tais como corte ao comprido, aparação, corte com tesoura ou recorte de blanks. Por exemplo, quando um processador de aço apara os lados da chapa de aço ou corta uma chapa em tiras, suas bordas dobrarão na direção do corte (veja Laminação de Bordas)

  • REBARBA, PEQUENA FRESA

(1) Borda revirada em uma peça resultante de operações de corte, perfuração ou fresagem. (2) Ferramenta rotativa com dentes similares aos dentes de uma lima.

  • REBARBAÇÃO

O mesmo de "deburring". Observação: Não existe o termo "deburring" no glossário.

  • REBARBAÇÃO

(1) Remover resíduos ou outras imperfeições superficiais, seja manualmente usando um cinzel ou goiva, seja com uma máquina contínua, antes de submeter o material a processamento adicional. (2) Similarmente, remoção de metal excessivo.

  • REBARBAÇÃO

(1) Em estampagem, o corte das bordas irregulares da peça estampada. (2) Em forjamento ou em fundição sob pressão, a remoção de quaisquer rebarbas nas linhas divisórias e canais de alimentação por meio de operação de corte. (3) Em fundição, a remoção de canais de alimentação, canais de distribuição e rebarbas.

  • REBARBAÇÃO A QUENTE

Remoção de rebarbas ou excesso de metal de uma peça quente (como em uma operação de forjamento) em uma prensa de rebarbação.

  • REBARBAÇÃO EM TAMBOR

Girar peças, geralmente peças fundidas ou forjadas, em um tambor parcialmente cheio de abrasivos e pedaços de metal, para remover areia, carepa e rebarbas. Esta operação pode ser a seco ou usando uma solução aquosa adicionada ao conteúdo do tambor. Às vezes chamada de tamboramento ou batimento.

  • REBARBAÇÃO, ESCARFAGEM

Análogo ao cinzelamento; as imperfeições superficiais são eliminadas mediante corte a gás.

  • REBITAMENTO

União de dois ou mais elementos de uma estrutura por meio de rebites de metal, sendo a extremidade "unheeded" recalcada após o rebite estar na posição.

  • REBOLO

Uma ferramenta de corte de formato circular feito de grãos abrasivos aglomerados.

  • REBOLO DE BORRACHA

Uma roda de esmerilhar feita com um ligante de borracha.

  • REBORDEAMENTO

Encurvamento da borda de chapa de metal formando uma volta fechada ou parcialmente fechada.

  • REBORDO DE TREFILAÇÃO

(1) Um rebordo ou saliência usado para controlar o fluxo de metal. (2) Projeções em forma de aleta nos anéis de trefilação ou nas superfícies de sujeição para controlar o fluxo de metal.

  • RECALCADORA

Uma prensa mecânica horizontal usada para fazer peças a partir de barras ou tubos através de forjamento por compressão axial, perfuração, dobramento ou conformação em matrizes. Também conhecido como "Máquina de recalcar".

  • RECALCAMENTO

Trabalho em metal de modo que a área da seção transversal de uma parte ou de todo o material seja aumentada. Veja também "Operação de recalque".

  • RECALESCÊNCIA

Um fenômeno associado com a transformação de ferro gama em ferro alfa durante o resfriamento (super-resfriamento) de ferro ou aço, revelado pelo brilho (incandescência) da superfície do metal devido ao repentino aumento de temperatura causado pela liberação do calor latente de transformação. Compare com "Decalescência".

  • RECALQUE

(1) O aumento localizado na área da seção transversal de uma peça ou conjunto soldado resultante da aplicação de pressão durante a fabricação mecânica ou soldagem. (2) A parte de um ciclo de soldagem durante o qual a área de seção transversal é aumentada mediante a aplicação de pressão.

  • RECARBONETAR

(1) Aumentar o teor de carbono em aço ou ferro líquido mediante a adição de material carbonáceo, ferro gusa de alto carbono ou uma liga de alto carbono. (2) Carbonetar uma peça de metal para devolver o carbono superficial perdido durante o processamento. Também conhecido como "Restauração de carbono".

  • RECARTILHAMENTO

Impressão de um desenho em uma superfície metálica, geralmente por meio de pequenos roletes duros que contêm o desenho correspondente em suas superfícies.

  • RECHUPE DE EXTRUSÃO

Uma descontinuidade central contendo óxidos que ocorre ocasionalmente nos últimos 10 a 20 por cento de uma barra extrudada. Ela é causada pela superfície externa oxidada do tarugo que flui ao redor da extremidade do tarugo e no centro da barra durante os estágios finais da extrusão. Também chamada "coring".

  • RECOBRIMENTO POR CONTATO

Um processo de recobrimento de metal em que a corrente de recobrimento é fornecida pela ação galvânica entre o metal base e um segundo metal, sem o uso de uma fonte externa de corrente.

  • RECOBRIMENTO POR IMERSÃO

Um recobrimento produzido em uma solução pela ação química ou eletroquímica, sem o uso de corrente externa.

  • RECOBRIMENTO SUPERFICIAL COM SOLDA

Revestimento de metal com uma camada muito fina de solda fundida ou metal de enchimento de brasagem.

  • RECOBRIMENTO SUPERFICIAL MEDIANTE SOLDAGEM

Deposição de metal de enchimento em uma superfície mediante soldagem, aspersão ou brasagem, visando aumentar a resistência à abrasão, erosão, desgaste, descamação, impacto ou corrosão por cavitação.

  • RECOBRIMENTO SUPERFICIAL MEDIANTE SOLDAGEM

O mesmo que "Recobrimento superficial mediante soldagem".

  • RECONDICIONAMENTO

Corte de camadas superficiais de peças fundidas ou placas para remover carepa e imperfeições superficiais. Às vezes chamado de "Fresagem periférica" ou "Fresagem de superfícies planas".

  • RECORTE DE PEÇAS BRUTAS DE METAL

Produção de peças de metal com o formato desejado a serem usadas para conformação ou outras operações, normalmente mediante puncionamento.

  • RECORTE NA ORLA DA CHAPA

Corte de vários contornos da borda de uma tira, blank ou peça.

  • RECOZIMENTO

Termo genérico que denota um tratamento que consiste no aquecimento e manutenção a uma temperatura adequada, seguido de resfriamento a uma velocidade apropriada, usado primariamente para amolecer materiais metálicos, mas também para, simultaneamente, produzir as mudanças desejadas em outras propriedades ou na microestrutura. Os objetivos de tais mudanças podem ser, entre outros: melhoria da usinabilidade, facilitação de trabalho a frio, melhoria das propriedades mecânicas ou elétricas, e/ou aumento na estabilidade dimensional. Quando o termo é usado sem uma qualificação, está implícito o recozimento pleno. Quando aplicado somente para o alívio de tensões, o processo é convenientemente chamado de recozimento para alívio de tensão. Em ligas ferrosas, o recozimento é normalmente feito acima da temperatura crítica superior, porém os ciclos tempo-temperatura variam amplamente tanto em termos da temperatura máxima como da taxa de resfriamento empregada, dependendo da composição, da condição do material e dos resultados desejados. Conforme aplicável, devem ser usados os seguintes nomes comerciais de processo: recozimento preto, recozimento azulado, recozimento em forno-caixa, recozimento brilhante, grafitização, recozimento in-process, recozimento isotérmico, maleabilização, recozimento para orientação, recozimento intermediário, recozimento para têmpera, esferoidização, recozimento subcrítico. Em ligas não ferrosas, os ciclos de recozimento objetivam: (a) remover parte ou a totalidade dos efeitos do trabalho a frio (a recristalização pode ou não estar envolvida); (b) causar uma coalescência substancialmente completa de precipitados de solução sólida em uma forma relativamente grosseira; ou (c) ambos, dependendo da composição e da condição do material. Nomes comerciais específicos do processo incluem recozimento final, recozimento pleno, recozimento intermediário, recozimento parcial, recozimento de recristalização, recozimento para alívio de tensão, recozimento de revenido

  • RECOZIMENTO

O QUE É: É um processo de tratamento térmico em que uma bobina de aço anteriormente laminada a frio torna-se mais adequada para conformação e dobramento. A chapa de aço é aquecida até uma temperatura especificada por um período de tempo suficiente e em seguida é resfriada. POR QUE: As ligações entre os grãos do metal são distendidas quando a bobina é resfriada. COMO: Há duas maneiras de recozer bobinas de aço laminado a frio - por processos contínuos ou por processos intermitentes: (1) Intermitente (Forno tipo caixa) - Três a quatro bobinas são empilhadas uma sobre as outras, colocando-se uma cobertura por cima. O aço é aquecido por até três dias em uma atmosfera sem oxigênio (de modo que ele não enferrujará) e depois é lentamente resfriado. (2) Contínuo - Normalmente, o recozimento contínuo faz parte de uma linha de revestimento. O aço é desbobinado e passa por uma série de circuitos verticais dentro de um forno. A temperatura e as velocidades de resfriamento são controladas de modo a obter as propriedades mecânicas desejadas no aço

  • RECOZIMENTO AZULADO

Aquecimento de chapa de aço laminada a quente em um forno aberto a uma temperatura dentro da faixa de transformação e subseqüente resfriamento ao ar, a fim de amolecer o metal. Pode ocorrer a formação de uma camada de óxido azulado na superfície.

  • RECOZIMENTO BRILHANTE

Recozimento em um meio protetor para evitar a descoloração da superfície brilhante.

  • RECOZIMENTO COM TÊMPERA

Recozimento de uma liga ferrosa austenítica mediante tratamento térmico de solubilização, seguido por uma têmpera rápida.

  • RECOZIMENTO DE FERRITIZAÇÃO

Um tratamento aplicado em ferro dúctil (nodular) ou cinzento fundido visando produzir uma matriz essencialmente ferrítica. Para que o termo faça sentido, deve ser especificada a microestrutura final desejada ou o ciclo tempo-temperatura usado.

  • RECOZIMENTO DE GRAFITIZAÇÃO

Recozimento de uma liga ferrosa de tal modo que parte ou todo o carbono é precipitado como grafita.

  • RECOZIMENTO DE RECRISTALIZAÇÃO

Recozimento de um metal trabalhado a frio para produzir uma nova estrutura de grão sem mudança de fase.

  • RECOZIMENTO EM FORNO-CAIXA

Recozimento de um metal ou liga em um recipiente vedado sob condições que minimizem a oxidação. No recozimento de uma liga ferrosa em forno caixa, a carga é normalmente aquecida lentamente até uma temperatura abaixo da faixa de transformação, podendo às vezes situar-se acima ou dentro da faixa de transformação, sendo em seguida resfriada lentamente; este processo é também chamado de recozimento em caixa ou recozimento em recipiente fechado. Veja recozimento simples ou recozimento preto.

  • RECOZIMENTO EM POTE

O mesmo que "Recozimento em caixa".

  • RECOZIMENTO FECHADO

O mesmo que recozimento em caixa.

  • RECOZIMENTO FINAL

Um termo impreciso usado para denotar o último recozimento aplicado a uma liga não ferrosa antes do despacho.

  • RECOZIMENTO INTERMEDIÁRIO

Recozimento de metais trabalhados em um ou mais estágios durante a fabricação e antes do tratamento final.

  • RECOZIMENTO ISOTÉRMICO

Austenitização de uma liga ferrosa seguida de resfriamento e manutenção a uma temperatura em que a austenita se transforma em um agregado de carbureto de ferrita relativamente macio.

  • RECOZIMENTO ISOTÉRMICO CONTÍNUO

Um processo de recozimento que utiliza um ciclo de tempo-temperatura pré-determinado e estritamente controlado para produzir propriedades ou microestruturas específicas.

  • RECOZIMENTO PARCIAL

Um termo impreciso usado para denotar um tratamento aplicado em material trabalhado a frio para reduzir a resistência para um nível controlado ou para efetuar um alívio de tensão. Para ter sentido, devem ser mencionados o tipo de material, o grau de trabalho a frio e o programa de tempo-temperatura.

  • RECOZIMENTO PLENO

Um termo impreciso que denota um ciclo de recozimento para produzir dureza e resistência mínimas. Para que o termo tenha sentido, devem ser indicadas a composição e a condição inicial do material e o ciclo de tempo-temperatura utilizado.

  • RECOZIMENTO POR CHAMA

Recozimento em que o calor é aplicado diretamente por meio de uma chama.

  • RECOZIMENTO SIMPLES OU RECOZIMENTO PRETO

Recozimento em forno-caixa ou recozimento em caixa, para arame, tira ou chapa de liga ferrosa. Veja recozimento em forno-caixa.

  • RECOZIMENTO SUBCRÍTICO

Um termo impreciso que denota vários tratamentos usados para melhorar a trabalhabilidade. Para que o termo tenha sentido, devem ser indicados a condição do material e o ciclo de tempo-temperatura usado.

  • RECOZIMENTO SUBCRÍTICO

Um processo de recozimento executado em ligas ferrosas a uma temperatura abaixo de Acl.

  • RECRISTALIZAÇÃO

(1) A formação de uma nova estrutura de grão livre de deformação a partir da estrutura existente em um metal trabalhado a frio, geralmente obtida por aquecimento. (2) A mudança de uma estrutura cristalina em uma outra estrutura cristalina, como ocorre no aquecimento ou resfriamento através de uma temperatura crítica.

  • RECUO

Uma remoção rápida de um rebolo ou ferramenta de corte do contato com a peça sendo trabalhada.

  • RECUPERAÇÃO

(1) Redução ou remoção de efeitos do endurecimento por trabalho a frio, sem movimentação dos limites de grão de grande angulação.

  • RECUPERAÇÃO

(1) A recuperação elástica de metal após deformação a frio. (2) A tendência de um metal de retornar à sua forma ou contorno original após sofrer uma operação de conformação. (3) Em soldagem sob pressão, soldagem à resistência com recalque ou soldagem autógena sob pressão, a deflexão na máquina de solda causada pela pressão de recalque.

  • RECUPERAÇÃO

Recuperação de metal de um minério ou composto químico usando qualquer método hidrometalúrgico, pirometalúrgico ou eletrometalúrgico apropriado.

  • RECUPERAÇÃO DA FLUÊNCIA

Deformação dependente do tempo após a liberação de carga em um ensaio de fluência.

  • RECUPERAÇÃO POR ELETRÓLISE

Recuperação de um metal de um minério por meio de processos eletroquímicos.

  • RECUPERADOR

Equipamento para a transferência de calor de produtos de combustão gasosos para o combustível ou ar alimentado. O material alimentado passa através de tubos circundados por uma câmara através da qual passam os gases de saída.

  • REDUÇÃO

(1) Em embutimento e estampagem profunda, uma medida da diminuição percentual do diâmetro do esboço para o diâmetro do copo de estampagem, ou medida da redução do diâmetro em materiais submetidos a um segundo estiramento. (2) Em forjamento, laminação e estampagem, é a relação entre a área de seção transversal original e a área de seção transversal final, ou a redução percentual na área da seção transversal. (3) Uma reação em que há uma diminuição da valência resultante de um ganho de elétrons. Compare com "Oxidação".

  • REDUÇÃO

Veja "Redução de tubos".

  • REDUÇÃO A FRIO

O QUE É. Laminadores de acabamento laminam bobinas a frio a partir de chapa fina laminada a quente decapada, de modo a tornar o aço mais fino, mais liso e mais resistente, mediante a aplicação de pressão em vez de calor. COMO. As cadeiras de laminação em um laminador de redução a frio são instaladas muito próximas umas das outras, pressionando a chapa de aço com espessura de um quarto de polegada até atingir menos de um oitavo de polegada, ao mesmo tempo em que mais do que dobra o seu comprimento

  • REDUÇÃO DE ÁREA

(1) Comumente, a diferença, expressa como uma percentagem da área original, entre a área de seção transversal original de um corpo de prova de ensaio de tração e a área de seção transversal mínima após a separação completa. (2) A diferença, expressa como uma percentagem da área original, entre a área de seção transversal original e a área de seção transversal após a deformação do corpo de prova.

  • REDUÇÃO DE MINÉRIO

Processamento térmico em que ocorrem reações químicas para produzir metal líquido a partir de um minério beneficiado.

  • REDUÇÃO DE TUBOS

Redução tanto do diâmetro como da espessura de parede de tubo por meio de um mandril e um par de cilindros com ranhuras cônicas. O processo Rockrite usa um mandril cônico fixo, sendo que os cilindros se alternam ao longo do tubo com uma inversão correspondente da rotação. Os relevos dos cilindros nos diâmetros inicial e final permitem, respectivamente, o avanço e a rotação do tubo. O processo de passo peregrino usa uma haste uniforme (mandril escareador) cujos movimentos se alternam aos movimentos do tubo. Os cilindros fixos giram continuamente. Durante o hiato em cada revolução, o tubo é avançado e girado e em seguida, quando o cilindro entra em contato com o tubo, este é reduzido e parcialmente recuado.

  • REDUÇÃO GRADATIVA DA CORRENTE DE SOLDAGEM

Na soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem à resistência de ressaltos, é a redução controlada da corrente de soldagem a partir de sua amplitude de pico para um valor mais baixo, de modo a evitar um esfriamento excessivamente rápido da solda.

  • REENTRÂNCIA

Uma ranhura ou depressão em uma superfície.

  • REFINO

O ramo da metalurgia de processo que trata da purificação de metais brutos ou impuros. Compare com "Metalurgia extrativa".

  • REFLOWING

A fusão de um depósito eletrolítico seguida de solidificação. A superfície tem a aparência e as características físicas de um material que não foi submetido a imersão (especialmente no caso de chapas de estanho ou de ligas de estanho). Também chamado de "Flow brightening".

  • REFRATÁRIO

(1) Um material com ponto de fusão muito alto e com propriedades que o tornam apropriado para aplicações tais como revestimentos de fornos e construção de fornos. (2) A qualidade de resistência ao calor.

  • REFRIGERANTE

Em operações de corte de metais, o termo preferencial é fluido de corte.

  • REFUGO

A porção descartada de um minério britado, separada durante o processo de concentração.

  • REFUGO, SUCATA

(1) Produtos que são descartados devido a defeitos ou por alguma outra razão que os torna inadequados para venda. (2) Material metálico descartado, de qualquer fonte, que pode ser recuperado através de fusão e refino.

  • REFUSÃO DE ELETRODO CONSUMÍVEL

Um processo para o refino de metais em que uma corrente elétrica passa entre um eletrodo feito do metal a ser refinado e um lingote do metal refinado, o qual é contido em um molde refrigerado a água. Como resultado da passagem da corrente elétrica, gotículas de metal fundido se formam no eletrodo e caem no lingote. A ação de refino ocorre em função do contato com a atmosfera, vácuo ou escória através da qual a gota cai. Veja refusão electroslag (refusão com eletrodo consumível de escória) e refusão a arco sob vácuo.

  • REFUSÃO ELETROSLAG

Um processo de refusão com eletrodo consumível em que o calor é gerado pela passagem de corrente elétrica através de uma escória condutora. As gotículas de metal são refinadas pelo contato com a escória. É, às vezes, abreviado como ESR.

  • REFUSÃO SOB VÁCUO COM ELETRODO CONSUMÍVEL

Um processo de refusão com eletrodo consumível em que o calor é gerado por um arco elétrico entre o eletrodo e o lingote. O processo é realizado dentro de uma câmara de vácuo. A exposição de gotículas de metal líquido a uma baixa pressão reduz a quantidade de gás dissolvido no metal. Às vezes abreviado como VAR.

  • REGENERADOR

O mesmo de recuperador, exceto que os produtos gasosos da combustão aquecem um empilhamento de tijolos em uma câmara conectada ao lado de exaustão do forno, enquanto o ar de alimentação e o combustível são aquecidos pelo empilhamento de tijolos em uma segunda câmara conectada ao lado de entrada. A determinados intervalos, o fluxo de gás é invertido, de modo que ar de alimentação e o combustível entram em contato com o empilhamento de tijolos quente, enquanto o gás contido na segunda câmara está sendo reaquecido pelos gases de exaustão.

  • REGRAS TRABALHISTAS

É a divisão dos cargos em ocupações distintas e diretrizes de trabalho específicas constantes do contrato de trabalho. Estas cláusulas definem as obrigações de um cargo específico, devendo a administração negociar com o representante dos trabalhadores a introdução de quaisquer alterações

  • REGULADOR DE INTERVALO DE SOLDA

Um dispositivo usado em soldagem à resistência para controlar os tempos de aquecimento e resfriamento e o intervalo de solda ao se executar soldas de pulsos múltiplos isoladamente ou simultaneamente.

  • REGULADOR DE SEQÜÊNCIA

Em soldagem a resistência, um dispositivo usado para controlar a seqüência e duração de todos os elementos de um ciclo de soldagem completo, exceto o tempo de solda ou tempo de aquecimento.

  • REGULADOR DE TEMPO DE SOLDA

Um dispositivo usado em soldagem à resistência para controlar somente o tempo de solda.

  • REJEITÁVEL

Veja o termo preferencial "Desconforme".

  • RELAÇÃO DE COMPRESSÃO
  • RELAÇÃO DO LIMITE DE RESISTÊNCIA À FADIGA DE TRAÇÃO ESTÁTICA

Relação entre o limite de resistência à fadiga para tensão de flexão totalmente revertida e o limite de resistência à tração de um dado material.

  • RELAÇÃO ELÁSTICA

Limite de elasticidade dividido pelo limite de resistência à tração.

  • RELAÇÃO ENTRE DENSIDADE TEÓRICA E DENSIDADE APARENTE

A relação entre a densidade determinada de um compactado de metalurgia do pó e a densidade absoluta do metal de mesma composição, usualmente expressa como uma porcentagem.

  • RELAÇÃO ENTRE TENSÕES MÁXIMA E MÍNIMA

Em fadiga, a relação entre a tensão mínima e a tensão máxima em um ciclo, considerando as tensões internas resistentes à tração como positiva e as tensões de compressão como negativas.

  • RELAÇÃO FADIGA/ TRAÇÃO

Limite de fadiga sob tensão de flexão totalmente revertida, dividida pelo limite de resistência à tração para a mesma liga e condição.

  • RELEVO DE ESMERILHAMENTO

Uma ranhura ou reentrância localizada nos limites de uma superfície para permitir que a quina do rebolo se sobressaia durante o esmerilhamento.

  • REMANÊNCIA

A indução magnética remanescente em um circuito magnético após a remoção da força de magnetização aplicada. Às vezes chamada de indução residual ou remanescente.

  • REMOÇÃO POR FUSÃO

(1) Remoção não intencional de um depósito autocatalítico de um substrato não condutor durante operações subseqüentes de eletrogalvanização, devido à aplicação de corrente excessiva ou devido a uma área de contato insuficiente. (2) Remoção de lubrificantes voláteis, tais como estearatos metálicos de pó de metal compactado mediante aquecimento imediatamente antes da sinterização. (3) Veja velocidade de fusão.

  • RENDIMENTO

É a relação entre a quantidade de produtos acabados entregues e a produção total de aço bruto, levando em consideração alterações no inventário e quaisquer placas que sejam compradas de terceiros. O rendimento melhorou significativamente durante a última década, principalmente como resultado da conversão do setor para o lingotamento contínuo, cujo rendimento é superior ao rendimento do lingotamento tradicional

  • RENDIMENTO DE TENSÃO

A relação (geralmente expressa como uma percentagem) entre o potencial de reação em equilíbrio em um dado processo eletroquímico e a voltagem do banho.

  • REOLOGIA

A ciência de deformação e fluência de material.

  • REPRENSAGEM

A aplicação de pressão a um compactado da metalurgia do pó anteriormente prensado e sinterizado, geralmente com a finalidade de melhorar alguma propriedade física.

  • REPUXADOS

Perturbações superficiais que resultam de processos de laminação e que geralmente aparecem como ondulações "fernlike" correndo diagonalmente à direção de laminação.

  • REPUXAMENTO

Conformação de uma peça metálica oca sem costura forçando-se um esboço rotativo para se conformar a um mandril que gira concentricamente com o esboço. Na aplicação usual, um blank de metal laminado plano é forçado contra o mandril por um "blunt", ferramenta redonda. Entretanto, outros materiais (especialmente tubos soldados ou sem costura) podem ser conformados, sendo que, às vezes, a extremidade de trabalho da ferramenta é um rolete.

  • REPUXAMENTO DE PEÇAS COM MANDRIL ROTATIVO

Conformação de peças cilíndricas, cônicas ou curvelínea mediante repuxamento sobre um mandril rotativo.

  • RESFRIAMENTO BRUSCO

Resfriamento rápido. Quando aplicável, devem ser usados os seguintes termos mais específicos: têmpera direta, tempera em vapor, têmpera em meio quente, têmpera interrompida , têmpera seletiva, têmpera por borrifo e têmpera de duração controlada.

  • RESFRIAMENTO CONTROLADO

Resfriamento a partir de uma temperatura elevada, de uma maneira pré-determinada, de modo a evitar endurecimento, trincamento ou dano interno, ou visando produzir propriedade mecânicas ou microestruturais desejadas.

  • RESÍDUOS DE PENEIRAMENTO

O produto que é retido em uma peneira especificada no peneiramento de material moído ou triturado. Veja também "Porção de pó retida pela peneira".

  • RESILIÊNCIA

(1) A quantidade de energia por volume unitário liberada quando se remove a carga. (2) A capacidade de um metal, em virtude do alto limite convencional de elasticidade e do baixo módulo de elasticidade, apresentar uma recuperação elástica considerável quando se remove a carga.

  • RESIST

(1) Um material aplicado a uma parte de um catodo ou em um porta-peças de galvanização para tornar a superfície não condutora. (2) Um material aplicado a uma parte da superfície de um objeto para evitar a reação do metal daquela área durantes processos químicos ou eletroquímicos. (3) Um material aplicado para evitar o fluxo de metal de enchimento de brasagem em áreas em que isto não é desejável.

  • RESISTÊNCIA

Propriedades relativas à capacidade do aço de se opor às forças aplicadas. As formas de resistência incluem a resistência a cargas impostas sem uma mudança permanente na forma ou estrutura, e a resistência ao estiramento

  • RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
  • RESISTÊNCIA À FADIGA SOB CARGAS OSCILANTES

Tensão máxima que pode ser suportada por um número especificado de ciclos sem que haja ruptura, sendo a tensão totalmente revertida no curso de cada ciclo, a menos que de outro modo especificado.

  • RESISTÊNCIA À RUPTURA EM CORPO DE PROVA COM ENTALHE

A relação entre a carga aplicada e a área original da seção transversal mínima em um ensaio de ruptura sob tensão de um corpo de prova com entalhe.

  • RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO

A tensão requerida para produzir fratura no plano da seção transversal, sendo que as condições de carga são tais que as direções de força e de resistência são paralelas e opostas, embora seus caminhos se desviem um valor mínimo especificado. A carga máxima dividida pela área de seção transversal original de uma seção separada por cisalhamento.

  • RESISTÊNCIA AO IMPACTO

O mesmo que "energia de impacto".

  • RESOLUÇÃO

A capacidade de separar itens de dados ou características físicas estreitamente relacionados usando um determinado método de teste. É também uma medida quantitativa do grau em que eles podem ser discriminados.

  • RESTAURAÇÃO DO CARBONO

Substituição do carbono na camada superficial perdido durante processamento anterior mediante a carbonetação desta camada até atingir praticamente o nível de carbono original. Às vezes chamada de recarbonetação.

  • RESTRIKING

(1) Aplicar em uma peça forjada aparada, porém ligeiramente desalinhada ou apresentando alguma outra falha, um ou mais golpes para melhorar o alinhamento, melhorar a condição superficial, manter uma tolerância estreita, aumentar a dureza ou efetuar outras melhorias. (2) Uma operação de retificação em que se utiliza cunhagem ou estiramento para corrigir ou alterar perfis e para contrabalançar distorções.

  • RETENTIVIDADE

A capacidade de um material de reter uma porção do campo magnético aplicado ao mesmo após a força de magnetização ter sido removida.

  • RETENTOR DE BLANKS

Parte da matriz de estampagem ou conformação que prende a peça a ser trabalhada no anel de estampagem para controlar o fluxo de metal.

  • RETICULADO ANORMAL

Formação de um reticulado anormal.

  • RETICULADO ANORMAL

Um arranjo reticulado em que os átomos de soluto e de solvente de uma solução sólida ocupam diferentes locais preferenciais na rede. Compare com "Desordenação".

  • RETICULADO CRISTALINO

Um malha regular e periódica de pontos (pontos do reticulado) no espaço que representam as localizações de átomos do mesmo tipo em um cristal perfeito. O conceito pode ser estendido, quando apropriado, para compostos cristalinos e outras substâncias, sendo que neste casos os pontos do reticulado freqüentemente representam as localizações de grupos de átomos de composição, arranjo e orientação idênticas.

  • RETICULADO DE TRANSIÇÃO

Uma configuração cristalográfica instável que se forma como um estágio intermediário em uma reação de estado sólido, tais como a precipitação de solução sólida ou a decomposição eutectóide.

  • RETÍFICA CIRCULAR

Os termos preferenciais são ou retífica cilíndrica ou retífica interna.

  • RETIFICAÇÃO COM CINTA ABRASIVA

Retificação utilizando uma cinta abrasiva.

  • RETIFICAÇÃO COM GABARITO

De modo análogo à perfuração com gabarito, sendo os orifícios retificados em vez de usinados.

  • RETIFICAÇÃO COM RODA PERFILADA

Retificação com uma roda que possui um contorno em sua face de corte que se casa com a forma desejada.

  • RETIFICAÇÃO DE ACABAMENTO

(1) Em uma operação de acabamento, a remoção precisa de uma fina camada da superfície de uma peça por meio de um movimento em linha reta entre a ferramenta de corte e a superfície. (2) Aparação de peças tais como peças estampadas, peças forjadas e tubos para remover bordas cortadas irregulares ou para melhorar a precisão.

  • RETIFICAÇÃO EM MÁQUINA SEM PONTAS

Retificação da parte interna ou externa de uma peça montada sobre roletes e não entre centros. A peça pode ter a forma de um cilindro ou de um tronco de cone.

  • RETIFICAÇÃO, ESMERILHAMENTO GROSSEIRO

Esmerilhamento sem levar em consideração o acabamento, geralmente seguido de uma operação subseqüente.

  • RETIFICADOR DE BORDAS

Em forjamento, a porção de uma matriz que geralmente distribui o metal nas porções necessárias para que a peça seja forjada, usualmente uma operação de acumulação. Um retificador de bordas cilíndrico configura o material em vários sólidos de revolução; um retificador de bordas esférico forma uma esfera.

  • RETORNO DE CHAMA

Recessão de uma chama na ponta de um maçarico seguida por seu reaparecimento imediato ou completa extinção. Veja "flashback".

  • RETORNO DE CHAMA

Retrocesso de uma chama para dentro do maçarico.

  • RETORTA

Um vaso usado para a destilação de materiais voláteis, como na separação de alguns metais e na destilação destrutiva de carvão.

  • RETROCESSO

Jogo ou movimento perdido Lost de peças móveis, de modo que o elemento de acionamento (uma engrenagem, por exemplo) possa ser revertido por algum ângulo ou distância antes que seja restabelecido o contato de trabalho com o elemento acionado.

  • RETRO-EXTRUSÃO

Veja extrusão para trás.

  • REVENIDO BRANDO

O mesmo que "dead soft temper".

  • REVENIDO DUPLO

Um tratamento em que um metal ferroso temperado é submetido a dois ciclos completos de revenimento, normalmente praticamente à mesma temperatura, com a finalidade de assegurar a conclusão da reação de revenimento e promover a estabilidade da microestrutura resultante.

  • REVENIDO DURO

O mesmo que revenido extra-duro.

  • REVENIDO RÁPIDO

Um tratamento de alívio de tensão intermediário e preventivo aplicado a aços altamente temperáveis imediatamente após a têmpera para evitar trincamento devido à demora em fazer o revenimento à temperatura mais elevada conforme especificado.

  • REVENIMENTO, TEOR DE CARBONO, TENACIDADE, PREPARAÇÃO DE AREIA

(1) Em tratamento térmico, reaquecimento de aço temperado ou ferro fundido temperado a uma temperatura abaixo da temperatura eutectóide com a finalidade de reduzir a dureza e aumentar a tenacidade. Às vezes, o processo é aplicado também em aço normalizado. (2) Em aços-ferramenta, o termo é às vezes usado (porém indevidamente) para indicar o teor de carbono. (3) Em ligas não ferrosas e em algumas ligas ferrosas (aços que não podem ser temperados por tratamento térmico), dureza e resistência produzidas por tratamento térmico ou mecânico, ou por ambos, e caracterizado por uma certa estrutura, propriedades mecânicas ou redução em área durante o trabalho a frio. (4) Umedecer a areia para moldes de fundição utilizando água.

  • REVESTIMENTO ANÓDICO

Uma película em uma superfície metálica resultante de um tratamento eletrolítico no anodo.

  • REVESTIMENTO COM ESTANHO/CROMO

É um processo de revestimento em que as moléculas do anodo de cromo ou titânio com carga positiva aderem à chapa de aço com carga negativa. A espessura do revestimento é continuamente controlada mediante a regulagem da voltagem e da velocidade da chapa através da área de revestimento

  • REVESTIMENTO DE POÇO

Revestimento de poço é um retentor estrutural para as paredes de poço de petróleo e gás, respondendo por 75percent (em peso) das vendas de produtos tubulares para a extração de petróleo. O revestimento de poço é usado para evitar a contaminação do lençol freático circundante e do próprio poço. O revestimento dura por toda a vida de um poço e, normalmente, ele não é removido quando um poço é fechado

  • REVESTIMENTO DIFERENCIAL

Um produto revestido tendo um revestimento especificado em uma superfície e um revestimento significativamente mais leve na outra superfície (como, por exemplo, um produto galvanizado por imersão a quente ou chapa estanhada eletrolítica).

  • REVESTIMENTO DUPLEX

Veja "galvanostegia duplex".

  • REVESTIMENTO E SOLEIRA ÁCIDOS

Revestimento interno das paredes e soleira de um forno de fusão, consistindo de materiais tais como areia, rocha siliciosa ou tijolo de sílica, os quais proporcionam uma reação ácida à temperatura operacional.

  • REVESTIMENTO EM BANHO QUENTE

Um revestimento metálico obtido mediante imersão do metal base em um metal líquido.

  • REVESTIMENTO ISOLANTE; OBTURAÇÃO

(1) Aplicação de um "resist". (2) Deposição de um metal (cobre, por exemplo) em áreas localizadas para evitar a carbonetação, descarbonetação ou nitretação em tais áreas. (3) Enchimento em uma parte de uma cavidade de molde para impedir a entrada de metal líquido.

  • REVESTIMENTO POR CONVERSÃO

Um revestimento que consiste de um composto do metal superficial, produzido por meio de tratamentos químicos ou eletroquímicos do metal. (Exemplos incluem revestimentos de cromato sobre zinco, cádmio, magnésio e alumínio, e revestimentos de óxidos e fosfato sobre aço.) Conversor.

  • REVESTIMENTO POR DIFUSÃO

Qualquer processo em que uma liga ou metal base é: (1) revestido com um outro metal ou liga e aquecido a uma temperatura suficiente em uma ambiente adequado, ou (2) exposto a um meio líquido ou gasoso contendo outro metal ou liga, causando assim a difusão do revestimento ou do outro metal ou liga no metal base, com a resultante alteração na composição e propriedades de sua superfície.

  • REVESTIMENTO PRÉVIO

Na fundição pelo processo de cera perdida, uma lama refratária especial aplicada a um modelo descartável de cera ou plástico para formar um revestimento fino que serve como uma base desejável para a aplicação da lama principal. (2) Fazer um revestimento fino. (3) O próprio revestimento fino.

  • REVESTIMENTO WIPED

Um revestimento galvanizado por imersão a quente em que praticamente todo o zinco livre é removido por meio de "wiping" antes da solidificação, deixando somente uma fina camada de liga zinco-ferro.

  • REVIRAMENTO

Levantamento de um ressalto ou projeção em uma chapa de metal.

  • RIGIDEZ

A capacidade de um metal ou corpo de resistir à deflexão elástica. Para corpos de formatos idênticos, a rigidez é proporcional ao módulo de elasticidade. Para um determinado material, a rigidez aumenta com o aumento do momento de inércia, que é calculado a partir das dimensões da seção transversal.

  • RISCOS DEIXADOS PELA MATRIZ

Linhas ou marcas em peças metálicas conformadas, estampadas ou extrudadas, causadas por imperfeições na superfície da matriz.

  • ROBBER

Uma extensão de catodo ou catodo extra que reduz a densidade de corrente em uma área da peça sendo submetida a eletrogalvanização que, de outro modo, seria uma área de alta densidade de corrente.

  • RODA DE ESMERIL DE DIAMANTE

Um rebolo em que diamantes industriais moídos e de granulometria definida são fixados por um ligante resinoide, metálico ou vitrificado.

  • RODA DE ESMERILHAMENTO

(1) Roda de esmerilhamento montada sobre uma chapa de aço, sendo o lado plano exposto usado para esmerilhamento. (2) Produto em forma de disco revestido com substância abrasiva.

  • RODA DE MAGNESITA

Uma roda de esmerilhamento contendo oxicloreto de magnésio.

  • RODA RESINÓIDE

Uma roda de esmerilhamento ligada com uma resina sintética.

  • ROLO MARCADOR

Um rolo contendo relevos para gravar desenhos e marcações em chapas metálicas.

  • ROLOS DE FORJAR

Uma máquina usada no forjamento por rolos. Também chamada de "gap rolls".

  • ROSCAS DE TUBO

Roscas internas ou externas usinadas, geralmente cônicas, com um projeto visando tornar a união mecânica estanque à pressão em sistemas de tubulações.

  • ROSETA

(1) Configuração arredondada de micro-constituintes dispostos em espirais ou irradiando a partir de um centro. (2) Extensômetros dispostos de forma a indicar em uma única posição tensões em três direções diferentes.

  • ROSQUEAMENTO POR ROLOS

Execução de roscas mediante rolagem da peça entre duas placas matrizes ranhuradas, uma das quais encontra-se em movimento, ou entre rolos circulares ranhurados giratórios.

  • ROUGHNESS-WIDTH CUTOFF

A largura máxima, em polegadas, de irregularidades superficiais a serem incluídas na medição da altura da rugosidade.

  • RUB MARK (VEJA ABRASION RUNNER)

(1) Um canal através do qual o metal líquido flui de um recipiente para outro. (2) A porção do conjunto do canal de alimentação de uma peça fundida que liga o canal de descida com o(s) canal(is) de alimentação. (3) Partes de moldes e peças fundidas acabadas correspondentes à porção do conjunto do canal de alimentação descrita no item (2).

  • RUGAS

Pregas ou vincos, normalmente em material "não revenido" ou em material encruado, em que o limite de escoamento tenha sido excedido. Dependendo da origem da ruga ela pode ser designada como ruga transversal, ruga de bobinamento, ruga de borda ou quebra de colagem.

  • RUGAS DE BOBINAMENTO

Estrias ou rugas transversais em sobreposições internas sucessivas de uma bobina, resultantes do dobramento da extremidade da bobina no mandril segmentado de fixação. Também chamado de estrias de bobinamento.

  • RUGAS TRANSVERSAIS

O mesmo que rugas em chapas finas.

  • RUGOSIDADE SHELF

Rugosidade na superfície voltada para cima, onde sólidos não dissolvidos se sedimentaram nas peças durante uma operação de chapeamento.

  • RUGOSIDADE SUPERFICIAL

Veja "Rugosidade".

  • RUGOSIDADE, ASPEREZA

Irregularidades superficiais com espaçamento relativamente pequeno, cuja altura, largura e direção estabelecem o padrão superficial predominante.

  • RUNOUT RADIAL

Para qualquer elemento rotativo, a variação total em relação à posição radial real tomada em um plano perpendicular ao eixo de rotação. Compare com "Runout axial".

  • RUPTURA DA CAMADA SUPERFICIAL

Em metais laminados planos, uma ruptura superficial resultante da exposição de uma estrutura lamelar durante a operação de laminação.

  • RUPTURA DIMPLE

Um termo fractográfico que descreve a fratura dúctil que ocorre mediante a formação e coalescência de micro-cavidades ao longo da linha de fratura. A superfície de fratura de tal fratura dúctil parece dimpled quando observada com uma grande magnificação e normalmente apresenta uma melhor resolução quando observada em microscópio eletrônico de varredura.

  • SINTER FEED

Minério de ferro granulado (cerca de 6 milímetros de diâmetro) utilizado no processo de sinterização para produção de sínter.

  • SINTERIZAÇÃO

Processo de aglomeração de minério de ferro granulado para produzir sínter. Utiliza temperatura (abaixo do ponto de fusão do ferro) para produzir alterações no estado sólido do elemento e, assim, obter um material sólido homogêneo.

  • SÍNTER

Nome genérico para materiais de ferro aglomerado produzido a partir do processo de sinterização.

  • SADDLING

Conformação de um anel sem emenda mediante o forjamento de um disco perfurado sobre um mandril.

  • SAL DUPLO

Um composto de dois sais que se cristalizam juntos em uma proporção definida.

  • SALIÊNCIA DA MATRIZ

A parte de uma matriz usada para produzir um orifício em um compactado de metalurgia do pó.

  • SALPICOS

As partículas de metal expelidas durante a soldagem a arco ou a gás. Elas não fazem parte da solda.

  • SALTING OUT

Precipitação de uma substância em uma solução mediante a adição de uma segunda substância, geralmente um sal, sem que ocorra qualquer reação química, com uma dupla decomposição.

  • SAPATA

(1) Um bloco de metal usado em uma variedade de operações de dobramento para conformar ou apoiar a peça sendo processada. (2) Um "cap" de bigorna ou "sow block".

  • SAPATA APARADORA

O suporte usado para sustentar um aparador. Às vezes chamado de cadeira aparadora.

  • SAPONIFICAÇÃO

A hidrólise alcalina de gorduras em que é formado um sabão. Em termos mais gerais, a hidrólise de um éster por um álcali com a formação de um álcool e um sal da porção ácida.

  • SARRILHO DE ESTIRAR ARAME GROSSO

Máquina com um tambor giratório acionado por motor para o estiramento a frio de arame através de uma matriz de estiramento à medida que o arame é enrolado ao redor do tambor.

  • SEÇÃO DE POLIR

Discos de couro, papel ou tecido com orifícios centrais concêntricos e mantidos juntos por meio de vários tipos de costura de modo a proporcionar diferentes graduações de flexibilidade ou dureza. Estas seções são montadas para formar discos de polir.

  • SEÇÃO DE PROCESSAMENTO A QUENTE

É a seção de um complexo siderúrgico desde o forno até a laminação de tiras a quente, exclusive

  • SEDIMENTAÇÃO, DECANTAÇÃO

(1) Separação de sólidos em suspensão em um fluido de menor densidade unicamente devido ao efeito gravitacional. (2) Um processo para remover ferro de ligas de magnésio líquido mediante a manutenção do banho a uma baixa temperatura após a adição de manganês.

  • SEGREGAÇÃO INVERTIDA

Segregação em metal fundido em que ocorre um excesso de constituintes com ponto de fusão mais baixo nas partes que se solidificam primeiro, aparentemente como resultado do fato de que o metal líquido penetra em cavidades desenvolvidas no metal que se solidificou primeiro.

  • SEGREGAÇÃO NORMAL

Concentração de constituintes de liga que têm baixos pontos de fusão naquelas partes de uma peça fundida que se solidificam por último. Compare com "Segregação invertida".

  • SEGREGAÇÃO POR GRAVIDADE

Composição variável de uma peça fundida ou lingote causada pela decantação de constituintes pesados ou elevação de constituintes leves, antes ou durante a solidificação.

  • SEGUNDO ESTIRAMENTO

Estiramento de um metal após uma operação anterior de estiramento ou estampagem.

  • SEGUNDO ESTIRAMENTO REVERSO

Uma segunda operação de estiramento em uma direção oposta à do estiramento original.

  • SEIXOS

O mesmo que "Casca de laranja".

  • SEMI-ACABADOR

Uma impressão em uma matriz de forjamento que apenas se aproxima das dimensões de acabamento da peça forjada. Semi-acabadores são freqüentemente utilizados para aumentar a vida útil da impressão de acabamento, assegurar controle apropriado do fluxo de grão durante o forjamento e auxiliar na obtenção das tolerâncias desejadas. Também chamada de impressão de semi-acabamento.

  • SEMI-ACABAMENTO

Operações preliminares executadas antes do acabamento.

  • SEMICONDUTOR

Um condutor eletrônico cuja resistividade à temperatura ambiente encontra-se na faixa de 10-7 to 1 ( m e em que a condutividade aumenta com o aumento da temperatura ao longo de uma faixa de temperatura.

  • SEMI-DURO

Um revenido de ligas não ferrosas e algumas ligas ferrosas caracterizado por um limite de resistência à tração situado aproximadamente na metade entre revenido brando e revenido extra-duro.

  • SENSIBILIDADE À FADIGA POR ENTALHE (Q)

Estimativa do efeito de um entalhe ou orifício sobre as propriedades de fadiga de um material. Medido por q = (Kf-1)I(Kt-1). Diz-se que um material é totalmente sensível ao entalhe se q se aproxima de 1,0; ele não é sensível ao entalhe se a relação se aproxima de 0. Kf é o fator de fadiga por entalhe e Kt é o fator de concentração de tensão para um corpo de prova de um material contendo um entalhe ou orifício de um determinado tamanho ou formato.

  • SENSIBILIDADE AO ENTALHE

Uma medida da redução da resistência de um metal causada pela presença de concentração de tensão. Os valores podem ser obtidos a partir de ensaios estáticos, ensaios de impacto ou ensaios de fadiga.

  • SENSIBILIZAÇÃO

Em aços inoxidáveis austeníticos, a precipitação de carbonetos de cromo, geralmente nos contornos de grão, quando expostos a temperaturas de cerca de 550 a 850�C (1000 a 1550�F), deixando os contornos de grão sem cromo e, conseqüentemente, sensíveis ao ataque preferencial por um meio corrosivo (oxidante).

  • SENSITIVIDADE

A menor diferença em valores que pode ser detectada de modo confiável com um determinado instrumento de medição.

  • SENSITIVIDADE DA TAXA DE DEFORMAÇÃO

Qualitativamente, é o aumento na(s) tensão(ões) necessária(s) para causar um determinado aumento na taxa de deformação plástica (e) a um determinado nível de deformação plástica (e) e a uma dada temperatura (T). Sensitividade da taxa de deformação = m = Dlogs/Dloge.

  • SENTIDO DE ESCORREGAMENTO

A direção cristalográfica em que ocorre a translação do escorregamento.

  • SEPARAÇÃO

(1) Na recuperação de metais preciosos, a separação de prata do ouro. (2) A zona de separação entre as partes superior e inferior do molde ou caixa de moldagem de fundição em areia. (3) Uma composição às vezes usada em moldagem de areia para facilitar a remoção do modelo. (4) Corte simultâneo ao longo de duas linhas paralelas ou ao longo de duas linhas que se compensam em empuxo lateral. (5) Uma operação de corte usada para produzir duas ou mais peças a partir de uma peça estampada.

  • SEPARAÇÃO DAS CHAPAS

Na soldagem contínua, por pontos ou à resistência de ressaltos, é o vão que existe entre as superfícies de junção que circundam a solda, após a junta ter sido soldada.

  • SEPARADOR MAGNÉTICO

Um dispositivo utilizado para separar materiais magnéticos de materiais menos magnéticos ou não magnéticos. O material triturado é transportado em uma correia transportadora que passa por um magneto.

  • SEQÜÊNCIA ALEATÓRIA

Uma seqüência de soldagem longitudinal em que os incrementos de filete de solda são depositados aleatoriamente para minimizar a distorção.

  • SEQÜÊNCIA ALTERNADA

O mesmo que "Seqüência aleatória".

  • SEQÜÊNCIA BACKSTEP

Uma seqüência de soldagem longitudinal em que a direção de progresso geral é oposta à direção de soldagem dos incrementos individuais.

  • SEQUÊNCIA DE DEPOSIÇÃO

A ordem em que os acréscimos de metal de solda são depositados.

  • SEQÜÊNCIA DE DEPOSIÇÃO

Ordem em que os cordões de solda são depositados, geralmente em passes transversais, como mostrado na ilustração correspondente.

  • SEQÜÊNCIA DE SOLDAGEM

A ordem em que as várias partes componentes de um conjunto soldado ou de uma estrutura são soldadas.

  • SEQÜÊNCIA EM BLOCOS

Uma seqüência de soldagem em que trechos separados de uma solda contínua de múltiplos passes são parcial ou totalmente feitos em seção transversal antes que os trechos intermediários sejam depositados. Compare com seqüência em cascata.

  • SEQÜÊNCIA EM CASCATA

Seqüência de soldagem em que uma solda contínua de múltiplos passes é formada mediante a deposição de filetes de solda em camadas sobrepostas, normalmente aplicadas em uma seqüência backstep. Compare com block sequence.

  • SÉRIE ELETROMOTRIZ

Uma lista de elementos dispostos de acordo com seus potenciais eletrolíticos padrão. Em estudos de corrosão, é usada de um modo geral a série galvânica de metais, que é análoga, porém mais prática. A posição relativa de um dado metal não é necessariamente a mesma nas duas séries.

  • SÉRIE ELETROQUÍMICA

O mesmo que série eletromotriz.

  • SÉRIE GALVÂNICA

Uma série de metais e ligas classificadas em função de seus potenciais eletrolíticos relativos em um dado ambiente. Compare com "série eletromotriz".

  • SERRAGEM

Madeira pulverizada usada em fundição para fornecer uma atmosfera redutora no molde, ajudando a combater a expansão da areia, aumentando a fluidez, melhorando o acabamento da peça fundida e permitindo uma desmoldagem mais fácil.

  • SHEAR LEDGES

Veja "Marcas radiais".

  • SHORT (NET) TON (TONELADA CURTA) - 2.000 LIBRAS

Unidade normal de consumo de matérias primas e produção de aço para fins estatísticos nos Estados Unidos

  • SINCRONIZAÇÃO

Em soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem de resistência por ressaltos, é um método de regular a corrente primária do transformador de soldagem de modo que prevaleçam todas as seguintes condições: (a) o primeiro meio ciclo é iniciado no tempo devido em relação à voltagem, visando assegurar uma onda de corrente balanceada; (b) cada meio ciclo subseqüente é essencialmente idêntico ao primeiro; e (c) o último meio ciclo tem polaridade oposta à do primeiro.

  • SINKING DE TUBOS

Trefilação de tubos através de uma matriz ou passando-os através de cilindros sem o uso de uma ferramenta interna (como um mandril ou peregrino) para controlar o diâmetro interno. Geralmente o sinking produz um tubo de maior comprimento e maior espessura de parede.

  • SÍNTER

Partículas cozidas que se aglomeram em pedaços de aproximadamente uma polegada. É normalmente usado para processar os finos de minério de ferro coletados nas operações dos altos fornos

  • SINTERIZAÇÃO

A ligação de superfícies adjacentes em uma massa de partículas mediante atração atômica ou molecular durante aquecimento a altas temperaturas, porém abaixo da temperatura de fusão de qualquer constituinte do material. A sinterização aumenta a resistência de uma massa de pó e normalmente produz um adensamento e, em metais pulverizados, recristalização. Veja também "Sinterização de fase líquida".

  • SINTERIZAÇÃO

É um processo que combina partículas contendo ferro recuperadas de filtros de controle ambiental, formando pequenos pellets. Anteriormente, estes materiais eram muito finos para suportar as correntes de ar do processo de fusão e, por isso, eram jogados fora. Agora, o ferro é aproveitado, utilizando-se o sínter na carga do alto forno (veja Processos de Aglomeração)

  • SINTERIZAÇÃO DE FASE LÍQUIDA

Sinterização de um compactado de metalurgia do pó sob condições que mantêm uma fase metálica líquida dentro do compactado durante todo ou parte do processo de sinterização. A fase líquida pode ser derivada de um componente do compactado verde ou pode ser infiltrada no compactado a partir de uma fonte externa.

  • SINTERIZAR

Aquecer uma massa de partículas finas por um tempo prolongado abaixo do ponto de fusão, geralmente para causar uma aglomeração.

  • SINTÉTICO

Uma reação isotérmica reversível em que uma fase sólida, ao absorver calor, é convertida em duas fases líquidas conjugadas.

  • SISTEMA DE INJEÇÃO DE CARVÃO PULVERIZADO (PCI)

É um aperfeiçoamento introduzido no alto forno para reduzir a dependência de uma usina integrada em relação ao coque (devido aos problemas ambientais inerentes à sua produção). Até 30percent do coque carregado no alto forno podem ser substituídos por este pó de carvão parecido com talco, o qual é injetado através de bocais na parte inferior do alto forno

  • SISTEMA PSEUDOBINÁRIO

(1) Um sistema de liga ternária ou de três componentes em que uma fase intermediária age como um componente. (2) Uma seção vertical em um diagrama ternário.

  • SISTEMA QUASIBINÁRIO

Em um sistema ternário ou sistema de ordem superior, uma série de composições lineares entre duas substâncias, cada uma das quais apresenta fusão congruente, sendo que em todos os estados de equilíbrio, em todas as temperaturas ou pressões envolvem somente fases com composições que ocorrem nas séries lineares, de modo que a série pode ser representada como um binário em um diagrama de fase.

  • SISTEMAS DE FORÇA DE LAMINAÇÃO

As cadeiras de laminação exercem pressão considerável sobre as placas, blocos e bobinas para fazer o processamento do material. Há duas formas gerais de aplicar a força ao aço - sistemas hidráulicos e de parafuso

  • SLUGGING

Prática não recomendável de adicionar um pedaço de material separado em uma junta antes ou durante a soldagem, resultando em uma junta soldada em que a zona da solda não é totalmente formada por metal de enchimento fundido ou pela fusão e resolidificação do metal base. Portanto, ela não atende aos requisitos de projeto, desenho ou à especificação.

  • SOBREAQUECIMENTO

(1) Aquecimento acima da temperatura em que uma transformação de fase de equilíbrio deveria ocorrer sem que se obtenha efetivamente a transformação. (2) Aquecimento de metal líquido acima da temperatura normal de lingotamento, de modo a obter um refino mais completo ou maior fluidez.

  • SOBREPREÇO PELA LIGA

É o preço adicional embutido no preço de venda do produtor, a fim de compensar os aumentos de custos de matérias primas resultantes dos maiores preços das ligas

  • SOBRE-VOLTAGEM DE HIDROGÊNIO (EM ELETROGALVANIZAÇÃO)

Sobre-voltagem associada com a liberação de hidrogênio.

  • SOCAGEM

Compactação de areia, refratário ou outro material em uma massa compacta.

  • SOLDA

Uma junção feita por soldagem.

  • SOLDA A ARCO COM ELETRODO METÁLICO

Qualquer processo de um grupo de processos de soldagem que funde metais entre si através do calor de um arco entre um eletrodo metálico e a peça. Deve-se dar preferência ao uso do nome específico do processo.

  • SOLDA A BISEL DUPLO

Uma soldagem em chanfro em que a borda da junta de um elemento é chanfrada em ambos os lados.

  • SOLDA À RESISTÊNCIA DE RESSALTOS

Soldagem à resistência similar à soldagem por pontos, mas em que as soldas são localizadas em ressaltos, protuberâncias ou interseções.

  • SOLDA AUTÓGENA

Solda por fusão feita sem a adição de metal de enchimento.

  • SOLDA BRANCA

Um grupo de processos de junção de metais mediante seu aquecimento a uma temperatura adequada abaixo do solidus dos metais de base e aplicação de um metal de enchimento tendo um liquidus não superior a 450 �C (840 �F). O metal de enchimento fundido é distribuído entre as superfícies da junta por meio de ação capilar.

  • SOLDA COM FILETE SOBREPOSTO

Veja o termo preferencial solda de faceamento.

  • SOLDA COM PASSES MÚLTIPLOS

Uma solda feita mediante a deposição do metal de enchimento através de dois ou mais passes sucessivos.

  • SOLDA CONTÍNUA

Uma solda que se estende continuamente de uma extremidade à outra de uma junta; caso a junta seja essencialmente circular, a solda envolve toda a junta. Compare com solda intermitente.

  • SOLDA CONTÍNUA À RESISTÊNCIA MASH

Uma soldagem contínua à resistência em uma junta sobreposta em que a espessura na sobreposição é reduzida plasticamente para aproximadamente a espessura de uma das peças sobrepostas.

  • SOLDA DE BUJÃO

Uma solda circular feita por soldagem a arco ou a gás através de um elemento de uma junta "t" ou sobreposta. Se for usado um orifício, ele só pode ser enchido parcialmente. Um orifício soldado com filete ou uma solda por pontos não pode ser interpretado como uma solda de bujão.

  • SOLDA DE RANHURA

Similar à solda de bujão, com a diferença de que o orifício é alongado, podendo se estender até a borda de um elemento, sem se fechar.

  • SOLDA DE RANHURA NÃO CHANFRADA

Uma solda de ranhura em que as superfícies de junção são quadradas.

  • SOLDA DE RECOBRIMENTO

Um tipo de solda composto de um ou mais filetes em linha ou entrelaçados depositados em uma superfície contínua para obter propriedades ou dimensões desejadas.

  • SOLDA DE TOPO SOB PRESSÃO

Veja "soldagem sob pressão".

  • SOLDA DE ZINCO

Um metal de enchimento de brasagem com partes aproximadamente iguais de cobre e zinco.

  • SOLDA EM CHANFRO COM DUPLO J

Uma soldagem em chanfro em que a borda da junta de um elemento tem a forma de dois J's, um de cada lado.

  • SOLDA EM CHANFRO COM DUPLO U

Uma soldagem em chanfro em que cada borda da junta tem a forma de dois J's ou de dois meio U's, um de cada lado do elemento.

  • SOLDA EM CHANFRO COM DUPLO V

Um soldagem em chanfro em que cada borda da junta é chanfrada em ambos os lados.

  • SOLDA EM FILETE

Uma solda com seção transversal aproximadamente triangular, unindo duas superfícies essencialmente fazendo um ângulo reto entre si em uma junta sobreposta, junta em T ou junta esquinada.

  • SOLDA ESTANQUE

Qualquer solda usada primariamente para obter estanqueidade e evitar vazamentos.

  • SOLDA FRACA

Veja o termo preferencial "Solda branca".

  • SOLDA INTERMITENTE DE PEQUENOS FILETES EM CADEIA

Deposição de uma linha de filetes de solda intermitentes em cada lado de um elemento de uma junta, de modo que os incrementos em um lado sejam essencialmente opostos àqueles do outro lado. Compare com soldagem com filete intermitente em zigue-zague.

  • SOLDA POR FUSÃO; CALDEAMENTO

Qualquer processo de soldagem em que o metal de enchimento de solda e o metal base (substrato), ou somente o metal base, são fundidos juntos para completar a soldagem.

  • SOLDA POR PONTOS

Uma solda em que a continuidade é interrompida por espaços não soldados recorrentes.

  • SOLDA POR PONTOS, PONTEAMENTO

Soldagem de peças sobrepostas em que a fusão fica confinada a uma área circular relativamente pequena. Em geral, trata-se de uma soldagem à resistência, mas pode ser também uma soldagem TIG, soldagem MIG ou soldagem a arco submerso.

  • SOLDA POSICIONADA

Uma solda feita em uma junta que foi orientada de modo a facilitar a execução da soldagem.

  • SOLDA THROUGH

Um termo não preferencial às vezes usado para indicar uma solda de comprimento significativo passando através de um elemento de uma junta sobreposta ou em T e penetrando no segundo elemento.

  • SOLDABILIDADE

A facilidade com que uma superfície é molhada pela solda.

  • SOLDABILIDADE

Uma medida específica ou relativa da capacidade de um material de ser soldado sob um dado conjunto de condições. Nesta definição está implícita a capacidade do conjunto soldado completo corresponder à finalidade para a qual foi projetado.

  • SOLDA-BRASAGEM

Um método de soldagem que utiliza um metal de enchimento que tenha uma curva liquidus acima de 450 �C (840 �F) e abaixo da curva solidus dos metais base. Ao contrário da brasagem, na solda-brasagem, o metal de enchimento não é distribuído na junta por meio de atração capilar.

  • SOLDADOR

Uma pessoa que faz soldas usando equipamento manual ou semi-automático. Anteriormente usado como sinônimo de máquina de soldagem.

  • SOLDAGEM

(1) União de dois ou mais pedaços de material mediante a aplicação de calor ou pressão, ou ambos, com ou sem o uso de material de enchimento, para produzir uma junção localizada através da fusão ou recristalização através da interface. A espessura do material de enchimento é muito maior do que as dimensões capilares encontradas na brasagem. (2) Pode ser ampliado para incluir também brasagem e "soldering".

  • SOLDAGEM A ARCO

Um grupo de processos de soldagem que unem metais aquecendo-os com um arco com ou sem a aplicação de pressão e com ou sem o uso de metal de enchimento.

  • SOLDAGEM A ARCO COM ELETRODO COM ALMA DE FUNDENTE

Processo de soldagem a arco que une metais mediante seu aquecimento com um arco entre um eletrodo de metal de enchimento tubular contínuo e a peça a ser soldada. A proteção é fornecida por um fundente contido dentro do eletrodo tubular consumível. Proteção adicional pode ser obtida usando um gás ou mistura de gases fornecida externamente. Veja também "soldagem eletrogás".

  • SOLDAGEM A ARCO COM ELETRODO DE TUNGSTÊNIO SOB ATMOSFERA GASOSA

Um processo de soldagem por fusão em que os metais são unidos mediante aquecimento com um arco elétrico entre um eletrodo de tungstênio não consumível e a peça. Um gás ou mistura de gás protege o arco e a poça de fusão. Pode-se ou não aplicar pressão na junta, podendo-se ou não adicionar metal de enchimento. Às vezes, é chamado de soldagem TIG. Soldagem a gás.

  • SOLDAGEM A ARCO COM ELETRODO METÁLICO SOB ATMOSFERA GASOSA

Um processo para a soldagem de metais mediante seu aquecimento com um arco entre a peça e um eletrodo contínuo de metal de enchimento. A proteção é obtida inteiramente a partir de um gás ou mistura de gases fornecida externamente. Alguns métodos deste processo são chamados de soldagem MIG ou soldagem de CO2. Veja também "soldagem eletrogás", "soldagem pulsante".

  • SOLDAGEM A ARCO DE PLASMA

Um processo de soldagem a arco que produz coalescência de metais mediante seu aquecimento com um arco restringido entre um eletrodo e a peça (arco transferido) ou entre o eletrodo e o bico do maçarico (arco não transferido). A proteção é obtida a partir de um gás quente ionizado emitido por um orifício que circunda o eletrodo, podendo ser complementada por uma fonte auxiliar de gás de proteção, que pode ser um gás inerte ou uma mistura de gases. Pode-se usar ou não pressão. Pode-se empregar ou não metal de enchimento.

  • SOLDAGEM A ARCO EM ATMOSFERA DE HIDROGÊNIO

Processo de soldagem a arco que une metais aquecendo-os com um arco elétrico entre dois eletrodos de metal envolvidos em um fluxo de hidrogênio. A proteção é proporcionada pelo hidrogênio, o qual também agrega calor por meio de dissociação molecular e subseqüente recombinação. Pode-se usar ou não pressão e metal de enchimento. (Este processo possui atualmente importância industrial limitada.)

  • SOLDAGEM A ARCO PARA FIXAÇÃO DE PINO

Um processo de soldagem a arco que produz coalescência de metais mediante seu aquecimento com um arco entre um pino de metal (ou peça similar) e uma outra peça. Quando as superfícies a serem unidas são aquecidas adequadamente, elas são unidas sob pressão. Proteção parcial pode ser obtida através do uso de um casquilho cerâmico ao redor do pino. Pode ser usado ou não gás protetor ou fundente.

  • SOLDAGEM A ARCO SOB ATMOSFERA GASOSA

Soldagem a arco em que o arco e o metal fundido são protegidos da atmosfera por um fluxo de gás, como o argônio, hélio, misturas de argônio-hidrogênio ou dióxido de carbono.

  • SOLDAGEM A ARCO SUBMERSO

Uma soldagem a arco em que o arco entre um eletrodo de metal não revestido e a peça é protegido por uma manta de material fusível granular cobrindo a junta. Não é aplicada pressão à junta, e o metal de enchimento é obtido do eletrodo consumível (e, às vezes, de uma vareta de solda complementar).

  • SOLDAGEM A FRIO
  • SOLDAGEM A GÁS OXICOMBUSTÍVEL

Qualquer processo de um grupo de processos usados para unir metais mediante seu aquecimento com chama de gás resultante da combustão de um gás combustível específico, tais como acetileno, hidrogênio, gás natural ou propano. O processo pode ser usado com ou sem a aplicação de pressão sobre a junta e com ou sem a adição de qualquer metal de enchimento.

  • SOLDAGEM A GÁS SOB PRESSÃO

Um processo de soldagem a gás oxicombustível que produz coalescência simultaneamente em toda a área das superfícies de junção mediante seu aquecimento com chamas a gás obtidas pela combustão de um gás combustível com oxigênio e pela aplicação de pressão, sem o uso de metal de enchimento.

  • SOLDAGEM A OXIACETILENO

Um processo de soldagem a gás oxicombustível em que o gás combustível é o acetileno.

  • SOLDAGEM A OXIGÊNIO-GÁS NATURAL

Um processo de soldagem a gás oxicombustível em que o gás combustível é o gás natural.

  • SOLDAGEM A PRATA

Termo não preferencial usado para denotar brasagem com um metal de enchimento à base de prata. Veja os termos preferenciais "Brasagem ao forno", "Brasagem por indução" e "Brasagem a maçarico".

  • SOLDAGEM A RAIO LASER

Um processo de soldagem que une peças de metal usando o calor obtido mediante o direcionamento de um raio laser sobre a junta a ser soldada.

  • SOLDAGEM À RESISTÊNCIA

Soldagem com aquecimento por resistência e aplicação de pressão, sendo a peça a ser soldada parte do circuito elétrico. Exemplos, soldagem por pontos à resistência, soldagem contínua à resistência, soldagem à resistência de ressaltos e solda de topo sob pressão.

  • SOLDAGEM À RESISTÊNCIA COM RECALQUE

Um processo de soldagem à resistência em que a solda é produzida simultaneamente em toda a área das superfícies de junção ou progressivamente ao longo de uma junta, mediante a aplicação de força mecânica (pressão) sobre a junta, fazendo assim com que a corrente elétrica flua através da junta para aquecer as superfícies de junção. A pressão é mantida durante todo o período de aquecimento. Veja também "Open-gap upset welding".

  • SOLDAGEM À RESISTÊNCIA SOB ALTA FREQÜÊNCIA

Um processo de soldagem à resistência que produz coalescência de metais com o calor gerado a partir da resistência da peça a uma corrente alternada de alta freqüência na faixa de 10 a 500 kHz e da rápida aplicação de uma força de compressão após o aquecimento ter sido praticamente concluído. O caminho da corrente na peça é controlado mediante o uso do efeito de proximidade (a corrente de alimentação segue de perto o condutor de corrente de retorno).

  • SOLDAGEM ALUMINO-TÉRMICA

Soldagem com calor produzido pela reação de alumínio com um óxido metálico. O metal de enchimento, se utilizado, é obtido da redução de um óxido apropriado.

  • SOLDAGEM AUTÓGENA DE IMPACTO

Soldagem a resistência em que as superfícies adjacentes são aquecidas por uma fagulha intensa entre elas, sendo a soldagem consumada mediante a aplicação de um golpe similar ao golpe de um martelo durante ou imediatamente após a descarga elétrica.

  • SOLDAGEM AUTOMÁTICA

Soldagem com equipamento que executa a operação de soldagem sem ajuste de controles por um operador. O equipamento pode ou não carregar e descarregar a peça. Compare com máquina de solda.

  • SOLDAGEM COM DIÓXIDO DE CARBONO

Processo de soldagem a arco que usa o dióxido de carbono como gás protetor.

  • SOLDAGEM COM ELETRODO DE TUNGSTÊNIO COM GÁS INERTE

Veja o termo preferencial "Corte a arco com eletrodo de tungstênio sob atmosfera gasosa".

  • SOLDAGEM COM ELETRODO METÁLICO DE ARCO COBERTO

Soldagem a arco em que os metais são fundidos mediante aquecimento por meio de um arco entre um eletrodo coberto e a peça. A decomposição da cobertura do eletrodo consumível proporciona o gás de proteção, enquanto o próprio eletrodo proporciona o metal de enchimento. Não é aplicada pressão na junta.

  • SOLDAGEM COM ELETRODO METÁLICO SOB PROTEÇÃO DE UM GÁS INERTE

Soldagem a arco com eletrodo metálico que utiliza um gás inerte, como o argônio, como um gás protetor.

  • SOLDAGEM COM EXPLOSIVOS

Um processo de soldagem em estado sólido executado por meio de uma detonação controlada que faz com as peças se unam a uma alta velocidade.

  • SOLDAGEM COM FORJA

Soldagem de estado sólido em que os metais são aquecidos em uma forja (ao ar) e então unidos mediante a aplicação de pressão ou golpes suficientes para causar uma deformação permanente na interface.

  • SOLDAGEM CONTROLADA POR COMUTADOR
  • SOLDAGEM DE CHAPAS EMPILHADAS

Soldagem por pontos à resistência de chapas empilhadas, sendo a junção de todas as chapas feita simultaneamente.

  • SOLDAGEM DE ESTADO SÓLIDO

Um grupo de processos de soldagem que unem metais a temperaturas essencialmente abaixo do ponto de fusão dos materiais de base, sem a adição de um metal de enchimento de brasagem ou de soldagem. Pode-se ou não aplicar pressão sobre a junta.

  • SOLDAGEM DE MONOPONTO À RESISTÊNCIA

O mesmo que "Soldagem push".

  • SOLDAGEM DE POTÊNCIA PULSANTE

Qualquer processo de soldagem a arco em que a potência é ciclicamente variada para gerar pulsos de curta duração da voltagem ou da corrente que são significativamente distintos do valor médio.

  • SOLDAGEM DE TOPO

Soldagem de uma junta de topo.

  • SOLDAGEM DE TOPO CONTÍNUA

Veja soldagem contínua. Observação: Não existe o termo "seam welding" no glossário.

  • SOLDAGEM ELETROGÁS

Um processo para soldagem na posição vertical em que sapatas de moldagem confinam o metal de solda fundido. A soldagem pode ser feita por meio de soldagem MIG ou soldagem a arco com fio de solda de alma fundente.

  • SOLDAGEM ELETRÔNICA

Um processo de soldagem que produz coalescência de metais com o calor obtido de um feixe concentrado composto primariamente de elétrons a alta velocidade incidindo sobre as superfícies a serem unidas.

  • SOLDAGEM ELETROSLAG

Um processo de soldagem por fusão em que o calor de soldagem é fornecido mediante a passagem de uma corrente elétrica através de uma camada de escória condutora fundida contida em um bolsão formado pelas sapatas de moldagem que cobrem o vão entre os elementos a serem soldados. A escória aquecida por resistência não apenas funde os eletrodos de metal de enchimento à medida que eles são introduzidos na camada de escória, mas proporciona também proteção para o volumoso banho de fusão de solda característico deste processo.

  • SOLDAGEM EM CHANFRO COM UM SÓ BISEL

Uma solda em chanfro em que a borda da junta de um elemento é biselada em um lado.

  • SOLDAGEM EM CHANFRO EM J SIMPLES

Uma solda em chanfro em que a borda da junta de um elemento é preparada na forma de um J em um lado. Veja o croqui.

  • SOLDAGEM EM CHANFRO EM SEMI-U

Uma solda em chanfro em que a borda da junta de um elemento é preparada na forma de um J ou meio U em um lado. Veja o croqui.

  • SOLDAGEM EM CHANFRO EM V SIMPLES

Uma solda em chanfro em que cada elemento é biselado no mesmo lado. Veja o croqui abaixo.

  • SOLDAGEM EM DIREÇÃO CONTRÁRIA À DA CHAMA

Soldagem em que o dorso da mão principal (mão do maçarico ou do eletrodo) do soldador fica de frente para a direção de curso. Ela tem importância especial na soldagem com oxigênio combinado com gás, em que a chama é direcionada para trás na direção do filete de solda, o que proporciona um pós-aquecimento. Compare soldagem na direção da chama.

  • SOLDAGEM EM FILETE ALTERNADA INTERMITENTE

Execução de uma linha de soldas de filete intermitentes em cada lado de uma junta, de modo que os incrementos de um lado não se encontram em posição oposta aos do outro lado. Compare com "Chain-intermitent fillet welding".

  • SOLDAGEM EM LINHA

Soldagem a arco em que dois ou mais eletrodos encontram-se em um plano paralelo à linha de curso.

  • SOLDAGEM EM POSIÇÃO FIXA

Soldagem em que a peça é mantida em uma posição estacionária.

  • SOLDAGEM FOREHAND

Soldagem em que a palma da mão principal (mão do maçarico ou do eletrodo) do soldador encontra-se de frente para a direção do curso. Ela tem importância especial na soldagem a gás oxi-combustível, em que a chama é direcionada para a frente do filete de solda, proporcionando pré-aquecimento.

  • SOLDAGEM MANUAL

Soldagem em que toda a operação de soldagem é executada e controlada manualmente.

  • SOLDAGEM MECÂNICA

Soldagem com equipamento que opera sob a observação e controle contínuos de um operador de soldagem. O equipamento pode ou não carregar e descarregar a peça. Compare com "Soldagem automática".

  • SOLDAGEM MIG

Veja "Soldagem com eletrodo metálico sob proteção de um gás inerte".

  • SOLDAGEM NA POSIÇÃO HORIZONTAL

(1) Fazer uma solda de filete no lado superior da interseção de uma superfície vertical e uma superfície horizontal. (2) Fazer uma solda em chanfro horizontal em uma superfície vertical.

  • SOLDAGEM NA POSIÇÃO PLANA

Soldagem a partir do lado superior, sendo a face da solda horizontal. Também chamada de soldagem plana.

  • SOLDAGEM NA POSIÇÃO VERTICAL

Soldagem em que o eixo da solda é essencialmente vertical.

  • SOLDAGEM OXÍDRICA

Um processo de soldagem a gás oxicombustível em que o gás combustível é o hidrogênio.

  • SOLDAGEM OXIPROPANO

Um processo de soldagem a gás oxicombustível em que o gás combustível é o propano.

  • SOLDAGEM PLANA

Veja soldagem na posição plana.

  • SOLDAGEM POR DIFUSÃO

Um processo de soldagem de estado sólido a alta temperatura que une de forma permanente duas superfícies de contato mediante a aplicação simultânea de pressão e calor. O processo não envolve deformação macroscópica, fusão ou movimento relativo das peças. Um metal de enchimento sólido (agente auxiliar de difusão) pode ou não ser inserido entre as superífices de contato.

  • SOLDAGEM POR ENERGIA ACUMULADA

Soldagem com energia elétrica acumulada eletrostaticamente, eletromagneticamente ou eletroquimicamente a uma taxa relativamente baixa e disponibilizada à taxa mais elevada requerida na soldagem.

  • SOLDAGEM POR FUSÃO PARCIAL

Uma técnica de soldagem em que duas ou mais peças são pré-revestidas (estanhadas) e em seguida reaquecidas e unidas sem adição de metal de solda adicional. Também chamado de "sweat soldering".

  • SOLDAGEM POR IMPULSOS MÚLTIPLOS

Soldagem por pontos, soldagem à resistência por ressaltos e soldagem à resistência com recalque com mais de um impulso de corrente durante um único ciclo da máquina. Às vezes chamado de "Soldagem pulsante".

  • SOLDAGEM POR INDUÇÃO

Soldagem em que o calor necessário é gerado submetendo-se a peça a indução eletromagnética.

  • SOLDAGEM POR PONTEAMENTO MÚLTIPLO

Soldagem por pontos em que vários pontos são feitos durante um ciclo completo da máquina de solda.

  • SOLDAGEM POR PONTOS À RESISTÊNCIA GIRATÓRIA

A execução de soldas por pontos à resistência separadas com um ou mais eletrodos circulares giratórios. A rotação dos eletrodos pode ou não ser interrompida durante a execução de uma solda.

  • SOLDAGEM POR PULSO SIMPLES

Soldagem por pontos, soldagem à resistência de ressaltos ou soldagem à resistência com recalque por meio de um único pulso de corrente. No caso de uso de corrente alternada, um pulso pode ser qualquer fração ou número de ciclos.

  • SOLDAGEM PULSANTE

Às vezes usado como sinônimo de soldagem por impulsos múltiplos.

  • SOLDAGEM PUSH

Soldagem por pontos ou soldagem de ressaltos à resistência em que a força é aplicada manualmente em um eletrodo, sendo que a peça ou uma barra de suporte toma o lugar do outro eletrodo.

  • SOLDAGEM SERIADA

Execução de duas ou mais soldas contínuas, por pontos à resistência ou por ressaltos à resistência simultaneamente por meio de um único transformador de soldagem com três ou mais eletrodos formando um circuito em série.

  • SOLDAGEM SOB PRESSÃO

Um processo de soldagem à resistência que une metais primeiramente através do aquecimento das superfícies de junção mediante a passagem de uma corrente elétrica através da junta e em seguida forçando a superfícies uma contra a outra mediante a aplicação de pressão.

  • SOLDAGEM SOB PRESSÃO A QUENTE

Um processo de soldagem no estado sólido que produz coalescência do material mediante calor e aplicação de pressão suficiente para produzir uma macro-deformação do material base. Pode ser usado vácuo ou outro meio de proteção. Veja também "Soldagem por forjamento" e "soldagem por difusão".

  • SOLDAGEM SOB PRESSÃO ISOSTÁTICA A QUENTE

Um método de soldagem por difusão que produz coalescência de materiais mediante aquecimento e aplicação de gás inerte quente sob pressão.

  • SOLDAGEM SUPERIOR EFETUADA POR BAIXO

Soldagem que é executada a partir de baixo.

  • SOLDAGEM TIG

Soldagem a arco com gás inerte e eletrodo de tungstênio. Veja o termo preferencial "Soldagem a arco com eletrodo de tungstênio sob atmosfera gasosa".

  • SOLDAGEM ULTRA-SÔNICA

Um processo de estado sólido em que materiais são soldados mediante a aplicação localizada de energia vibratória de alta freqüência a uma junta mantida sob pressão.

  • SOLDANTE

(obsoleto) Anteriormente usado para designar uma pessoa que faz soldas. Veja o termo preferencial "Soldador".

  • SOLDAS POR PONTOS PROVISÓRIAS

Pequenas soldas espaçadas feitas para segurar a partes de uma conjunto soldado em uma alinhamento adequado enquanto as soldas finais estão sendo feitas.

  • SOLDER SHORT

Veja "Formação de ponte (5)".

  • SOLDERING À RESISTÊNCIA

Soldering em que a junta é aquecida por meio de resistência elétrica. O metal de enchimento é alimentado na face da junta ou previamente colocado na junta.

  • SOLEIRA E REVESTIMENTO BÁSICOS

Soleira e revestimento internos de um forno de fusão, consistindo de materiais tais como dolomita queimada, magnesita, tijolos de magnesita ou escória básica, que proporcionam uma reação básica à temperatura operacional.

  • SOLICITAÇÃO A MENOR

Aplicação de uma tensão cíclica inferior ao limite de resistência à fadiga. Isto pode melhorar a duração de fadiga se o elemento for posteriormente submetido a tensões cíclicas a níveis acima do limite de resistência à fadiga.

  • SOLICITAÇÃO ALÉM DO LIMITE ELÁSTICO

(1) Em ensaio de fadiga, ciclo de carga a um nível de tensão maior do que aquele usado no final do teste.

  • SOLIDIFICAÇÃO

A mudança no estado de líquido para sólido quando do resfriamento através da temperatura de fusão ou faixa de fusão.

  • SOLIDIFICAÇÃO DIRECIONAL

Solidificação de metal líquido de tal modo que o metal alimentado está sempre disponível para aquela parte que está se solidificando.

  • SOLIDUS

Em um diagrama de constituição ou de equilíbrio, o local dos pontos que representam as temperaturas em que várias composições terminam a solidificação durante o resfriamento ou começam a se fundir durante o aquecimento. Veja também "Curva liquidus".

  • SOLUÇÃO DE ATAQUE

Uma substância química ou mistura usada para ataque químico.

  • SOLUÇÃO PARA DEPOSIÇÃO ELETROLÍTICA

Material fornecido para a célula na produção eletrolítica de metais. Cementation

  • SOLUÇÃO SÓLIDA

Uma fase cristalina sólida homogênea individual contendo duas ou mais espécies químicas.

  • SOLUÇÃO SÓLIDA INTERSTICIAL

Uma solução sólida em que os átomos solutos ocupam posições que não correspondem aos pontos do reticulado cristalino do solvente. Compare com "Solução sólida substitutiva".

  • SOLUÇÃO SÓLIDA SUBSTITUTIVA

Uma solução sólida em que os átomos solutos estão localizados em alguns dos pontos do reticulado cristalino do solvente, sendo tal distribuição aleatória. Compare com "Solução sólida intersticial".

  • SOLUTO

O componente de uma solução sólida ou de uma solução líquida que está presente em uma pequena ou em uma menor proporção; o componente que é dissolvido no solvente.

  • SOLVENTE

O componente de uma solução sólida ou de uma solução líquida que está presente em uma grande ou em uma maior proporção; o componente que dissolve o soluto.

  • SOLVUS

Em um diagrama de constituição ou de equilíbrio, o local dos pontos que representam as temperaturas em que as várias composições das fases sólidas coexistem com outras fases sólidas, isto é, os limites da solubilidade sólida.

  • SOPRADOR DE MACHOS

Uma máquina para fazer machos de fundição usando ar comprimido para soprar e comprimir a areia na caixa de macho.

  • SORBITA

(Termo obsoleto) Uma mistura fina de ferrita e cementita produzida ou pela regulagem da taxa de resfriamento do aço ou mediante o revenimento do aço após a têmpera. O primeiro tipo consiste de perlita muito fina, difícil de analisar ao microscópio; o segundo tipo é martensita revenida.

  • SOW BLOCK

Em forjamento, um bloco removível de metal fixado na bigorna do martelo para proteger a bigorna do impacto e do desgaste e ocasionalmente para prender matrizes de encaixe. Também chamado de tampa de bigorna ou sapata.

  • SPADE DRILL

Veja o termo preferencial "Broca francesa".

  • SPEISS

Arsenietos e antimonietos resultantes da fusão de minérios metálicos, como por exemplo minérios de cobalto.

  • SPIDER DIE

O mesmo que "Matriz para extrusão de perfis complexos".

  • SPOTTING

Ajustar uma parte de uma matriz em outra mediante a aplicação de óleo colorido à superfície da peça acabada e aplicando-a contra a superfície da peça conjugada correspondente, sendo os pontos elevados marcados pela cor transferida.

  • STAKING

Fixação permanente de duas peças mediante embutimento de uma peça na outra, seguido de escoamento plástico na junta.

  • STICKER BREAK

Uma ruptura de bobina em forma de arco, geralmente localizada próximo ao centro da chapa ou tira.

  • STOKING

(obsoleto) Pré-sinterização ou sinterização, de tal forma que os compactados da metalurgia do pó avançaM através do forno A uma velocidade fixa por meios manuais ou mecânicos. Também chamado de sinterização contínua.

  • STOP-OFF

Veja "Resist";

  • SUBESTRUTURA

O mesmo que "Estrutura com sub-limites".

  • SUBGRÃO

Uma parte de um cristal ou grão com uma orientação ligeiramente diferente da orientação das partes vizinhas do mesmo cristal. Geralmente, os subgrãos vizinhos são separados por contornos de pequeno ângulo, tais como contornos "tilt" e contornos retorcidos.

  • SUBSTITUTO DE SUCATA

Matéria prima que pode ser carregada no lugar de sucata em fornos a arco elétrico e em convertedores. Os substitutos de sucata incluem, entre outros, o DRI, HBI, carbureto de ferro e ferro gusa

  • SUBSTRATO

Camada de metal subjacente a um revestimento, independentemente se a camada é metal de base.

  • SUBSTRATO

Matéria prima usada como um insumo para o processamento de aço: Por exemplo, o aço laminado a quente é o substrato para operações de laminação a frio

  • SUCATA (FERROSA)

É o material ferroso (contendo ferro) que geralmente é refundido e reprocessado em aço novo. As usinas siderúrgicas integradas usam até 25percent de sucata em sua carga de convertedor; 100percent das matérias primas das mini-mills para seus fornos elétricos são geralmente constituídos de sucata

  • SUCATA (INDUSTRIAL) IMEDIATA

É o aço excedente aparado pelos processadores de peças para veículos e eletrodomésticos, o qual é leiloado junto aos compradores de sucata como pacotes de sucata. Esta é uma sucata de alta qualidade devido ao seu baixo teor de elementos residuais e à consistência de sua composição química

  • SUCATA DE OBSOLESCÊNCIA

São itens contendo ferro, tais como carros velhos, eletrodomésticos, equipamentos agrícolas, industriais e de escritórios, navios e vagões ferroviários, prédios e pontes que chegaram ao fim de sua vida útil e que podem ser recuperados do depósito de ferro velho. A impureza residual da sucata de obsolescência normalmente relega-a às mini-mills (veja Sucata Pesada N� 1)

  • SUCATA DE PRENSAGEM

Sucata de aço consistindo de aparas de chapas e restos de estampagem gerados na produção metalúrgica. Este termo originou-se da prática de coletar o material em cestas durante a segunda guerra mundial (NT: Esta explicação só faz sentido para o termo em inglês (busheling)).

  • SUCATA INTERNA

Sobras de aço geradas dentro da própria usina siderúrgica em função da aparação de bordas e da geração de rejeitos. Ela é normalmente enviada diretamente de volta para o forno

  • SUCATA PESADA N� 1

Sucata de aço de obsolescência com espessura de pelo menos um quarto de polegada e seções não maiores do que cinco pés por dois pés. Grande parte desta sucata provém de edifícios demolidos, chassis de caminhão e molas pesadas. As mini-mills são o principal consumidor de sucata pesada n� 1

  • SUCATA PICOTADA

Pedaços homogêneos do tamanho de um punho fechado de castos de veículos velhos. Após os carros passarem por uma máquina picotadora, o aço reciclável é separado por meio de magnetos. As mini-mills consomem sucata picotada em suas operações de forno a arco elétrico

  • SUJEIÇÃO, RESTRIÇÃO

Qualquer força mecânica externa que impede que uma peça se mova para acomodar alterações dimensionais devido à dilação ou contração térmica. Freqüentemente aplicado a soldas feitas com as peças a serem soldadas presas em uma estrutura.

  • SUJEIRA

Material indesejável em uma superfície, embora não seja parte integrante da superfície. Óleo, graxa e impurezas podem ser sujeiras; uma casca descarbonetada ou excesso de cromo duro não são sujeiras. Carepa solta é sujeira; carepa dura pode ser uma parte integrante da superfície, não constituindo, neste caso, sujeira.

  • SULCO, ESTRIA

(1) No que diz respeito a perfuratrizes, escareadores e machos, são os canais ou ranhuras formadas no corpo da ferramenta para proporcionar bordas de corte e permitir a passagem de fluido de corte e aparas. (2) No que diz respeito a fresas, é o espaço entre a parte posterior de um dente e a face do dente subseqüente.

  • SULCOS DEVIDO À DESEMPENADEIRA DE ROLOS

Sulcos transversais óbvios, geralmente com espaçamento de 3 a 6 mm (1/8 a 1/4 de polegada) causados por estriamento da chapa durante o desempeno em desempenadeira de rolos. Estes sulcos não são removidos por meio de estiramento.

  • SUPERAQUECIMENTO

Aquecimento de um metal ou liga a uma temperatura tão alta que suas propriedades são prejudicadas. Quando as propriedades originais não podem ser restauradas mediante tratamento térmico adicional, por meio de trabalho mecânico ou por uma combinação de tratamento térmico e trabalho mecânico, o superaquecimento é conhecido como "Queima".

  • SUPERCONDUTIVIDADE

Um aumento grande a abrupto na condutividade elétrica apresentado por alguns metais quando a temperatura se aproxima do zero absoluto.

  • SUPER-DOBRAMENTO

Dobramento de um metal em um arco maior do que aquele requerido na peça final, de modo a compensar a recuperação elástica.

  • SUPERENVELHECIMENTO

Redução espontânea da resistência e dureza que ocorre à temperatura ambiente em certas ligas endurecidas por deformação à frio, particularmente ligas de alumínio.

  • SUPER-ENVELHECIMENTO

Envelhecimento sob condições de tempo e temperatura maiores do que aquelas requeridas para obter uma mudança máxima em uma determinada propriedade, de modo que tal propriedade seja alterada na direção do valor inicial. Veja "Envelhecimento."

  • SUPERFÍCIE DE CONTATO

Aquelas áreas nas faces de um jogo de matrizes que são projetadas para se encontrar quando a matriz superior e a matriz inferior se juntam. A superfície de contato ajuda a proteger as impressões do impacto e auxilia na manutenção de uma longa vida útil da matriz. Também chamada de "Área de beating".

  • SUPERFÍCIE DE UNIÃO

Superfície de uma peça de metal (ou de um elemento) em contato com outra à qual ela está ou será unida.

  • SUPERFÍCIE OXIDADA (NO AÇO)

Superfície tendo uma camada oxidada fina de alta aderência (cuja cor vai de "palha" até o azul) que se estende a partir da borda de uma bobina ou chapa. Às vezes chamado de borda de recozimento.

  • SUPERFINOS

A porção de um pó metálico composta de partículas menores do que um tamanho especificado, geralmente abaixo de 10 �m.

  • SUPERFUSÃO

O mesmo que "Super-resfriamento".

  • SUPERLIGA

Veja "Liga refratária".

  • SUPERPLASTICIDADE

A capacidade de certos metais de sofrer quantidades anormalmente grandes de deformação plástica antes que ocorra um estrangulamento localizado.

  • SUPER-RESFRIAMENTO

Resfriamento abaixo da temperatura em que uma transformação de fase de equilíbrio pode ocorrer sem que se obtenha efetivamente a transformação.

  • SUPERSÔNICA

Refere-se a fenômenos em que a velocidade é maior do que a velocidade do som. Não é sinônimo de ultra-sônico. Veja "Freqüência ultra-sônica".

  • SUPERVOLTAGEM

A diferença entre o potencial efetivo do eletrodo quando começa uma eletrólise apreciável e o potencial reversível do eletrodo.

  • SUPORTE

(1) Em esmerilhamento, é o material (papel, tecido ou vibra) que serve como base para o abrasivo. (2) Em soldagem, é um material colocado sob a junta ou atrás da junta para melhorar a qualidade da solda na raiz. Pode consistir de uma tira ou anel de metal, um passe de metal de solda ou um material não metálico, como por exemplo, carbono, fundente granulado ou um gás protetor.

  • SUPORTE DA MATRIZ

Uma chapa ou bloco sobre o qual o bloco porta-matriz é montado, tendo orifícios ou ranhuras para fixação ao porta-matriz ou à bancada da prensa.

  • SUSCETIBILIDADE DE TRINCAMENTO NO ESMERILHAMENTO

Suscetibilidade de um material ao dano superficial, como trincas de esmerilhamento. Ela pode ser afetada por fatores tais como dureza, microestrutura, teor de hidrogênio e tensão residual.

  • SUSPENSÃO AQUOSA PARA FACEAMENTO DO MOLDE

Uma emulsão ou suspensão aquosa ou alcoólica de vários materiais usados para revestir a superfície de uma cavidade de molde.

  • SWEEPS

Resíduos varridos do chão ou de mesas contendo partículas de metal precioso.

  • TACONITA

Uma formação de ferro silicioso da qual derivam certos minérios de ferro da região do Lago Superior. Consiste principalmente de sílica de granulometria fina misturada com magnetita e hematita.

  • TACONITA

O QUE É. Mineral natural contendo menos de 30percent de ferro. É o minério primário usado em altos fornos nos Estados Unidos. POR QUE. As fontes americanas de minérios ricos em ferro (mais de 50percent de ferro) foram amplamente esgotadas na década de 1940, de modo que as usinas siderúrgicas integradas processam atualmente a taconita de baixa qualidade

  • TAMANHO DE GRÃO

(1) No caso de metais, uma medida das áreas ou volumes de grãos em um material policristalino, usualmente expressa como uma média, quando os tamanhos individuais são bem uniformes. No caso de metais contendo duas ou mais fases, o tamanho de grão se refere ao tamanho de grão da matriz, a menos que de outro modo especificado. Tamanhos de grão são informados em termos de número de grãos por área ou volume unitário, diâmetro médio, ou como um número de tamanho de grão derivado de medições de área. (2) No caso de rebolos, veja o termo preferencial "tamanho de partícula abrasiva".

  • TAMANHO DE GRÃO AUSTENÍTICO

Tamanho atingido pelos grãos de aço quanto aquecidos até a região austenítica; pode ser revelado por meio de ataque químico apropriado de cortes transversais após resfriamento até a temperatura ambiente.

  • TAMANHO DE PARTÍCULA

A dimensão linear principal de uma partícula individual, como no caso de um metal pulverizado, conforme determinado por análise granulométrica ou por outros instrumentos apropriados.

  • TAMANHO DE PARTÍCULA ABRASIVA

Tamanho nominal de partículas abrasivas em um rebolo, correspondente ao número de aberturas por polegada linear em uma peneira através da qual as partículas podem passar. Às vezes indevidamente chamado de tamanho de grão.

  • TAMANHO DE SOLDA

(1) A penetração na junta em uma solda em chanfro. (2) Os comprimentos das pernas nominais de uma solda em filete.

  • TANGENTE DE CURVA

Ponto de tangência em que um arco de dobramento cessa ou muda de direção.

  • TARUGO

É uma forma de aço semi-acabado usado para a fabricação de produtos "longos": barras, perfis U ou outros perfis estruturais. Um tarugo difere de uma placa porque as dimensões externas dos tarugos são normalmente de duas a sete polegadas com seção quadrada, enquanto as placas têm de 30 a 80 polegadas de largura e de 2 a 10 polegadas de espessura. Ambos os formatos são usualmente produzidos por lingotamento contínuo, mas eles podem diferir grandemente em sua composição química

  • TARUGO (BILLET)

(1) Produto semi-acabado sólido, com formato redondo ou quadrado, que ainda não foi trabalhado por meio de forja, laminação ou extrusão; usualmente é menor do que um bloco. (2) Termo geral para a peça a ser trabalhada para a produção de forjados e extrudados.

  • TARUGO CILÍNDRICO PARA EXTRUSÃO

Um tarugo fundido oco para extrusão que foi usinado para remover a superfície interna original.

  • TARUGO PARA EXTRUSÃO

Um pedaço de metal usado como matéria prima para a extrusão.

  • TARUGOS PARA FORJAMENTO

Metal trabalhado usado como matéria prima para o forjamento.

  • TAXA DE DEFORMAÇÃO

A taxa temporal de deformação para o teste de tração usual. A deformação é medida diretamente no corpo de prova. O comprimento é usado para determinar a taxa de deformação. Uma vez que a deformação é adimensional, as unidades de taxa de deformação são o "reciprocal time".

  • TAXA DE ENCRUAMENTO

Taxa de mudança da tensão real em relação à deformação real na faixa de plasticidade.

  • TAXA DE FUSÃO

Veja "Velocidade de fusão".

  • TAXA DE PEDIDO

É a relação entre os novos pedidos registrados e a capacidade da usina de produzir o aço para cumprir os pedidos. Muitos analistas vêem as tendências da taxa de pedido como prenúncio dos futuros níveis de produção

  • TAXA OPERACIONAL

É a relação entre a produção de aço bruto e a capacidade declarada da usina. Todo ano, em dezembro, as usinas siderúrgicas informam à AISI sua capacidade estimada (se elas pudessem vender todo o aço que elas produzem) para o ano seguinte, levando em consideração qualquer tempo de parada das instalações

  • TÉCNICA DE ARRASTO

Um método usado na soldagem a arco manual em que o eletrodo está em contato com o conjunto sendo soldado sem estar em curto-circuito. Normalmente, o eletrodo é usado sem oscilação.

  • TÉCNICA DE SOLDAGEM

Os detalhes de uma operação de soldagem que, dentro das limitações de um procedimento de soldagem, são executados pelo soldador.

  • TÊMPERA

O QUE É. Processo que aumenta a dureza do aço, i.e., o grau em que o aço resistirá ao corte, abrasão, penetração, dobramento e estiramento. POR QUE. A maior resistência proporcionada pela têmpera torna o aço apropriado para aplicações adicionais. COMO. A têmpera pode ser obtida por vários métodos, incluindo 1) tratamento térmico, em que as propriedades do aço são alteradas submetendo-se o aço a uma série de mudanças de temperatura; e 2) trabalho a frio, em que as mudanças na estrutura e forma do aço são obtidas através de laminação, forja ou estiramento do aço a uma temperatura relativamente baixa

  • TÊMPERA

(1) Endurecimento de ligas alfa-beta apropriadas (mais freqüentemente certas ligas de cobre ou titânio) mediante tratamento de solubilização e resfriamento brusco visando desenvolver uma estrutura martensítica. (2) Em ligas ferrosas, endurecimento por austenitização, seguido de resfriamento a uma taxa tal que um volume substancial de austenita se transforma em martensita.

  • TÊMPERA BRANDA

Têmpera de ligas não ferrosas e de algumas ligas ferrosas correspondente à condição de limite de resistência à tração e dureza mínima produzida por recozimento pleno.

  • TÊMPERA DE DURAÇÃO CONTROLADA

Têmpera interrompida em que o tempo de permanência no meio de têmpera é controlado.

  • TÊMPERA DIRETA

(1) Têmpera de peças carburizadas diretamente após a operação de carburização. (2) Usado também para a têmpera de peças maleáveis perlíticas diretamente após a operação de maleabilização.

  • TÊMPERA ELÁSTICA

Uma têmpera de ligas não ferrosas e algumas ligas ferrosas caracterizadas por dureza e limite de resistência à tração correspondentes a cerca de dois terços entre extra-duro e têmpera elástica extra.

  • TÊMPERA ELÁSTICA EXTRA

Um revenido de ligas não ferrosas e algumas ligas ferrosas correspondendo aproximadamente ao estado de trabalho a frio acima de "full hard" além do qual um trabalho a frio adicional não aumentará de forma mensurável a resisência e a dureza.

  • TÊMPERA EM MEIO QUENTE

Um termo impreciso usado para abranger uma variedade de procedimentos de têmpera em que um meio de têmpera é mantido a uma temperatura prescrita, acima de 70�C (160�F).

  • TÊMPERA EM VAPOR

Têmpera em uma neblina ou vapor fino.

  • TÊMPERA INTERROMPIDA

Um procedimento de têmpera em que a peça é removida do primeiro banho de têmpera a uma temperatura substancialmente mais elevada do que a temperatura do banho de têmpera, sendo em seguida submetida a um segundo sistema de têmpera com uma taxa de resfriamento diferente daquela da primeira têmpera.

  • TÊMPERA LOCALIZADA

Têmpera de somente determinadas partes de um objeto.

  • TÊMPERA PERIFÉRICA

Um processo de têmpera superficial em que uma peça de aço apropriada, quando aquecida e temperada, desenvolve uma camada ou carcaça martensítica que segue basicamente o contorno da peça e circunda o núcleo do produto de transformação essencialmente perlítico. Este resultado é obtido através de um equilíbrio apropriado entre tamanho de seção, temperabilidade do aço e severidade da têmpera.

  • TÊMPERA POR BORRIFO

Têmpera em um borrifo de líquido.

  • TÊMPERA UM PONTO ACIMA DA TEMPERATURA AMBIENTE

O endurecimento incompleto do aço devido à têmpera a partir da temperatura de austenitização a uma taxa inferior à taxa de resfriamento crítica para o tipo de aço específico, resultando na formação de um ou mais produtos de transformação, além da martensita.

  • TEMPERABILIDADE

A capacidade relativa de uma liga ferrosa de formar martensita quando resfriada bruscamente a partir de uma temperatura acima da temperatura crítica superior. Temperabilidade é normalmente medida como a distância abaixo de uma superfície temperada em que o metal apresenta uma dureza específica (50 HRC, por exemplo) ou um percentual específico de martensita na microestrutura.

  • TEMPERATURA CRÍTICA

(1) Sinônimo de ponto crítico, se a temperatura for constante. (2) A temperatura acima da qual a fase de vapor não pode se condensar em líquido mediante um aumento na pressão.

  • TEMPERATURA CURIE

A temperatura de transformação magnética abaixo da qual um metal ou liga é ferromagnético e acima da qual ele é paramagnético.

  • TEMPERATURA DE ACABAMENTO

A temperatura à qual o trabalho à quente é concluído.

  • TEMPERATURA DE LIQUAÇÃO

A menor temperatura à qual pode ocorrer fusão parcial em uma liga que apresenta o maior grau possível de segregação.

  • TEMPERATURA DE RECRISTALIZAÇÃO

A temperatura mínima aproximada em que ocorre a recristalização completa de um metal trabalhado a frio, dentro de um período de tempo especificado.

  • TEMPERATURA DE TRANSFORMAÇÃO

A temperatura à qual ocorre uma mudança de fase. O termo é às vezes usado para indicar a temperatura limite de uma faixa de transformação. Os símbolos a seguir são usados para ferro e aços:

  • TEMPERATURA DE TRANSIÇÃO

(1) Uma temperatura arbitrariamente definida que se situa dentro da faixa de temperatura em que as características de fratura do metal (conforme geralmente determinadas por testes de corpos de prova com entalhe) mudam rapidamente, como por exemplo de fratura primariamente fibrosa (cisalhamento) para fratura primariamente cristalina (clivagem). As definições comumente utilizadas são "temperatura de transição para fratura de clivagem de 50%", "temperatura de transição 10 ft lb", e "temperatura de transição para metade da energia máxima". (2) às vezes usado para indicar uma temperatura arbitrariamente definida dentro de uma faixa em que a ductilidade muda rapidamente com a temperatura.

  • TEMPERATURA ENTRE PASSES

Em uma solda de múltiplos passes, é a menor temperatura de um passe antes que o passe subseqüente seja iniciado.

  • TEMPERATURA MF

Em qualquer sistema de liga, a temperatura em que a formação de martensita durante o resfriamento está essencialmente terminada. Veja em "Temperatura de transformação" a definição aplicável a ligas ferrosas.

  • TEMPERATURA MS

No caso de um sistema de ligas, a temperatura em que a martensita começa a se formar durante o resfriamento. Veja em "Temperatura de transformação" a definição aplicável a ligas ferrosas.

  • TEMPO DE AQUECIMENTO

Na soldagem contínua ou por impulsos múltiplos, o tempo em que a corrente flui durante um impulso.

  • TEMPO DE PRESSÃO

Em soldagem a resistência, tempo durante o qual é aplicada pressão sobre a obra depois de desligada a corrente.

  • TEMPO DE RETARDO DE CORRENTE

Em soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem de resistência por ressaltos, é o tempo em que a corrente é retardada em relação ao início de funcionamento do regulador de retardo de forjamento a fim de sincronizar a pressão de forjamento e o calor de soldagem.

  • TEMPO DE RETARDO DE FORJA

Em soldagem por pontos, soldagem contínua ou soldagem de resistência por ressaltos, é o tempo entre o início da soldagem, corrente ou intervalo de solda e a aplicação da pressão de forja.

  • TEMPO DE REVENIMENTO

Em soldagem à resistência, a parte do intervalo pós-soldagem durante o qual a corrente é apropriada para revenimento ou tratamento térmico.

  • TEMPO DE SOLDA

Em soldagem sob pressão e soldagem por pulso simples, o tempo que a corrente de soldagem é aplicada à peça sendo soldada.

  • TEMPO DE TÊMPERA

Em soldagem à resistência, o tempo entre o término da solda e o início do revenido. Também chamado de tempo de coquilhamento.

  • TEMPO DE UPSLOPE

Em soldagem à resistência, o tempo associado com o aumento de corrente usando controle de slope.

  • TEMPO ENTRE CICLOS DE SOLDAGEM

Em soldagem a resistência, é o tempo em que os eletrodos são mantidos fora da peça. De um modo geral, o termo é empregado nos casos em que o ciclo de soldagem é repetitivo.

  • TENACIDADE

Capacidade de um metal de absorver energia e de se deformar plasticamente antes de se romper. Ela é geralmente medida pela energia absorvida em um ensaio de impacto a entalhe, mas a área sob a curva tensão-deformação no ensaio de tração também constitui uma medida de tenacidade.

  • TENDÊNCIA A CURVAR PARA BAIXO

Uma condição em que um metal se curva para baixo ao sair de um conjunto de cilindros, devido à velocidade mais elevada do cilindro superior.

  • TENSÃO

Força por área unitária, freqüentemente considerada como a força que atua através de uma pequena área dentro de um plano. Ela pode ser dividida em componentes normal e paralelo ao plano, chamados respectivamente tensão normal e tensão de cisalhamento. Tensão real denota a tensão onde a força e a área são medidas ao mesmo tempo. Tensão convencional, quando aplicado a ensaios de tração e de compressão, é a força dividida pela área original. Tensão nominal é a tensão computada por fórmulas de elasticidade simples, ignorando fatores de aumento de tensão e desconsiderando o escoamento plástico. Em um ensaio de dobramento com entalhe, por exemplo, é o momento fletor dividido pelo módulo seccional mínimo. Veja também "Estado de tensão".

  • TENSÃO CISALHANTE

Veja "Tensão".

  • TENSÃO CONSTANTE GERADORA DE FLUÊNCIA

(1) A tensão nominal constante que causará uma quantidade de fluência especificada em um determinado tempo, a temperatura constante. (2) A tensão nominal constante que causará uma taxa especificada de fluência secundária a temperatura constante.

  • TENSÃO CONVENCIONAL

Veja tensão.

  • TENSÃO CRÍTICA DE CISALHAMENTO

A tensão de cisalhamento requerida para causar deslizamento em uma direção de deslizamento designada em um determinado plano de deslizamento. Ela é chamada de tensão de cisalhamento crítica se a tensão de cisalhamento for induzida por forças de tração ou compressão atuando sobre a estrutura cristalina.

  • TENSÃO DE APOIO

Carga de cisalhamento em uma junta mecânica (como em uma junta rebitada ou fixada com pinos) dividida pela área de apoio efetiva. A área de apoio efetiva de uma junta rebitada, por exemplo, é a soma dos diâmetros de todos os rebites multiplicada pela espessura do elemento sob carga.

  • TENSÃO DE ESCOAMENTO

Tensão unixial real no início da deformação plástica em um metal.

  • TENSÃO DE FIBRA

Tensão local em uma pequena área (um ponto ou linha) em uma seção em que a tensão não é uniforme, como em uma viga sob cargas de flexão.

  • TENSÃO DE RUPTURA

O mesmo que tensão principal de fratura, parte (1).

  • TENSÃO DE SERVIÇO

A tensão à qual uma unidade estrutural é submetida em serviço.

  • TENSÃO DE SOLDAGEM

Tensão residual causada pelo aquecimento localizado e resfriamento durante a soldagem.

  • TENSÃO DE USINAGEM

Tensão residual causada pela usinagem.

  • TENSÃO HIDROSTÁTICA

Três tensões internas resistentes à tração iguais e mutuamente perpendiculares.

  • TENSÃO INTERFACIAL

A força contrátil de uma interface entre duas fases.

  • TENSÃO INTERNA

Veja o termo preferencial "Tensão residual".

  • TENSÃO MEDIANA

(1) Em esforço de fadiga é a média algébrica da tensão máxima e tensão mínima em um ciclo. Também chamada de componente de tensão constante. (2) Em qualquer sistema de tensão axial, a média algébrica das três tensões principais; mais corretamente chamada de tensão normal mediana.

  • TENSÃO NOMINAL

Veja "Tensão".

  • TENSÃO NORMAL

Veja "Tensão".

  • TENSÃO PLANA

A condição de tensão na mecânica de fratura elástica linear em que a tensão na direção da espessura é zero. Tal condição é geralmente obtida ao se submeter chapas muito finas a cargas ao longo de uma direção paralela à superfície da chapa. Em condições de tensão plana, o plano de instabilidade de fratura é inclinado em 45� em relação ao eixo principal da tensão interna resistente à tração.

  • TENSÃO REAL

Veja "Tensão".

  • TENSÃO RESIDUAL

A tensão presente em um corpo que está livre de forças externas ou gradientes térmicos.

  • TENSÃO RESIDUAL DE ESMERILHAMENTO

Tensão residual de esmerilhamento.

  • TENSÃO SUPERFICIAL

Tensão interfacial entre duas fases, uma das quais é um gás.

  • TENSÃO TRIAXIAL

Um estado de tensão em que nenhuma das três tensões principais é zero.

  • TENSÃO UNIAXIAL

Um estado de tensão em que duas das três principais tensão são zero.

  • TENSÕES COMBINADAS
  • TENSÕES DE HEYN

O mesmo que "Tensões microscópicas".

  • TENSÕES DE RESFRIAMENTO

Tensões residuais resultantes da distribuição não uniforme da temperatura durante o resfriamento.

  • TENSÕES EM PEÇAS FUNDIDAS

Tensões residuais que ocorrem quando o formato de uma peça fundida impede a contração da peça solidificada durante o resfriamento.

  • TENSÕES MACROSCÓPICAS

Tensões residuais que variam de tração a compressão em uma distância (presumivelmente muitas vezes maior do que o tamanho de grão) que é comparável ao comprimento entre reparos em medições ordinárias de deformações, sendo, por conseguinte, detectáveis por métodos de raio X ou dissecção.

  • TENSÕES MICROSCÓPICAS

Tensões residuais que variam de tração a compressão em uma distância (presumivelmente próxima à do tamanho de grão) que é pequena quando comparada ao comprimento entre reparos em medições ordinárias de deformações. Elas não são detectáveis por métodos de dissecção, mas às vezes podem ser medidas a partir do desvio de linha ou do alargamento de linha em um padrão de difração de raio X.

  • TENSÕES MULTIAXIAIS

Qualquer estado de tensão em que duas ou três tensões principais não são iguais a zero.

  • TENSÕES PRINCIPAIS

As tensões normais em três planos mutuamente perpendiculares em que não há nenhuma tensão de cisalhamento.

  • TENSÕES TÉRMICAS

Tensões resultantes de distribuição não uniforme de temperatura.

  • TEORIA DE INTERFERÊNCIA DO ESCORREGAMENTO

Teoria envolvendo a resistência à deformação oferecida por uma fase dura dispersa em uma matriz dúctil.

  • TERMOPAR

Um dispositivo para medir temperaturas, consistindo de dois pedaços de ligas ou metais distintos que são eletricamente unidos em uma extremidade e ligados a um instrumento de medição de voltagem na outra extremidade. Quando uma junção é mais quente do que a outra, uma força termeletromotriz é produzida, sendo aproximadamente proporcional à diferença de temperatura entre a junção quente e a junção fria.

  • TESOURA CIRCULAR

Máquina de corte com dois cortadores circulares rotativos montados em eixos paralelos acionados simultaneamente e equipados com um acessório para cortar círculos onde a parte desejada do material estiver dentro do círculo. Ela não pode ser empregado para cortar circulas onde o material desejado estiver fora do círculo.

  • TESOURA CURVA OSCILANTE

Um tipo de tesoura guilhotina que utiliza uma lâmina curva para cortar progressivamente chapas metálica de lado a lado por meio de um movimento oscilante.

  • TESOURA DE ANÉIS E CÍRCULOS

Uma máquina de corte ou tesoura com duas ferramentas de corte de disco rotativas acionadas em conjunto e equipadas com um acessório circular para cortar círculos ou anéis internos em chapas de metal, nos casos em que é impossível iniciar o corte na borda da chapa. O eixo de uma das ferramentas de corte é inclinado em relação ao outro para proporcionar uma folga de corte, de modo que a seção externa permaneça plana e utilizável. Veja "Tesoura circular".

  • TESOURA DE ESQUADRIAR

Uma máquina-ferramenta usada para cortar chapa fina ou grossa de metal, consistindo essencialmente de uma faca de corte fixa (geralmente montada na parte posterior do suporte) e uma outra faca de corte montada na parte frontal de uma cruzeta móvel, que é guiada verticalmente em armações laterais. Geralmente os ângulos de canto são de 90�.

  • TESOURA ROTATIVA

Uma máquina de cortar chapas metálicas com dois discos de corte giratórios montados em eixos paralelos a acionados em uníssono.

  • TESOURA VOLANTE

Uma máquina para o corte contínuo de produtos laminados no comprimento desejado que não exige que a laminação seja interrompida. A tesoura se move ao longo da mesa de saída à mesma velocidade do produto, ao mesmo tempo em que executa o corte, voltando então para o ponto inicial a tempo de cortar o próximo pedaço.

  • TESOURA, CISALHAMENTO

(1) Um tipo de força que faz ou tende a fazer com que duas parte contíguas do mesmo corpo deslizem uma em relação à outra em uma direção paralela ao seu plano de contato. (2) Um tipo de ferramenta de corte com a qual um material na forma de arame, chapa fina, chapa grossa ou fio-máquina é cortado entre duas lâminas opostas. (3) O tipo de ação de corte produzido por "rake", de modo que a direção de fluxo da apara é diferente de um ângulo reto em relação à borda de corte.

  • TESTE ACELERADO DE CORROSÃO DE COBRE COM BORRIFO SALINO

Um teste de corrosão acelerado para alguns depósitos eletrolíticos e para revestimentos anódicos de alumínio. Freqüentemente designado como teste CASS.

  • TESTE CASS

Abreviatura de teste de cobre acelerado por spray salino.

  • TESTE DE CORRENTE PARASITA

Um método de ensaio eletromagnético não destrutivo em que é induzido no objeto de teste um fluxo de corrente parasita. Alterações no fluxo causadas por variações no objeto são refletidas em uma bobina (ou bobinas) próxima, onde elas são detectadas e medidas por meio de instrumentação apropriada.

  • TESTE DE DUCTILIDADE ERICHSEN

Um ensaio de estampagem profunda em que um pedaço de chapa metálica engastada, exceto no centro, é deformada por um êmbolo cônico de extremidade esférica até que ocorra uma fratura. A altura do copo de estampagem em milímetros quando ocorre a fratura é uma medida da ductilidade.

  • TESTE DE DUCTILIDADE OLSEN

Um ensaio de estampagem profunda em que um pedaço de chapa metálica engastada, exceto no centro, é deformada por uma bola de aço padrão até que ocorra uma fratura. A altura do copo de estampagem (em milésimos de polegada) quando ocorre a fratura é uma medida da ductilidade.

  • TESTE DE DUREZA BRINELL

Um teste para determinar a dureza de um material pressionando-se sobre o material uma esfera de carboneto ou aço duro de diâmetro especificado sob uma carga especificada. O resultado é expresso como um número de dureza Brinell, que é o valor obtido pela divisão da carga aplicada (em quilogramas) pela área superficial da impressão resultante (em milímetros quadrados).

  • TESTE DE ESMAGAMENTO

(1) Um teste de compressão radial aplicado em tubos, mancais de metal sinterizado ou outros produtos similares para determinar a resistência ao esmagamento radial (carga máxima de compressão). (2) Um teste de compressão axial para determinar a qualidade de tubos, tais como a solidez de uma solda em tubos soldados.

  • TESTE DE EXPANSÃO COM ESPIGA CÔNICA

Um teste para determinar a capacidade de expansão de tubos ou para revelar a presença de trincas ou outros pontos fracos longitudinais, forçando-se uma espiga cônica na extremidade aberta de um tubo.

  • TESTE DE IMERSÃO ALTERNADA

Um teste de corrosão em que os corpos de prova são intermitentemente mergulhados e removidos de um meio líquido a intervalos de tempo definidos.

  • TESTE DE IMPACTO

Um teste para determinar o comportamento de materiais quando submetidos a altas cargas, normalmente em flexão, tensão ou torção. A quantidade medida é a energia absorvida ao romper o corpo de prova com um único golpe, como nos testes Charpy ou Izod.

  • TESTE DE IMPACTO CHARPY

Teste de impacto com um único golpe do tipo pêndulo em que a amostra, usualmente contendo um entalhe, é suportada em ambas as extremidades como uma viga simples e é quebrada por um pêndulo que cai. A energia absorvida, conforme determinado pela elevação subsequente do pêndulo, é uma medida da resistência ao impacto ou resistência ao efeito de entalhe. Compare com ensaio de impacto Izod.

  • TESTE DE MATRIZ

Fundição da impressão da matriz para confirmar a exatidão da impressão. Também chamada de matriz fundida.

  • TESTE DE MCQUAID-EHN

Um teste para revelar o tamanho de grão após aquecimento na faixa de temperatura austenítica. Oito tamanhos de grão padrão McQuaid-Ehn classificam a estrutura, sendo o n� 8 o mais fino e o n� 1 o mais grosso.

  • TESTE DE TEMPERABILIDADE

Um procedimento laboratorial para determinar a temperabilidade de um aço ou de outras ligas ferrosas; amplamente conhecido como ensaio Jominy. A temperabilidade é determinada aquecendo-se um corpo de prova padrão acima da temperatura crítica superior, colocando-se o corpo de prova quente em uma moldura de modo que um fluxo de água fria atinja uma das extremidades, e, após resfriamento até a temperatura ambiente, medindo-se a dureza próximo da superfície do corpo de prova a intervalos regulares ao longo de seu comprimento. Normalmente, os dados são usados para traçar uma curva de dureza versus distância da extremidade temperada.

  • TESTE DE UMIDADE

Um teste de corrosão envolvendo a exposição de corpos de prova a níveis controlados de umidade e temperatura. Compare com "Ensaio de corrosão em névoa salina".

  • TESTE IZOD

Um teste de impacto tipo pendular com um único golpe em que o corpo de prova, geralmente com entalhe, é fixado em uma extremidade e rompido pela queda de um pêndulo. A energia absorvida, medida pela elevação subseqüente do pêndulo, é uma medida da resistência ao impacto ou da resistência ao efeito de entalhe. Compare com "Teste Charpy".

  • TESTE JOMINY

Veja "Teste de temperabilidade".

  • TESTES DE QUALIFICAÇÃO

São os testes necessários com um novo processo adotado para fazer certas qualidades de aços para aplicações finais exigentes. Para que o processo seja qualificado, o aço produzido por ele deve ser testado

  • TEXTURA

Em um agregado policristalino, o estado de distribuição de orientações de cristais. No sentido usual, é sinônimo de orientação preferencial.

  • THIEF

Em eletrogalvanização, o mesmo que "Robber".

  • TIJOLO REFRATÁRIO

Tijolo resistente ao calor. Uma vez que seu ponto de fusão situa-se bem acima das temperaturas operacionais do processo, os tijolos refratários revestem a maioria dos recipientes usados na fabricação de aço que venham a entrar em contato com o metal líquido, como as paredes do alto forno, as laterais das panelas e o interior do convertedor

  • TINIDO

O som audível ou ultra-sônico produzido em uma peça mecânica por meio de choque e tendo a freqüência ou freqüências naturais da peça. A qualidade, amplitude ou taxa de declínio do som pode, às vezes, ser usada para indicar qualidade ou solidez. Veja também "Ensaio sônico", "Ensaio ultra-sônico".

  • TIPO 304

É o aço inoxidável austenítico (classe de aço inoxidável cromo-níquel) mais comumente especificado, respondendo por mais de metade do aço inoxidável produzido em todo o mundo. Este tipo resiste à corrosão comum em arquitetura, é durável em ambientes típicos de processamento de alimentos e resiste à maioria dos produtos químicos. O tipo 304 está disponível em praticamente todas as formas de produto e acabamentos

  • TIPO 316

Aço inoxidável austenítico (classe de aço inoxidável cromo-níquel) contendo de 2 a 3percent de molibdênio (enquanto o tipo 304 não tem nenhum). A inclusão de molibdênio proporciona ao tipo 316 maior resistência a várias formas de deterioração

  • TIPO 409

Aço inoxidável ferrítico (categoria de aço inoxidável ao cromo) apropriado para altas temperaturas. Este tipo possui o mais baixo teor de cromo de todos os aços inoxidáveis e por isso é menos caro

  • TIPO 410

É o aço inoxidável martensítico (classe de aço inoxidável ao cromo, com excepcional resistência) mais amplamente usado, possuindo um alto nível de resistência conferida pela estrutura martensítica. Este é um tipo de aço de baixo custo que pode ser tratado termicamente, sendo apropriado para aplicações sujeitas a corrosão não severa

  • TIPO 430

É o aço inoxidável ferrítico (categoria de aço inoxidável de cromo puro) mais amplamente utilizado, oferecendo resistência geral à corrosão, freqüentemente em aplicações decorativas

  • TIRA

Um produto metálico laminado plano com largura e espessura máxima arbitrariamente determinadas em função do tipo de metal. É mais fina do que chapa fina.

  • TIRA

Aço plano fino que parece chapa fina laminada a quente, mas que normalmente é mais estreito (até 12 polegadas de largura), sendo produzido com espessura sujeita a um controle mais estrito. A tira pode ser também cortada de chapa fina de aço por meio de uma máquina de corte ao comprido (veja Chapa Fina de Aço)

  • TIRA A QUENTE (AÇO LAMINADO A QUENTE)

É uma bobina de aço laminada em um laminador de tiras a quente (aço laminado a quente). Ele pode ser vendido nesta forma aos clientes ou ser submetido a processamento adicional transformando-se em outros produtos acabados

  • TIRA ESPAÇADORA

Uma tira ou barra de metal na raiz de uma junta preparada para um solda de ranhura, servindo como um suporte e para manter a abertura da raiz durante a operação de soldagem.

  • TIRA LAMINADA A FRIO (CHAPA FINA)

Chapa fina de aço que foi decapada e é passada através de um laminador de redução a frio. A tira tem uma largura final de aproximadamente 12 polegadas, enquanto que a chapa fina pode ter mais de 80 polegadas de largura. A chapa fina laminada a frio é consideravelmente mais fina e mais resistente do que a chapa fina laminada a quente, de modo que ela é vendida a um preço mais elevado (veja Chapa Fina de Aço)

  • TIRAS PARA FABRICAÇÃO DE TUBOS

Este aço é a matéria prima para uma fábrica de tubos. Ele parece uma tira laminada a quente, mas suas propriedades permitem a execução das severas operações de conformação e soldagem necessárias para a produção de tubos

  • TOLERÂNCIA

O desvio permissível especificado em relação à dimensão nominal especificada, ou a variação admissível no tamanho ou outra característica de qualidade de uma peça.

  • TOLERÂNCIA DE ACABAMENTO

A quantidade de metal excedente que circunda a configuração final pretendida de uma peça conformada, às vezes chamada envelope de forjaria, acréscimo para usinagem ou tolerância para limpeza.

  • TOLERÂNCIA DE PROCESSO

As variações dimensionais de uma peça características de um processo específico, uma vez feita a ajustagem.

  • TOLERÂNCIAS

As especificações de um cliente podem fazer referência a dimensões ou propriedades químicas do aço comprado. A tolerância mede a diferença admissível nas especificações do produto entre o que um cliente compra e o que a siderúrgica entrega. Não há nenhuma tolerância padrão, uma vez que cada cliente mantém seu próprio objetivo de variação. As tolerâncias são dadas como a especificação mais ou menos um fator de erro; quanto menor a faixa, maior o custo

  • TONELADA

Unidade de medida de sucata de aço e minério de ferro

  • TORÇÃO

Uma ação de torcimento resultando em deformações ou tensões cisalhantes.

  • TORNEAMENTO

Remoção de material forçando uma ferramenta de corte (geralmente uma ferramenta de corte simples) contra a superfície de uma peça em movimento giratório. A ferramenta pode ou não se movimentar na direção do eixo de rotação ou ao longo do eixo de rotação enquanto remove o material.

  • TR

Abreviatura de terra rara (elementos).

  • TRABALHO A FRIO (LAMINAÇÃO)

O QUE É. Consiste de mudanças na estrutura e forma do aço obtidas através de laminação, forja ou estiramento do aço a uma baixa temperatura (freqüentemente à temperatura ambiente). POR QUE. Objetiva criar um aumento permanente na dureza e resistência do aço. COMO. A aplicação de forças sobre o aço causa mudanças na composição que melhoram certas propriedades. A fim de que estas melhorias sejam permanentes, a temperatura deve estar abaixo de uma certa faixa, uma vez que as mudanças estruturais são eliminadas por temperaturas mais altas

  • TRABALHO A QUENTE

Deformação plástica de metal a uma temperatura e taxa de deformação tais que a recristalização ocorra simultaneamente com a deformação, evitando assim qualquer encruamento.

  • TRABALHO A UMA TEMPERATURA ENTRE QUENTE E FRIO

Deformação plástica de metal a uma temperatura acima da temperatura ambiente, porém abaixo da temperatura à qual o material sofre recristalização.

  • TRABALHO DE DEFORMAÇÃO

(1) O trabalho feito na deformação de um corpo. (2) O trabalho feito na deformação de um corpo dentro do limite de elasticidade do material. É mais apropriadamente designado como energia de deformação elástica, podendo ser recuperada como trabalho em vez de energia.

  • TRABALHO ENTRE QUENTE E FRIO

(1) Um tratamento termomecânico de alta temperatura consistindo em deformar um metal acima de sua temperatura de transformação e resfriá-lo com rapidez suficiente para preservar parte ou toda a estrutura deformada. (2) Um termo genérico sinônimo de trabalho warm.

  • TRABALHO MECÂNICO

Submeter um metal a pressão por meio de cilindros, martelos ou prensas a fim de alterar a forma ou as propriedades físicas do metal.

  • TRABALHO TERMOMECÂNICO

Um termo geral abrangendo uma variedade de processos combinando tratamentos de deformação e tratamentos térmicos controlados para obter efeitos sinergéticos, tais como melhoria na resistência sem perda de tenacidade.

  • TRAMA DE CRISTAIS MINIMIZADA

Um revestimento galvanizado por imersão a quente com tamanho de grão muito pequeno, o que torna a flor de zinco menos visível quando a peça é posteriormente pintada.

  • TRANSCRISTALINO

O mesmo que "Intracristalino".

  • TRANSFERÊNCIA

O movimento de íons através do eletrólito associado com a passagem da corrente elétrica. Também chamado de transporte ou migração.

  • TRANSFERÊNCIA GLOBULAR

Em soldagem a arco com eletrodo consumível, um tipo de transferência de metal em que o metal de enchimento fundido passa através do arco como grandes gotículas. Compare com "transferência por aspersão", "transferência por curto circuito".

  • TRANSFERÊNCIA POR ASPERSÃO

Em soldagem a arco com eletrodo consumível, um tipo de transferência de metal em que o metal de enchimento fundido é propelido através do arco como gotículas finas. Compare com "transferência por curto circuito", "transferência globular".

  • TRANSFERÊNCIA POR CURTO CIRCUITO

Em soldagem a arco com eletrodo consumível, um tipo de transferência de metal similar à transferência globular, mas em que as gotas são tão grandes que o arco sofre um curto circuito momentâneo durante a transferência de cada gota para a poça de solda. Compare com "transferência por aspersão", "transferência globular".

  • TRANSFORMAÇÃO ATÉRMICA

Reação que ocorre sem o concurso de flutuações térmicas; isto é, não é necessária ativação térmica. Tais reações não envolvem difusão e ocorrem a grandes velocidades quando a força motriz é suficientemente alta. Por exemplo, muitas transformações martensíticas ocorrem atermicamente durante o resfriamento, mesmo a temperaturas relativamente baixas, devido à força motriz progressivamente crescente. Em comparação, uma reação que ocorre a uma temperatura constante é uma transformação isotérmica; neste caso, é necessária ativação térmica e a reação ocorre como uma função do tempo.

  • TRANSFORMAÇÃO CONGRUENTE

Uma alteração de fase isotérmica ou isobárica em que ambas as fases envolvidas possuem a mesma composição ao longo de todo o processo.

  • TRANSFORMAÇÃO ISOTÉRMICA

Uma mudança de fase que ocorre a uma temperatura constante. O tempo requerido para a conclusão da transformação (e, em alguns casos, o tempo de retardamento antes que a transformação se inicie) depende da quantidade de super-resfriamento abaixo (ou superaquecimento acima) da temperatura de equilíbrio para a mesma transformação.

  • TRANSFORMAÇÃO MARTENSÍTICA

Uma reação que ocorre em alguns metais durante o resfriamento, envolvendo a formação de uma estrutura acicular chamada martensita.

  • TRANSGRANULAR

O mesmo que "Intracristalino".

  • TRANSPIRAÇÃO

Trazer pequenos glóbulos de um dos constituintes de baixo ponto de fusão de uma liga para a superfície durante tratamento térmico, como por exemplo chumbo para fora de bronze.

  • TRANSPORTE

Veja "Transferência".

  • TRANSVERSAL

Literalmente "através", geralmente significando uma direção ou plano perpendicular à direção de trabalho. Em chapas finas ou grossas laminadas, a direção através da largura é freqüentemente chamada de transversal longa, enquanto a direção através da espessura é chamada de transversal curta.

  • TRANSVERSAL CURTA

Veja "Transversal".

  • TRATAMENTO A FRIO
  • TRATAMENTO COM CROMATO

Tratamento de metal em uma solução de um composto de cromo hexavalente para produzir um revestimento de conversão consistindo de compostos trivalentes e hexavalentes de cromo.

  • TRATAMENTO COM DICROMATO

Um revestimento por conversão de cromato produzido em ligas de magnésio em uma solução em ebulição de dicromato de sódio.

  • TRATAMENTO DE ESTABILIZAÇÃO

(1) Antes do acabamento nas dimensões finais, aquecimento repetitivo de uma peça ferrosa ou não ferrosa à sua temperatura operacional normal ou ligeiramente acima desta temperatura, seguido de resfriamento à temperatura ambiente para assegurar a estabilidade dimensional durante operação. (2) Transformação da austenita retida em aços temperados e revenidos, geralmente por meio de tratamento a frio. (3) Aquecimento de um aço inoxidável austenítico estabilizado mediante tratamento por solução a uma temperatura entre 870 e 900 �C (1600 a 1650 �F) para precipitar todo o carbono na forma de TiC, NbC ou TaC, de modo que seja evitada a sensitização quando de uma exposição subseqüente a altas temperaturas.

  • TRATAMENTO TÉRMICO

Aquecimento e resfriamento de um metal ou liga sólida de tal modo que sejam obtidas as condições ou propriedades desejadas. O aquecimento com o único propósito de submeter o metal a trabalho a quente não se enquadra no significado desta definição.

  • TRATAMENTO TÉRMICO

O QUE É. Consiste em alterar as propriedades do aço submetendo-o a uma série de mudanças de temperatura. POR QUE. Objetiva aumentar a dureza, resistência ou ductilidade do aço, de modo que ele seja apropriado para aplicações adicionais. COMO. O aço é aquecido e em seguida resfriado conforme necessário para originar as mudanças na forma estrutural que resultarão nas características desejadas. O tempo de exposição a cada temperatura e as velocidades de resfriamento têm um impacto significativo sobre o efeito do tratamento

  • TRATAMENTO TÉRMICO DE CONDICIONAMENTO

Tratamento térmico preliminar usado para preparar um material para uma reação desejada a um tratamento térmico subseqüente. Para que o termo faça sentido, deve-se especificar o tratamento térmico exato.

  • TRATAMENTO TÉRMICO DE PRECIPITAÇÃO

Envelhecimento artificial em que um constituinte se precipita a partir de uma solução sólida supersaturada.

  • TRATAMENTO TÉRMICO DE SOLUBILIZAÇÃO

Aquecimento de uma liga até uma temperatura adequada, manutenção em tal temperatura por um tempo suficiente para fazer com que um ou mais constituintes passe para solução sólida, seguido de um resfriamento rápido o suficiente para manter estes constituintes em solução.

  • TREFILAÇÃO DE ARAME

Redução da seção transversal de arame mediante processamento através de uma matriz. Veja "Processo de Taylor".

  • TREM LAMINADOR

Um laminador consistindo de duas ou mais cadeiras de laminação dispostas de tal maneira que o metal sendo processado passa em uma linha reta de cadeira em cadeira. Na laminação contínua as várias cadeiras são sincronizadas, de modo que a tira possa ser laminada simultaneamente em todas as cadeiras. Compare com "Laminador de uma cadeira".

  • TREM LAMINADOR

É um tipo de laminador a frio que confere maior resistência uma superfície uniforme e mais lisa e menor espessura à chapa fina. Ao contrário dos laminadores de gaiola simples originais, um trem laminador lamina o aço através de uma série de cilindros (geralmente três a cinco em seqüência) para obter a espessura e a qualidade superficial desejadas

  • TREPIDAÇÃO

Em usinagem ou esmerilhamento, (1) é a vibração da ferramenta, rebolo ou peça a ser trabalhada que produz uma superfície ondulada na peça e (2) o acabamento produzido por tal vibração.

  • TRÊS QUARTOS DURO

Um revenimento de ligas não ferrosas e de algumas ligas ferrosas caracterizado por um limite de resistência à tração e por uma dureza equivalentes a cerca da metade entre revenido meio duro e revenido extra duro.

  • TRIAXIALIDADE

Em um estado de tensão triaxial, a relação entre a menor e a maior tensão principal, sendo todas as tensões de tração.

  • TRIBOLOGIA

A ciência e o campo que se ocupam do projeto, atrito, lubrificação e desgaste de superfícies de contato que se movem uma em relação à outra (como em mancais, cames ou engrenagens, por exemplo).

  • TRINCA DE CONTRAÇÃO

Uma fratura formada em um metal durante a solidificação devido à contração estorvada. Compare com "fissura a quente".

  • TRINCA DE CRATERA

Uma trinca, freqüentemente com a forma de uma estrela, que se forma na cratera de um cordão de solda, usualmente durante o resfriamento após a soldagem.

  • TRINCA DE ESMERILHAMENTO

Trincas rasas formadas na superfície de materiais relativamente duros devido ao calor de esmerilhamento excessivo ou à alta sensibilidade do material. Veja "Suscetibilidade de trincamento no esmerilhamento".

  • TRINCA DE SOLDA

Uma trinca no metal de solda

  • TRINCA NA RAIZ DA SOLDA

Uma trinca na solda ou na zona afetada pelo calor na raiz de uma solda.

  • TRINCA SOB O CORDÃO DE SOLDA

Uma trinca sub-superficial no metal base, próximo a uma solda.

  • TRINCAMENTO ATRIBUÍVEL À CORROSÃO SOB TENSÃO

Falha por trincamento sob a ação combinada de corrosão e tensão, seja tensão externa (aplicada) ou interna (residual). O trincamento pode ser ou intergranular ou transgranular, dependendo do metal e do meio corrosivo. Veja também "Fendas de tensão-corrosão".

  • TRINCAMENTO POR CORROSÃO SOB TENSÃO

Crescimento lento de trincas em aço inoxidável causado pelo efeito combinado de tensão mecânica e exposição a um ambiente corrosivo

  • TRINCAS DE CONTRAÇÃO

Trincas de contração associadas com a ocorrência de chupagem.

  • TRINCAS DE CONTRAÇÃO ESTORVADA

Em uma peça fundida, trincas causadas pelas tensões residuais produzidas durante o resfriamento e que resultam da forma do objeto.

  • TRINCAS DE TÊMPERA

Fratura de um metal durante a têmpera a partir de uma temperatura elevada. É mais freqüentemente observada em aço carbono temperado, aço liga ou peças de aço-ferramenta de alta dureza e baixa tenacidade. Muitas vezes, as trincas emanam de filetes, orifícios, cantos ou outros elementos reforçadores de tensões devido às mudanças de volume que acompanham a transformação em martensita.

  • TRÍPOLI

Sílica friável e pulverulenta usada como um abrasivo.

  • TROCA DE ÍONS

Intercâmbio reversível de íons entre um líquido e um sólido, sem que haja mudanças estruturais substanciais no sólido.

  • TROCA DE REVESTIMENTO

É o processo de substituição do revestimento refratário de um recipiente de aço líquido. Quando se desgasta, o revestimento de tijolo de um forno deve ser esfriado, removido e substituído. Esta manutenção pode ser significativa, uma vez que a troca de revestimento de um alto forno pode demandar até três meses para ser concluída

  • TRUE RAKE

Veja o termo preferencial "Ângulo de inclinação efetivo".

  • TUBO PARA BUEIRO

Aço galvanizado de bitola pesada que é espiralado ou rebitado, formando um tubo corrugado que é usado para aplicações de drenagem de rodovias

  • TUBO PARA SOLDA DE TOPO

É o tubo padrão usado em instalações hidráulicas. A tira de aço aquecida passa continuamente através dos cilindros de soldagem, os quais conformam o tubo e mantêm juntas as bordas quentes de modo a produzir uma solda sólida

  • TUBO PARA TUBULAÇÕES DE TRANSPORTE

Tubo usado no transporte superficial de petróleo, gás natural e outros fluidos

  • TUBOS ESPECIAIS

Refere-se a uma ampla variedade de produtos tubulares de alta qualidade feitos sob medida e que exigem tolerâncias críticas, controle dimensional preciso e propriedades metalúrgicas especiais. Os tubos especiais são usados na fabricação de veículos, equipamentos agrícolas e de construção e em aplicações industriais tais como cilindros hidráulicos, peças de máquinas e cilindros de impressão. Em vista da gama de aplicações industriais, o mercado geralmente segue as condições econômicas gerais

  • TUBOS PARA PERFURAÇÃO DE POÇOS

São tubos usados na perfuração de um poço de petróleo ou gás. O tubo de perfuração é o conduto entre o motor da cabeça do poço e a broca de perfuração. A lama de perfuração é bombeada para baixo pelo centro do tubo durante a perfuração para lubrificar a broca de perfuração, levando para a superfície o material perfurado. Devido às altas temperaturas, tensões e torque envolvidos na perfuração de poços, o tubo de perfuração é um produto sem costura

  • TUBOS SEM COSTURA

São tubos feitos a partir de um tarugo sólido, o qual é aquecido e em seguida girado sob extrema pressão. Esta pressão giratória cria uma abertura no centro do tarugo, o qual é então conformado por um mandril para formar o tubo

  • TUBOS SEMI-ACABADOS

Um tubo semi-acabado apropriado para redução e acabamento subseqüentes.

  • TUBOS SOLDADOS POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA

São tubos feitos de tiras de aço laminado a quente, que são passadas através de cilindros de conformação e soldadas. Embora os tubos sem costura sejam tradicionalmente mais resistentes e mais caros do que tubos comparáveis soldados por resistência elétrica, a tecnologia de soldagem por resistência elétrica está sendo aperfeiçoada, representando atualmente aproximadamente 48percent das vendas de produtos tubulares para extração de petróleo, em tonelagem

  • TUBULAÇÃO DE SUBIDA DO PETRÓLEO DO POÇO

Quando se refere a produtos tubulares para extração de petróleo, tubulação de subida do petróleo do poço é um tubo separado usado dentro do tubo de revestimento do poço para conduzir o petróleo ou o gás até a superfície. Dependendo das condições e da vida do poço, a tubulação de subida pode ter que ser substituída durante a vida operacional de um poço

  • TURBULÊNCIA

Uma condição que ocorre quando o metal líquido, durante o resfriamento, gera tanto gás que ele se torna violentamente agitado, ejetando metal sob pressão do molde ou outro recipiente.

  • USINA SIDERÚRGICA EM ÁREA VIRGEM

É uma usina nova construída "do zero", presumivelmente em uma área virgem

  • USINA, LAMINADOR, FRESA, MOINHO

(1) Uma fábrica onde metais são trabalhados a quente, trabalhados a frio, liquefeitos e fundidos em formatos padrão adequados para processamento secundário em produtos comerciais. (2) Uma linha de produção, geralmente constituída de quatro ou mais cadeiras, para a laminação a quente de metais em formatos padrão, tais como barras, vergalhões, chapas grossas, chapas finas ou tiras. (3) Uma única máquina para a laminação a quente, laminação a frio ou extrusão de metal. Exemplos incluem laminador desbastador, laminador duo, laminador quádruo e laminador Sendzimir. (4) Um termo de oficina para fresadora. (5) Uma máquina ou grupo de máquinas para moer ou triturar minérios e outros minerais. Veja "Moinho de bola", "Moagem".

  • USINABILIDADE

A facilidade relativa de usinar um metal.

  • USINAGEM

Remoção de material de uma peça, geralmente utilizando uma ferramenta de corte e geralmente usando uma máquina de acionamento mecânico.

  • USINAGEM A RAIO LASER

Remoção de material mediante fusão e vaporização da peça no ponto de incidência de um raio altamente concentrado de luz monocromática coerente (um raio laser).

  • USINAGEM DE ACABAMENTO

Um processo de usinagem análogo ao esmerilhamento de acabamento.

  • USINAGEM DE CONTORNO

Usinagem de superfícies irregulares, como aquelas geradas no torneamento controlado por traçador, perfuração controlada por traçador e usinagem controlada por traçador

  • USINAGEM ELETROLÍTICA

Remoção controlada de metal mediante a aplicação de potencial e um eletrólito adequado para produzir as formas e dimensões desejadas.

  • USINAGEM ELETROQUÍMICA

Remoção de parte de um material eletricamente condutor mediante dissolução anódica em um eletrodo que flui rapidamente através de um vão entre a peça a ser trabalhada e um eletrodo. freqüentemente abreviado como ECM. Variações do processo incluem rebarbação eletroquímica e esmerilhamento eletroquímico.

  • USINAGEM GROSSEIRA

Usinagem sem levar em consideração o acabamento, geralmente seguido de uma operação subseqüente.

  • USINAGEM POR DESCARGA ELÉTRICA

Remoção de substância de um material condutor elétrico por meio de descargas elétricas rápidas e repetitivas através de um fluido dielétrico que flui entre a peça sendo processada e um eletrodo perfilado. É freqüentemente abreviado como EDM. Variações do processo incluem esmerilhamento por descarga elétrica e corte por descarga elétrica.

  • USINAGEM POR RAIO ELETRÔNICO

Remoção de material por meio de fusão e vaporização da peça no ponto de incidência de um feixe de elétrons de alta velocidade concentrado. A usinagem é feita sob alto vácuo para eliminar a dispersão dos elétrons devido à interação com as moléculas de gás.

  • USINAGEM QUÍMICA

Remoção de metal mediante dissolução química seletiva controlada.

  • USINAGEM ULTRA-SÔNICA

Uma forma de usinagem abrasiva em que uma ferramenta vibrando a uma freqüência ultra-sônica faz com que uma lama abrasiva incida sobre a superfície da peça sendo trabalhada, removendo assim material.

  • USINAS INTEGRADAS

Estas instalações produzem aço mediante o processamento de minério de ferro e outras matérias primas em altos fornos. Tecnicamente, somente a seção de processamento a quente diferencia as usinas integradas das mini-mills. Entretanto, as diferentes abordagens tecnológicas para produzir o aço implicam em diferentes eficiências de escala e, por conseguinte, diferentes estilos de administração, relações trabalhistas e mercados. Quase todas as usinas integradas americanas especializam-se em produtos planos

  • USTULAÇÃO

Aquecimento de um minério para obter alguma mudança química que facilite a fusão.

  • VACÂNCIA

Um tipo de imperfeição do reticulado cristalino em que uma posição de átomo individual permanece temporariamente desocupada. Difusão (de solutos que não solutos intersticiais) é geralmente visualizada como o deslocamento de vacâncias.

  • VÃO

A abertura da raiz em uma junta soldada.

  • VÃO DA RAIZ

Em uma peça a ser soldada, a separação entre os elementos na raiz da junta antes da soldagem.

  • VARETA DE REFORÇO DO MOLDE

Uma peça de metal de formato irregular usada para reforço e sustentação em um molde de areia.

  • VARETA DE SOLDAR

Metal de enchimento de soldagem ou de brasagem, geralmente na forma de vareta ou arame, porém não um eletrodo consumível. A vareta de soldar não conduz corrente elétrica para um arco, podendo ser alimentada para a poça de solda ou previamente colocada na junta.

  • VARIAÇÃO TOTAL DO INDICADOR

A diferença entre as leituras máxima e mínima do indicador durante um ciclo de leitura.

  • VAZAMENTO

Transferência de metal líquido de um forno ou de uma panela para um molde.

  • VAZAMENTO, CORRIDA, ABERTURA DE ROSCA

(1) Abrir a saída de um forno de fusão para remover o metal líquido. (2) Remoção de metal líquido de um forno. (3) Abrir roscas internas com um macho de rosquear.

  • VEDAÇÃO, OBTURAÇÃO

(1) Fechamento de poros em revestimentos anódicos para torná-los menos absorventes. (2) Obturação de vazamentos em uma peça fundida mediante a introdução de plástico de cura a quente em áreas porosas e sua subseqüente cura através de calor.

  • VEIOS

Um tipo de estrutura com sub-limites que pode ser delineada devido à presença de uma concentração acima da média de precipitado ou possivelmente de átomos solutos.

  • VELOCIDADE DE CORTE

A velocidade linear ou periférica de movimento relativo entre a ferramenta e a peça sendo trabalhada, na direção principal de corte.

  • VELOCIDADE DE CURSO

Em soldagem, a velocidade com que uma solda é feita ao longo de seu eixo longitudinal, geralmente medida em polegadas por minuto ou pontos por minuto.

  • VELOCIDADE DE ESFRIAMENTO CRÍTICO

A velocidade de resfriamento contínuo requerida para evitar transformação indesejável. No caso do aço, é a velocidade mínima à qual a austenita deve ser continuamente resfriada para impedir transformações acima da temperatura M8.

  • VELOCIDADE DE FUSÃO

Na soldagem a arco elétrico, o peso ou comprimento de eletrodo fundido em uma unidade de tempo. Às vezes chamada de taxa de fusão ou taxa de queima.

  • VELOCIDADE PERIFÉRICA

Veja o termo preferencial "Velocidade de corte".

  • VENDAS POR CONTRATO

Consistem de produtos siderúrgicos comprometidos com os clientes através de acordos de preços válidos por 3 a 12 meses. Cerca de metade de todo o aço plano é vendido nesta base, principalmente porque as empresas automobilísticas assinam contratos para abranger pelo menos o modelo do ano. Os aumentos de preço que as usinas siderúrgicas venham a anunciar durante o ano geralmente não afetam os preços contratuais

  • VENTANEIRA

Uma abertura na carcaça e no revestimento refratário de um forno através da qual o ar é soprado.

  • VERGALHÕES

É uma qualidade de aço comercial usado para reforçar concreto na construção de rodovias e edificações

  • VIDA ÚTIL DA MATRIZ

A vida produtiva de uma impressão em matriz, usualmente expressa como o número de unidades produzidas antes que a impressão se desgaste além das tolerâncias permitidas.

  • VIDRO METÁLICO

Uma liga ou metal não cristalino, usualmente produzido por um super-resfriamento drástico de uma liga fundida, por eletrodeposição ou por deposição de vapor. Também chamada de liga amorfa.

  • VIGA DE ABA LARGA

É um perfil de aço estrutural em que as abas não são afiladas, mas sim têm espessura uniforme desde a ponta até a alma, formando um ângulo reto com a alma. As vigas de abas largas diferenciam-se pela largura da alma, que pode variar de 3 polegadas a mais de 40 polegadas, bem como pelo peso da viga, medido em libras por pé

  • VIGAS I

São seções estruturais em que as abas são afiladas e tipicamente não tão longas quanto as abas de vigas de abas largas. As abas são mais grossas nas seções transversais e mais finas nas bases das abas. Elas são produzidas com profundidades de 3 a 24 polegadas

  • VINCO

(1) Na superfície de um metal, uma dobra ou superposição não soldada que parece uma trinca, geralmente resultante de uma descontinuidade obtida na peça fundida ou na peça sendo trabalhada.

  • VIRADEIRA

Uma prensa viradeira usada para dobramento.

  • VOLTAGEM DO ARCO

Voltagem em qualquer arco elétrico, por exemplo, em um arco de soldagem.

  • VOLTAGEM DO TANQUE

A voltagem total entre o anodo e o catodo de um banho galvânico ou da célula eletrolítica durante a eletrólise. É igual à soma de (a) potencial de reação em equilíbrio, (b) a diferença de potencial elétrico (IR drop), e (c) os potenciais dos eletrodos.

  • VTI

Abreviatura de variação total do indicador

  • WASH

(1) Uma cobertura aplicada à face de um molde antes da fundição. (2) Uma imperfeição na superfície de uma peça fundida similar a um corte.

  • WHISKERS

Desenvolvimentos filamentares metálicos, freqüentemente microscópicos, formados às vezes durante a eletrodeposição e às vezes espontaneamente durante a armazenagem ou serviço, após o acabamento.

  • WIRING

Formação de um caracol ao longo da borda de uma carcaça, tubo ou chapa e inserção de um haste ou arame dentro do caracol para enrijecer a borda. Veja "Curling".

  • WORM

Uma exsudação (suor) de metal líquido forçada através da crosta superior de metal em solidificação pela evolução do gás. Veja também "Zinc worms'.

  • WRITING MAGNÉTICA

Em inspeção por meio de pó magnético, uma indicação falsa causada pelo contato entre uma peça magnetizada e um outro pedaço de material magnético.

  • ZINC WORMS

Imperfeições superficiais, características de peças fundidas de latão com alto teor de zinco, que ocorrem quando o vapor de zinco se condensa na interface molde/metal, onde ele se oxida e fica aprisionado no metal em solidificação.

  • ZINCO COMERCIAL

Zinco bruto obtido da fusão de minérios de zinco.

  • ZONA AFETADA PELO CALOR

Porção do metal base que não foi fundido durante a brasagem, corte ou soldagem, mas cuja microestrutura e propriedades mecânicas foram alteradas pelo calor.

  • ZONA COQUILHADA INVERTIDA

Uma condição em uma peça de ferro fundido em que o interior é coquilhado ou contém ferro branco, enquanto as superfícies são mescladas ou contêm grafite livre.

  • ZONA DE FUSÃO

Em uma peça soldada, a área do metal base fundida, conforme determinado em uma seção transversal da solda.

  • ZONA DE GUINIER-PRESTON (G-P)

Uma pequena região de precipitação em uma solução sólida metálica supersaturada. Uma zona G-P não possui uma estrutura cristalina bem definida por si própria e contém uma concentração anormalmente alta de átomos solutos. A formação de zonas G-P constitui o primeiro estágio de precipitação e é normalmente acompanhada por uma mudança nas propriedades da solução sólida em que elas ocorrem.

  • ZONA G-P

Uma zona de Guinier-Preston.

  • ZONAS DE BRILLOUIN

Veja bandas de elétrons.